50 Tons de Reconciliação
16 Cap-15
Cap=15
Estou com quase oito meses, e já desde os sete estou andando como uma pata, mas não reclamo, pois estou muito feliz, a cada chute dos pequenos e toda vez que ouço o som dos seus coraçõezinhos, meu coração se enche ainda mais de amor, não vejo a hora de ter eles dois em meus braços.
Christian queria contar a todos, o sexo dos bebês, ele está radiante de felicidade e não quer esconder isso de ninguem, e com muita dificuldade eu conseguir convencê-lo a fazer uma surpresa.
Todos da família já estão nos nossos pés, para saber o sexo dos meus filhos, assim como também todos os paparazzi e revistas de fofocas estão atrás de nós. E ainda bem que o Christian contratou uma segurança para me acompanhar, assim fico mais aliviada, porque não quero que meus filhos corram nenhum risco.
— o que tanto pensa Ana?
Sou acordada de meus pensamentos por Alice, que nos últimos meses tem se tornado uma grande amiga, as vezes me sinto só, precisando de uma amiga, apesar de ter Mia e Kate, e Alice tem mostrado que pode ser uma boa amiga.
— desculpa Alice, estou com os pensamentos voltados para meus pequenos, essa loucura dos paparazzi está deixando Christian ainda mais possessivo do que o normal.
— isso prova que ele a ama, queria eu, ter um homem assim.
— é incrível, eu me sinto super protegida e amada com o Christian, mais as vezes quero matar ele por ser assim, e isso se tornou pior quando engravidei, meus hormônios estão a flor da pele.
— isso é normal Ana, são muitos hormônios que você ganhou com a gravidez.
— sim, eu sei, só que as coisas estão acontecendo tudo em grande dose extra, mais mesmo assim, não mudaria nada, eu amo meus pequenos.
— vocês já escolheram os nomes deles?
— ainda não, e nem montamos o quarto deles, estou com medo de não dá tempo de montar.
— relaxa aí Ana, do jeito que seu marido é, ele vai contratar a melhor equipe dos EUA pra te ajudar.
— mais eu mesma quero escolher cada móvel, brinquedo, a cor das paredes, tudo. Eu passei por muita coisa pra chegar até aqui, e essa gravidez é um verdadeiro presente de Deus, e quero ter a oportunidade de fazer cada coisinha por eles.
— as vezes você é tão misteriosa Ana.
Respiro fundo enquanto aliso meu ventre e sinto meus filhos se mexendo, sorrio com isso.
— não tenho nada de misteriosa Alice.
— do jeito que você fala, as vezes te acho sim misteriosa.
— meses atrás, minha cunhada foi sequestrada pelo meu ex chefe, ele me pediu cinco milhões de dólares para salva-la, quando cheguei no local, fui atacada por ele, e nesse dia, eu acabei perdendo meu filho, estava com poucas semanas e ele acabou não resistindo ao ataque que eu sofri, e acabei com algumas sequelas e por um grande milagre eu conseguir engravidar e ainda mais de gêmeos, para a minha grande felicidade.
—nossa Ana, não sabia disso, sinto muito.
— foi dolorido, sofri demais com tudo o que aconteceu, mais graças a Deus superamos tudo e estamos bem.
Ficamos conversando mais um pouco, e depois disso ela me passou minha agenda do dia, o que para minha surpresa não estava lotada, graças a Christian, que falou com a Alice para diminuir minha agenda, desde os cinco meses que estou trabalhando só um período, eu escolhi a parte da tarde, pois acordar cedo está sendo muito difícil.
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Já estou terminando mais um dia de trabalho, quando chega uma mensagem de Christian falando que já está me esperando na portaria, então eu pego minhas coisas e saio, vejo Sawyer e Prescot já me esperando.
— o Senhor Grey já está lá em baixo- Sawyer fala.
— ele me mandou uma mensagem, avisando que está me esperando.
