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1 Um Mundo de Sonhos Pokémon em Outro Reino


Notas iniciais
... PR?“LOGO

... No meu sonho eu já vivi,

... Um lindo conto infantil.

... Tudo era magia.

... Era um mundo fora do meu!

... E ao chegar nesse sono acordei!

... Foi quando correndo eu vi,

... Um cavalo de fogo ali!

... Que tocou meu coração.

... Quando me disse então,

... Que um dia rainha eu seria!

... Se com a maldade pudesse acabar!

... No mundo dos sonhos pudesse chegar!

CAPITULO I: Um Mundo de Sonhos Pokémon em Outro Reino

... Apequena SARA CAVANAUGH , uma menina com cabelos loiros como o raiar do Sol de Montana, EUA, estava perto de completar seus treze anos. Sua vida no rancho era modesta e feliz. Vivia com seu pai adotivo, o qual, ela amava muito. SARA havia sido abandonada na porta do rancho ainda bebê. Estava coberta com uma manta com um pano sedoso, que parecia ser seda, com um forro grosso de um tecido incomum que não se podia determinar o qual. Havia também, junto com o bebê SARA um amuleto em um cordão delicado de ouro. Este medalhão era dourado, com detalhes negros, e roxos. A figura no centro do medalhão remetia a um cavalo ou unicórnio. Nos panos das vestes que cobriam o bebê, tinham inscrições que pareciam ser uma linguagem estranha, que nunca foi decifrada. Não havia nenhuma carta sobre as origens do bebê e o motivo de seu abandono. Seu pai, era viúvo e sem família, teve amor pelo bebê à primeira vista. E decidiu adota-lo. Como muito custo e sacrifico devido os tramitem legais que a investigação do abandono gerou, e somado ao preconceito por ele ser sozinho, não foram impedimento para que John Cavanaugh, após um longo processo de três anos, visitas e avaliações de diversos conselheiros tutelares conseguisse a guarda-provisória. A investigação policial a cerca do abandono foi encerrada sem nenhum inquérito definitivo. Na época do caso, foi muito repercutiu devido às circunstâncias incomuns. SARA foi abandonada em uma noite que ocorreu uma grande e forte tempestade. Uma nuvem negra cobriu todo o distrito, fortes tempestades elétricas ocorreram por três dias. Afiações elétricas e telefônicas foram destruídas pela tempestade. Não houve nenhum relato de grávidas dentre as pessoas atendidas pela defesa civil. Ou mesmo nenhuma mulher que pudesse ter sido uma parturiente recente. Devido aos grande os problemas ocorridos na região devido ao tornado, o juizado decidiu por bem, que JONH ficaria com a guarda do bebê.

... SARA agora tinha quatorze anos, e adorava sua vida no Rancho com seu pai. Ainda que às vezes, em sua mente, fervilhasse qual poderia ser sua origem, e Como seriam seus verdadeiros pais, e sua verdadeira mãe. SARA as vezes sentia um aperto no peito, que ela interpretava para si, como se fosse falta de sua mãe. Ainda que ela também tivesse um pai biológico, o qual ela amaria da mesma forma que sua mãe biológica, ela já tinha o amor do seu pai John. O amor paterno SARA conhecia. E ainda que um dia seu pai biológico aparecesse, apesar de ser outro amor, ainda assim seria uma espécie de amor que SARA já conhecia, por similaridade. No entanto, o amor de Mãe, materno, SARA nunca teve. E ela sonhava às vezes, com uma figura linda, coberta de luz, em um longo visto brando, algo que se assemelhava a asas, e está figura a abraçava e acaba a deixando escapar, sendo levada por algo roxo, para onde desta. SARA interpretou que está seria sua mãe. Nesses sonhos, SARA sentia um forte aconchego e um calor, que ela não conseguiu definir. Só poderia ser o amor de mãe, que ela um dai deve ter tido, mesmo que por pouco tempo após nascer, da mãe que a abandonou. SARA gostaria de saber o motivo um dia. Mas ela era feliz com a vida que tinha, e no seu íntimo a possiblidade de nunca conhecer sua família e motivos do abandono eram algo que ela considerava uma possiblidade.

