50 Tons De Sombras
7 Joguinhos
Notas iniciais
Eu não tinha pensado em juntar logo o casal.
Mas a pedido de vocês, ali estão.
A partir desse capítulos, as coisas vão esquentar. E muito.
-Anastásia – ele soa magoado – Eu jamais iria pedir para você tirar nosso filho. Pelo amor de Deus, Ana! Eu não sou um monstro!
-Você estava muito zangado – defendo-me – E você foi ver aquela mulher.
-Elena é passado. Quantas vezes vou ter que repetir? – ele esta furioso.
-Não sei Christian – respondo furiosa também – Talvez ate que ela entenda e deixe de ter vontade de te pagar um boquete – fico vermelha.
-Você é absurda as vezes – ele esta muito irritado – Quando chegarmos em casa, prometo que lhe contarei tudo que aconteceu naquela noite.
-Não quero ouvir, Christian! – grito – Sempre que você a coloca na mesma frase que agente, da briga.
-Tudo bem – ele levanta as mãos, num gesto apaziguador – Nunca mais falaremos sobre isso. Mas quero deixar bem claro, que ela não chegou perto de mim ou do meu brinquedinho – ele ri.
-Acho bom – rosno. Minha deusa interior esta se arrancando os cabelos de felicidade, sem perceber sorrio.
-Agora, posso voltar a chama-la de Sra. Grey? – pergunta enquanto me puxa para seu colo.
-Talvez – Ted chuta forte. Tudo bem filho, vamos perdoar o papai, talvez ele não seja uma causa perdida.
-Talvez mais pra sim ou mais pra não? – sussurra em meu ouvido.
-Talvez mais pra sim – fui derrotada, não consigo viver sem o meu cinquenta tons.
-Eu amo você – ele morde meu pescoço – Vocês – se corrige.
Sorrio feito uma criança que acabou de ganhar seu presente de natal, se bem que Christian é melhor que qualquer presente de natal. O clima entre nós dois esquenta. Christian desce sua mão para baixo do meu vestido, procurando meu sexo e eu gemo. Ele acaricia minha parte mais sensível, aqui, no carro, com Taylor dirigindo a nossa frente. Quero me afastar, agora sou uma mulher de negócios, não posso me permitir esse tipo de trepada sacana, mas meu corpo me trai. Minhas pernas se flexionam para frente, prontas para receber os dedos de Christian, que logo estão dentre de mim. Sem conseguir aguentar, desprendo o cinto e pulo em seu colo, pegando-o desprevenido.
-Taylor, encoste – ordena.
-O Sr. Quer que eu espero? – Taylor é muito profissional, mas não consegue segurar um sorriso.
-Não Taylor – Christian me tira de seu colo e sai do carro – Pode ir.
Fico pasma, aonde vamos? Christian me conduz por um beco escuro, apesar de ser dia. Sem esperar, ele abre sua calça e parte para cima de mim. Não quero discutir. Que seja num beco sujo mesmo, a luz do dia e provavelmente seremos vistos, mas dane-se, eu estou com meu cinquenta tons, e eu o quero. Agora. Sem cerimonia, Christian se mete dentro de mim e eu enrolo minhas pernas ao redor da sua cintura. Bem-vindo Greyzinho, senti saudades. Cravo minhas unhas nas coxas de Christian, ele geme alto, puxando meu cabelo. Ele me preenche por completo, beija meu pescoço, goza e recomeça tudo de novo. Eu amo esse homem. Depois de mais de uma hora dessa atividade, Christian me solta.
- Jesus, Ana! – ele passa a mão pelos cabelos – Eu nunca quis tanto alguém.
-Também amo você Grey – resmungo.
- Eu amo você, Sra. Grey. – ele ri, e me puxa para si – Isso que eu chamo de trepada sacana.
-Com certeza – passo a mãos pelos seus braços – Você esta todo arranhado. – murmuro em desaprovação. Hipócrita! Meu subconsciente briga comigo, foi você quem fez!
