#Pov Christian

Cinco meses se passaram desde que conseguimos a guarda definitiva de Valentina, e a cada dia que se passa, eu fico ainda mais apaixonado por ela, minha filha é muito linda e esperta.

Claro que ainda tenho um medo tremendo de falhar miseravelmente como pai, mais sei que Ana estará ao meu lado o tempo todo.

Dias depois, a mídia descobriu que tínhamos uma filha, e claro que eles não nos deixaram em paz, querendo saber o porque de esconder a nossa filha.

— em uma reunião com a equipe de relações publicas, decidimos dizer que nossos filhos não irão aparecer publicamente, que serão criados longe da mídia, o que será difícil, mais nada que uma quantidade a mais de segurança não resolva.

Meus filhos são as coisas mais lindas que existem, Teddy e Christopher são muito lindos, branquinhos, e com enormes e lindos olhos azuis, Valentina é a minha princesinha, olhos cinza, cabelo claro, só não sei se irá mudar.

Estou olhando aqui, umas fotos deles e com a Ana, com meus amores.

Nesses dias estou trabalhando em casa, já que Valentina está enjoadinha, e quando está assim, ela fica ainda mais apegada a mim, então o jeito é ficar em casa, não que isso seja um problema, assim eu fico com ela, e os meninos.

Saio do escritório assim que ouço o choro estridente de Valentina, e fico pensando, como um bebê de sete meses tem uma garganta tão boa a ponto de fazer esse escândalo todo, chego na sala e vejo que a babá está tentando acalmar a minha pequena, assim que ela me vê estende seus bracinhos e eu a pego, ela está simplesmente adorável, usando um vestido e uma faixa no cabelo.e ainda faz um bico, o que me deixa todo derretido.

— pronto filha, o papai está aqui, calma.

Falo e dou um beijo em sua bochecha, e ela aproveita e pega meu dedo o colocando em sua boca, mais um dentinho dela está nascendo e por isso essa manha todo, me sento no sofá e pego o mordedor dela, e ela o coloca na boca, depois deita.

— o senhor vai precisar de mais alguma coisa?

— não, pode ir, cadê os meninos?

— estão dormindo, só a Valentina que não dormiu.

— eu fico com ela- falo e July sai, tiro meu terno e me feito no sofá, colocando Valentina em minha barriga, depois ligo a TV e coloco em um canal de desenho, o que ela gosta.

— pronto Valentina, já passou princesa.

Ela dá uns poucos resmungos enquanto deixa o mordedor cair, e eu o pego e dou a ela, logo ela começa a se mexer em meu colo, e querer subir mais um pouco para ficar perto do meu rosto, e quando consegue ela começa a puxar meu cabelo.

— não pode fazer isso Valentina- seguro sua pequena mão e a olho sério, e a danada dá uma gargalhada e com a outra mão continua puxando meu cabelo.

E quem me visse a meses atrás não diria que eu estaria todo rendido a um pequeno ser como este, Valentina veio para mudar minha vida, dou um beijo em sua bochecha gordinha.

Ela é um bebê gordinho, mais não tanto, e eu acho isso fofo nela, suas perninhas grossas, os braços.

Após alguns minutos percebo que ela está quieta, então olho para baixo e vejo que ela está dormindo, decido ficar assim por mais alguns minutos até ter certeza que ao me mexer ela não irá acordar.

Vinte minutos com cuidado eu me sento e a pego no colo, a levando para seu quarto, a coloco no berço pego a babá eletrônica e desço as escadas, e vou a procura de July.

— July, Valentina dormiu agora a pouco, estarei no meu escritório se ela ou um dos meninos acordarem.

— sim senhor- fala me olhando enquanto para de preparar as mamadeiras dos meus filhos, coloco a babá em cima do balcão e saio, vou para meu escritório terminar de lê alguns dos relatórios que tenho.

Solto um suspiro ao vê o tanto de documentos que tenho que lê, me sento e começo a trabalhar de uma vez por todas.

