50 Tons Diferentes 2º temporada
13 Capítulo 13
Notas iniciais
POV Amy
Abro os olhos devagar. Ana ainda dorme do meu lado, olho em volta e vejo que Christian está sentado em uma cadeira já de terno me olhando.
—Bom dia. Dormiu bem? — pergunta enquanto me analisa. Penso na pergunta, tive uns sonhos estranhos. Com pessoas me dizendo para ficar longe ou algo assim, mas não lembro bem.
—Até que sim. Que horas são ? — pergunto preocupada, ele olha no relógio rolex super caro provavelmente.
—6:30, você ainda pode dormir mais um pouco — fala e eu pulo da cama e corro até a mochila.
—caramba estou atrasada. Eu já deveria estar no trabalho — falo e tiro uma calça jeans e uma camisa de manga. Olho para ele enquanto vou ao banheiro — Eu entro às 6 já estou atrasada. Eu nunca me atraso e a minha chefe ideia atrasos, será que tem algum ônibus que passa lá perto?
—Não se preocupe eu te levo. Se troque e te espero lá embaixo — diz se levantando depois que vê que estou apurada e não vou mudar de ideia.
—Muito obrigado — falo e fecho a porta do banheiro. Troco de roupa, calço o tênis e escovo os dentes, saio do e vejo Ana olhando confusa em volta.
—Bom dia querida, onde vai tão cedo?- pergunta sem entender o porque já estou vestida. Me aproximo dela enquanto guardo as coisas na bolsa.
—Vou trabalhar e já estou mega atrasada e eu nunca me atraso — falo e me abaixo perto dela e beijo sua bochecha. Me afasto e a olho sorrindo -Eu sempre quis fazer isso.
—Tem certeza que quer ir? Você pode tirar uma folga — fala meio chateada, acho que está com medo de eu me distanciar.
—Eu tenho que ir, amo o meu trabalho e tenho que ter dinheiro para comer no fim do mês — falo e ela franze a testa. Droga — Mas eu volto se quiser, quero dizer. Não sei o que vocês estão pensando, é muita coisa de uma vez só né?
—Eu adoraria que você passasse um tempo aqui. Poderia trazer algumas coisas, ou todas as suas coisas — fala e eu semicerro os olhos.
—Está me chamando para morar aqui? — pergunto para ter certeza de que entendi.
—Sim, se você quiser claro. Poderíamos nos aproximar — diz e acaricia meu rosto, sorri e a abraço.
—Eu irei pensar tá bom. Mas prometo que não irei me afastar, a não ser que vocês queiram — falo e sorrio quando ela faz careta.
—Jamais iríamos querer isso — diz com total certeza. Então seus olhos azuis me perfuram — você vem hoje à noite?
—Eu irei ver como estão as coisas por lá. Tenho que ir em casa também, se não a Cristina me mata. Mas tentarei vir sim — digo e ela concorda com a cabeça.
—Ok. Bom trabalho então querida — diz ela e eu me levanto.
—Xau Ana até depois — digo e ela aperta a boca quando a chamo assim. Será que quer que eu já a chame de mãe? Tem dois minutos que nos reencontramos de novo, preciso de tempo para absorver tudo.
Topo com Phoebe na escada, ela está com um uniforme da escola é uma mochila, o cabelo solto em ondas é uma maquiagem leve no rosto com um gloss rosa claro.
—Bom dia Amy — diz quando me vê e franze a testa — quero dizer Amélia, desculpa.
—Pode me chamar de Amy, não tem problema Phoebe — falo sorrindo. Ela sorri também, uau é linda — cuidado vai causar uma bagunça na escola.
—Ué, por que? — pergunta confusa enquanto descemos as escadas.
—Vestida assim, os rapazes vão voar em cima de você — falo e ela semicerra os olhos.
—Ah não — fala.
—o que? — pergunto.
—você também não, já não fmalta o papai e o Teddy — fala e eu rio dela.