Falo e vou para o elevador, eles me acompanham, antes da porta se fechar eu me despeço de Alice.
Alguns minutos depois, já estamos chegando na rua, e vejo Christian com uma grande escolta e ao redor paparazzi, me aproximo dele e ele me beija.
— boa tarde, como está?
— estou bem, não se preocupe Christian, sério, eu não estou passando mal, ou algo do tipo.
Taylor abre a porta do carro, e eu entro, Christian entra em seguida, e vejo Taylor fechar a porta.
— e como os meus amores estão? — ele alisa meu ventre, sorrindo.
— seus amores estão bem, não deram nenhum trabalho para a mamãe, só gostam de chutar mesmo.
— Ana, você não acha que devemos escolher os nomes deles?
— sim, eu concordo, já está na hora de parar de chamá-los de bebê- ele sorri pegando minha mão, e a beija em seguida.
Minha atenção volta para o trânsito, e só então percebi que não estamos indo para o Escala.
— estamos indo pra onde Christian?
— é uma surpresa baby, espero que você goste.
— tenho certeza que eu irei amar, mais por favor me fala, pra onde está me levando.
— surpresa, é surpresa Ana.
Eu me viro pro Taylor.
— Taylor, eu quero saber o que o Christian está aprontando.
— desculpe Ana, mais como o senhor Grey disse, surpresa é surpresa.
Bufo com o que ele fala, e Christian só sabe sorri, dez minutos aproximadamente, chegamos a uma linda casa.
Saímos do carro, e estou impressionada com a beleza da mansão.
— Christian, de quem é essa mansão?
— você gostou dela?
— se eu gostei? Eu amei Christian, essa casa é linda, mais de quem ela é?
— vamos conhecer a casa?
— vamos sim- respondo com ansiedade, e em seguida ele nos leva para conhecer o jardim, e penso no quanto seria bom criar meus filhos em um lugar como esse.
— Christian, essa casa é incrível.
— vem, vamos conhecer o resto da casa- ele pega minha mão, e me leva para conhecer tudo, e a cada lugar que vejo me apaixonei ainda mais, mais se perguntarem quantos cômodos tem, não sei a resposta, pois a casa é imensa.
Depois que vimos tudo, fomos para o jardim.
— me fala logo, de quem é essa casa?
— gostou mesmo dela?
— sim, é um bom lugar pra se viver.
— que bom que gostou amor, porque essa vai ser a nossa nova casa- fala e eu o olho de boca aberta, como assim? Ele está louco, só pode ser isso.
— como assim Christian?
— essa será nossa casa amor, imagina nossos filhos correndo por esse jardim, apartamento não é lugar pra criar nossos filhos, quero que eles cresçam em um lugar assim.
— você não existe Christian, eu amei essa casa, e sim, eu vejo nossos pequenos correndo por esses jardins, sorrindo, brincando.
— então, você aceita morar aqui?
— é claro que sim- sorrio é o abraço, morar aqui será demais, não queria vê meus filhos presos em um apartamento, quero que eles tenham liberdade para brincar e correr.
—que bom amor, até porque o contrato já foi assinado, depois marcaremos uma reunião com o Elliot e uma arquiteta amiga dele para iniciarmos a reforma na casa.
— Christian, não vejo onde precisa de reforma, essa casa é linda assim do jeito que está, e pelo que estamos vendo, está casa já foi reformada a pouco tempo.
— se você acha isso, tudo bem, só iremos decora-la, e será do jeito que você quiser- ele alisa meu rosto.
— você sabe que não preciso de tanto Christian, só de você, não ligo pra nada disso.
— e é por isso que eu amo você Ana, você não me ama pelo meu dinheiro- ele me beija e sinto as famosas borboletas no estômago.
Os dias foram passando, e Christian entrou em contato com Gia, a arquiteta amiga de Elliot, e a sem vergonha estava dando em cima do Christian, sem nem ao menos se importar comigo ali presente e ainda por cima grávida.
