50 tons de Luxúria
10 Chapter 9
Notas iniciais

O final da festa se aproximava, e Phoebe sentia suas mãos suarem de nervosismo. Ethan já havia ido para a sua casa, e isso só a deixava mais nervosa do que estava. O que ele fora fazer, para já ter ido. Ela precisava pensar em uma boa desculpa para ir ver o homem. A pequena bolsa que carregava começou a vibrar, e ela abriu para retirar o celular que tocava.
Era apenas uma mensagem. Uma mensagem de Ethan.
A menina respirou fundo ao ler o endereço. Não era longe da casa de seus avós, ela poderia sair dali mesmo.
— Mamãe? – Phoebe chamou-a quando esta conversava com uma mulher muito bem arrumada e elegante.
— Oh, que bom que chegou, querida! Enrieta, esta é minha filha, Phoebe, esta é Enrieta, esposa de...
— Mamãe, desculpe interrompe-la, mas já interrompendo, Ashley perguntou se eu não poderia dormir em sua casa hoje. – Phoebe sentia um nó em sua garganta. Detestava ter que mentir para sua mãe, já que entre elas, era raro ter segredos.
— Claro, querida! Eu aviso o seu pai. – ela disse, beijando a face da mais nova. — Divirta-se! Mas passe em casa antes e pegue seu material. Amanhã é dia normal de escola, mocinha.
Phoebe limitou-se a sorrir e abraçar a mãe fortemente.
— O que foi, meu amor? Está tudo bem? – Anastasia disse, afastando-se e olhando para a filha.
— Claro, mamãe! Não posso nem mais te abraçar? – Ana sorriu com o comentário.
— Tudo bem, meu amor, cuidado! Já que viemos com o seu carro, pode ir com ele, eu vou com eu pai e seu irmão.
Ana virou-se e continuou a conversar com Enrieta, que agora tinha um sorriso doce nos lábios.
Phoebe deu as costas e saiu correndo para o seu carro, sem nem se despedir de seu pai. Dirigiu vagarosamente até a saída, e quando chegou na esquina, começou a acelerar a BMW, dirigindo para a sua casa.
No meio do caminho, ela ouve seu celular tocando, e o atende, sem ver o nome que brilhava na tela.
— Phoebe Grey. – disse.
— Quanta formalidade, pequena. – A voz de Ethan, apesar de um tanto aveludada, estava irritada— Vai demorar muito? A porra da água está esfriando.
— Que água? – ela perguntou, curiosa.
— A da banheira. Agora vem logo, tenho muito o que fazer com você.
Então ele desligou. Phoebe abriu um sorriso safado com a declaração de Ethan. Sem nem perceber, já estava na rua de sua casa. Ela estacionou o carro do lado de fora e correu para dentro de sua casa, subindo as escadas rapidamente e entrando sem seu quarto. A moça pegou uma bolsa qualquer e enfiou algumas peças de roupa ali dentro. Ela tirou o sapato alto (que começada a incomodar) e os colocou dentro de uma sacola. Tirou o vestido que usava e colocou uma outra roupa, e aproveitou a ocasião para colocar outra calcinha, já que a que usava estava com Ethan.
— Babaca. – ela o xingou ao lembrar-se que ele estava com sua calcinha.
A jovem pegou seu material escolar, sua bolsa com roupas e sapatos e desceu as escadas correndo. Jogou tudo no banco de trás e olhou mais uma vez para o celular, decorando o endereço.
— Phoebe, você está completamente apaixonada por um ser arrogante, mandão e prepotente. – disse para si mesma enquanto saía rapidamente dali, dirigindo para o seu objetivo.
*50TL*
Phoebe já estava na rua do endereço dado por Ethan, e olhava para as casas e prédios ali com atenção. Eram todos luxuosos, um padrão de vida que a jovem conhecia bem, mas ela jamais observara assim, com tanta atenção. Ela olhou para um prédio no final da rua, admirando-o. Ele era feito de mármore branco, e o jardim da frente era decorado com rosas bem vermelhas e belas. Era ali.
Estacionou o carro e desceu, carregando as bolsas com um pouco de dificuldade. Um rapaz jovem saiu da portaria e correu para ajudá-la.
— É a srta. Phoebe? – ele perguntou.
— Sim, por que? – ela respondeu, franzindo o cenho para o rapaz.
— O sr. Wiegraft avisou que chegaria, e pediu para que eu a ajudasse, caso necessário. – ele pegou as bolsas das mãos de Phoebe e caminhou para o hall do prédio luxuoso. O rapaz apertou no penúltimo número dos andares e esperou a porta de metal fechar.
Durante os poucos segundos que o elevador demorou para subir, nenhuma palavra foi trocada.
A porta se abriu, e o rapaz colocou as bolsas bem à frente da porta de madeira, que dava de cara com a porta do elevador.
