50 tons de submissão
16 Capítulo Dezesseis - Estômago do engarrafamento
Notas iniciais
Kaya andava calmamente, passaria pelo corredor de Oliver em instantes. E, cá para nós, não parece muito animada. O último ‘encontro’ dela com Oliver tinha um ilustre visitante presente, Henri.
Oliver sorriu ao ver a garota que conhecerá a poucos meses, ela parecia estar mais linda a cada dia.
‘’E então’’ — ele começou a falar. Kaya praguejou mentalmente, esperava que ele não comentasse nada – ‘’Topa uma saída? Podemos ir ver aquele filme. Daquele pintor famoso, que você adora’’
‘’Van Gogh’’ – disse ela, Oliver chega suspirou, odeia esquecer algo. Na verdade, ele tem pavor do esquecimento. Ainda olhava para Kaya com uma interrogação no rosto, sua pergunta não havia sido devidamente respondida – ‘’Pode ser’’ – ela sorriu.
‘’E a escola de ballet?’’ – eles desciam as longas escadas até a garagem, o carro de Oliver estava estacionado em uma das vagas. Na vigésima nona, apenas um lembrete.
‘’Receberei o resultado em dois dias’’ – ela continuou com um suspiro – ‘’Eu estou quase pirando!’’
Riram
‘’Espero que consiga’’
‘’Eu também’’
Não havia muitos carros estacionados, as maiorias dos estudantes noturnos já haviam saído. Alguns para festas e boates outros apenas para casa. Mas, um carro em especial chamou a atenção de Kaya. Um mitsubishi 4X4 preto, mas não era o carro que impressionava a jovem. Claro, o carro causava um efeito positivo. Bem, bem positivo. Mas, Henri estava lá, apoiado no capô do carro, seus braços estavam cruzados, logo abaixado do tórax. Ele sorriu amistoso ao ver Kaya, em nenhum momento olhou para Oliver. Oliver continuou seguindo para onde seu carro velho e imundo estava, Kaya foi até Henri.
‘’Eu só vou falar com ele’’ – murmurou ela.
‘’Sei. Ele pode querer mais uma noite de sexo com você’’ – Oliver falou. Ela ruborizou.
‘’Oi’’ – disse, quase inaudível.
‘’Boa noite, senhorita’’ – Henri a cumprimentou e pegou os livros e apostilas que estavam em seus braços. Eram realmente pesados. — ‘’Como foi o dia?’’
‘’Agradável’’ – ela sorria. Adorava aquele olhar do Henri. Sentia-se como se... como se... fosse a pessoa mais importante do mundo para ele. – ‘’E o do senhor?’’
‘’Hum.. entediante’’ – ele disse- ‘’Sem você’’ – completou. Kaya sentiu o sangue fugir-lhe do rosto. –‘’Que tal se fossemos ao cinema?’’ – ela olhou para trás nesse instante, a essa altura Oliver já estava com a porta do carro aberta, a esperando.
‘’Eu posso chama-lo?’’- perguntou ela. Sua pergunta a principio causou um imenso ciúme em Henri. Mas ele compreendia, era notório o olhar de respeito e carinho que Kaya lançava a Oliver. E, apesar de não gostar nadinha daquele magrela estranho, aceitou.
‘’Fique a vontade’’
Oliver aceitou, é claro. Em poucos minutos já estavam os três no carro. Oliver tentava não ficar impressionado com todos os equipamentos e tecnologias de primeira mão do carro do seu rival. Sim, rival. Pelo menos é o que ele pensava. Ele sabia dos sentimentos de Kaya, apenas amizade. E odiava esse apenas. Mas, tinha esperanças. E como é mesmo que dizem? A esperança move montanhas. Sim, isso. Oliver tinha esperanças que essa amizade se tornasse algo maior. Uma paixão ou até mesmo um amor, quem sabe?!
Foram para o melhor cinema de Orleães. Uma sensação maravilhosa e excitante para Kaya, ela adorava cinema. E, mais ainda, ela adorava Van Gogh! Aquele filme era uma homenagem para esse pintor incrível.
‘’O que você mais gosta do Van Gogh?’’ – eles estavam na fila, seriam o próximo.
‘’Na vida pessoal?’’
‘’Sim’’
‘’Hum... Ele fracassou em tudo, foi ruim em tudo’’ – Henri olhava para os castanhos olhos dela, estavam brilhando – ‘’Ele falhou em tudo’’ – concluiu com um sorriso amistoso, Kaya retribuiu o sorriso. Eles foram chamados.
O filme é maravilhoso. Sem dúvidas, irá para a lista dos 1000 melhores filmes que já assisti de Kaya. Henri também amou, não tanto quanto ela, mas gostou. Ele adora arte. Oliver dormiu em quase toda parte do filme e fora preciso balança-lo para ele acordar na hora de ir. Logo depois foram para uma loja com joguinhos próximos. Games of Peace. Henri acertou todos no boliche (e não roubou) Deixaram Oliver no estacionamento da faculdade.
‘’Você não vem comigo, Kaya?’’ – perguntou Oliver, antes de sair do carro.
‘’Não se preocupe, eu cuidarei dela’’ – Henri disse.
‘’Cuidará ou transara com ela?’’ – disparou Oliver, neste instante Henri realmente sentiu vontade de soca-lo. A vontade crescia mais e mais. Apenas respire fundo, pensava ele.