... A vida no racho era simples. SARA tinha seus afazeres no rancho, além de suas obrigações escolares. Seu pai era dono do rancho, já tinha pagado a hipoteca com o banco. Ainda assim, era difícil manter a produção, e pagar muitos empregados. Na verdade, só havia dois funcionários além de seu pai. O velho Bill, e o jovem Thomas. O velho Bill era um ameríndio, sua tribo eram os habitantes originais daquela região. A neta dele, ELLEN, era a melhor amiga de SARA. Elas estudavam no mesmo colégio, e passavam grande parte do tempo juntas. Uma das obrigações de SARA era cuida dos estábulos do rancho. Haviam 6 cavalos adultos, e um potro. SARA adorava cuidar do filhote. Entre ir a escola, ficar com ELLEN, e cuidar de suas obrigações, SARA tinha uma vida que ela considerava feliz. O único pavor que as vezes rondava sua vida, era o conselho tutelar, que mesmo após 13 anos, ainda não havia concedido a guarda definitiva de SARA para seu pai. SARA não podia se imaginar outra vida, que não fosse vivendo no Rancho, ao lado do seu pai, o único pai que ela conheceu.

***

... As luzes oscilavam. Uma forte sensação de perigo rondava a tudo; e o ar estava pesado. Uma figura feminina sofrendo, parecia estar muito cansada. Era nítido que sua vida estava por ser findar. As luzes iam e voltavam, e com isso as imagens se tornavam confusas, difusas e por vezes, incompreensíveis.

... — SARA se via flutuando entre luzes, e como em um espelho, mirando algo que ela não sabia o que era. A imagem distorcida de uma jovem, em uma cama sofrendo. SARA não sabia quem era mais sabia, por algum motivo, que o sofrimento desta mulher, com aparência cadavérica, cabelos longos em um tom dourado – ainda que embranquecido, e até mesmo quebradiço- este sofrimento não adivinha de nenhuma dor física. Era algo maior, uma dor de separação. Uma dor que só quem perder sabe o seu tamanho.

... –SARA tentava se aproximar da imagem no espelho, mas algo a puxava para trás. Com muito esforço ela conseguiu se aproximar da imagem, e uma forte luz roxa começou a brilhar a cegando.

... No quarto da casa de JOHN CAVANAUGH, a jovem SARA estava em seu quarto, no sótão da antiga casa de madeira. Com estilo rústico, em dois andares. O quarto de SARA recebia a luz do nascer do Sol todas as manhãs, pois ficava de frente ao ponto em que este nascia. SARA estava tendo mais uma vez, o sonho ou pesadelo, que não sabia interpretar; estes sonhos começaram exatamente 1 ano antes dela completar treze anos. A pequena SARA estava flutuando em sua cama, e uma forte luz roxa saiu de seu medalhão que ela sempre usava. Este medalhão que tinha inscrições que não foram decifradas, e uma figurava que remetia a um cavalo ou unicórnio. Flutuando sob a cama, SARA estava com seu pijama de seda branco, em estilo de camisola, com o centro do corpo coberto pela luz mística roxa, que emanava do medalhão, que começava a piscar. Em um forte solavanco, SARA acordou e a luz foi se apagando, a ponto dela ser jogada e perceber que foi jogada de volta em sua cama, pois estava flutuando, acordando mais uma vez do misterioso sonho ou pesadelo que se tornará recorrente em sua vida. E este sonho ou pesadelo era a chave para seu verdadeiro passado, e a chave para seu futuro.

***

... No ônibus indo para a escola elementar da região, o mesmo parou na parada na frente de uma das inúmeras reservas indígenas da região. No passado, na época da grande colonização de Montana, os primeiros exploradores europeus, que desembarcaram na nova terra para criar a nova Inglaterra, ao chegarem ao atual Oregon, encontraram diversas tribos nativas americanas. Entre estes os Arapaho, os Assiniboine, os Cheyenne, os Crow e os Gros Ventre, que habitavam as Grandes Planícies, e os Barnrock, os Flathead, os Kilispel, os Kutenai e os Shoshone, que habitavam as Montanhas Rochosas. A tribo de ELLEN era a dos Arapaho, e seus adolescentes estudavam na escola elementar normalmente. O ônibus parou na parada na reserva, onde SARA pela janela viu sua amiga ELLEN. Logo está percebeu pela imagem de SARA, que ela tinha novamente tido o mesmo sonho. A tribo de ELLEN acreditava nos espíritos ancestrais, e que estes por vezes, se comunicavam com os vivos através dos sonhos para comunicar fatos relevantes. SARA e ELLEN já havia conversado sobre estes fatos. ELLEN sugeriu que SARA visitasse a aldeia, para ver o XAMÃ, e com isto tentar invocar o espirito elementar que está tentando se comunicar com SARA através dos sonhos.

