Notas iniciais
Gente, pelo amor de deus, tenham paciência comigo, ok? Eu estou tendo duas provas por semana, muitos seminários e trabalhos, e não estou tendo tempo. Daqui para frente, será assim, sinto muito 3: Mas peço de coração para que continuem comigo. Só estou postando por que tenho leitoras fiéis, e isso me deixa muito feliz. Bem, vamos ao que interessa?

Phoebe dormiu feito uma pedra assim que chegou em casa. Por sorte, seus pais não estavam acordados, e não cobraram o fato dos dois estarem chegando as quatro horas da manhã em casa.

Ela acordou com o som do despertador, tocando insistentemente uma música irritante de Justin Bieber. Este era o risco de seu despertador tocar músicas de rádio.

— Puta que pariu, música estúpida. – ela olhou para o relógio e xingou novamente. Eram apenas oito da manhã de um domingo ensolarado.

— Bom dia flor do dia! – Anastasia chegou, trazendo consigo uma caneca fumegante de café. Onde estava toda aquela forma formal da mulher? Phoebe estranhou. — Phoebe, hoje é domingo, não se esqueça de que iremos à casa de seus avós.

A jovem nem se importou com a mãe que estava ali de pé, esperando por alguma atitude da morena. Phoebe simplesmente colocou o travesseiro sobre o rosto e resmungou alguma coisa.

— O que disse? – a mãe perguntou, curiosa.

— Vou mais tarde! – a voz saiu abafada por sobre o travesseiro.

— Querida, hoje é dia de festa! Lembre-se de que hoje haverá aquele almoço com os empresários de Seattle. Todos eles confirmaram presença.

Phoebe queria apenas dormir, mas a frase de sua mãe despertou seu sono, fazendo-a sentar-se na cama rapidamente. Ana arregalou os olhos, mas logo sorriu.

— Mamãe, o papai convidou Ethan Wiegraft? – ela, por sorte, conseguiu esconder o seu entusiasmo.

— Sim. Ele tem dado um certo trabalho para o seu pai, e ele quer resolver alguns assuntos com o jovem. Por que?

“Pense em uma desculpa, Phoebe, pense!”

— Ah... Ele deu uma palestra em minha escola, e eu só estou curiosa. Sabe, ele é um gato! – Ana gargalhou junto com a filha, sentando-se ao lado da mais nova na cama.

— Sou muito mais o seu pai.

— Muito mais eu o que? – um Christian carrancudo estava encostado no batente da porta, de braços cruzados, observando as duas.

— Nada, papai. – Phoebe revirou os olhos, piscando para a mãe discretamente. Por algum motivo, Christian ficou rígido ao ver sua filha revirar os olhos. — Estávamos falando sobre este seu evento, eu e a mamãe achamos que não será divertido. – mentiu.

— Mas eu contratei música para animar, já que o almoço se estenderá até o jantar.

Phoebe deixou uma lufada de ar escapar dos lábios, demonstrando seu desagrado.

— Vocês, mulheres que demoram para se arrumar, podem começar. Temos que chegar cedo. – Christian saiu, deixando as duas conversando mais um pouco.

— Mãe? – Teddy apareceu na porta do quarto de Phoebe, entrando e jogando-se sobre a cama da morena. — Posso levar Georgia para este evento? Sinceramente, eu não quero ir, mas sou obrigado, para manter a imagem dos Greys.

Teddy era muito mais compreensivo neste quesito do que Phoebe. Ela nunca quis nascer sendo uma Grey, mas como não se escolhe família, ela aceitou. Anastasia levantou-se, resmungando alguma coisa sobre sua roupa, deixando Theodore e Phoebe. Teddy fitou os olhos da irmã, um pouco curioso.

— Quem é? – perguntou. Phoebe fez feições de confusão.

— Quem é o que?

— Quem é o cara que fez você se apaixonar.

Phoebe jogou os braços para cima, demonstrando claramente indignação.

— Mas por que você acha isso? Por um acaso você me vê suspirando por aí? Eu não estou apaixonada por ninguém! – falou em um tom histérico, fazendo o irmão franzir o cenho.

— Sua reação já te denunciou, Phoe! – ele gargalhou, ouvindo um “vá a merda” que a irmã disparou para ele. — Olha a boca, maninha! – ele beijou a bochecha dela, saindo do quarto.

Definitivamente, Teddy era o seu porto seguro quando ela precisava, mas na maioria das vezes era um pé no saco. A morena levantou-se, caminhando para o banheiro que ficava em seu quarto, entrando no box e ligando o chuveiro. Novamente Ethan surgiu em seus pensamentos, os lábios quentes dele tocando os seus, as mãos grandes e másculas tocando seu corpo delicado, seu hálito de menta...

