50 Tons de Reconciliação
15 Cap-14
ap= 14
Pov Christian
Algumas semanas se passaram desde que descobrimos que Ana está grávida, e agora ela está com cinco meses, e eu estou pirando, porque ela não quer parar de trabalhar, como se ela fosse obrigada a isso, porra, eu ganho 120 mil dólares por hora e posso muito bem sustentar ela e nossos filhos, que ainda não se revelaram, sempre nas consultas ficam de pernas fechadas e eu espero que não sejam meninas, ou eu piro de vez.
Quando a imprensa descobriu que Ana está grávida tive que contratar uma segurança para acompanha- lá nos locais que Sawyer não pode entrar, no começo ela não aceitou muito bem, mais ela sabe que tenho razão, então acabou aceitando para meu alívio.
Ela está a cada dia mais linda, não engordou muito, o que acho um erro, porque se ela não está bem, nossos filhos também não estão, se antes eu já estava no pé dela em relação a sua alimentação, agora nem se fala, e ela está tendo acompanhamento de uma personal especializada em exercícios para mulheres grávidas, não quero correr nenhum risco, quero que meus filhos nasçam muito bem.
Agora estou aqui, olhando Ana dormir, e minhas mãos vão para seu avantajado ventre, e me lembro da primeira vez que eles se mexeram.
INÍCIO DO FLASHBACK
Ana estava com três meses de gravidez e por ser de gêmeos já estava ficando grande.
Estávamos deitados na nossa cama.
— o que tanto pensa baby? — pergunto a ela enquanto mexo em seu cabelo.
— em nada demais Christian, apenas estou pensando no tamanho da minha felicidade, estou grávida de gêmeos Christian, da pra acreditar nisso? — fala sorrindo enquanto eu a beijo delicadamente.
—realmente não dá pra acreditar nisso baby, dois bebês juntos, e espero que nasçam com seu jeitinho amor.
— pois eu quero que eles nascem parecidos com você- fala sorrindo pra mim, enquanto levo minhas mãos ao seu ventre, quando sinto algo se mexendo, fico olhando pra Ana assustada.
— o que foi isso? — eu perguntei- chamo a dra greene?
— está tudo bem, não tem com o que se preocupar Christian.
— como não? O que está acontecendo?
— fique calmo Christian, são os bebês se mexendo.
— tem certeza? — pergunto sorrindo.
— tenho sim, são os nossos filhos amor.
Eu me sento ao lado de Ana, e coloco as mãos na barriga dela, e começo a falar com meus filhos e em seguida beijo seu ventre.
— meus amores, aqui é o papai e quero dizer que eu os amo mais do que tudo, vocês e a mamãe são tudo o que eu mais amo.
Dou um beijo em seu ventre e sinto meus amores se mexendo, e não tem nada mais lindo que isso, isso é a prova que eles estão vivos dentro da minha princesa, me levanto e vejo que Ana está chorando e imediatamente seco as suas lágrimas.
— não chora baby.
— amo quando você fala com eles dois.
— eu nunca vou me perdoar por não ter aceitado bem sua primeira gravidez, essas emoções que estou sentindo são únicas e indescritíveis e saber que por egoísmo perdi isso da primeira vez me mata, mais agora eu não quero mais perder nada.
— Christian, não fale assim, as coisas acontecem por um motivo, não fique assim, agora você pode curtir todos os momentos, com os nossos bebês.
— por isso que eu amo você Anastásia- falo enquanto dou um beijo em seu ventre e sinto a sensação maravilhosa de sentir meus pequenos se mexendo no ventre de minha baby.
— e eu amo você ainda mais- ela me beija, e ficamos conversando mais um pouco.
FIM DO FLASHBACK
— o que você tanto pensa? — a doce e sonolenta voz de Anastásia me traz de volta para a realidade, dou um beijo em sua testa e aliso seu rosto, um pouco mais inchado por causa da gravidez.
— bom dia baby- falo.
— bom dia, então o que tanto você pensa?
— eu estava pensando nos nossos filhos, quando eles se mexeram pela primeira vez. Foi uma sensação maravilhosa- e sinto mais uma vez eles se mexendo.
— sim, realmente uma sensação maravilhosa, também amo sentir eles se mexendo — ela colocou a mão sob a minha, e ficamos ali sentindo eles se mexendo.
