50 tons de Luxúria
25 Chapter 23
Notas iniciais

"I love you"
Phoebe ficou congelada olhando para a porta por onde Ethan saíra. Ela sentia seu coração bater tão forte que chegava a doer. Parecia que ele queria sair pela garganta. Por um momento, Phoebe não sabia o que fazer.
A castanha piscou algumas vezes, abrindo um sorriso que era impossível ser contido. Ela tentou ajeitar seus cabelos com a ponta de seus dedos longos, sem querer fazendo um carinho em seu couro cabeludo.
A jovem desceu as escadas calmamente, não querendo cair dos saltos, caminhando para o jardim dos fundos novamente. Ela começava a sentir-se nervosa por ter optado por um vestido tão curto, já que tinha que descê-lo a cada cinco minutos.
— Phoebe, eu já falei que este vestido é curtinho? – Theodore disse, com um sorriso brincando em seus lábios.
— Eu sei Teddy, eu já percebi. – disse a castanha, bufando e descendo o vestido, deixando seus seios fartos em evidência. — Tome. – ele disse, estendendo seu paletó para a castanha, que sorriu agradecida ao ver que o paletó tampava mais suas coxas do que o vestido.
— Obrigada.
— De nada, princesa. – ele disse, beijando o topo dos calos da morena, encarando-a em seguida. — Phoebe, por que você está tão ruborizada?
Phoebe sentiu sua face esquentar mais ainda, quando desviou seus olhos por alguns segundos, encontrando o rosto de Ethan com um sorriso malicioso.
— Ah, é por que eu estava com vergonha do meu vestido, Teddy, nada de mais. – ela disse pegando na mão do irmão e entrelaçando seus dedos ali, puxando-o para uma pista de dança improvisada, onde uma música calma tocava.
— Esta é a sua brilhante ideia? Dançar? – ele disse, recebendo o paletó que Phoebe lhe devolvia, o vestindo.
— Pare de ser chato, Teddy, o que custa uma valsa? Nada! – ela disse, colocando sua mão no ombro do irmão, que apoiava uma de suas mãos na cintura da castanha.
— Tudo bem! A última vez que dancei uma valsa com você em seu aniversário de quinze anos, lembra?
— E tem como não lembrar?
FLASH BACK ON
— Mamãe, eu estou mesmo bonita? – a garota morena perguntou, olhando-se no reflexo pela milésima vez no dia.
— Querida, você está linda! – Anastasia disse, limpando uma lágrima que escorria de seu rosto. — Você cresceu tão rápido, minha querida.
— Mamãe, vai borrar a maquiagem! – disse Phoebe, caminhando até a mãe a abraçando. — A primeira dança é com Teddy e depois com o papai?
— Sim, querida. Teddy já a está esperando lá em baixo quer ajuda para descer ou...
— Não precisa mamãe, eu desço sozinha. Pode ir anunciar que estou descendo, por favor?
Ana apenas assentiu, saindo do quarto da filha, que passava a mão pelo vestido cinza, tomara que caia. Ela respirou fundo diversas vezes antes de descer as escadas, encontrando Teddy com um sorriso brilhante ao pé da escada.
— Nossa! Nem parece a minha irmãzinha! – ele disse, segurando a mão da irmã.
— Devo aceitar isso como um elogio, Teddy? – ela respondeu um tanto desconfiada.
— Claro! Você cresceu tanto... Daqui a algum tempo terei que brigar para os marmanjos saírem de perto de você. – Theodore sorriu para a irmã, que fez uma careta ao ver os convidados pelo vidro transparente que dava para o jardim. — Ei, relaxe, Phoebe.
— Mas Teddy, e se eu cair? – ela perguntou, olhando para o irmão, que acariciava a bochecha da mais nova com carinho.
— Não se preocupe, eu estarei lá para te pegar.
FLASH BACK OFF.
— Você estava tão nervosa, que tropeçou no meu pé. – Teddy disse, fazendo Phoebe rodar pela pista de dança improvisada.
— Esse tipo de lembrança, Teddy, você não pode querer que eu lembrasse! Eu fiquei roxa de vergonha! – Theodore riu, acompanhado pela irmã.
