Notas iniciais
EAIIIIIII? Então, eu voltei com mais um cap para vocês! :DDD Tô adorando escrever isso, vocês não tem noção! *---* Então, se vocês clicarem nos links, vão saber como é a aparência dos nossos personagens, ok? Amo vocês

— PHOEBE!– A morena remexeu-se na cama, xingando a voz máscula do irmão que berrava o seu nome.

Ele invadiu o quarto da morena, jogando-se sobre a cama, ou seja, sobre Phoebe. Ela gritou, fazendo o irmão recuar, assustado, mas com um sorriso divertido no rosto.

— THEODORE! Sai do meu quarto! — ela sentou na cama, pegando o travesseiro e batendo no corpo musculoso do irmão, que não deu a mínima para os gritos de protesto da mais nova.

— Pelo amor, Phoe. Você sabe que hoje tem aula, que você deve ir. Enquanto eu... Vou para a faculdade.

Ele adorava jogar isso na cara de Phoebe, que queria estar com o irmão, mas não podia. Adorava estar com Teddy, que a divertia sempre que dava, mas ultimamente, ele cursando faculdade, Phoebe acabou ficando sem a companhia do irmão, e a algum tempo, a morena tem ficado de saco cheio de ficar em casa, e o motivo principal para isso, tinha nome e sobrenome: Christian Grey.

— Por favor, Teddy, fique em casa. — Phoe fez uma carinha fofa, olhando para o irmão, que a observava com aqueles olhos azuis bem abertos. Ele deixou um sorriso carinhoso escapar.

— Papai continua pegando no seu pé?

— Ele está cada vez pior! — isso arrancou uma risada gostosa do irmão, e Phoe se uniu a ele.

— Meninos? — uma batida na porta se ouviu. Uma bela mulher, de olhos castanhos e cabelos cor de chocolate apareceu, com um sorriso mínimo. Mesmo com a porta aberta, era um hábito dela fazer isso.

— Mamãe! A porta está aberta, pode entrar!. — Phoebe disse, com um sorriso. Anastasia o retribuiu, caminhando até ficar de frente para seus filhos.

— Seu pai está perguntando de vocês lá em baixo. Acho que hoje ele está um pouco impaciente, portanto crianças, sejam rápidos, e não o perturbem hoje. Phoebe, não é hoje que você vai ter uma palestra?

Phoebe bateu a mão contra a cabeça, pulando da cama e correndo para o banheiro. Havia esquecido completamente da palestra, que a tempos haviam avisado. Uma palestra sobre empreendimento, coisa que não interessava a morena, mas dava alguns créditos para quem a assistissem, e a jovem estava precisando disso. Ela tomou um banho rápido, preocupada com o horário. Abriu a porta do banheiro, vendo se havia alguém em seu quarto e correu para dentro, enrolada em uma toalha. Secou-se, vestiu uma lingerie preta de renda, colocando calça jeans e uma regata colada, valorizando o corpo cheio de curvas.

Phoebe tinha apenas 17 anos, e estava no segundo grau, cursando o terceiro ano. Faltava apenas alguns meses para ela sair daquele inferno, mas antes, ela teria que passar. Colocou tênis All Star e pegando sua bolsa, desceu as escadas correndo, já caminhando para a porta de saída.

— Onde você vai sem tomar seu café, Phoebe? — uma voz grave, masculina e tão conhecida pela morena reverberou pelos seus ouvidos.

Ela nem se deu o trabalho de virar, para olhar para o homem.

— Para a escola, pai. — ela começou a abrir a porta, mas a mesma foi fechada por um ser que apareceu rapidamente atrás de si. A mão estava ao lado do rosto de Phoebe. Ela estremeceu.

— Não está me escutando, Phoebe? — Christian disse calmamente. A morena conhecia o pai bem demais para saber que ele não estava calmo coisa nenhuma.

— Estou, papai, mas estou realmente atrasada. Tenho uma palestra daqui a quinze minutos, e se eu perdê-la, perderia os créditos que o colégio dá para quem a assistir. — ela olhou para o pai com os olhos pidões.

Christian sorriu fraco, olhando para a sua princesa. Ele beijou o topo da cabeça da jovem, o que a deixou um tanto perplexa, já que a tempos ele não tinha um pingo de demonstração de carinho para com ela.

— Pelo menos, leve alguma coisa para comer lá, filha.

Phoebe caminhou até a cozinha, pegando um saco pardo em cima da bancada de mármore.

— Ei! Isso é meu, Phoe! — Teddy falou, mas a menina já havia corrido para a porta.

— Tchau, papai. — ela beijou o rosto dele, já caminhando para a garagem.

— Pegou as chaves do carro? — Christian nem ouviu a resposta, mas achou que sim, então trancou a porta de casa.

Phoebe caminhou até um carro, que ganhara de seu pai no dia de seu aniversário de 16 anos e acionou o alarme, para desativá-lo. Era um BMW, coisa que para ela não importava, mas todos que a viam chegando dirigindo aquele carro, morriam de amores, e queriam a sua amizade. Falsos.