Depois ela resolve se levantar para ir para o banheiro, enquanto eu fico ali deitado, mais não por muito tempo.
Vou para o banheiro e fico vendo Ana se olhando para o espelho, alisando seu já avantajado ventre, me aproximo e a abraço por trás, e beijo seu ombro.
— você está tão linda baby.
— você quer dizer que eu estou gorda não é? — pergunta se virando pra mim.
—você não está gorda, você está grávida é bem diferente.
— eu estou me sentindo um balão Christian, estou horrorosa- fala choramingando, e eu sorrio e a abraço.
— meu amor, deixa de besteira e acredite em mim baby, você está linda, não é o que dizem todos os sites e programas de fofoca dos EUA? aliás, do mundo.
— mesmo assim Christian.
— deixa de besteira Ana — dou um beijo em seu ombro mais uma vez, e agradeço a Deus por ela não está tendo mais enjoos.
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Nos arrumamos e depois descemos para tomar nosso café da manhã, assim que chegamos a cozinha vemos Susana terminando de arrumar tudo, sob o olhar atento de Gail, que está grávida de cinco meses e está grávida de um menino, Taylor está todo feliz por saber que terá um filho.
— bom dia senhor e senhora Grey- Suzana fala.
— bom dia- falamos juntos enquanto sentamos.
— bom dia senhor Grey, Ana- é a vez de Gail falar.
— bom dia- falamos juntos, Ana sempre gostou de Gail, e por isso a proibiu de a chamar de Senhora.
— irão querer tomar o café da manhã agora?
— sim, eu irei querer, omeletes, cereal, e saladas de frutas — Ana fala e eu sorrio ao ver que minha esposa está sempre com apetite.
— e eu irei querer omelete e suco de laranja- digo a Suzana, que logo providência nosso café da manhã, e começamos a comer.
Fizemos a refeição em silêncio, e depois terminamos de nos arrumar para irmos trabalhar.
Sempre dou um jeito de levar Ana até a editora, e só não faço isso quando realmente não tem como eu ir.
— está pronta?
— sim. E você realmente não precisa me levar Christian.
— é claro que precisa baby, e não iremos fazer disso uma discussão Anastásia.
— não iremos, apenas disse que posso muito bem ir com Sawyer e Prescot fala e eu seguro sua mão e a beijo.
— sempre que eu tiver condições irei te levar ao trabalho- ela concorda e depois descemos as escadas e fomos para o elevador.
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O caminho até a editora não é longo já que a esta hora está calmo, assim que chegamos.
— qualquer coisa chame Sawyer, Prescot, ou até mesmo Alice.
— não se preocupe com isso Christian, não irei fazer nada, e se eu sentir qualquer coisa, chamo um deles- fala e respiro mais calmo, pois desde o descobrimento de sua gravidez, Ana não fez nada de errado ou perigoso.
— confio em você, só me preocupo com meus amores- ela sorri e me beija, saindo do carro, com sua pasta sendo acompanhada por seus seguranças pessoais, espero ela entrar para depois ir para a Geh.
Quando chegamos a Geh saio do carro e junto com Taylor entramos no elevador.
E assim que chegamos ao último andar, vejo Andrea andando agitada e andando de um lado para o outro.
— bom dia senhor Grey- ela e Olívia falam juntos.
— minha agenda em cinco minutos Andrea.
Falo e ela concorda, entro em minha sala, e assim que me sento olho para Taylor.
— Taylor, preciso que me faça um favor.
— perfeitamente Senhor Grey.
Falo pra ele o que eu quero, e sei que ele não irá me decepcionar, confio totalmente em Taylor.
— irei providenciar agora mesmo Senhor Grey- fala saindo já com o celular em mãos, e logo Andrea entra com seu Tablet em mãos.
— sua agenda agora pela manhã não está tão cheia senhor Grey, mais a tarde toda três reuniões agendadas.
Vejo que esse dia, está bastante corrido, mais assim que eu gosto, assim não tenho tempo pra ficar pensando em nada mais. Andrea então começa a falar tudo o que tenho que fazer hoje.
—mais alguma coisa Senhor Grey? — o que eu vou falar agora é de extrema importância Andrea-falo e vejo sua postura mudar.