Phoebe abriu mais o chuveiro, deixando a água mais fria, para acalmar a quentura que começava a sentir em todo o seu corpo.

— Hoje ele vai querer, e não poderá ter o que quer...– ela pensou alto, abrindo um sorriso bobo.

*50TL*

— Desirée, onde está a porra do meu terno? – Ethan esbravejou de dentro de seu quarto, saindo em direção à cozinha apenas com uma toalha enrolada na cintura.

Desirée era uma francesa que trabalhava de forma ilegal nos USA. Era uma mulher jovem, não muito bonita, já que o serviço pesado a que se submetera afetaram a sua aparência. A mulher tinha uma cicatriz enorme no rosto, de uma coloração rosada e isso era o seu castigo. Ethan precisava de uma empregada não gostosa, e Desirée foi a única que se encaixou neste quesito.

— Sr. Wiegraft, está em seu guarda roupa.

— Eu não achei, caralho. Acha que eu não procurei lá? – Desirée sentia-se humilhada com as palavras duras que Ethan disparava para ela. A mulher não conseguia compreender como um homem tão arrogante e prepotente conseguia namorar. A única conclusão que chegou era o patrimônio de Ethan.

— Senhor, ele está dentro do guarda roupa, não está pendurado na porta. – falou de forma calma. Mesmo não gostando da atitude do loiro, ela já estava acostumada.

— Puta que pariu, nem para fazer as coisas direito, Desirée. Será que terei de denunciar a sua ilegalidade no país? Talvez assim você aprenda.

— Não senhor. – sussurrou.

Ethan abriu um sorriso maléfico, caminhando para seu quarto. O loiro vestiu o terno, olhando-se no espelho. Pensou em Phoebe, e em como provavelmente a morena estaria vestida. Algo longo, provavelmente. Ela não ousaria vestir algo curto naquela festa, ou seria? Franziu o cenho com seus pensamentos, e caminhou até a sua cômoda, olhando para o seu celular. Fazia tempo que Phoebe não lhe mandava uma mensagem se quer. Será que a morena continuava irritada com a puta que ele usara para acalmar seus nervos?

Desbloqueou o celular e ligou para Phoebe, ouvindo o telefone cair na caixa postal.

— Porra.

Não sabia o que concluir. Colocou os sapatos sociais, pegou o celular e puxou as chaves do carro que estavam em cima da cama, saindo para a garagem.

— Hoje irei com o Poshe. – disse para si mesmo, entrando no carro de cor preta e saindo de sua casa, cantando pneus para o endereço que recebera por e-mail. Sorriu irônico ao ver o endereço novamente. — Dependente do papai, Grey? Que merda. – Ele acelerou, perdendo-se em pensamentos

*50TL*

— Phoebe, estamos atrasadíssimas! Teddy teve que ir com seu pai, e nós iremos em outro carro e... – Anastasia parou de falar ao ver sua filha de frente para o espelho.

A mais nova estava mais do que deslumbrante com aquela roupa. O vestido, a maquiagem, os sapatos, os adereços... Ela abriu um sorriso doce, lembrando-se de como ela havia crescido muito nos últimos tempos.

— Mamãe, o que foi? – Phoebe tirou a atenção do espelho e fitou a mãe, que sorria para a mais nova.

— Nada, querida, bem, você está linda!

— Olha só quem está falando! Papai viu este seu vestido? – Ana estava tremendamente sexy com sua roupa.

— Não, digamos que será uma surpresa para todos.

As duas riram. Phoebe ouviu seu celular tocar, mas ignorou. Anastasia franziu o cenho.

— Filha... Seu celular está...

— Eu sei, mamãe, deixe-o tocar.

Anastasia ficou intrigada com a atitude da filha, e estava tremendamente curiosa para saber quem estava ligando para a sua princesa, mas sufocou sua curiosidade.

Phoebe caminhou até o seu criado mudo, pegando seu celular.

— Vamos, mamãe? Aposto que terá homens querendo o lugar do papai esa noite.

*50TL*

Ethan já estava de saco cheio daquele evento. Sua Phoebe ainda não chegara, e isso só aguçava a sua curiosidade em vê-la. Ele queria sentir o cheiro de seu perfume, ver seus olhos, seus cabelos, seus lábios...

— Ethan Wiegraft? – ele ouviu uma voz profunda e masculina chamá-lo. O loiro virou-se, fitando o homem de expressões misteriosas e olhar gélido. Ele já ouvira falar da fama de Christian Grey, mas não esperava concordar com tudo o que ouvira falar.