Mais eu não vou deixar isso barato não, não irei aceito isso, espero Christian sair.
—Gia.
— sim- fala com pouco caso.
— olha só, não sei se você reparou mais EU, sou a esposa do Christian e estou grávida dele, ele mesmo disse que tudo será como eu quiser, mas você não está colaborando comigo, me tratando como se eu não existisse, o que eu estou querendo dizer é que, pare de agir como uma vadia, que quer abrir as pernas para o meu marido, e tente ser pelo menos um pouco profissional, se isso for demais pra você, irei dispensar seus serviços e contratar alguém um pouco mais profissional que você, e trate o Christian como senhor Grey, não como Christian, fui clara?
Termino de falar e vejo que ela está boquiaberta com o que acaba de ouvir.
— claro, entendi perfeitamente bem.
— ótimo, assim é melhor, e mais uma coisinha, a decisão final de tudo será minha, o Christian não quer se meter em nada.
— claro, entendi.
Fala com a voz baixa, e sorrio internamente, essa daí não sabe onde está se metendo, posso ter cara de bobinha, mais é só a cara mesmo.
Não demora e Christian chega e retornamos o assunto da reforma da casa, e vejo que Gia entendeu muito bem o que eu disse, e acho que Christian também percebeu a mudança de comportamento dela.
Depois que acertamos tudo e Gia foi embora, fomos deitar, já que ultimamente estou bastante cansada, nos preparamos para dormir, e assim que deitamos.
— o que você disse pra Gia?
—como assim? — me faço de desentendida, enquanto ele arqueia a sobrancelha.
— você não sabe mentir Baby, me fala de uma vez o que você disse pra Gia mudar assim de comportamento.
—eu não falei nada de mais, apenas deixei claro quem é a sua esposa e dona da palavra final de toda a reforma.
— não sabia que minha doce esposa é tão ciumenta.
— não foi só por ciúmes Christian, ela estava me tratando como se eu fosse uma qualquer, não estava me respeitando, então falei que se ela não mudasse iria ser dispensada.
— você fez bem, tem que mostrar quem está no comando, estou orgulhoso de você.
— sério? Pensei que ficaria bravo comigo.
— Jamais Anastásia, conheço Gia a um bom tempo, ela é uma boa profissional, mais como você viu, tem um lado interesseiro, ela fez parte da extensa lista de pregação do Elliot, eles ficaram por alguns meses, e ela achou que iria se casar com ele.
Porra, por essa eu não sabia, que safada. Espero que Kate não saiba disso, ou Kate vai fazer picadinho de Gia.
— por essa eu não esperava, não sabia que ela estava tentando ser parte da família Grey.
— mais não se preocupe, o Elliot não gostava dela, na verdade ele nunca tinha levado nenhuma mulher a sério, a não ser a trituradora de bolas.
Começo a sorri como uma doida, pelo jeito essas picuinhas dos dois vai durar ainda mais tempo.
—não fale assim da Kate, ela é assim mesmo. Com o tempo você vai gostar dela.
— acho isso impossível baby, pois ela é louca, mais olhando bem, você é a única coisa que temos em comum, amamos você.
— então, por mim, tentem se dá bem, por favor- peço a ele.
— não sei baby, mais agora vamos dormir, meus três amores precisam descansar.
Concordo com ele e logo estou dormindo, ainda bem que amanhã é sábado e eu não trabalho.
Acordo no dia seguinte com o sol batendo em meu rosto, tento dormir mais um pouco, mais parece que meus pequenos não querem que eu fique mais tempo na cama, então saio e vou para o banheiro, Christian não está dormindo, como sempre, ele não costuma dormir até mais tarde.
Faço minhas necessidades, escovo os dentes e em seguida tomo um banho bem relaxante.
Depois saio do banheiro e me visto, com cuidado, descobri as escadas e não vejo Christian na sala, ele deve estar no escritório, depois eu vou falar com ele.
Vou para a cozinha e vejo Gail, com sua enorme barriga de quase nove meses.