... SARA mais uma vez falou sobres o sonho para ELLEN, indo para a escola. Ela preferiu omitir a luz roxa e o fato de ter acordado caindo em sua cama. Preferiu comentar sobre o ocorrido, após a escola, já no rancho.

***

... JOHN CAVANAUGH estava no RANCHO, quando a campainha da porta tocou. Indo atender, a pessoa não era nada menos do que o grupo de conselheiras tutelares do ESTADO. Em mais uma de suas visitas não programadas e inoportunas. O grupo era composto por quatro senhoras de meia idade para mais; com suas roupas típicas de senhoras que vivem na igreja. Ainda com seu falar e impregnado de um prolixo vocabulário de quem força ser mais eloquente do que o é de fato. JOHN as convidou para entrar, e elas logo foram entrando sem fazer cerimônia e com seus tons acusadores de costume. Sem cerimônias perguntaram sobre o paradeiro de SARA. JOHN informou que ela costumava ficar com sua amiga ELLEN, após a escola.

— "Deveria estar?!" — Certamente está não é a resposta que gostaríamos de ouvir Sr. CAVANAUGH . Ainda mais para um solicitante a adoção permanente. JOHN iria tentar argumentar sendo interrompido imediatamente.

— Saiba Sr. CAVANAUGH — falando a líder do conselho, uma senhora com vestido pomposo, chapéu ornado com flores, ainda que discretas, tendo toda a roupa em tom azul escuro -, iremos relatar isto em nosso relatório. É inadmissível que isto ocorra. Por hora iremos embora, já que nem ao menos a que deveria ser usa protegida esta na casa. Já temos relatórios do colégio, e as notas dela tem oscilado muito. A participação também não é a das melhores. Saiba que tudo está contando para que ela permaneça nesta casa, sob sua guarda definitiva.

— Isto é claro, se julgarmos, ou melhor, se for o melhor para SARA. Pois acredite, só queremos o melhor para está garota. As prepotentes assistentes sociais, saíram pela porta, e rapidamente entraram no carro, indo embora, sendo perdido sua visão no caminho de terra batida.

... JOHN nem ao menos teve tempo de se manifestar. Ele estava preocupado em perder a guarda de sua filha. Pois por mais que SARA não tivesse seu sangue, ele sentia que era sua filha, e ninguém o faria pensar diferente. Pois ele sentia isso, sentia como se fosse real, e até mesmo de outra vida, que ele não sabia como seria, ou outro tempo.

***

... — Dias se passaram e o aniversário de 13 anos de SARA se aproximava. Ela estava preocupada com as constantes visitas das conselheiras tutelares. Era nítido de que elas não gostavam de seu pai, e que queria colocar SARA no orfanato. Ou mesmo para outra família. Mas SARA não queria nenhuma outra família, que não fosse seu pai JOHN.

... — SARA passou a ser esforça na escola, para melhorar suas notas. Na verdade ela sempre foi boa aluna. Mas a proximidade de mais um aniversário, e os constantes sonhos ou pesadelos começaram a afeta-la. SARA decidiu aceitar o convite de ELLEN, para participar do ritual xamânico para encontra o Senhor dos sonhos, o guia dos antepassados dela. Ela esperava assim, compreender os sonhos que com tanta angústia a deixavam, e assim poder sair desta situação de falta de atenção e cansaço.

— As semanas voaram. Na véspera do aniversário de treze anos de SARA, mais uma vez os sonhos se repetiram. Agora nesta noite, estes se tornariam claros e reveladores. Sob a luz roxa com tons de sulfurino, a grande verdade do passado de SARA se revelaria.

