50 tons de submissão

14 Capítulo Quatorze - Fragrância Montescu


Notas iniciais
oooi :) não queiram me matar ou me cortar, nem nada assim. Eu tive que viajar de última hora e fiquei uns dias sem internet(vida difícil) mas aí está, espero que gostem. Beijooos ;* Comenteem

Ela ruboriza, desligando o som.

‘’Não pare. Gosto de vê-la alegre’’ — esclarece ele, se aproximando. Kaya sente suas mãos quentes em sua cintura. Henri está apenas de cueca, ela sente seu membro duro e logo depois beijos em seu pescoço. Sua ereção parece ficar mais firme. Ele levanta o blusão que cobre a perfeita bunda dela, ela usa uma calcinha de renda que parece compactuar com a pele morena. Ele acaricia e aperta suas nádegas, Kaya sente um líquido inundar sua calcinha, está ficando tão molhadinha.

‘’Sua bunda é tão linda’’ – murmura ele, sua voz é rouca –‘’Tudo em você é tão lindo, senhorita Montedescu. Henri retira sua cueca Calvin Klein e se levanta, seu pênis está perfeitamente ereto. Ele se esfrega nela. Kaya sente mais líquido lubrificar sua calcinha, a respiração dele é irregular, ela mexe a bunda, indo com os movimentos dele. – ‘’Não se mexa’’ – ordena ele, não aguentaria muito se ela se mexesse. A garota obedece, contra gosto, termina de tirar o blusão – ‘’Você tem algo contra anal?’’ – ele vai tirando a calcinha dela pacientemente. Kaya nem sabe como responder aquela pergunta, o que sabia sobre sexo anal? Já ouvira que é pecado, que dói e que não é nada confortável

‘’Não’’ – murmura, as palavras jorram de sua boca. As mãos dele escapam para dentro de sua calcinha. Ele a masturba com dois dedos. Kaya arfa, é uma sensação indescritível. Henri se agacha atrás dela, sem parar com os movimentos, ele beija suas costas, sua bunda, sua vagina... Está ajoelhado, abre mais as pernas dela ficando entre suas pernas. Chupa sua buceta com verozidade. Kaya inclina a cabeça deixando que a sensação a domine. Henri a suga, brinca com seu grelinho. Ela goza, seu gozo quente jorra. Obedientemente, ele engole tudo. Os olhares de ambos se encontram por alguns segundos. Henri vai abrindo mais a bunda dela, ele chupa seu ânus. Essa sim é a sensação mais plena. Kaya aperta seu cabelo, seus olhos estão fechados e ela morde os carnudos lábios com força. Suas nádegas seguem movimentos involutários. – ‘’Ooooooh’’ – ela arfa, gemendo. Sente suas pernas fraquejarem. Nunca esteve tão fora de si. Henri se masturba lentamente. Kaya consegue ouvir seus próprios batimentos cardíacos, está apertando a pia da cozinha. Sua adrenalina está a mil. Ela fraqueja e sente as mãos de Henri gentilmente em sua cintura, a jovem olha para trás, os finos lábios dele estão em uma linha reta. Ele empina mais a bunda dela, Kaya geme alto ao senti-lo. Ele penetra em sua vagina. Os movimentos aceleram-se, aceleram-se, aceleram-se. Cada vez mais rápido. Henri bate em sua bunda com força, geme palavras sem nexo, aperta seus seios. Kaya esquece-se totalmente tudo sobre si, ela não sabe como, nem quando... só sente aquela sensação maravilhosa pela... quarta vez?! Henri desencaixa, ele está suado. Com as duas mãos ele vai abrindo mais sua bunda, seu ânus é tão apertado. Ele penetra, sua cabeça está inclinada para trás. Kaya sente uma ardência, a dor inicialmente é forte. Os primeiros movimentos dele são lentos, mas fundos.

‘’Oh, minha garota’’ – ele geme, blefando. Nunca sentira uma sensação tão plena. Kaya está com os olhos marejando, as lágrimas inundam seus castanhos olhos, sua respiração ainda é ofegante. A dor não é substituída por prazer, desta vez. Henri empina mais as nádegas da garota e acelera. A dor é latente, Kaya sente a porra de Henri aumentar, sente novamente os tapas. Uma das mãos dele está na raiz do cabelo dela, enquanto a outra encontra-se em sua bunda. Ele puxa o cabelo dela pra trás. Os olhos dele travam com os olhos dela. Kaya vê sua boca entre aberta e o transe que ele parece estar, um pouco do cabelo dele gruda na branca testa suada. Ele encaixa as mãos nas dela que estão sob a pia. A morena pele dela e a pálida cor dele. Henri aperta seus dedos e desequilibra-se um pouco, ela sente o jato quente a preencher. Ele saí dela logo depois, as pernas dela bambeiam. Ele a segura mais uma vez.

‘’Você está bem?’’ – pergunta ele, sentindo seus batimentos desnorteados.

‘’Nunca estive tão acabada’’ – diz ela, rindo. Ele a carrega, a cama que ambos dormiram à noite parece grande demais agora. Ele a deita sob a cama com os lençóis ainda de ontem, continua acariciando o corpo dela. Ele está despido, ela está nua. Kaya nunca pensou que aconteceria novamente, que a causaria tantos efeitos. Seu corpo pede apenas cama, seus olhos estão pesados.

‘’Durma’’ – pede ele, acariciando o braço dela- ‘’Feche os olhos’’

‘’Durma comigo’’

Ele sorri

‘’Você está ficando mimada’’

‘’Tudo bem. Eu só quero ser mimada por você’’ – ele puxa o edredom e deita ao lado dela, as pernas de ambos quase que por extinto se entrelaçam.

‘’O que está fazendo comigo?’’ – sussurra ele, cheirando o cabelo dela; possui um cheiro apenas de Kaya, uma fragrância Montedescu. Ninguém resiste. Ela inclina o rosto fazendo com que os lábios de ambos se toquem, seus olhos estão fechados. O beijo é lento.