—Ok então posso ser sua cúmplice se quiser, mas é segredo em — falo e ela sorri. Então faz algo que eu não esperava, se joga em mim e me abraça. Ela é um pouco mais alta que eu, alguns centímetros.
—Obrigado por voltar, e por dar uma chance a nos. Você está devolvendo algo que eu nem sabia que faltava aqui, acho que é a minha irmã que faltava — fala e eu fico emocionada, ela ainda nem existia e acabou sofrendo com a minha ausência também. Sorrio de volta incapaz de falar algo, para minha sorte Christian aparece no pé da escada.
—Prontas? — pergunta para nós. Phoebe me olha e sorri.
—Sim papai — diz e desce as escadas. Ele olha para ela e franze o senho e aperta a boca numa linha fina e tenho certeza que é por que constatou o mesmo que eu. Ela está linda.
Ele pede para Taylor nos levar primeiro ao Seattle Grace. Fico olhando as mensagens no celular enquanto vamos,tem varias de Derek e Cristina desesperados.
—Você quer que eu passe para te pegar no fim do expediente? — ele pergunta, olho para ele que parece ansioso. Phoebe está alheia com os fones de ouvido.
—Não precisa. Geralmente não temos uma hora exata para sair e não farei você ficar me esperando- falo.
—Não me importo em esperar- fala seguro de si. Encaro os olhos cinzas iguais aos meus.
—Não precisa. Não se preocupe eu tenho que ir em casa e resolver as minhas coisas, entende? — falo sem graça e ele parece ficar triste quando vê que provavelmente não voltarei hoje a noite.
—Tudo bem. Só por favor, sei que não é justo pedir mas farei mesmo assim. Não suma — diz e segura minha mão conforme o carro para na entrada do hospital.
—Não irei, eu prometo. Mas agora tenho que ir — falo e me aproximo dele e beijo sua bochecha o pegando desprevenido, Rio da cara dele quando me afasto — Bom trabalho, Xau Phoebe. Xau Taylor.
—Xau Amy, até depois — diz sorrindo, como está do outro lado só nos despedimos verbalmente.
Desço e automaticamente atraio olhares, caminho em direção a entrada e passo meu crachá. Corro até o vestuário e coloco o unissex, quando abaixo a camisa dou de cara com Cristina. Que me olha com raiva, espero as palavras cruéis dela mas ela só fica me encarando e então pula em cima de mim me sufocando num abraço. Ela se afasta e seus olhos castanhos me fuzilam.
—Você está bem? Devemos planejar a morte do Shepherd? Você sabe que é a minha pessoa né, eu faria qualquer coisa por você m, droga Amy eu te encorajei a ficar com ele. Acreditei que ele não iria te machucar...- seguro sua mãos e a olho e então interrompo.
—Não foi ele Cris, sou eu. A culpa foi minha, ele não fez nada — falo e ela olha sem entender e então resolvo contar a ela — contei a ele sobre meu Tio ou seja lá que ele era. E foi demais para ele entende? Mas está tudo bem eu já esperava isso.
—Que cretino, não se trata só dos sentimentos dele- fala indignada. E continua me olhando — e onde você se meteu?
—É uma longa história, depois te conto. Agora tenho que encontrar a Bailey e tentar explicar minha ausência ontem e o atraso hoje — suspiro.
—O Shepherd já providenciou isso, não se preocupe. Ele disse que você estava com infecção intestinal e não saia do vaso — fala e eu quando franzo a testa.
—Porra e não tinha desculpa melhor?- falo enquanto pego o esteto, carimbo, caneta e bloco de notas. Vamos em direção a saída é ela ri de mim.
—Não se esqueça. Diarreia — diz e me empurra.
—Ei — falo quando ela caminha pelo corredor.
Vou até a emergência e me encontro com minha chefe, ela me olha de cima a baixo.
—Caramba Whiters você está um caco — fala, nossa to com a cara tão ruim assim?
—Obrigado chefe — digo sem graça.
—Está melhor? — pergunta em avaliando e se aproxima e coloca a mão na minha testa.