— SARA está deitada na sua cama, com seu pijama de seda branco, no estão da velha casa do Rancho CAVANAUGH. O quarto do sótão exalava um cheiro agradável de rústico, de madeira, algo como um amadeirado, ou mesmo carvalho. Nas noites de chuvas, as gostas faziam um som que era hipnotizante. Naquela noite, na véspera dos trezes anos de SARA, chovia e ventava muito. O som da chuva se fazia forte. A noite trovejava. E SARA mais uma vez foi envolvida pelo poder dos Sonhos.

... — SARA começou a flutuar ainda dormindo; o poder de seu medalhão refletia uma forte luz roxa, que oscilava em tons de sulfurino a rosa. O pijama de SARA cintilava com o poder emanado do medalhão. A figura no central reluzia a lua dourada, nas bordas do desenho do cavalo ou unicórnio. E pela primeira vez, SARA sonhou de forma lúcida, o que o destino estava preste a revelar, seu verdadeiro motivo de ser.

***

... — Na manhã do aniversário de treze anos de SARA, ELLEN, sua melhor amiga, resolveu conversar com o xamã da tribo a respeitos dos sonhos da mesma. O xamã ouvia atentamente ELLE, já sabendo do que se tratava. Há quase treze anos, no dia da grande tempestade, a tribo foi informada pelas forças dos antigos, que um grande acontecimento ocorreria. Um grande espirito veio dos céus, e trouxe consigo um bebê. Este bebê era a própria SARA. A tribo acolheu o espirito em forma de cavalo que veios dos céus, e sabia que ele tinha uma missão que afetaria a todos. O espirito do cavalo assumiu uma forma física, e estava cansado após cair do céu. O espirito se mostrou arrisco, mas logo reconheceu que a tribo seria um povo amigo. De longe, um xamã e quatro guerreiros seguiram o espirito do cavalo, até que viram este entregar um bebê na casa do Rancho. O dia da grande tempestade trouxe grande destruição, mas também possibilidades de mudanças. Eles sabiam que um dia o bebê seria o causador de uma grande era de paz, ainda que fosse apenas no mundo do espirito cavalo de fogo.

... — Após ouvir os relatos de ELLEN, sem dizer a garota as coisas que sabia, o xamã convocou toda a tribo para o grande ritual dos espíritos dos sonhos. O ritual duraria a noite toda, e velariam para que o Espirito dos céus fosse guiado em segurança para cumpri a missão do bebê dourado. ELLEN se perguntou se este espirito estaria ligado a SARA e se ela seria este bebê. Sem perguntar nada por respeito as tradições, apenas participou do ritual com os pensamentos de proteção para SARA.

... — Antes de a noite escura começar, nuvens de tempestades cobriram todo o Estado de Montanta. Os moradores, os nativos já conheciam aquela estranha e peculiar mudança de clima. Outra noite com a da grande tempestade ocorrida há quase treze anos estava prestes a acontecer.

***

... – As luzes eram fortes, emanava uma onda de calor. No entanto, não era um calor, de sensação térmica. Era estranho, diferente. Algo como o calor de um ente querido, o calo do coração. SARA estava envolta em um túnel de luz, e pela primeira vez, via a fonte da luz roxa que saia do seu medalhão no peito. O medalhão emitia uma onda de luz agradável e acolhedora. SARA estava flutuando e o medalhão a guiava brilhando em direção a frente para o rumo da luz. SARA estava estranhamente consciente, e conseguia se mover livremente. Então rapidamente SAR, desejou ir para frente, e o impulso a levou para onde o medalhão emita sua luz mais forte. No final do túnel de luz, havia várias janelas ou algum tipo de espelhos. Nestes espelhos SARA pode ver estranha figuras, de pessoas, animais e vilarejos. O mais curioso que algumas plantas pareciam animais, e alguns animais pareciam plantas! E estes locais não eram em Montana e nenhum outro lugar que SARA tivesse visto na escola ou mesmo nos livros. SARA também percebeu plantas e animais estranhos que não existiam, e pessoas com características estranhas. Foi então, que uma das janelas, começou a emitir uma luz dourada, na qual chamou a atenção de SARA.

... SARA começou a perceber que havia algum tipo de chão. E começou a caminhar, ainda assim, parecia que cada passo era como dos astronautas na lua, pois era bem leve e flutuava, chegando a ser necessário que SARA fizesse força para se prender no chão. Com poucos passos, ou trotes como de um potro, SARA chegou perto da janela dourada então viu imagens.