— Christian Grey. – eles apertaram as mãos com feições falsas de companheirismo, porém os dois estavam com aquele olhar debochado e irônico.

— Não esperava que você realmente viesse aqui, sr. Wiegraft. – Grey disse com um sorriso presunçoso. Ethan o retribuiu da mesma forma.

— Entenda, sr. Grey, eu não perderia isso por nada.

Os dois se encararam por algum tempo, até que o olhar de Christian desviou de Ethan, para um ponto mais ao longe. Os olhos do homem ganharam uma coloração mais sombria do que a irônica que estava antes.

Ethan não conteve a curiosidade ao virar-se, deparando-se com uma Phoebe e Anastasia Grey muito bem vestidas, porém os olhos de Ethan só tinha atenção em Phoebe, que estava divina com aquele vestido mais curto na parte da frente, exibindo suas coxas torneadas, do que na parte de trás. Aquele vestido só não era um tomara-que-caia por causa de finas alças brancas, que quase não apareciam na pele de porcelana da mais nova. Ele sentiu seu membro criar vida, e ele teve respirar fundo várias vezes para manter a compostura, ou acabaria correndo e agarrando Phoebe ali mesmo.

A morena alcançou os dois, enquanto Anastasia conversava com alguma mulher de algum empresário que estava presente.

— Olá, papai. – ela abriu um sorriso caloroso para Christian, que mesmo tentando, não conseguiu evitar permitir que um leve sorriso tomasse conta de seus lábios.

— Phoebe. Este é Ethan Wiegraft. Sr. Wiegraft, esta é minha caçula, Phoebe Grey.

Ethan abriu o sorriso que fazia Phoebe tremer as pernas, apertando a mão da garota com cuidado. Eles estavam um pouco afastados, mas era impossível não sentir o perfume doce da morena, que preenchia os pulmões de Ethan como uma droga viciante.

— Prazer, sr. Wiegraft. – ela disse, de forma formal, mas Ethan conhecia o olhar que a jovem fixara nele: malícia.

— O prazer é todo meu, srta. Grey.

— Se me dão licença, irei até minha esposa. – Christian não havia mesmo desconfiado dos dois? Ethan sorriu torto assim que o Grey saiu.

— Phoebe, quer me deixar maluco? – ele sussurrou entre dentes.

— Não faço ideia do que você está falando, Ethan. – ela abriu um sorriso, caminhando até uma mesa de bebidas, sendo seguida pelo loiro.

— Não sabe? Que vestido é esse?

— Ah, este não é o mais curto que eu tinha, mas se continuar reclamando, voltarei para casa e colocarei algo muito curto.

Ethan queria dar-lhe uma surra. Ela era pretenciosa demais, extremamente cheia de si, e não tinha a mínima ideia do efeito que ela causava nele.

— Não ouse. – a voz do homem saiu baixa, perigosa, deixando os cabelos da nuca de Phoebe em pé.

— Phoebe? – uma voz feminina chamou pela garota. Os dois se viraram.

— Tia Mia! Uau! — a roupa da mulher estava mais do que perfeita. Mesmo após a primeira gravidez, Mia continuava sexy.

— Phoebe, minha sobrinha favorita filha de meu irmão Christian! — ela disse com um sorriso lindo no rosto.

— Tia, eu sou a única. — Phoebe revirou os olhos. Ethan apenas observava tudo com um sorriso torto.

— Exatamente por isso, minha querida. — ela abraçou a sobrinha, só reparando em Ethan quando se afastou. — Quem é este, querida? Seu namorado?

Phoebe ficou vermelha até a raiz do cabelo. Já Ethan permitiu uma leve gargalhada escapar de seus lábios.

— Não, tia, ele não é. — ela murmurou, de cabeça baixa.

— Não nos conhecemos ainda, mas me chamo Ethan Wiegraft. — ele estendeu a mão para Mia, que a apertou animadamente.

— Mais um Ethan! Ah, meu marido, Ethan Kavanagh, como pode perceber, tem o seu primeiro nome.

— Sim, percebi.

— Espere... Ethan Wiegraft, o solteirão cobiçado de Seattle? Ethan, Phoebe está solteira! — ela disse, abraçando a sobrinha. Se era possível, Phoebe ficou mais vermelha. Ethan riu. Uma risada que até o momento, Phoe jamais escutara.

— Obrigado pelo aviso, sra. Kavanagh e...

— Senhora minha mãe, chame-me apenas de Mia.

— Er... Mia. — ele pareceu desconcertado com a intrepidez de Mia. — Obrigado.