Assim como Suzana está lá fazendo o café da manhã.
— bom dia- falo.
— bom dia.
— Gail, não era pra você está descansando?
— não estou fazendo nenhum esforço, só não estava conseguindo ficar deitada na cama.
—tudo bem, sei como é isso, e como está esse meninão?
—grande e muito pesado- sorri enquanto carinhosamente alisa seu ventre, Gail merece essa felicidade.
— o que a Senhora vai querer para o café da manhã?- Suzana me perguntou enquanto eu me sento.
—panquecas, ovos mexidos e suco de laranja.
—claro, irei preparar em um minuto- eu concordo com ela, e me viro para Gail
—Gail, você viu o Christian hoje?
—ele tomou café da manhã e depois foi para o escritório com o Jason.
—imaginei que era isso mesmo.
Não demora e Suzana está servindo meu café da manhã, e eu como em uma velocidade incrível, não estou me reconhecendo nos últimos meses, meu apetite está parecendo com o de um animal.
Enquanto eu estou comendo fico conversando com Gail.
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Agora estamos na casa de Grace e Carrick, sentados no enorme jardim que eles tem.
— então querida, como está se sentindo?
— estou bem Grace, só estou sonolenta, mais imensamente feliz.
— pelo amor de Deus Ana, fala o sexo dos bebês- ouço Kate pedindo e começo a sorri, ela é realmente impaciente.
— não Kate, vocês só saberão na hora que eles nascerem.
— Anastásia, isso não se faz, temos o direito de saber o sexo dos nossos primeiros netos.
— desculpa Grace, mais nem você vai me convencer, será surpresa pra todos.
— e o chá de bebê quando vão fazer? — é a vez de Mia perguntar, enquanto segura a mão de Ethan, e vejo Christian quer fuzila-lo com o olhar.
— por mim não teria essas coisas, a Ana não precisa disso, eu posso comprar tudo para meus filhos.
—mais é anta mesmo, não é questão de dinheiro, é mais pelo momento, a interação de Ana com todos, ela ser paparicada, entendeu? — Kate provoca Christian, que fecha a cara pra ela.
— as meninas tem razão, o chá de bebê não é só pelo dinheiro meu filho, e um momento de distração para Ana.
— você quer fazer isso mesmo Ana?
Christian me perguntou.
— sim, vai ser divertido, por favor Christian.
— tudo bem Ana, se você quer- ele fala e Mia começa a bater palmas e logo começa a falar sem parar, por Deus, vou surtar e não vai demorar.
— tem certeza que ainda quer isso? — Christian sussurra em meu ouvido, sorrindo.
— não tem como voltar atrás- falo também sussurrando.
Minha relação com o pai do Christian aos pouco está melhorando, ele ainda se sente culpado pelo o que aconteceu, espero que com o tempo tudo mude.
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Finalmente chegou o dia do chá de bebê, e será na casa dos Grey, tudo está perfeito, Mia sabe como fazer uma festa, eu disse que queria uma festa pequena, apenas para a família e alguns amigos mais próximos, mas parece que Mia não entendeu muito bem o que eu disse, pois a casa está lotada.
— Mia não entende o significado de poucas pessoas.
Falo baixo só pra Christian ouvir.
— eu tentei evitar tudo isso, mais vocês não quiseram.
—isso, joga mesmo na cara.
—não estou jogando na sua cara baby, jamais faria isso- ele se aproxima mais um pouco e beija minha testa.
— não dá pra fugir? — pergunto desanimada ao vê tantas pessoas, sendo que não conheço a maioria.
— não baby, mesmo não querendo iremos ficar até o final da festa.
Cruzo os braços em sinal de desagrado pelo que ouvi, mais Christian apenas sorri.
Christian fica mais um pouco comigo, mas depois ele sai, vai falar com Carrick, logo vejo minha mãe se aproximar.
— a festa está linda querida.