— pode falar Senhor Grey.
—Andrea, quando minha esposa ligar, não importa o que eu esteja fazendo, ou com quem eu esteja, passe a ligação, Anastásia está acima de tudo, o que se subentende que as ligações de seus seguranças pessoais também devem ser passadas, fale isso a Olívia.
— tudo bem Senhor Grey, irei já passar o recado a ela, não se preocupe.
Fala e sai, me deixando sozinho, então eu pego um dos contratos que tenho que assinar e começo a lê, depois que eu leio, pego o telefone e ligo para Andrea.
— Andrea quero a Ross em minha sala imediatamente.
— claro Senhor Grey.
Enquanto Ross não chega eu pego uma foto de Anastásia, uma foto tirada recentemente, e fico admirando sua barriga, onde meus maiores tesouros estão sendo gerados e protegidos.
Mais sou acordado de meus pensamentos quando Ross entra.
—Christian....
— bom dia Ross, sente-se ela faz o que eu peço.
Seu olhar vai para a foto que eu estava olhando a minutos atrás.
— ela está a cada dia mais linda.
— sim, concordo, mais ela é MINHA mulher, senhora Ross Bayle.
— que homem mais possessivo, mais não se preocupe, eu já tenho a minha mulher. mais já descobriram o sexo dos bebês?
— ainda não, estão sempre com as perninhas cruzadas. — falo e você não tem noção do quanto sou possessivo, quando o assunto é a Anastásia.
— devem ser meninas, tímidas e recatadas.
Fala e eu arregalo os olhos, pois se forem meninas eu vou ter um ataque cardíaco antes dos quarenta anos.
— espero que não Ross, pois irei surtar se forem meninas, mais claro que serão amadas, mais eu prefiro meninos.
— eu ainda acho que são meninas, mais indo a outro assunto, o que você quer comigo?
— terminei de lê os contratos e você já pode dá continuidade na negociação.
— vai ser um prazer chefinho, mais eu posso chutar os traseiros deles?
— desde que assinem os contratos não vejo problemas.
Respondo e vejo que ela está pra escrever piruetas, como uma criança feliz, que acabou de ganhar um presente de Natal.
— pode deixar chefinho, irei fazer tudo certinho, já estou indo preparar tudo para a reunião.
Ela sai me deixando mais uma vez sozinho.
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Três dias depois, estamos na sala da Dra. Greene para mais uma consulta, e tentar vê o sexo dos bebês.
— então Anastásia, como tem se sentido?
— estou bem, já que os enjoos passaram, só estou tendo dificuldades para dormir, pois eles costumam chutar quando eu deito.
— desculpa falar, mais isso vai piorar a partir de agora.
— eu sei, apesar de tudo, não trocaria isso por nada, eu amo meus pequenos.
Fala sorrindo, enquanto coloca as mãos em seu ventre, esse sorriso dela é o que eu mais amo vê.
— Dra. Não está no tempo da Ana tirar sua licença?
—Christian, não vamos começar com isso.
— eu só estou preocupado com seu bem estar.
— Senhor Grey, a Anastásia está com apenas cinco meses, ela está perfeitamente bem para continuar trabalhando, caso contrário eu já teria dado atestado a ela.
— mais ela está tendo problemas para dormir, está cansada.
— Christian, eu estou grávida e não doente, posso trabalhar e vou fazer isso até eu ter condições.
— Senhor Grey, sua esposa pode trabalhar normalmente, mais para que fique tranquilo sugiro que Ana diminua o ritmo de trabalho, talvez ela deve ir para a editora apenas uma parte do dia. Essa parte da conversa já está me agradando, pois se fosse por mim, Ana não estaria trabalhando, afinal eu posso muito bem sustentar ela, sem nenhum problema.
— gostei disso- falo para Ana, que está com a cara fechada.
— mais eu....
— Ana, para minha paz de espírito, não quero ir trabalhar e ficar preocupado com você.
Resolvi apelar para seu lado emocional, espero que dê certo.
— tudo bem, vocês venceram, até que pode ser bom, ir para a empresa só durante um período, o sono está me matando.
Respiro aliviado, o bem estar deles é minha prioridade.
—vocês estão preparados para ver os bebês?
— sim — falamos juntos e ela sorri, Anastásia vai se trocar para começar a consulta.