Ela dirigiu o carro até a seu colégio, que eram apenas dez minutos de sua casa até seu local de estudo. Estacionou na vaga que seu pai alugara para ela (que ficava bem de frente com a porta de entrada) e desceu correndo, com sua bolsa nos ombros, e assim que entrou, ouviu o sinal tocar. Respirou aliviada.

Caminhou calmamente até o auditório, que não estava lotado. Pelo contrário, não haviam muitas pessoas ali. Será que havia sido cancelado?

— Phoe! — a jovem virou-se, encarando o rosto de sua amiga. Ela não era alta, na verdade, era bem baixinha, de cabelos escuros e olhos castanhos. Ela não era muito normal, e isso agradava Phoe.

— Ashley! — Phoebe a abraçou. — Vai ter palestra hoje?

— Vai sim, e pelo o que fiquei sabendo, o cara é um gato. — Ashley falou, olhando para os lados.

— Por que tem tão poucos alunos aqui?

— Ah, a direção resolveu fazer em dois horários, um de manhã e outro de tarde.

Phoebe queria pegar as suas coisas e voltar para casa. Queria estar dormindo, mas infelizmente, por sua total burrice, esquecera disso, mas as portas já estavam fechadas, e as pessoas começavam a se acomodar. Elas sentaram-se na terceira fileira no centro, um bom lugar para se ver e ouvir.

A diretora caminhou pelo palco, olhando para cada aluno de relance. Quando esta alcançou o microfone, deu uma leve batida neste.

— Bom dia, alunos! É com muito prazer que vos apresento o nosso palestrante de hoje, Ethan Wiegraft! Deixarei que ele se apresente para vocês.

As poucas garotas que estavam ali perderam o ar quando viram o homem. Aqueles cabelos loiros estavam levemente desaninhados, aqueles olhos castanho esverdeados estavam um pouco misteriosos demais. Um sorriso discreto formava-se nos lábios rosados e chamativos. O terno preto acentuava o corpo malhado do homem. Vários suspiros femininos se ouviram, e vários garotos resmungavam "é gay".

Ele pegou o microfone com as mãos, olhando para os alunos. Phoebe poderia jurar que ele havia detido o seu olhar sob os olhos dela, mas achou paranoia de sua mente.

— Phoe, é impressão minha ou ele olhou diretamente para você? — Ash falou, encarando o homem. Nenhuma das duas conseguiam desviar o olhar.

— Bom dia, como já dito, sou Ethan Wiegraft, presidente da minha própria empresa, que está em acensão. Pediram para eu vir aqui falar sobre Empreendimento, então... Eu não sei direito como explicar isso. — ele sorriu, arrancando suspiros das garotas. — Mas posso contar como foi que fiz para abrir a minha empresa, ou seja, talvez isso ajude a entender o que é empreendimento. — ele andou de um lado para o outro do palco, pensando. — Por incrível que pareça, eu era um garoto muito pobre. Minha família, por muitas vezes, não tinha o que me dar de comer. — algumas garotas fungaram. Phoebe revirou os olhos. "Quanto melodrama", pensou. — Meu pai trabalhava, mas usava seu dinheiro para pagar o aluguel de um barraco, que eles insistiam em chamar de casa. Mas o pior aconteceu em minha adolescência, quando minha mãe faleceu.

O choro das garotas era audível agora.

— Quanta idiotice. — Phoebe resmungou um pouco alto demais, chamando a atenção de Ethan.

— Disse alguma coisa, jovem? — ele disse com um leve sorriso. Phoebe sentiu o seu coração indo até a boca, e se entalando ali.

— Estava pensando em como a sua vida foi triste, acabei falando alto demais. — mentiu. Ash sufocou uma risada. Ethan arqueou uma sobrancelha, desconfiado.

— Sim, realmente foi. Então eu precisei da ajuda de uma mulher, que prontamente se colocou a minha disposição, em troca de alguns pedidos irrelevantes...

— Ui, o que será que era? — Ash perguntou em um sussurro. Ethan olhava para as duas, que trocavam risinhos.

— ... E com o dinheiro que ela me emprestou, consegui fundar a CEO Wiegraft e retribuir todo o dinheiro para a mulher.

As meninas bateram palmas, animadas, secando as lágrimas, enquanto os meninos pareciam que estavam em um velório. Phoebe sorriu irônica com a amiga, que fingiu animação. Phoebe não conteve a gargalhada. Alguns encararam a jovem, que se encolheu no banco estofado.

— Qual é o seu nome, jovem? — várias garotas responderam, mas ele fez um gesto com a mão, negando todas. — Você, que acabou de rir.

Phoebe morreu de vergonha, esperava uma bronca, se respondesse o seu nome.

— Phoebe Grey.

O homem arqueou as sobrancelhas, surpreso.

— Parente do magnata Christian Grey? — perguntou.

— Eu costumo chamar ele de 'pai'. — ela respondeu, um pouco grossa.

— É um prazer conhecê-la, Srta. Grey. Concederia-me a honra de um café, logo após o término desta palestra?

Phoebe arregalou os olhos, encarando o homem. Ela podia sentir o olhar fuzilante que as meninas mandavam para ela. Ash cutucou-a com o ombro.

— Claro!

"Deus, o que eu disse?"

Notas finais
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEES! Gostaram dos personagens? Sim? Comenta! Não? Comenta! Não sabe? Comenta! *---*