— está sim, Mia realmente sabe como fazer uma festa.
— disso não tenho dúvida, mais você está realmente se sentindo bem?
— estou sim, só ansiosa pra ver meus pequenos comigo.
— Sei como é filha, também fiquei assim quando estava grávida de você, mais como são gêmeos creio que não irá até os nove meses certo?
— sim, mesmo essa sendo a minha vontade, a cada dia fica mais difícil pra mim, e como Christian é super protetor já está falando em marcar a cesárea.
— se os bebês tem como viver fora do seu ventre, não sei o porquê você ficar demorando tanto para fazer a cesárea.
— só quero ter certeza que eles vão ficar bem.
— eles vão, confie. Christian não iria fazer nada que pudesse machucar vocês- fala alisando meu ventre, enquanto eu sorrio, pois sei que minha mãe tem razão, Christian não faria nada de errado para os nossos filhos.
Continuamos na festa e vejo que uma das amigas da Mia, a tal de Lili não para de me encarar e me olhar com superioridade, assim como algumas outras das convidadas, e isso já está me deixando bastante desconfortável.
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Estamos aqui na maternidade, para conhecermos o filho da Gail e de Taylor, que nasceu no início da tarde, e de uma cesárea, já que ele estava atravessado.
Pelo que Christian me contou, Taylor está radiante.
Finalmente podemos entrar e vejo que Gail está segurando um pequeno pacote azul.
Então eu me aproximo dela e com cuidado, ela está radiante.
—Gail, como você está?
— estou bem, um pouco dolorida mais estou bem, tudo passou quando vi meu pequeno.
Olho para o pequeno, e ele é lindo.
— ele é muito lindo Gail.
—parabéns aos dois- Christian fala.
— obrigado Senhor Grey- os dois falam juntos.
— e como é o nome dele? — eu perguntei a Gail.
— é Mateus — Gail responde sorrindo.
— é um lindo nome, para um lindo bebê, posso pegá-lo?
— claro que sim Ana- sorrio e pego Mateus, beijo sua testinha sentindo seu cheirinho de bebê.
— oi Mateus, aqui é a tia Ana, você é muito lindo, e logo logo seus dois amigos vão estar aqui com a gente.
Fico mais alguns minutos com Mateus em meus braços, mas depois o entrego para Gail.
Depois de alguns minutos vamos embora.
— é a primeira vez que vejo Taylor sorrindo- comento.
— realmente, ele não é de demonstrar o que sente.
— é... Eu percebi isso- falo olhando pra ele, que está dirigindo.
Depois que chegamos em casa, vou tomar banho para depois jantar.
Depois que jantamos, fomos deitar.
—então, vamos escolher os nomes dos nossos filhos? — Christian me pergunta.
— sim, alguma sugestão?
— pra ser sincero, não.
— nem algum nome que você gosta? — pergunto.
— eu gosto de Theodore, é o nome do meu avô.
— lindo nome Christian.
Ficamos conversando sobre mais nomes, mas não chegamos a nenhuma conclusão.
— assim está difícil Christian.
—realmente, mas eu não quero que nossos pequenos sofram por causa da nossa escolha.
Ele tem razão, até que tenho uma ideia.
— acho que já sei um dos nomes.
— e qual é?
— o que você acha de Theodore Raymond?
Ele fica pensando por alguns minutos, ai já estou começando a achar que ele não gostou.
— eu amei meu amor, perfeito.
Solto um suspiro de alívio, fico feliz que ele tenha gostado.
— por um instante pensei que não tinha gostado.
Ele sorri e me abraça, e fica alisando meu ventre.
— agora falta escolher o nome do nosso outro pequeno.
— verdade, o que você acha de Christopher?
— perfeito, então os nomes serão -Theodore Raymond e Christopher- falo feliz, agora já sei o nome daqueles que são meus maiores amores.
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As semanas seguintes foram bem corridas, Gail voltou pra casa, Taylor trouxe Sophie para passar uns dias com eles e o Mateus, que é um fofo.
