Notas iniciais
Hey gente!!! Estou repostando os capítulos que foram apagados enquanto finalizamos o NOVO *_* LINK: https://www.youtube.com/watch?v=zxBA60_Xl2g Espero que vocês comentem oq estao achando...Por falar nisso... vocês ja viram o meu video? Vou deixar o link aqui pra voces. Deem uma passadinha la e doem um pouco de amor aushauhs Espero que voces gostem do capitulo e do video. Beijoooos lexie

PRÓLOGO:

— Helena tinha razão!

Estávamos na sala do escala, havíamos acabado de chegar. Christian estava estranho, havia aparecido na minha casa completamente descontrolado me beijando e passando a mão por todo meu corpo antes de fazer amor comigo durante horas, de todas as formas possíveis se fartando do meu corpo. Suas mãos não me largaram um segundo. Mas havia algo estranho... Alem do fato de que Christian repetia palavras desconexas a todo momento como “por que”?”,“por favor... “Não”, “você não pode ir”, ele não olhava nos meus olhos e nem me deixava beija-lo.

Logo depois tudo aconteceu muito rápido, logo estávamos no carro. Só tive tempo de pegar minha bolsa, estava suja e cansada da maratona de sexo selvagem do meu cinquenta tons. Ele se manteve distante durante todo o percurso e agora começava a entender o porquê.

As cartas estavam na mesa

— Como... Como você pode? Porque você esta fazendo isso comigo?

Desesperei-me. Não era para ser assim.

— Christian. Não é bem assim, olha... — tento me aproximar mas Christian recua e da a volta na sala mantendo uma distancia consideravelmente grande de mim. O que me faz cair em prantos. Sua voz, seu olhar acusatório... Tudo é demais para mim.

—Não é bem assim?? Estava tudo em suas mãos e você, como sempre, fodeu com tudo. COMO VOCE PODE FAZER ISSO COMIGO?

— Para de falar assim! Eu... Christian eu...

— CALA A BOCA! Você não podia ter feito isso Anastácia, Helena estava certa! Você é igual a ela. Sempre me abandonando nos meus pesadelos, sempre me deixando sozinho com frio. – Não entendia de quem ele falava, mas pude perceber que lhe fazia muito mal tocar no assunto.

Christian deu uma parada brusca em suas acusações e levou a Mao direita ao peito. OMG! Ele esta muito vermelho. Tento me aproximar, mas seu olhar me faz congelar no lugar.

—Isso tudo é culpa sua. Sai da minha casa. — As palavras a seguir feriram minha alma

— Sai da minha vida. E leva toda essa merda que eu to sentindo junto com você. – diz batendo com a mão fechada em punho contra seu peito ao mesmo tempo que fecha os olhos.

Levo minhas mãos em direção a minha boca aberta numa tentativa de abafar um grito silencioso de dor. As lagrimas escorem livremente por meu rosto. Parece que as comportas do meu coração que há tanto tempo estavam trancadas foram abertas e me carregavam agora numa grande enxurrada de dor, sentimentos confusos, palavras não ditas, momentos não vividos...

—Sai!

Sua voz me desperta me fazendo pegar minha bolsa no sofá e caminhar em direção ao quarto em que dormíamos para buscar minhas coisas que aqui ficavam.

—NÃO! Eu peço a Taylor para levar suas coisas ate sua casa.

Sua voz saiu abafada e sem entender o porquê olho em sua direção e vejo que Christian esta de costas para mim, virado de frente para o pequeno bar da sala com um copo de whisky nas mãos. Caminho em direção à porta de saída de sua cobertura praticamente me arrastando. Meu corpo esta tremulo e dolorido. Dizem que as palavras podem ser mais dolorosas do que uma surra... Bem, agora vejo que é verdade.

A sua rejeição foi o que mais me surpreendeu. Eu pensei que quando chegasse esse momento ele me abraçaria e diria que tudo ficaria bem, que me amava e que sempre estaria comigo.

Mas como ele ficou sabendo? Porque ele reagiu dessa forma? Ao chegar à porta um estalo faz com que eu pare.

Helena!

Claro. Christian acredita em tudo o que ela fala. Essa piranha. Talvez ele nunca tenha chegado a me amar. Ele nunca me disse, nunca me deixou sequer toca-lo.

Ela sempre nos odiou Aninha.

Minha deusa interior se encontra aos prantos dentro de seu quarto com decoração adolescente dos anos 90, com um pote de sorvete na mao e lencinhos espalhados por todos os cantos. E para completar a desgraça, Titanic passa na TV e ela chora enquanto canta junto ao filme sua musica tema e coloca mais um punhado de sorvete na boca. A cena é uma bagunça, exatamente como minha mente esta agora.

Mas eu o amava. Estava magoada e destruída, eu precisava dizer tudo o que eu estava sentindo antes... Antes de... antes de sair de sua vida para sempre.

Virei-me em sua direção tomando uma lufada de ar e coragem. Christian permanecia intacto apenas seus braços se moviam, executando o movimento mecânico de encher o copo e leva-lo ate a boca.

— Você não pode me culpar por ficar doente e querer ser feliz. –Percebi os músculos de suas costas tencionarem ao ouvir minha voz. — Você não sabe o que é ser sozinha, você sempre teve todas as mulheres aos seus pés não é mesmo SENHOR GREY?

Ouvi um rosnado escapar de seus lábios ainda, invisíveis para mim, ao me referir a ele com o tratamento que exigia de suas submissas.

— Não sabe o que é fechar os olhos e fingir que esta tudo bem, que tudo vai ficar bem mesmo que você não tenha ninguém para te dizer isso.

Christian parece ter congelado, o copo esta repousado na bandeja ao lado da garrafa e suas mãos seguram a borda da mesa com tanta força que é possível notar a ausência de sangue nas mesmas.

— Essa é a minha realidade! — abro os braço enquanto falo — Essa é a minha vida, sinto muito se é uma droga. Sinto muito se te envolvi nisso tudo. Talvez eu tenha errado.. Ou talvez apenas não era para ser.

Fiquei ainda um tempo parada esperando que ele virasse e corresse para me beijar e dizer que me ama... Como nos filmes. Mas obviamente como tudo em minha vida, nada acontece. Abro a porta e aperto o botão do elevador que logo apita anunciando que o mesmo já estava a minha espera.

Viro-me mais uma vez antes de entrar no elevador para olhar mais uma vez para meu amor. Vejo Christian ofegar quando o elevador apita mais uma vez anunciando que esta na minha hora.

Entro no elevador me olho no espelho. Estou acabada. Realmente câncer é uma doença muito difícil, mas tenho certeza que foram as palavras dele que me envelheceram uns dez anos. Sou tirada de meus devaneios quando as portas começam a fechar. Viro-me de frente e do de cara com um Christian desesperando e ofegante parado no meio da sala olhando fixamente para mim.

—Ana!

Ele tenta falar, mas suas palavras são apenas suspiros e gemidos de dor e angustia. Antes das portas fecharem totalmente tenho a chance de ver seu lindo rosto pela ultima vez. Eu te amo tanto.

— Adeus Christian.

Ele tenta se aproximar do elevador, mas já era tarde de mais.

Notas finais

Notas finais
Nao deixem de comentar o capitulo.. mesmo que ja tenha lido... por favorzinho? *.* shusahuahs E nao se esqueçam de mim no youtube (, : --> https://www.youtube.com/watch?v=zxBA60_Xl2g