— Se precisar de alguma coisa, chamo-me Rick. – disse, piscando para a mais nova, que forçou um sorriso.
O rapaz entrou no elevador, e Phoebe se viu sozinha com seu nervosismo. Ela guiou a mão lentamente até a campainha e apartou, ouvindo um som ao longe da mesma. A jovem ouviu alguns passos, e com clareza pode ouvir a porta ser destrancada, revelando Ethan, que estava apenas de calça social.
— Demorou, porra. – disse de forma grosseira.
— Se continuar assim, eu viro as costas e volto para casa! – retorquiu, cruzando os braços e fitando os olhos castanho esverdeados de Ethan.
Ethan sentiu seu sangue ferver com a resposta petulante de Phoebe, mas limitou-se a sorrir torto, e deixar a passagem livre, para que Phoebe pudesse entrar enquanto pegava suas bolsas.
— Não sabia que passaria a semana toda aqui, Phoebe. – disse ele de forma irônica, ao carregar as bolsas para o andar de cima.
Phoebe estava presa demais aos seus pensamentos para responder Ethan. O apartamento era imenso e muito bem decorado. Era arejado e bem iluminado. Seu sorriso se alargou ao ver uma mesa posta para duas pessoas.
A jovem sente fortes braços a envolverem em um abraço. A respiração quente de Ethan batia contra o pescoço de Phoebe, que já sentia seu corpo quente.
— Quero continuar o que começamos hoje, Phoe... Só que eu havia prometido um encontro de verdade quando a encontrei na Lunae. – Ethan falou ‘Lunae’ com nítido desprezo em sua voz.
— Está me dizendo que Ethan Wiegraft preparou um jantar a dois? Você tem sentimentos? – Phoebe disse, sentindo o abraço de Ethan desfrouxar.
— Está me dizendo, Phoebe Grey, que eu não tenho coração? – perguntou um pouco curioso.
— Não disse isso, estava apenas brincando, Ethan. – corrigiu-se, vendo o homem caminhar para a cozinha, trazendo uma travessa que borbulhava.
— O que é isso? – ela perguntou, sentindo o aroma delicioso que vinha da travessa.
— Lasanha, conhece? – Ethan perguntou de forma debochada.
— Muito engraçado. – ela caminhou até a mesa, puxando a cadeira para sentar-se, e sendo levemente empurrada por Ethan, para aproximar-se mais da mesa. — Hm, obrigada!
— Sei ser gentil quando quero.
— Aham. – Phoebe arqueou uma sobrancelha, fitando o homem que fatiava a lasanha. — Você que fez?
— Desirée fez. – disse, não dando mais abertura para um diálogo em relação a este assunto.
O homem serviu um pedaço para a mais nova, e colocou outro para si. Abriu uma garrafa de vinho e encheu a sua e a taça de Phoebe.
— Quer me embebedar? – a mais nova perguntou.
Ethan arqueou uma sobrancelha, fitando Phoebe seriamente, que murmurou um ‘desculpa’ para o homem.
Os dois comeram calmamente. Phoebe tirou os saltos enquanto bebericava o vinho uma vez ou outra, mas seus olhos estavam mais focados em Ethan, que além de estar sem camisa, parecia um pouco imerso em seus pensamentos. Ela tocou o braço do loiro, que a fitou no fundo das orbes castanhas, e abriu um singelo sorriso quando terminou de mastigar e engolir.
— O que foi, Ethan?
— Nada, estava apenas pensando. – respondeu sem rodeios.
Phoebe queria deixa-lo mais animado, mas não sabia direito como, então uma ideia passou por sua cabeça.
A jovem afastou a cadeira e sentou-se sobre o colo de Ethan, que parecia surpreso com a atitude da mais nova.
— Está com fome? – Ethan perguntou de forma maliciosa.
— Faminta. – a moça respondeu de igual forma.
Ethan levantou-se bruscamente, e por sorte as costas de Phoebe não bateram na mesa. Ele a beijou de forma possessiva, e Phoebe só foi perceber o quanto estava desejando aquele beijo quando ele se iniciou. A jovem entrelaçou suas pernas em torno das de Ethan, enquanto suas mãos vagavam pelos cabelos do homem, já que era proibido tocar em suas costas.
Ethan começou a subir as escadas, indo para o seu quarto, sem nem ousar interromper aquele beijo intenso. Ele deitou Phoebe sobre a cama e a encarou por alguns segundos, antes de voltar a beijá-la. O homem inverteu as posições, ficando por baixo de Phoebe, tendo o privilégio de poder explorar melhor aquele corpo. Ele rasgou a blusa da moça, que soltou um gemido baixo.
Ethan estava incontrolável, e não tinha ninguém que pudesse acalmar aquele desejo insano e intenso. A não ser Phoebe.