—Sim bem melhor — falo e a olho — tem alguma coisa pra mim?
—Sim, o Dr Shepherd pediu você hoje, então a serviço dele — fala simplesmente. Ela pega um prontuário e me olha me encorand-Que está esperando? Andando! Ele está na tomografia com um paciente.
—Não tem outro médico para me colocar Dra Bailey? — peço na esperança. Merda vai ser difícil encara-lo depois de tudo.
—Algum problema? Por acaso tem problemas com ele? Relações pessoas estão interferindo no trabalho? Por que se tiver eu terei que reportar ao RH — fala irritada, estou atrapalhando ela.
—Nenhum problema Dra. Já estou indo — falo e me viro — caminho devagar em direção a tomografia, por que será que ele quer que eu trabalhe com ele hoje. Droga isso que dá transar com o chefe, eu deveria ter sido mais esperta.
Quando estou quase chegando vejo a porta abrir e ele sai de lá com uns exames nas mãos. Está lindo com o unissex azul escuro de Staff que são os médicos titulares. Diferente de mim que uso um azul claro, dos residentes. Ele usa o jaleco branco por cima com o esteto no pescoço e o cabelo penteado, está lindo de matar uma. O cabelo ondulado preto não muito curto mas também não grande demais, mordo o lábio apreciando a vista até que ele se vira e me vê. Parece que sentiu a minha presença.
Derek me avalia de cima a baixo, parece cansado e muito preocupado. Ele vem até mim a passos rápidos. Fico esperando até ele chegar perto.
—Dr Shepherd, a Dra Bailey me disse que pediu meus serviços hoje. Então estou aqui, o que quer que eu faça? — falo e ele me olha seus olhos azuis me perfuram até que desvio o olhar.
—vem comigo — diz sério e caminha pelo corredor passando por mim, bom dia também. Pensó enquanto encaro as costas dele. Ele vai até um quarto de descanso e abre a porta e faz sinal para que eu entre, sei que não adianta fazer cena aqui fora então entro sem revidar. Me viro para a porta enquanto ouço que ele tranca e no segundo seguinte ele está em cima de mim me sufocando num abraço, tem um cheiro tão bom. Mas eu resisto e não o abraço de volta, fico estática no lugar com os braços ao longo do corpo. Ele se afasta e me olha ferido, isso mexe comigo.
—Como você está? Eu estava tão preocupado, não faça mais isso comigo — diz e segura meu rosto com as duas mãos e cola a testa na minha.
—estou bem, será que da para irmos trabalhar? — pergunto séria e ele me olha sem entender.
—nós temos que conversar. Amy eu senti muito a sua falta — diz e eu fico com raiva.
—Sentiu merda nenhuma, mas sabe eu não te culpo por ter me deixado lá, eu já estou acostumada com as pessoas me deixando. Não sei por que te deixei se aproximar de mim, mas acabou essa palhaçada ok? Estou te livrando, não precisa ficar com pena nem com remorso. Só siga a sua vida — falo e ele franze a testa.
—Você não pode terminar comigo assim porra. Eu amo você Amélia, foi um choque para mim toda aquela conversa e eu vacilei eu sei tá bom. Mas eu voltei assim que me dei conta, mas você não estava lá e nem me deu a chance de me explicar. Eu não vou deixar você acabar com o que nós temos assim fácil, vamos superar isso — fala convicto. Queria tanto ter esperanças mas eu só o machucaria. Fecho os olhos com força.
—Por favor não faça isso. Eu só vou te machucar mais e mais. O defeito sou eu, você não entende? Olha so para aquela família eu acabei com eles, não vou fazer isso com você também. Na verdade eu estou começando a achar que se eu não existir seria tudo melhor para a vida de todo mundo — falo e sinto lágrimas nos olhos. Ele aperta os olhos preocupado e se aproxima e me segura pela cintura.