Os dois deslizavam pela pista de dança, rindo, conversando e se divertindo. A música já havia acabado, e agora outra estava tocando, mas eles se querem notaram. Estavam distraídos demais com o momento ‘irmão’ que não notaram que vários convidados olhavam para eles, incluindo Christian, Anastasia e Ethan, que mesmo sabendo que eram irmãos, estava possesso de ciúmes.
Teddy começou a rir quando Phoebe tropeçou, rindo também. Os dois saíram da pista, abraçados, caminhando para a mesa de bebidas, quando ouviu uma leve batida no microfone, causando um som agudo e perturbador por alguns segundos.
— É muito bom recebê-los aqui em minha casa. – Phoebe sentiu um arrepio ao ouvir a voz levemente rouca de Ethan. — Agradeço principalmente aos meus sócios, que tem me ajudado a tornar a CEO Wiegraft a melhor de Seattle. – Phoebe reprimiu um sorriso ao ver uma careta no rosto do pai ao longe. — E agradeço a presença de Christian Grey aqui, o que torna tudo mais interessante. – Ethan disse, olhando diretamente para o pai da castanha, que apenas ergueu o seu copo de uísque, dando um gole, dando de ombros, o que fez a morena soltar uma risada, fazendo alguns rostos se virar para ela, que começou a fingir que tossia. — Obrigado a todos, a mesa do jantar está servida.
Curto e simples, mas muitos – que Phoebe carinhosamente os apelidou de puxa-sacos – aplaudiram o loiro, que descia do palanque.
As mesas estavam espalhadas por todo o jardim, tinham nomes escritos nas cadeiras, ou seja, ninguém poderia escolher o lugar em que iria sentar. Eram mesas redondas, de cinco lugares, com uma toalha branca de cetim, perolada, que a enfeitava, assim como as costas das cadeiras. Ela viu a mesa de seus pais e caminhou até eles, vendo seu nome e o de Teddy ali, suspirando aliviada.
Ela viu a feição de seu pai séria, porém irritada, e leu o nome da pessoa que estaria sentada ao seu lado.
Seu coração foi parar na garganta.
O nome que estava ali era o de Ethan Wiegraft.
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Não demorou muito para que o loiro chegasse com um sorriso caloroso e vitorioso nos lábios. Christian tentava não encará-lo de forma hostil, o que a cada minuto parecia uma tarefa árdua e impossível.
— Então, senhora Grey, trabalha aonde? – Ethan perguntou, levando um pedaço de carne ao molho madeira – que estava uma delícia – à boca, mastigando lentamente.
De alguma forma, aquilo fez a intimidade de Phoebe pulsar.
— Eu trabalho como redatora de matérias, senhor Wiegraft. – Ana respondeu.
Phoebe encarou o pai, que estava com uma sobrancelha arqueada para Ethan. O loiro sabia como atingir o ponto fraco do oponente, e com certeza o ponto fraco de Christian era que homens tentassem seduzir a sua Ana, ou puxar assunto com ela.
— Isso é muito interessante. – Ethan disse, sorrindo de forma galanteadora para Ana, fazendo o sangue de Phoebe ferver.
— E então, senhor Wiegraft, continua de luto? – Christian perguntou, fingindo inocência.
— Não, senhor Grey. – o loiro respondeu, com desprezo em sua voz. — Temos todos que seguir em frente.
— Wiegraft, como se sente sendo a segunda maior empresa de Seattle? – Teddy perguntou da mesma forma ‘inocente’ de Christian, fazendo o Grey exibir um sorriso mínimo e sarcástico nos lábios.
Phoebe colocou a mão na coxa de Ethan, subindo-a levemente, fazendo o loiro encara-la assustado, mas logo ignorou, ou pelo menos tentou.
— Senhores, eu não achei que vocês teriam tanto medo da minha empresa. – ele disse, sorrindo, pousando sua mão sobre a de Phoebe, que ainda estava apertando sua coxa. A morena sabia que aquilo o estava deixando duro. — E de qualquer forma, meu objetivo não é falar sobre negócios no jantar.
— Concordo com o senhor. – Anastasia disse, abrindo um sorriso radiante para Teddy e Christian, que bufou irritado.
— E você, senhorita Grey? O que pretende fazer no futuro próximo? – Ethan perguntou, olhando para a mais nova.
Phoebe sentiu seu coração perder algumas batidas.