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Trabalho por horas a fio e não vejo que Anastásia entra em meu escritório.

— Christian, terra de chamando- fala e só ai levanto meu rosto e olho para minha bela esposa.

— oi baby, já é noite?- pergunto assustado.

— não Christian, eu que quis vir mais cedo, eu queria ter vindo mais cedo, mas tive duas reuniões que foram bem exaustivas.

— tudo bem baby- falo me levantando e indo até ela e a beijo, tenho esta necessidade de sempre ter meu corpo em contato com o de Ana.

— como foi com os pequenos?

— você sabe, os meninos não dão muito trabalho, agora Valentina com o dente nascendo fica toda manhosa.

— sim, e só quer você, desde sempre a menininha do papai.

— se algum tempo atrás alguém falasse isso, eu mandaria para o Flynn e pediria que ele internasse e jogasse a chave fora, mais agora eu não sei mais viver sem eles.

Resolvo ser sincera com Ana, e ela sorrindo, se aproxima de mim, e me abraça.

— fico feliz em saber disso Christian, eles são nosso elo, a prova viva do nosso amor.

— sim baby- falo concordando com o que ela fala, pois é verdade.

Ficamos ali, só nós dois por um tempo, depois subimos para vê nossos filhos, primeiro entramos no quarto dos meninos, e eles estão dormindo como dois anjos, demos um beijo em cada um deles, e em seguida vamos para o quarto de Valentina, e ela também está dormindo, e assim como nos meninos, nos aproximamos dela, e a beijamos, Ana coloca seu ursinho em seu braço e depois saímos do quarto dela e vamos para o nosso.

Me aproximo dela, e falo.

—agora só nós dois Senhora Grey

— e o que tem em mente Senhor Grey?- pergunta sorrindo, enquanto leva suas mãos para meu pescoço.

— para você, sempre tenho planos, e todos eles envolvem, eu, você, cama, nus, e muito sexo sacana.

— eu gosto de sexo sacana- fala e eu a beijo, e rapidamente tiro sua roupa, e ela tira a minha, e entre beijos, puxões de cabelos, mordidas, tapas fomos para a cama e não demora para que eu me enterre em minha esposa, a necessidade que tenho dela, chega a ser assustadora, não me imagino em um mundo onde Anastásia não esteja nele.

Após amar minha esposa e matar a saudade que estava sentindo de seu corpo, agora estamos deitados na nossa cama, cobertos apenas por um lençol, estou com a cabeça no entre os seios de Anastásia, e devo dizer que eles estão mais deliciosos ainda, os seios delivery dos meus pequenos.

— acho melhor nos vestirmos, pois daqui a pouco três pequenos começaram a chorar- Ana me fala, enquanto alisa meu cabelo.

— você tem razão baby, vamos tomar um banho e nos arrumar para esperarmos nossas ferinhas acordarem.

Falo, me levanto e pego Anastásia no colo, e vamos para o banheiro, bem que eu queria amar minha esposa mais uma vez, e nosso caso, querer é poder, porra, eu pra que eu bago babá para cuidar dos meus filhos, se nem posso ter uma rapidinha com a minha esposa? Francamente.

Sem que Ana pudesse dizer uma só palavra, eu a pego no colo e a imprenso na parede, e começo a beijar seu pescoço avidamente, enquanto minha mão vai ao seu clitóris e eu começo a estimula-la, e logo eu tenho Anastásia gemendo em meu ouvido, e isso me leva a loucura.

A mão dela vai em direção ao meu membro, e começa a fazer movimentos de vai e vem. Com nós dois gemendo feito loucos não demora para que eu a penetre, e assim vamos a loucura juntos, e esqueço tudo ao meu redor, quando estou assim, só vejo a minha baby.

E ter Anastásia em meus braços é enlouquecedor.

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Após tomarmos nosso banho, voltamos para o quarto, e assim que chegamos ouvimos choros estridentes.