A reforma da nossa casa está praticamente pronta, só falta alguns poucos detalhes e nos mudaremos para nossa casa, e espero que seja antes dos babys nascerem.
Ultimamente estou sofrendo bastante, já que os gêmeos estão me deixando com falta de ar, e me impossibilitando de dormir direito.
E isso está deixando Christian mais maluco que o normal, bastante preocupado, mais nem posso falar nada, não quero arrumar confusão por causa disso.
—porque está me olhando assim?
Pergunto a ele, enquanto estamos assistindo um filme.
—assim como? — devolve a pergunta.
— com cara de quem está muito bravo comigo.
— porque estou muito bravo com você Anastásia, porque você às vezes é tão teimosa assim?
— só porque eu quero que meus filhos fiquem mais um pouco dentro de mim?
— exatamente, poxa baby, você está com dificuldades até pra andar, eles estão bem, se não estivessem eu não iria sugerir a cesárea, e você sabe disso, por favor vamos fazer essa cesárea, eu não aguento vê você sentir dor.
Ele fala e está certo, ele não iria fazer nada para me prejudicar ou aos nossos filhos, e é por isso que eu o amo, e acho que ele está certo, nossos filhos já estão prontos, não irão correr riscos aqui fora.
— está bem, você tem razão, vamos marcar a cirurgia.
Falo e ele sorri e em seguida me abraça.
— obrigado por isso baby, irei ligar agora mesmo para a Dra. Greene.
Eu apenas concordo, e ele então liga para a médica falando, depois de alguns minutos ele desligou e falou que a cesárea foi marcada para daqui a dois dias.
É as horas seguintes foram passando e a minha ansiedade mão diminuía, pelo contrário, saber que em pouco tempo meus filhos estarão em meus braços me deixa com medo.
E agora estou aqui no quarto da maternidade esperando a Dra. Greene para começar a me preparar, todos da família estão aqui, mais os únicos que estão conseguindo me acalmar são minha mãe e o Christian.
— vai ficar tudo bem filha, em pouco tempo você estará com seus filhos nos braços.
— estou com medo mãe.
— não precisa ter medo filha, vai ficar tudo bem- fala e beija meu rosto.
— é baby, não precisa ter medo, você não estará sozinha.
Concordo com a cabeça, e logo a médica e uma enfermeira aparecem, todos se despedem de mim, e assim a médica começa a fazer seu trabalho.
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Agora estou aqui em um centro cirúrgico, com o coração bastante acelerado e a ansiedade a mil, em minutos meus pequenos estarão comigo.
— está preparada Anastásia?
— sim — falo com a voz baixa.
Christian me dá um beijo na testa e isso acaba me tranquilizando.
Os minutos seguintes parecem ser os mais longos da minha vida, mais logo ouço o chorinho do meu pequeno Teddy.
E as lágrimas descem do meu rosto.
— o papai gostaria de cortar o cordão umbilical?
— sim- Christian fala e vai parar onde a enfermeira está e, minutos depois ouço mais um chorinho, agora do meu pequeno Christopher, e Christian mais uma vez corta o cordão umbilical, depois ele volta para onde estou.
— eles sai lindos meu amor, obrigado por isso.
— quero ver eles.
— tenha mais um pouco de calma, as enfermeiras estão cuidando deles.
E mesmo contrariada eu concordo com ele, mais não demora e logo levam eles para que eu os veja, e Christian tem razão, eles são lindos, choro de felicidade, eu não poderia ser mais feliz que isso, meu sonho foi realizado e em dose dupla, não posso pedi mais nada, só tenho que agradecer.
— amo vocês meus amores.
— e eu a vocês, obrigado por isso Ana.
Não fico mais tempo com eles, pois logo são levados para a incubadora, mais já sinto falta deles.
Depois que terminam de me arrumar sou levada para o quarto, e Christian foi se trocar e avisar a todos que eles nasceram.
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