— Eu... Eu sinceramente não sei, acho que irei fazer Direito em Oxford. – ela engoliu em seco ao ver os olhos de Ethan exibir uma pontada de raiva.
— Oxford? Londres? Interessante. – ele disse, apertando a mão de Phoebe, que lutou para não exibir uma careta de dor. — E você, Raymond, o que faz da sua vidinha? – Ethan perguntou, afrouxando o aperto na mão de Phoebe, que parecia querer chorar.
— Eu faço Administração.
— A sim, claro. Alguém com capacidade precisa reger a CEO Grey no futuro, certo? – ele disse, recebendo um olhar nada legar de Christian, que apertava o punho com força.
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— Aquele imprestável! – Christian disse, assim que entrou em sua casa. — Como ele pode ter o direito de falar que alguém com capacidade precisava reger a minha empresa?
— Acalme-se, querido. Sabemos que Ethan não é uma boa pessoa, mas você não pode deixar que ele te influencie negativamente desta forma. – Ana disse, vendo o marido passar a mão pelos cabelos de forma nervosa.
Phoebe, por outro lado, tratou de subir para o seu quarto de forma rápida, tirando aquele vestido e colocando uma camisola fresquinha, calçando pantufas, correu para o quarto do seu irmão, encontrando-o vestindo apenas uma calça de moletom.
— Bater na porta é bom, Phoe! – Teddy disse com a voz carregada de divertimento.
— Não enche. – Phoebe retrucou.
— O que posso fazer por você? – ele perguntou, jogando-se em sua cama.
— Posso dormir aqui com você, Teddy?
Era quase impossível Teddy ter dito não, já que a morena fazia um biquinho muito fofo, que arrancou uma risada de Theodore.
— Sim, Phoe. – ele respondeu, batendo no lado do colchão vazio, e Phoebe pulou ali, balançando a pantufa dos pés para que elas caíssem no chão. — Acho que você não pede para dormir no meu quarto dos seus dez anos, quando uma coleguinha sua disse que isso era coisa de criança.
Phoebe suspirou, sorrindo.
— Acho que eu deveria ignorar mais a opinião alheia e fazer aquilo que me faz feliz.
Ela olhou para Teddy, que tinha um sorriso mínimo em seus lábios.
— Só cuidado, por que a sua felicidade, pode ser a infelicidade de outro. – Ele beijou o topo da cabeça da irmã, fechando os olhos. — Boa noite, Phoe.
— Boa noite, Teddy. – disse Phoebe, fechando seus olhos e dormindo.
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Quando a castanha acordou, já não encontrou mais ninguém no quarto. Teddy, provavelmente havia ido para a casa de Georgia e Phoebe não foi para a escola, já que estava em semana esportiva, e a morena não se importava com isso.
Ela correu para o seu quarto, tomando um banho demorado, sentindo o efeito da água sobre o seu corpo, aquecendo-o e relaxando-o. Ela tomou cuidado para não molhar os cabelos que ainda tinham resquícios dos cachos bem definidos da noite anterior e colocou uma regata, calças, com uma jaqueta jeans por cima da regata e uma bota de salto alto.
Passou um batom vermelho enquanto descia as escadas, caminhando até a cozinha, onde ouviu a voz de sua mãe.
— Mamãe? – ela chamou, vendo a mulher fazer um sinal com o dedo, apontando para o telefone. — Eu vou sair e volto dentro de duas horas, ok?
Ana assentiu mandando um beijo para a filha e caminhou para fora de casa com o celular e a chave de seu carro em mãos.
Seu destino? CEO Wiegraft.
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— Bom dia, em que posso ajudá-la? – A recepcionista perguntou, abrindo um sorriso assim que viu a moça. — Senhorita Phoebe, certo? — a morena concordou — O senhor Wiegraft disse que você estaria liberada para entrar sempre que quisesse. Pode subir, a senhorita sabe ainda onde é a sala dele? – Phoebe assentiu. — Ótimo! Pode ir.
Phoebe caminhou para o elevador, apertando o botão do último andar, recebendo olhares de alguns engravatados nada descentes.
Phoebe se viu sozinha quando a porta do elevador abriu no último andar, ela caminhou até a porta dupla de madeira, ouvindo vozes do outro lado, mas nem isso a impediu de abrir a porta.