—Olha bem para mim Amélia Whiters — diz sério e eu olho para os olhos dele, que me encaram com amor — Não diga nunca mais uma besteira dessas ouviu. Todos nos iríamos sofrer muito mais se você fizesse uma besteira dessas, tire isso da cabeça. Eu estou aqui com você, e como eu disse antes essa é você com seu passado e tudo e eu te amo demais. Te conheço a pouco tempo mas acho que não sou capaz de viver sem você, então eu te peço. Ou melhor eu te imploro, não acabe com a gente assim. Se você sente alguma coisa por mim, me dê mais uma chance por favor.
Fico encarando esse homem que me não quer desistir de mim. O que eu devo fazer? Eu sei que provavelmente irei machucar ele. Por que eles não entendem isso? Eu estou tão confusa e além do mais tenho certeza que na cama ele não me olharia nem me trataria do mesmo jeito. Pensando nisso eu me afasto e o olho que fica confuso sem entende o que estou fazendo.
—Abaixe as calças — ordeno e ele fica ainda mais confuso.
—O que ? — fala sem entender. Olho para e cruzo os braços.
—Vamos abaixe as calças, quero ver se me ama tanto assim. Se não vai me olhar com aquele olhar de pena como se eu fosse um cão sofrido que caiu da mudança enquanto a gente fode — falo simplesmente e ele parece indignado.
—Que merda é essa Amélia? Não vou tranzar com você aqui, a gente nem terminou de conversar. E não julgue meus sentimentos dessa maneira, não é justo porra — fala e sei que cutuquei a onça. Mas estou com mais raiva.
—Ok Dr Shepherd, já que pelo jeito terminamos aqui será que dá para trabalharmos? — pergunto mudando de assunto.
—essa conversa não acabou ouviu? -fala com raiva e se vira, quando está destrancando a porta ele me olha — prepare o paciente no 212, temos uma cirurgia para daqui uma hora. Um meningioma.
Dito isso ele se vira e sai com raiva sem nem olhar para trás. Idiota.
Vou até o quarto do paciente e o preparo para a cirurgia. Depois vou até a enfermaria e pego o prontuário e faço algumas anotações enquanto vou até um computador revisar algumas coisas do procedimento para estar preparada o máximo possível. Assim que término vou para o centro cirúrgico, quando estou me lavando Derek entra com cara de poucos amigos e começa a lavar as mãos sem nem me olhar.
—Desculpa — falo e ele me olha, vejo que ele muda um pouco a expressão. Mas tenta se manter sério.
—Aqui não é o lugar. Foco no paciente- fala e terminamos e vamos para a sala.
Me visto e coloco as luvas estéreis, me aproximo do paciente que se remexe ansioso.
—Acalme-se Sr Norman, o senhor está nas mãos da melhor equipe — falo tentando tranquiliza-lo e ele sorri para mim. Tem ao redor de uns 59 anos.
—Obrigado linda, se eu morrer diga a minha mulher eu amo — fala e eu discordo.
—O senhor mesmo terá que dizer. Agora vamos anestesiar o senhor ok? Conte até 10 – falo e ele começa a contar enquanto o enfermeiro injeta o anestésico, ele chega até o 7 antes de apagar.
—Pronto pessoal, vamos lá. Esse é um ótimo dia para salvar vidas — Derek fala sua frase tradicional e sorrio por baixo da máscara é sexy para caramba. Ele me olha — Dra Whiters entube ele e prepare para abrir o crânio.
—Sério? Quero dizer sim senhor — falo quando ele semicerra os olhos.
—você está pronta para algo assim? Sabe que tem que tomar cuidado com a broca né, se furar demais perfura o cérebro — diz e sei que está no modo cirurgião.
—Sim senhor estou pronta. Totalmente — falo e vou até o paciente e o entubo. Depois disso eu olho pra o instrumentador. O campo cirúrgico está todo preparado e esterilizado, tudo pronto.
—Bisturi — peço enquanto estendo a mão , repasando o procedimento na cabeça. Abrir o couro cabeludo. Chegar ao osso, abrir sem ferir o cérebro e abrir as meninges. Dar espaço para o Derek. Faço tudo tentando o máximo possível fazer tudo direito e acho que consigo por que ele só me observa de perto, as vezes me ajudando me dizendo até onde ir.