-Amo esses arranhões – sussurra ao morder meu lábio inferior – Amo ainda mais quem os fez.
-Sr. Grey – me afasto – Acho melhor irmos para casa. Não queremos dar um espetáculo gratuito para ninguém, certo?
-Casa? – ele passa a mão no queixo. S.E.X.Y – Vai ser uma noite longa, Sra. Grey.
-Oh – faço cara de inocente – Eu realmente espero que seja Grey – passo lentamente a língua em seus lábios e ele morde. Gemo feliz, mas me afasto. Chega de show na rua. Vamos pra casa. Christian chama Taylor que aparece rapidamente. Morta de cansada deito no colo de Christian e cochilo.
Em meu sonho, Christian esta embalando Ted no colo. Estou sentada assistindo esse delicioso espetáculo, meu marido e meu filho. Ted passa as mãozinhas no rosto de Christian que fecha os olhos para saborear o momento. Meu marido e meu filho. Não existe nada mais lindo nesse mundo, sou a mulher mais feliz de todas. Ted escapa do colo de Christian e corre pelo gramado da minha casa, procurando-me. Estou prestes a levantar, quando ela aparece. Elena. Ted para de correr e Christian se vira para nos encarar. Quero gritar, brigar e mata-la, mas não consigo me mexer, estou paralisada. Ela estende os braços para Ted, que recusa imediatamente. Fico feliz com a atitude do meu garoto, mas Elena não desiste e o agarra. Corro até eles, mas braços me envolvem, impedindo-me de chegar perto. Desesperada, viro-me, tentando me libertar e dou de cara com Christian, mas não é o meu Christian, é um Christian diferente, sombrio e vazio. Ele se inclina e murmura em meu ouvido: “Não se preocupe, ela ensinara tudo ao nosso filho, assim como ela fez comigo, ela será uma boa Dominadora”. Fito-o sem acreditar no que me diz, grito, chuto, esperneio, mas nada acontece, Christian me mantem imóvel, enquanto Elena leva meu filho, meu garoto. Ele chora, enquanto acena em despedida para mim. Meus olhos se enchem de lagrimas.
-Não! – grito, tentando me libertar.
-Ana! – Christian me segura firmemente – Pare. Já acabou. Esta tudo bem.
-Ela p levou – choramingo em seu colo – Você a deixou.
-Se acalme – murmura acariciando meu cabelo – Conte-me seu sonho.
Hesitante, conto todo meu sonho. Christian arregala os olhos, e balança a cabeça varias vezes, sem acreditar no que digo. Continuo com esse choro irracional ate que ele me puxa do seu colo para fora do carro e vamos para sua casa. Ele não desgruda de mim, guiando-me pelos corredores. Levo um susto quando entro. Oh! Eu realmente tinha esquecido como era o gigantesco apartamento. A Sra. Jones vem nos receber, ela chora ao me ver, me abraça e volta para cozinha preparar algo para comermos.
-Ana – Christian me puxa escada acima – Sobre o seu sonho, quero que veja algo. – ele me conduz ate uma porta toda azul claro – Não importa quantas vezes eu lhe dissesse que jamais deixaria algo acontecer de mal a esta criança, você não acreditaria, e com razão. Prometi lhe proteger, e deixei você ir se encontrar com aquele filho da puta do Hyde.
-Oh – levo um susto – Afinal, o que aconteceu?
-Elizabeth confessou tudo – murmurou triste – Hyde foi preso e condenado. Vocês estão seguros – ele acaricia minha barriga – Agora venha.