... – Ocorreu então uma miraculosa imersão. SARA passou a fazer parte de luzes que se convertiam em imagens, que se convertiam em sons, cheiros e que tudo somados eram uma vida ou memórias de uma vida. As imagens eram reais e ao mesmo tempo fotos de algo passado. SARA não conseguia compreender tudo, era tudo triste. SARA percebeu a imagem de uma jovem mulher com um belo vestido, com um sorriso doce, que era amada por muitos. Esta mulher agora parecia estar se casando, mas uma forte luz do Sol cobriu a imagem do rosto do noivo. A felicidade se espalhou por uma terra, e muitas pessoas ficaram felizes. Não mais que de repente, uma forte onde de escuridão se aproximou. SARA sentiu medo, e o ambiente acolhedor que estava se tornou hostil e escuro. Forte trovejadas, que a fazia lembrar-se da mítica grande tempestade que todos falaram, que havia ocorrido no passado no dia em que ela foi abandonada. As trevas se converteram em rostos malignos, de fumaça escura, densa e opressora. Está escuridão se aproximou da imagem do casal. SARA começou a sentir uma forte pressão no peito, e vontade de gritar! SARA começou inutilmente a gritar para que o casal fugisse, mas a escuridão era ais rápida e traiçoeira e os cobriu os fazendo desaparecer. Uma figura nas trevas começou a se formar, um longe vestido com traços de um azul escuro, formaram a imagem de uma mulher com uma risada diabólica, que começou a ecoar por todo o grande salão. SARA ficou com muito medo e começou a chorar, os espelhos começaram a se espatifar e mil pedaços.

...- SARA começou a correr com toda força que podia. OS espelhos que ainda se espatifavam e começam a voar ao redor de tudo, as paredes ruíam, sendo rompidas por fortes turbilhões de energia escura, que ora se convertiam em rostos malignos. Estes rostos rodavam todo o salão, e voltam para a figura da mulher que continuava com sua risada demoníaca que ecoava por tudo, formando seu vestido, e entravam novamente no restante das paredes para destruir tudo.

... – Uma forte tempestade começou a cobri do o Estado de Montana. As autoridades não entendiam com tal fenômeno estava ocorrendo, não havia precedentes nas previsões meteorológicas. A única coisa similar era a grade tempestade ocorrida há quase treze anos. Os policias estavam certo que a grande tempestade estava ocorrendo novamente. Na reserva nativa americana, a tribo de ELLEN estava no ritual para os Espíritos dos Sonhos. ELLEN estava com medo e perguntou ao Xamã se isso tinha aluga relação com SARA- a grande tempestade estava ocorrendo novamente quase exatamente treze anos depois da primeira, e do aparecimento de SARA- O xamã não respondeu a ELLEN. As crianças e mulheres foram para a proteção de abrigos, o xamã e guerreiros continuaram com o ritual, a espera que o caminho do grande cavalo de fogo fosse facilitado ao mundo da Terra. Estava claro para o Xamã que o espirito estava voltando, e que a menina SARA era o centro de algo maior, e que este destino estava preste a começar.

***

... – Por um momento, SARA perdeu os sentidos. Ao acordar estava envolta sob uma luz roxa, que saia de seu medalhão. Esta luz deu força e reavivou SARA. A luz também protegeu SARA, e a levou a outro grande salão. Neles alguns dos espelhos ainda estavam parcialmente inteiros, apenas com alugas rachaduras. SARA tentou ver as imagens e a imagem da mulher do casamento reapareceu. Ela estava e uma cama, muito magra. Cercada de pessoas amigas. As imagens ficavam turvas, SARA não entendia. Uma imagem de uma espécie de cavalo aparecia e saia. O medalhão de SARA oscilava luz na aparição do cavalo, mas SARA não percebeu este detalhe. A imagem do rosto da mulher aparecia e sumia, agora triste. Esta chorando. SARA chegou a ver algo uma cesta sendo tirada das mãos dela, que chorava. O cavalo pegou a cesta e sumiu. A mulher então apareceu pela última vez, seu pobre e frágil braço caiu como se um peso o puxasse. A mulher caiu na cama e fechou os olhos pesadamente. SARA sentiu uma forte dor no coração e de alguma maneira, SARA tinha certeza que aquele foi o último ato de vida daquela mulher. SARA então sentiu uma profunda tristeza dando um forte grito, só que sua garganta não conseguiu emitir nenhum som.