— Mia, deixe Phoebe em paz! — uma mulher loira apareceu. Ethan pode ver a cara de alívio da mais nova.

— Ora, Kate, este evento está entediante demais! Vim aqui dar uma "forcinha" para a minha sobrinha. — Mia exibiu um sorriso irônico e divertido. — Aliás, você está linda!

— Obrigada, mas vamos andando, Mia. Ouvi Declan chorar, e Ethan não conseguia acalmá-lo — Ao ouvir o nome Declan, Mia mudou a postura. Seu filhinho não podia chorar.

— Com licença. — As duas mulheres saíram, deixando Ethan e Phoebe sozinhos, novamente.

— Será que tem algum lugar onde possamos ir sem sermos perturbados nesta casa, Phoebe? Preciso urgentemente beijá-la, e foder você.

Phoebe sentiu sua intimidade pulsar, e sentiu medo por causa disso.

— Vem, tem um lugar.

Phoebe certificou-se de que ninguém estava os observando, o que demorou um pouco, já que o solteiro mais cobiçado de Seattle conversando com a filha de Christian Grey era sim uma ótima fofoca.

Phoebe saiu primeiro, e Ethan seguiu a garota ao longe. A mais nova foi para trás da casa, abrindo uma porta, com uma escadaria que descia para o porão. Ela acendeu as luzes e abriu um leve sorriso. A cama antiga do quarto de seu pai ainda estava ali. Ela ouviu o som da porta se trancando e passos, que desciam as escadas lentamente. Phoebe abriu um sorriso malicioso ao ver que Ethan já havia retirado o paletó. Ele caminhou a passos largos até a morena, e sem delongas, a beijou possessivamente.

— Queria te beijar desde o momento em que a vi chegar. — ele voltou a beijar os lábios vermelhos da mais nova, mordiscando-os e chupando-os levemente. Ele a pegou no colo, deixando cada perna da morena de cada lado de sua cintura. Phoe sorriu entre os beijos, sentindo o homem deitá-la na cama. Os beijos dele passaram para o pescoço da morena, que enterrou as mãos nos fios curtos de cabelo de Ethan.

Ele pressionava a cintura dele contra a intimidade de Phoebe, que poderia facilmente sentir o quão rijo ele estava por ela.

As mãos de Ethan foram ágeis até zíper do vestido de Phoebe, deslizando a parte de metal até o limite. O tecido deslizou pela pele macia de Phoebe, revelando o que Ethan já supunha: a garota estava sem sutiã.

Ele beijou o vale entre os seios da menina, que desceu as mãos pelas costas do homem.

— Não faça isso. — ele a adivertiu. A morena havia esquecido de que era 'proibído' tocar as costas do loiro. Ela subiu as mãos para os ombros de Ethan, que voltou a beijar o vale entre os seios da morena, arrastando os lábios até o mamilo esquerdo de Phoebe, mordendo-o levemente.

Já Phoebe não sabia descrever o que sentia. Jamais sentira atração tão grande por um homem, e jamais sentira prazer tão grande quanto o que ele lhe proporcionava. Ela gemia timidamente, arrancando um sorriso de Ethan.

— Geme mais alto, eu gosto de ouvir e saber que você está assim por minha causa...

Ele mordiscou e mordeu o mamilo esquerdo, e quanto este estava muito sensível, mudou para o direito.

Os lábios do moreno, desceram para a intimidade de Phoebe, que ainda estava coberta pela calcinha de renda beje. Ele a afastou, dando uma lambida nos lábios maiores, fazendo Phoebe gritar de prazer.

— Shh... Não tão alto, minha pequena... — ele retirou a calcinha da morena, voltando a lamber e sugar a feminilidade da morena, que arqueava as costas em busca de mais contato.

Contato que lhe foi concedido. A língua de Ethan penetrou-a, fazendo um gemido alto escapar dos lábios. Phoebe sentia uma sensação maravilhosa percorrer seu corpo, e ela sentia que algo estava próximo, porém Ethan percebeu.

— Não goze agora, quero que goze comigo dentro de você. — ele mesmo despiu sua calça e cueca preta box. Phoebe ficou hipnotizada pelo tamanho. Ethan sorriu torto, ficando de joelhos, penetrando a glande.

— Pare... Pare! — Phoebe disse, um pouco mais alto. O loiro a olhou, sem entender.

— O que foi? Fiz algo de errado? — ele perguntou, curioso.

— Não é isso... — murmurou, envergonhada.

— Então, o que é?

— É que... É que eu sou virgem...

Notas finais
YEEEEEEEEEEEEEEES! E então? mereço reviws? Please, não me matem :3