Ethan desprendeu o sutiã de Phoebe, revelando seus seios de auréolas rosadas e turgidas pela excitação. O loiro sentou-se, fazendo a morena ficar sentada sobre o seu colo. Abocanhando um dos seios, Ethan começou a brincar com eles, deixando-os sensíveis.
Phoebe limitava-se a gemer baixo, rebolando suavemente sobre o membro rijo e ainda coberto de Ethan.
O loiro rasgou a saia de Phoebe, fazendo-a soltar um gemido de desaprovação.
— Ethan, eu gostava desta saia! – disse entre gemidos de prazer.
— Eu compro mais 100 delas só para você, se quiser, mas agora, apenas aproveite o momento.
Ele sentiu as mãos de Phoebe abrindo o botão da sua calça social. As mãos da mais nova foram trêmulas para o membro de Ethan, que deixou um gemido baixo escapar.
— Não fique nervosa, pequena. A única coisa que farei com você é te enlouquecer de prazer.
Aquilo era tudo o que Phoebe precisava ouvir para entregar-se por completo para Ethan, que quando percebeu tal atitude, não tardou em aproveitá-la. Ele inverteu novamente as posições, mordendo o pescoço da moça, que só sentia seu prazer aumentar.
Os lábios de Ethan desceram pelo vale dos seios fartos de Phoebe até chegar em sua intimidade. O loiro rasgou a calcinha de Phoebe, deixando-a completamente nua, e sem demora, começou a fazer movimentos circulares em torno do clitóris da mais nova, que começou a se contorcer pelo contanto. Os gemidos eram cada vez mais audíveis, e isso só deixava Ethan mais louco.
A este ponto, o loiro já podia sentir seu membro doer de excitação.
O homem ergueu os quadris da mais nova, podendo colocar seus lábios na intimidade molhada de Phoebe, que rasgou o lençol ao sentir a língua de Ethan a explorar por completo. Estava entregue e quase satisfeita.
— Não vou deixar que goze agora, pequena. – Ethan disse com a voz rouca e carregada de volúpia.
Ele mexe no bolso de sua calça, retirando um pacotinho prateado. Camisinha. O abriu com rapidez e vestiu seu membro, posicionando-se entre as pernas de Phoebe, que o encarava com um pouco de medo.
— Eu não irei mentir para você, Phoe, irá doer no início, mas eu prometo que irá passar.
— Tudo bem... Eu... E-eu... Confio em você.
Ethan não pode deixar de abrir um sorriso. Ele forçou seu quadril lentamente, sentindo o corpo de Phoebe ficar tenso com o contato.
— Relaxe, pequena.
Ele a penetrou somente com a glande, olhando no fundo dos olhos da moça, que estavam fechados. Claramente ele pode ver uma lágrima escorrer dos olhos de Phoebe, e aquilo o machucou.
Mas por que ele sentia-se ferido com uma simples lágrima? Sentia-se idiota com aquilo, e resolveu ignorar.
Penetrou-a mais um pouco e esperou o corpo de Phoebe relaxar, então enfiou tudo de uma vez, fazendo a moça gritar de dor.
— Desculpa, pequena. – disse Ethan, curvando-se sobre ela.
Cada braço estava de um lado do ombro da moça, que agora o observava. Os músculos de Ethan estavam evidentes, e era possível ver algumas gotículas de suor escorrer pelo tórax do homem.
Phoebe começou a mover seus quadris lentamente, rebolando sobre o membro de Ethan. O loiro, entendendo o recado, investiu com movimentos lentos e profundos contra o corpo de Phoebe. O alto controle de Ethan estava no limite. Ele jamais fora carinhoso ou cuidadoso na hora de uma foda, mas o homem sentia que deveria ser com Phoebe. Sentia que precisava ir devagar com a moça, que já deixava um gemidos de prazer escaparem dos lábios.
— Vou fazer você gozar comigo, minha Phoebe.
Ethan intensificou os movimentos, fazendo o corpo da mais nova ir cada vez mais contra a cama. Ele sabia que ela deveria ainda estar sentindo um desconforto, mas não importava muito aquilo.
Phoebe agarrou nos ombros de Ethan, perfurando-o com as unhas. Mal sabia ela que o rapaz gostava daquilo, e tal atitude da moça, só o fez investir contra ela com mais vigor.
Ele percebeu que o gozo de Phoebe estava próximo e parou de penetrá-la, saindo de dentro dela e dando algumas batidas de leve em sua intimidade.
— Ainda não, pequena.
Ele voltou a penetrá-la, e estava determinado a fazê-la gozar com ele. Então os dois chegaram ao clímax juntos.
Phoebe respirava pesadamente, ao contrário de Ethan, que parecia calmo demais.
Ele saiu de dentro dela e a puxou para si.
— Boa noite, Ethan.
Foi tudo o que a jovem disse antes cair no sono profundo, sem sonhos e nem pesadelos.
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