Ela deita na maca e em seguida a Dra. Greene começa a passar o gel em sua barriga e não demora para que nossos pequenos apareçam na tela, sempre me emociono quando vejo eles.
A médica liga o botão e estamos ouvindo aquele que eu considero o mais lindo som, os coraçõezinhos deles, olho para Ana e ela está emocionada.
— dá pra ver o sexo deles? — Ana pergunta.
— veremos- ela começou a mexer em alguns botões, e a ansiedade está nos matando, até que ela abre um sorriso.
— então, dá pra Ver?
— acho que eles resolveram acabar com a ansiedade dos papais.
Não acredito que finalmente irei descobrir o sexo dos meus amores.
— não faz suspense Dra. Fala logo — Anastásia pede.
— querem mesmo saber?
— claro que sim, estamos a meses tentando descobrir o sexo deles.
Eu falo e ela sorri.
— está certo, já que eles colaboraram com você, não irei fazer mais suspense, estão vendo aqui- aponta para um certo ponto no monitor- é o órgão genital deles.
— deles? — perguntamos juntos.
— sim, deles, estão olhando para dois lindos e fortes meninões.
Minha felicidade não poderia ser maior, dois filhos homens, meus herdeiros, aqueles que ensinarei tudo do mundo dos negócios, os frutos do meu amor pela minha esposa, Ana não sabe se chora ou sorri.
—está tudo bem amor? — pergunto secando suas lágrimas- você não está chateada por não ter uma menina?
— estou bem, feliz de verdade Christian, imagina só, dois de você, estou muito feliz.
dou um beijo no rosto dela.
— mais Dra. Está tudo bem com eles?
— sim, eles estão perfeitamente bem, são dois meninos fortes e saudáveis
Fico feliz por isso, pois não quero que nada aconteça com eles e nem com a Ana.
A Dra. Limpa a barriga da Ana, depois ela vai se trocar.
Quando Ana volta e se senta, a Dra. Greene passa mais recomendações a Ana, felizes da vida nos despedimos dela, e vamos para o carro.
A felicidade não cabe em mim, dois meninos, agora sim, posso dizer que o que eu fiz no passado foi perdoado, levo minha mão ao ventre dela e sinto eles chutando. — você realmente está feliz por serem dois meninos?
— estou sim Christian, são dois de você, claro que estou feliz.
— mais você queria uma menina.
— não se preocupe com isso- fala e dá um beijo em meu rosto, enquanto estamos nos movimentando pelas ruas de Seattle, eu disse que se a Ana me perdoasse faria tudo o que ela queria, e sei que ela quer uma menina, eu sei que disse que não sei ser pai de menina, e ainda continuo pensando assim, mais Ana quer sua bonequinha e irei realizar seu sonho.
— amor, quando eles tiveram com um ano, podemos tentar ter a sua bonequinha.
— mais você disse que...
— eu sei o que eu disse, mais acho que não seria nada ruim ter uma mini Ana correndo em casa.
Falo e estou certo, pois amo tanto minha esposa que ter uma filha parecida com Ana seria maravilhoso.
Alguns minutos depois, chegamos ao Escala, Taylor abre a porta do carro, e Anastásia sai, e eu saio em seguida.
— Sawyer e Prescot acompanhem Ana até a cobertura, preciso falar um instante com o Taylor.
— claro- Sawyer fala e Ana me olha me encarando.
— só um minuto baby, já estou indo- dou um selinho nela, e vejo ela e seus seguranças entram no elevador, enquanto isso, eu me viro para Taylor.
— então Taylor, a que pé estamos?
— senhor Grey, temos algumas opções, e gostaria que o senhor fosse vê-las.
— claro ainda hoje, nós iremos vê.
Ele concordou e entramos no elevador privativo, e vamos para a cobertura, assim que chegamos, vou ao quarto e vejo que Ana está no banheiro, se olhando no espelho, e não tem mais nada linfo, do que ela e meus pequenos, que estão dentro dela, me aproximo dela e a beijo no ombro, e vê Ana assim, só de lingerie está me deixando de pau duro, não demora muito e ela já está pronta, e nos tornamos apenas um, se tem uma coisa que eu amei em ter Ana grávida, foi seu apetite sexual, que está muito mais intenso.
Semanas depois
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