Ela arqueou uma sobrancelha ao ver a loira com um vestido bem decotado à frente de Ethan. Ela, apesar de bem cuidada, não era tão jovem como queria aparentar.
— Estou atrapalhando? – Phoebe perguntou, cruzando os braços.
— Ora, ora, ora! Veja o que o destino nos trouxe! Então você deve ser a submissa do Ethan. – ela disse, com cara de desdém.
— Sou sim, algum problema? – Phoebe olhou de relance para Ethan, vendo um sorriso brincar nos lábios do loiro.
— Problema nenhum, minha querida. Chamo-me Elena. Elena Lincoln. – ela estendeu a mão para Phoebe, que a ignorou.
— Phoebe. – disse seca. — Ethan, eu volto mais tarde, sim?
— Oh, minha cara, não é necessário. Eu já estava indo, querida. – Phoebe fez uma careta, arqueando uma sobrancelha.
— Já vai tarde.
Elena arqueou uma sobrancelha, olhando para a castanha de forma dura.
— Quem você pensa que é para falar assim comigo? – Elena falou firme, e algo naquela mulher lembrou-lhe alguém. Mas quem?
— Alguém melhor que você, suponho. Agora, se me der licença, irei transar loucamente com Ethan naquele sofá. – ela disse, apontando para o sofá, vendo os olhos de Ethan se arregalar em surpresa, mas sem tirar a malícia que estava exibida em seu sorriso. — Não saiu ainda? Anda logo! – Phoebe disse, mostrando a porta para Elena, que ainda a encarava.
— Saiba garotinha, que isso ainda não acabou. – ela disse, saindo de forma elegante da sala. Phoebe ficou encarando a porta, bufando de raiva. Não gostara nem um pouco daquela mulher.
— Cada dia que passa você me surpreende mais, minha paixão. – Ethan disse, caminhando até Phoebe, abraçando-a por trás. — Prefiro quando você usa vestido, tudo fica mais rápido...
Phoebe virou-se para ver os olhos de Ethan, que brilhavam de luxúria. Ele vestia um terno cinza escuro, com uma camisa branca por baixo e uma gravata cinza, em um tom mais claro.
Os lábios da castanha tocaram os de Ethan, que espalmou suas mãos na bunda da mais nova, que gemeu.
— Sabia que ontem você com a sua mão boba na minha coxa me encheu de tesão? – ele sussurrou, afastando-se e caminhando até a porta, trancando-a. — Pronto, privacidade, finalmente. – Ele deu dois passos longos até Phoebe, jogando-a no sofá de sua sala, já arrancando a jaqueta jeans da castanha, jogando-a no chão, enquanto seus lábios exploravam o pescoço da morena, que gemia, tirando o paletó do loiro, que sorriu contra o pescoço da mais nova. — Vou fazer você gozar tantas vezes que você vai me implorar para parar...
Phoebe sentiu seu interior se contrair só com a declaração de Ethan.
O loiro usou muito do seu autocontrole para não rasgar a blusa de Phoebe, já que ela só tinha aquela, e não poderia voltar sem ela. Ele encarou o sutiã preto e rendado de Phoebe, abrindo o feixe com um movimento, deixando-os à mostra.
Phoebe começou a abrir os botões da camisa de Ethan, não conseguindo tirá-la, graças à gravata. A morena tirou a gravata do loiro, abrindo um sorriso ao ver Ethan livre da camisa.
— Já falei que você é perfeita, ma belle? – ele disse, beijando o seio esquerdo de Phoebe, deixando sua mão brincar com o bico turgido de prazer de seu seio direito.
A garota arqueou seus quadris até tocar o membro de Ethan, mexendo-os de leve, fazendo o loiro soltar um rosnado baixo contra o seio esquerdo de Phoebe.
Ethan afastou-se, abrindo o botão e o zíper da calça jeans que Phoebe usava, descendo-a com um único movimento. A castanha agora estava apenas de calcinha.
— Você está com roupas demais, mon amour. – Phoebe disse, tirando a calça social de Ethan, que mexeu rapidamente em um dos bolsos, tirando um pacotinho prateado de dentro. — Estava prevenido?
— Sempre estou, ma belle. – ele tirou a calcinha de Phoebe com pressa, fazendo a morena rir. — Quero ver você conseguir rir depois da nossa transa. – ele disse, tirando a cueca box preta que usava, deixando seu membro livre. — Ah, Phoebe... Você não sabe o quanto ele está latejando, louco para se enterrar em você.