***

... — JOHN CAVANAUGH acordou com a forte trovejada nos telhados da velha casa do Rancho. Uma forte tempestade começou a estremecer tudo. Os ventos abriram as janelas que trouxeram o frio e água da chuva. Era possível ouvir dos estábulos os animais muitos assustados. Justo nessa noite, nenhum dos empregados estava dormindo no rancho, e JOHN estava só. Logo sua mente veio a imagem de SARA. Ele fechou a janela do quarto, vestiu um casado, uma calça e o, sobretudo. A luz havia acabado, mas ele tinha achado rapidamente uma lanterna na gaveta da cômoda. JOHN foi indo para o quarto de SARA chamando pelo nome, perguntando se estava bem. SARA não respondeu ao chamado. Nesta hora ele percebeu que a tempestade que agora estava sob o Rancho, era do esmo tipo que havia ocorrido a quase treze anos. E nesta tempestade, JOHN recebeu de presente sua filha SARA. JOHN nunca revelou todo o ocorrido a ninguém sobre este fato. Na noite da grande tempestade, JOHN disse as autoridades, que havia encontrado a cesta com SARA na porta de sua casa, umas horas antes do fenômeno. Porém a verdade, que isto ocorreu quase que ao mesmo tempo em que a tempestade ocorreu. Se isto não fosse o suficiente, JOHN nunca contou a ninguém, que ele viu uma figura de um cavalo saindo trotando rapidamente e sumindo em direção ao longo campo. JOHN tinha certeza, que ainda que fosse impossível, que aquele cavalo tinha trazido SARA até ele. E ainda mais impossível, que aquele cavalo na verdade não trotou e sumiu no horizonte dos longos campos. O cavalo, deu um pulo e sumiu nos céus, na direção da grande tempestade.

***

... SARA então estava em meio a luz de proteção do seu medalhão. A luz era reconfortante, e acolhedora. Ela se sentiu protegida mesmo não sabendo se estava em um sonho ou não. A luz começou a brilhar forte, e SARA pode ouvir uma voz familiar. SARA sentiu confiança e começou a seguir o caminho que esta voz parecia estar vindo. As imagens e tudo ao redor pareciam um velho castelo, com luzes que brilhavam e uma parede da cor branco marfim, com toque de dourado.

—... ELLEN estava no abrigo da tribo junto com demais crianças, e mulheres. Os guerreiros estavam ajudando a proteger, e alguns outros estavam com o Xamã no ritual que prosseguia. A forte chuva fazia muito barulho, somado ao estrondo dos trovões. ELLEN sentiu que SARA precisava de sua ajuda. Então com sua fé, começou a entoar cantigas de proteção de sua tribo, em pensamento para SARA. Logo todos do abrigo começaram a cantar a mesma cantiga de proteção milenar, que fora passada oralmente deste os tempos antigos, através de seus antepassados. ELLEN sentia que suas orações poderiam guiar SARA para a segurança e talvez para seu destino.

***

... — JOHN CAVANAUGH seguiu pelo corredor até a escada que dava no sótão. Então percebeu algo estranho. Uma forte luz estava emanando das paredes, mas isto não era possível pois estavam sem energia elétrica. E somado a isto, um forte barulho que JOHN pensou ser da chuva, estava na verdade, vindo do quarto de SARA. JOHN gritou preocupado por SARA e rapidamente chegou a porta. Batendo com as mãos na porta, que não abriu mesmo ele fazendo força. Começou a chara por SARA, que não respondia. JOHN então fez muita força e usando o peso do seu corpo conseguiu arrombar a porta do sótão. Então ele viu, SARA estava flutuando sob a cama, com uma forte luz ao seu redor da cor roxa, e uma forte ventania que parecia estar ao redor dela. Sem entender nada, ele chamou por SARA que parecia estar dormindo apesar de tudo.