—Isso, agora com muita calma, foi muito bem até agora Dra — fala e apoia a mão na minha me ajudando com a broca. Olho para ele quando sinto uma onda de eletricidade mesmo através das luvas. Ele me olha de volta e acho que está sentindo o mesmo.
Continuamos o procedimento e término minha parte com êxito, que orgulho de mim, até que gosto da neuro. Dou espaço para ele trabalhar e fico do lado olhando tudo, ele me mostra como fazer e explica tudo, me falando algumas variáveis que não tem nos livros. Esse cara é um gênio.
—Se daria muito bem na neuro. Já decidiu em que vai se especializar? — fala e me olha.
—Gosto da neuro e da neonatologia. Estou pensando ainda, falo desviando o olhar.
—Ótimo, então já que está pensando. Termine de disecar o outro lado do tumor, tente não pegar nenhum vaso por favor — fala e me extende os instrumentos.
Olho em volta indignada mas todos parecem concordar que sou capaz.
—Tudo bem — falo e assumo o lugar dele. Faço tudo com o maior cuidado do mundo — uau o cérebro é lindo né?
—Com certeza. Essa é a melhor parte olha — fala quando estou perto de terminar. Coloco um clip na última atería e depois respiro fundo antes de cortar. Feito, nada de sangramento fora do normal — perfeito Dra. Quantas vezes já fez isso?
—É a primeira Dr Shepherd — falo sorrindo. E ele me olha com orgulho.
—Parabéns isso mostra que você nasceu para isso — diz certo disso. Droga acho que estou com tesao.
Terminamos o procedimento e ele me deixa fechar e tudo. Depois de feito ele me pergunta o que deve ser feito e eu passo as ordens de medicamentos para as enfermeiras e outras indicações.
Saímos do centro cirúrgico e vamos para o lavatório. Olho para ele enquanto lavamos as mãos, ele me encara e sorri.
—Obrigado, aquilo foi incrível- falo sincera e ele Sorri.
—De nada você foi perfeita- diz e me encara obsceno.
—acho que estou até excitada isso é estranho? — falo na dúvida e ele solta uma gargalhada, então se aproxima ficando perto demais quando termina de lavar as mãos ao mesmo tempo que eu.
—Quer que eu de um jeito? — fala sedutor e eu passo os braços ao redor do pescoço dele, deixo todos os problemas de lado depois resolvemos isso.
—Por favor se não eu terei que pedir a ajuda de outra pessoa — falo e ele segura meu queixo me fazendo olhar pra ele, está puto de ciúmes.
—Nunca, você é minha. Exclusivamente minha, não vai dar o que é meu pra outro — diz e então se afasta e me puxa pela mão.
Ele caminha rápido pelos corredores, então me leva par um que está fazio, me empurra na parede e me beija. Me aperto nele, abrindo a boca para dar espaço para ele explorar a minha e gemo. Coloco a mão na nuca dele e puxo os fios o fazendo suspirar. Ele se aperta contra mim e o sinto duro na minha barriga enquanto suas mãos apertam minha cintura. Ele se afasta um pouco e abre a porta do dormitório. Entra e tranca então me olha e vê que já estou abaixando a calça. seus olhos se escurecem. E ele se aproxima.
—Vou te mostrar como meu corpo ainda reage ao seu, se você tem alguma dúvida. Me desculpe mas vou pular as preliminares — diz enquanto tira a camisa e a calça junto com os tenis. Faço o mesmo e concordo com ele, nada de preliminar, preciso dele dentro de mim. Ele pega uma camisinha na carteira já sabendo que eu não faço sem e se aproxima.
Ele me empurra na cama de solteiro e cai em cima de mim. Sua boca ataca a minha de novo, uau isso é demais.