Quando Christian abre a porta tenho vontade de joga-lo no chão ali mesmo e fazer amor com ele. O quarto é todo decorado para bebe, num tom de azul claro, completo. Berço, roupeiro, banheira, roupinhas, sapatinhos, terno infantil, tudo, é completo. Meu Christian, meu cinquenta tons estava pensando no nosso bebe esse tempo todo, não consigo segurar a emoção e choro. Fui idiota, ele ama nosso filho, tudo foi culpa da minha insegurança, poderíamos estar juntos, cuidando do nosso filho. Theodore chuta forte minha barriga, irritado, e Christian me leva até a cama de casal ao lado do berço. Sem tirar o braço da minha cintura, ele me deita em seu colo, como se eu fosse a criança e me abraça forte.
-Desculpa – digo entre lagrimas.
-Não, meu amor – ele beija meu cabelo – Eu que peço desculpas. Jamais deveria ter te abandonado sozinha. Se eu não fosse esse idiota que sou, nada disso teria acontecido.
-Eu te amo – choramingo.
-Eu sei – ri – Mas eu te amo mais.
-E agora? – será que conseguimos voltar a ser como antes? Fingir que nada aconteceu?
-Agora, Sra. Grey – ele me endireita para que eu possa olhar para ele – Vamos ser uma família. Não podemos fingir que nada aconteceu, mas podemos seguir em frente. – ele olha para o quarto – Podemos sair daqui. Vamos morar em outro lugar, um lugar mais feliz, onde possamos criar nosso filho.
-Não podemos – enxugo as lagrimas – Tenho que cuidar da empresa, e você tem a sua empresa.
-Empresa? – ele bufa em descrença – Desde que você me deixou eu não olho para minha empresa. Ros deve estar cuidando e tudo.
-Christian! – desaprovo totalmente – Talvez você queira saber Sr. Grey, mas as ações da Grey Enterprise Holdings caíram cerca de 70%!
-O que?! – seus olhos se arregalam.
-Jesus, Christian – levanto e começo andar no quarto – Você não tem checado o mercado de ações?
-Não – admite – Não consegui pensar em nada esses últimos meses.
-Já recebi duas propostas pela sua empresa – comento.
-Serio? – ele ri – Não seria nada mal se você fosse á dona.
-Sem brincadeiras Grey! – caminho até ele e me ajoelho ao seu lado – A situação é seria Christian, você precisa resolver!
-Eu prometo que vou – ele se inclina e me beija.
O clima entre nos dois esquenta. Christian já esta sem camisa e desabotoa a calça. Sem esperar tiro meu vestido e o agarro, sedenta por seus lábios. Sem me importar que estamos no quarto do bebe, termino de tirar sua calça e jogo no chão, Christian faz uma longa trilha de beijos pela minha barriga, sem deixar de me acariciar com suas mãos. Ele tira minha calcinha e amarra minhas mãos. Opa! Isso não Grey!
-Christian! – ameaço.
-Você me desobedeceu no hospital – ele ri com a boca em meu umbigo – Agora tem que pagar.
Ele desliza sua boca para baixo do meu umbigo e percebo suas intenções. Não! Contorço-me embaixo dele, louca pelo prazer que esta por vir, em desaprovação ele da um tapa na minha bunda, fazendo-me gritar. Pobre Sra. Jones tem que presenciar tantas coisas. Habilmente ele passa a língua pelos meus pelos púbicos, fazendo-me tremer. Sensualmente ele desce ate achar meu sexo, sua língua hábil faz círculos em volta do meu clitóris, fazendo-me gritar. Ele continua com essa deliciosa tortura um longo tempo, até que me solta e se enfia dentro de mim.
-Você. É. Minha – rosna em meu ouvido.
-Sua – concordo sem folego.
-Goze para mim amor – ele geme
Entrego-me a essa maravilhosa sensação, deixando que ele me conduza ate o paraíso. Christian chega ao clímax um pouco depois de mim, metendo mais uma vez e saindo.
-Você é a minha morta Ana – ele geme.
-Ted dormiu – aviso.
-Oh – ele me olha excitado – Isso é muito, muito bom Sra. Grey.
E recomeçamos novamente nossas brincadeiras.
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