Phoebe gemeu ao sentir uma das mãos de Ethan acariciar eu centro íntimo com o polegar, fazendo movimentos circulares, deixando o corpo da garota mais relaxado e receptivo.
Phoebe mordeu o lábio inferior ao ver Ethan colocar a camisinha e depois dar leves batidas com seu membro em seu clitóris.
Sem aviso, Ethan a penetrou, fazendo a morena dar um grito de puro prazer. Ethan, sem separar seu corpo do de Phoebe, pegou a gravata do chão, amarrando a boca da mais nova.
— Agora você pode fazer o escândalo que quiser ninguém vai te ouvir.
Então o loiro começou suas investidas contra o corpo de Phoebe. Ela estava molhada, e Ethan não pode deixar de abrir um leve sorriso ao constatar isso.
Ela estava assim por causa dele, e apenas para ele.
— Geme, ma belle. – ele sussurrou, ao pé do ouvido de Phoebe, que o obedeceu, mas seus gemidos estavam abafados por causa da gravata.
A cada investida, os gemidos de ambos se misturavam. Phoebe arranhava os braços de Ethan, querendo a sua libertação. Já Ethan, queria aproveitar cada segundo, como se fosse o último. Ele não iria gozar até que a sua pequena estivesse plenamente satisfeita. E ele estava adorando sentir as unhas da castanha arranharem a pele de seu braço. Ele tinha certeza que a morena conseguiria arrancar sangue dali.
Phoebe começou a sentir o seu interior se contrair e relaxar, e logo sentiu uma onda de prazer a possuir. Mas Ethan não parou.
O loiro tocou o ponto mais sensível de Phoebe, massageando-o, fazendo Phoebe gemer ainda mais. Ela estava exausta com o primeiro gozo, mas parecia que Ethan iria cumprir com a palavra.
O loiro investiu mais rápido contra a morena, sem parar suas carícias em sua intimidade, fazendo Phoebe gozar mais uma vez, gritando.
Ethan abriu um leve sorriso, diminuindo o ritmo, mas sem para-lo.
— Eu disse que iria fazer você pedir para que eu parasse, ma belle. – ele sussurrou, mordiscando o pescoço de Phoebe. — Eu só irei gozar quando você estiver satisfeita.
E novamente, Ethan intensificou seus movimentos, fazendo Phoebe gritar e gemer. Ela já não aguentava mais. Ela fechou os olhos, não conseguindo abri-los com o orgasmo arrebatador que lhe sobreveio.
— Olhe para mim, ma belle. – Phoebe obedeceu. — Não feche os olhos.
Ele continuou a movimentar-se dentro de Phoebe. A morena sentia Ethan brincar com o seu ponto sensível, e ela se contorcia, querendo e não querendo que ele parasse.
O loiro aumentou a velocidade da penetração assim como a massagem no clitóris da mais nova, que fechou os olhos e começou a balançar a cabeça de forma negativa.
— Não aguenta mais? Abra os olhos, ma belle! – Ele disse, dando uma palmada na bunda branquinha de Phoebe, que obedeceu ofegante. — Não aguenta mais? – Phoebe falou um ‘não’ abafado.
Ethan começou a movimentar-se o mais rápido que podia. Phoebe, mesmo com a visão turva de tanto prazer, pode ver finas gotículas de suor escorrer pelo peitoral do loiro, caído sobre seu ventre. Ela gritou quando o orgasmo chegou, e seu grito, misturou-se ao de Ethan, que alcançara a sua libertação.
O loiro saiu de dentro do corpo da morena, que estava mais do que exausta. Ela sabia que se tentasse ficar de pé, não conseguiria.
Ethan desamarrou a gravata da boca de Phoebe que respirava ofegante, assim como Ethan.
— Você está cansada, ma belle? – Ele perguntou, vendo Phoebe fechar os olhos, e calmamente concordando com a cabeça.
— Me acorde em meia hora, por favor, Ethan. – ela sussurrou. — Eu te amo, Ethan.
— Eu também amo você, ma belle. Amo como nunca amei alguém.
Phoebe sorriu, antes de ser levada por Morfeu para um sono com sonhos. Sonhos, onde Ethan estava presente.
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