‘’Saía do meu carro’’ – ordenou com a voz, incrivelmente, calma.
‘’Kaya...’’ – começou Oliver.
‘’Não me faça ir aí e quebrar seus óculos.’’ – Henri falava tão calmamente que era impossível notar se estava brincando ou falando sério, se você não olhasse sua expressão. – ‘’SAÍA’’ – ordenou, Oliver saiu batendo a porta com força. Entrou no seu carro e deu a mecha ré tão forte que os pneus cantaram. Kaya não demonstrava nenhuma reação, apenas encarava o volante. Estava olhando para algo que nem mesmo ela sabia. – ‘’Desculpe’’ – murmurou ele. – ‘’Eu sei o quanto ele é importante para você, mas ess...’’ – antes que pudesse continuar, fora interrompido, ela o beijou. Um beijo terno e calmo. E, quando se afastaram as testas de ambos estavam juntas. Ela podia sentir a respiração dele, ele podia sentir a respiração dela. Uma cena romântica, até a barriga dela roncar. Ele riu.
‘’Está com fome?’’ – perguntou ele afastando-se, colocou o cinto novamente.
‘’Acho que não consegui esconder’’ – ele riu mais uma vez da careta dela. Foram em um restaurante mexicano próximo. Nachos, BABY!
É uma sexta. E, já passam das 20:00. Estão passando pela rua central, no estômago do engarrafamento, estão indo para casa de Henri.
‘’Passamos quase duas horas naquele restaurante’’
‘’Vou acabar falindo você’’ – brincou ela
‘’Com tanto que você esteja comigo’’ – concluiu ele, olhando-a de relance. Ambos sorriem. Está frio e por algum motivo estrondoso, o ar condicionado está ligado. Kaya ergue-se um pouco para desliga-lo, quando nota algo peculiar. Henri está usando uma calça jeans azul colada, ele está excitado. Seu pênis forma um desenho interessante sobre a calça. Sem nem pensar, ela abaixa-se e começa a levantar a camisa dele, beija sua barriga e em seguida abaixa até sua calça. Henri fica surpreso com a ação da jovem, isso o excita mais. Ele aperta com força o volante. Kaya suga com ferocidade seu pau. Henri ofega alto.
‘’Oh, minha menina’’ – ele geme, se abaixando mais. Quando ela chupa uma de suas bolas ele não aguenta e entra na rua mais deserta que encontra. A rua é escura. Mas Henri não se preocupa, o vidro do seu carro é fumê e a prova de balas. E, convenhamos, ele está mais ocupado agora. Kaya o chupa com tanta vontade, sua deusa interior a domina. Henri puxa então os lisos fios negros do cabelo dela. – ‘’Eu não quero gozar agora, venha, eu preciso de você.’’ – ela livrou-se dos casacos e subiu o vestido florido e não com tanta dificuldade( não para uma bailarina) já estava em cima dele. Henri retirou sua camisa social e abaixou mais o banco. Eles se beijaram com tanta vontade, com tanto tesão. Ela o masturbava com uma mão e ele a masturbava também. Com a outra mão, Henri descia a alça do seu vestido e chupava, ora puxando um dos seus seios com os dentes. Kaya começou a se esfregar nele, sua calcinha estava para o lado e isso aumentava o desejo. Dava a impressão que ela estava mais apertadinha e ela ainda é muito apertada. – ‘’Não seja uma má garota’’ – Henri diz ofegando perto do seu ouvido, ela agora está esfregando-se totalmente no grosso pau dele.
E então ela encaixa
E os movimentos começam
E aumentam
Aumentam
Aumentam
Ela não consegue distinguir absolutamente nada, já estava delirando de prazer, Henri também gemia, apertava-lhe a bunda, batia na bunda dela com força. Estavam numa rua deserta, transando no carro, completamente nus. Kaya apertava o banco, Henri gemia seu nome com a voz rouca. Ele fodia com força. Ela chupava o pescoço dele, causando-lhe arrepios. Chegaram ao seu ápice no mesmo instante, era tão bom sentir o gozo dele. Eles ofegavam.
‘’Eu tenho um presente pra você’’ – ele sussurrou ainda com a voz falha. Kaya ajeitou sua calcinha e voltou para o banco ao seu lado, ambos estavam suando. O carro cheirava a sexo. Ele abaixou o banco do carro. – ‘’Você precisa fechar os olhos, não pode espiar’’ – ela obedeceu, curiosa. Henri inclinou-se também. Primeiro, a beijou suavemente, logo depois começou a acariciar o corpo dela. Carinhosamente acariciou cada centímetro do corpo dela, distribuía beijos pelo corpo dela. Ombros, braços, barriga... Ele começou chupando-lhe. Chupava seu clitóris com vontade, ora brincando com seu grelinho, ora chupando. Kaya gemia, ia com os movimentos, contraía os músculos e sensação era maravilhosa. Até que a boca de Henri fora substituído por um gel, o gel esquentava tanto e Kaya continuava tão molhadinha e excitada. Seu clitóris estava rígido. Henri chupou-lhe mais uma vez. E então Kaya sentiu. Era bem parecido com um pênis, mas não era a mesma sensação. Era um pouco mais intenso. O vibrador estava em seu clitóris. Henri aumentava a pressão.
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