Ele se afasta e tira a cueca, a ereção completamente pronta. Com o líquido pré ejaculatório na ponta, lambo os lábios e coloco a mão e aperto num movimento de vai e vem. Ele me olha depois que abre a camisinha e fecha os olhos. Está do joelhos entre minha pernas e eu já tirei a calcinha.
—Se continuar com isso eu vou gozar antes de fazermos qualquer coisa- fala baixo.
—Desculpe — falo e sorrio tarada quando tiro a mão. Passo as mãos no peitoral enquanto ele coloca a camisinha — você é gato demais, que porra.
—Olhe a boca Amy — me repreende enquanto termina e se deita em cima de mim. Ele sorri para mim enquanto se guia até a minha entrada e sem nenhuma cerimônia entra com tudo. Rápido e duro e já está se movendo.
Jogo a cabeça para trás e gemo, seguro os braços dele tentando me estabilizar por que a sensação é tão boa que já estou quase gozando.
—Shiii silencio, não queremos ser intrometidos — fala enquanto diminui a velocidade. Abro os olhos e o olho — sempre pronta baby.
—Não para droga, vai rápido estou quase lá — falo e ele sorri.
—você é linda — diz e passa uma mão no meu seio direito e aperta. Uau gemo de novo dessa vez mais baixo- Tudo bem?
—Sim com você sempre — falo sincera e ele parece gostar da resposta. Ele se preocupou comigo, nossa.
Ele interrompe meus pensamentos com um beijo avassalador e começa a meter com força e rápido de novo. Subo rápido e gozo me apertando nele, enquanto ele me beija. Sinto ele aumentar de tamanho e logo e geme e o sinto pulsar, chegando a própria liberação. Foi demais. Ficamos uns minutos assim de olhos fechados até que ele se afasta e sai de mim e me levanta enquanto se deita de Costas já que a cama é pequena e deito em cima dele, enquanto ele tira a camisinha e amarra jogando no chão. Começo a rir e levanto a cabeça apoiando queixo no peito dele que me olha tentando entender.
—Qual a graça? — pergunta enquanto coloca um fio do meu cabelo atrás da orelha.
—nós somos a graça- falo e sorrio, beijo o peito dele e me levanto. Começo a vestir a roupa enquAnto ele se senta na cama e faz o mesmo.
—onde vai assim tão rápido ? — fala meio ofendido.
—estamos no trabalho Derek, se alguém não nos ouviu logo vão dar falta — falo como se fosse óbvio. Ele me olha em concordância.
—você quer jantar comigo hoje? Podemos terminar a nossa conversa — fala e eu o encaro.
—Eu disse que estava te liberando e falei serio. Se quiser tranzar a gente continua assim, eu só não sei se suportaria te machucar mais — falo e parece que o pego de surpresa. Ele se levanta terminando de colocar a camisa, e se aproxima de mim colocando as mãos no meu rosto.
—Você não me machucou Amor. Eu fiquei triste sim, mas a culpa não foi sua. Nunca foi e eu espero nunca topar com o desgraçado, se não eu não seria capaz de me controlar — fala e deposita beijo nos meus lábios e se afasta — por favor não faça isso com a gente vamos sair pra jantar e conversamos. Podemos dar um jeito nisso, eu sou paciente.
—Tudo bem eu vou — falo e ele me olha os olhos brilhando.
—sério? — diz igual criança.
—não adianta né? Não consigo ficar longe de você. E espero que tudo o que disse seja verdade e prometo que tentarei não te machucar — falo sincera e ele me abraça.
—Obrigado amor — diz e me levanta me rodando no ar. Solto um gritinho rindo e ele me coloca no chão quando o pager começa a tocar. Ele pega e olha.
—Ao trabalho baby — diz e me beija e então incorpora o modo cirurgião e pega as coisas guardando nos bolsos. Então pega a camisinha, no chão e joga no lixo. Depois de enrolar em papel.
Ele sorri para mim e abre a porta e sai na frente.
—Te espero na emergência — diz e sorri. Ele sai e eu termino de me arrumar. Amarro o cabelo de novo e saio. Indo em direção a emergência sem nem olhar para trás.
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