— Essa não, essa não- Anastásia sai correndo para o quarto dos meninos e eu vou ao closet e me visto rapidamente e vou para o quarto dos meninos, assim que eu chego, vejo que Anastásia está amamentando os dois ao mesmo tempo, e essa cena é maravilhosa de se ver.

Esses dois são bem gulosos- falo me aproximando de Ana e aliso a cabeça do meu filho.

— só falta a nossa menininha, para o time ficar completo- eu falo e ela sorrir, quando July entra no quarto.

— eu trouxe as mamadeiras caso precise.

— obrigada July- Ana fala, e July coloca as mamadeiras em cima da mesinha.

E minutos depois Christopher para de mamar e July o pega e o faz arrotar, e não demora e Teddy também para, e eu o pego, e faço meu pequeno arrotar.

— vai se vestir Ana, cuidaremos deles enquanto isso.

— tá, não demoro, até porque ainda tem uma para amamentar- fala e vai para nosso quarto, enquanto eu fico com meus filhos.

Pego a chupeta de Teddy e coloco em sua boca, e depois pego em sua mãozinha e ele aperta meu dedo, é impressionante como alguém tão pequeno tem o poder de mudar a vida das pessoas assim, quem dirá três pessoinhas como esta. É, eu sou um filho da puta sortudo, tenho a mulher mais linda do mundo, e filhos incríveis.

Fico olhando Teddy, e seus lindos olhos azuis estão me encarando, estou aqui na presença dos futuros presidentes da GEH, meus filhos cuidarão do patrimônio da família, continuarão meu legado.

Não demora para que Anastásia volte já vestida.

— July, por favor vá até a cozinha e fala para Susan que teremos companhia para o jantar, e depois me ajude a banha-los- fala e vai até ela e pega Christopher.

— Claro, perfeitamente- fala saindo e nos deixando a sós.

— Deixe me adivinhar- minha família está vindo pra cá.

— Sim, Mia disse que estão com saudade dos pequenos.

— todos Os dias você manda foto pra eles, e a dois dias atrás eles vieram aqui.

— Christian, eles amam os nossos filhos, e isso é bom- fala enquanto beija o rosto do nosso filho, e não demora muito para que outro choro possa ser ouvido.

— me dá ele e vai busca-la.

E antes de qualquer coisa July passa pela porta e vai até o quarto de Valentina, e volta para o quarto dos meninos com uma chorona e manhosa Valentina.

E tenta de todas as formas acalma-la, mais não surte efeito, então Ana coloca Christopher no berço e vai até Valentina e a pega no colo.

— pronto princesa, a mamãe tá aqui, July vai até o quarto de Valentina e prepara tudo para o banho dela- fala enquanto se senta e a mãozinha de Valentina vai direto no seio de Ana, que logo começa a dá de mamar para nossa filha dengosa, que logo parou de chorar.

— meu amorzinho, você é muito dengosa, não pode ser assim- Ana fala, e percebo que Valentina está puxando alguns fios de seu cabelo.

Eu me aproximo e vejo que minha menininha ainda está com o rosto vermelho de tanto chorar.

— ei minha mocinha, não precisa disso tudo- eu falo e ela me olha, ainda mamando fica me olhando e posso ver que ela sorrindo, essa coisinha fofa me tem na palma de suas mãozinhas.

E eu sou capaz de fazer tudo o que ela me pedi, afinal será a minha única filha, e como tal será criada como uma verdadeira princesa.

— está vendo só, gosta de mim, porque eu sou seu banco de leite ambulante, assim você me magoa Valentina- Ana fala para nossa bebezinha.

— você está deixando a mamãe com ciúmes meu amor, mais avisa que apesar de ser garotinha do papai, você ainda ama a mamãe.

— estou vendo que estarei perdida com voces dois, e lembrando que eu colocarei freio em voces dois, ou quando ela for mais velha você irá fazer todas as vontades dela.