... – SARA corria por um castelo antigo, que se formava de imagens que ela não conhecia. Agora além da voz que ela ouvia, e sentia segurança e familiaridade, SARA teve certeza de ter ouvido a voz do seu pai. Pai! Se havia alguma coisa que trazia segurança e coragem para SARA, era o amor do seu pai. SARA então se sentiu confiante, e o colar passou a ter a luz estabilizada e bilhar cada vez mais forte. SARA começou a pensar forte em seu pai, no rancho, na sua vida, na escola e sua amiga, ELLEN. ELLEN, ELLEN, era a voz que ela tinha ouvido. SARA então, começou a correr com força e tudo ao redor se converteu e luz. SARA então foi envolvido por uma luz tão forte e tudo se tornou clarão.

... — SARA então abriu os olhos.

***

... – A grande tempestade se formou, e uma grande vórtex de vento similar a um tornado começou a ir em direção a casa do rancho Cavanaugh. Dentro da casa, SARA abriu os olhos, e ainda pode ver seu pai gritando tentou tocar em suas mãos; SARA viu que estava flutuando e o colar em seu pescoço emanando a luz roxa de seus sonhos. SARA gritou por seu pai e tentou pegar as mãos dele. No abrigo da tribo, ELLEN continuava a rezar junto com os demais, e o Xamã prosseguia com seu ritual, quando o vértice dos ventos se formou. Nas nuvens, vários pontos de luzes cintilantes se formarem e puderem ser visto a quilômetros. A defesa civil, o corpo de bombeiros e demais autoridades prosseguiam com as equipes de resgate e contenção de danos. ELLEN rezava e cantava com mais força, pois passou a sentir algo ruim estava preste a acontecer com SARA. O Xamã envocou a força dos antepassados para ajudar o espirito do Cavalo de Fogo a vencer a barreira do Mundos dos Sonhos para o Mundo dos Homens. O destino de SARA estava prestes a se cumprir.

... – O vórtice de ventos destruiu os estábulos, os animais fugiram ou foram arremessados pelos fortes ventos. Indo em direção a casa, o tornado destruía tudo. No quarto, flutuando sob a energia de luz roxa do medalhão, a última lembrança de SARA foi a de quase tocar as mãos de seu pai. Então SARA foi envolvida por uma luz e apagou. No exato momento em que o vórtice atingiu a casa destruindo tudo.


***

Notas finais
... - EPILOGO

... ??“ SARA, Princesa de DAR-SHAN, única filha da RAINHA SARANA e legítima herdeira do trono. Há treze anos eu a trouxe par ao Mundo humano, com a promessa de esperança para livrar DAR-HAN da tirania e opressão das forças do mal. Longe em um Mundo onde o mal não poderia alcançá-la, a tempo que pudesse crescer para cumprir seu destino de trazer a paz e amor para os súditos. Este é o desejo e última vontade de SARANA, última Rainha legítima, a que se sacrificou por Amor, entregando sua única filha, como prova e promessa as seus súditos que a maldade fosse exterminada. E que a liberdade fosse o único caminho a guiar o destino dos seus súditos.

... - SARA filha da RAINHA SARANA e do REI KEVIN, está na hora de assumir seu papel; as luzes voltaram a reinar de DAR-SHAN, as trevas sucumbiram para sempre.

... ??“ A consciência ia e voltava. SARA com muita força conseguia se manter acordada e abrir seu solhos. Suas pálpebras se abriam, e ela conseguia raciocinar algumas imagens ao redor. Estava muito alto e sentia frio. O vento soprava forte, sentia o frio nos seus pés. Estava vestida com um longo vestido branco. Seus braços seguravam algo macio, que percebeu ser a crina de um cavalo. Estás crinas erma de fogo, e quentes, ainda assim não queimavam. Davam uma sensação de conforto. SARA tentou olhar mais, e percebeu que estava nos céus, o medalhão brilhava com força, formando a mesma aura de proteção que a protegeu nos sonhos. SARA esta no alto dos céus, no cavalo de fogo, indo em direção a luzes nas nuvens. SARA não conseguia manter mais os olhos abertos. SARA então se lembrou de seu pai; o que havia acontecido com ele. Fazendo o máximo de força para ficar acordada, SARA não conseguia mais. Então se concentrou na imagem de seu pai, e seus olhos se fecharam.

... - SARA apagou.

... ??“ CONTINUA.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.