— isso com toda certeza, se agora eu faço e ela ainda é um bebê, então não me condene futuramente.

— claro que sim amor- fala enquanto brinca com a mãozinha de Valentina, que solta o seio de Ana e dá um sorriso para a Ana, e esse sorriso derrete qualquer um, e logo ela volta a mamar.

minutos depois ela está tranquila, e ainda faz outro bico, já vi que já sabe que isso faz ela ter de mim o que quiser.

.....

Depois de todos nós estarmos prontos descemos as escadas, bem na hora que minha família entrou na sala, Mia e Kate mal falam com a gente, já vão pegando meus filhos, Mia pega Teddy, e Kate pega Valentina. Meus pais nos cumprimentam e depois minha mãe pega Christopher.

Enquanto o imbecil do Kavanagh está com cara de bunda, eu ainda me lembro como foi difícil contar para Mia, o que seu até então namorado tinha feito, e a tristeza e decepção estampados no rosto dela, só fizeram minha raiva por ele aumentar, mais graças a Deus, ela terminou com ele, mais ele é irmão da minha cunhada, então não vai sumir de nossas vidas.

E o que está deixando Mia em pé, diante disso tudo são meus filhos, quando ela está com eles, esquece um pouco seu drama, e também seu restaurante ocupa bem o seu tempo e a mantem distraída.

— meu delicinha, você é muito lindo da titia- fala beijando Teddy que sorri pra ela.

— acho que vou te levar comigo.

— leva, e em três horas você vai devolver ele- Ana sorri para minha irmã.

— Mia, compre um urso de pelúcia gigante, meu bebê você não leva.

Falo e percebo que o Kavanagh está meio perdido.

— e essa fofa, ai que vontade de morder- Kate fala da minha princesinha.

— voces duas se controlem- papai fala enquanto está com Christopher em seus braços, todos nós nos sentamos e ficamos conversando, e logo Susan aparece trazendo alguns petiscos para nós, e suco de laranja para Ana.

Meus filhos agora se tornaram a alegria da casa, os três estão sentados no carpete e tem vários brinquedos pra eles se distraírem.

E Mia, Kate e Elliot estão sentados no chão e brincando com eles, e o Elliot é pior que os três, mais é o irmão que meus pais me deram.

— e Kate, quando você vai dá um primo a eles?- Ana pergunta.

— nem casei ainda Ana, e eu quero curtir muito ainda os meus deliciosos.

— do jeito que são bons de mira, logo a Kate vai está gravida.

—queremos a casa cheia de netos- minha mãe fala.

— deixa eu me casar primeiro Grace, depois planejamos os filhos.

O papo segue distraído, e na hora de dá mamadeira para os bebês Ana não teve problemas, afinal muitas pessoas querendo paparicar e mimar meus filhos.

......

Antes do jantar os três já estavam dormindo, então Ana com a ajuda de Kate e Mia os colocou nos berços, e voltaram para jantarmos, e minha mãe falou do batizado deles, que já era para ter acontecido, os padrinhos de batismo são Kate e Elliot e a Mia a madrinha de consagração.

Ana ficou de resolver isso depois com minha mãe.

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Agora estamos aqui nós cinco em meu quarto, eles no meio, e eu e Ana de cada lado da cama.

Eles são tão perfeitos, não me canso de olhar pra eles.

— não me canso de admira-los- Ana fala, e eu sei como ela se sente, pois é assim que eu me sinto também.

— nem eu Ana, você e eles são minha vida, amo vocês.

— e nós amamos você- Christian, fala e ficamos em nossa bolha particular, sem ninguém para interromper, depois de um longo tempo levamos eles para os quartos, trocamos as fraldas e os colocamos no berço, voltamos para nosso quarto, e o adorável cheirinho de bebê ainda está presente. Deitamos na cama, e eu imensamente feliz, pela vida que eu tenho, e minha família ao meu lado, com esses pensamentos eu pego no sono abraçada em Anastásia.

Anos depois

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