Notas iniciais
Meninas, a pedido, fiz um bônus.
Queria agradecer muito por vocês terem lido a minha fic, acompanhado até hoje.
Quero agradecer mais ainda a Stefania que recomendou a minha fic.
Muito obrigado a todos vocês.

PS: Quero sugestões para a minha próxima história

-Seria ótimo mais um né? – Christian acaricia minhas costas.

-Não posso me dar esse luxo Christian – me aproximo dele e seus pelos acariciam meu rosto – Eu quero, mas da ultima vez eu quase morri no parte e não posso deixar Ted.

-Baby, aquilo foi diferente – ele puxa as cobertas – Eu realmente queria mais um filho.

-Mais para frente talvez – estou quase adormecendo.

-Eu te amo – ele beija meu rosto.

-Aham – resmungo já inconsciente. Semanas se passam e Christian não toca mais nesse assunto.

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-Mama – Ted está por cima de mim.

-Oi querido – digo sonolenta.

-Vamos levantar mamãe – Christian está brincando com Ted na cama.

-Já vou – me viro e durmo de novo. Ted e Christian ri da minha preguiça e sou obrigada a levantar.

-Sra. Grey – Gail vem me receber na cozinha – Gostaria de algo em especial para comer?

-Não – percebo que Christian não está na cozinha – Ted, onde está o papai?

-Papa – ele franze o cenho, igual a Christian – aio.

-Gail? – tento.

-Escritório Sra. Grey – ela serve Ted e põe um prato de panquecas a minha frente.

-O papai está trabalhando filho? – sorrio carinhosamente para ele.

-Aio – suspira e começa a comer a salada de frutas que Gail fez.

-Quer ajuda? – ofereço.

-Não – oh, ele é tão mandão e dependente como o pai.

-Sra. Grey – Gail me chama – Está ruim?

-Desculpe? – ah, eu não comi ainda – Oh, esqueci Gail.

Antes que o garfo chegue a minha boca sinto meu estômago se contrair com o cheiro, eca! Forço o garfo para dentro, obrigando meus dentes a trabalharem, mas foi um erro. A comida volta da mesma forma que entrou, tento desesperadamente chegar até a janela, mas não consigo. Ted me olha apavorado, enquanto Gail segura o meu cabelo. Só pode ser brincadeira ou Christian tem um santo muito forte! Gail me ajuda a levantar, oferecendo-se para chamar Christian, mas recuso, deve ser alarme falso. Corro escada acima, muito tonta e caio de cara na entrada da porta. Puta que pariu, espero que Christian não tenha visto isso! Que vergonha! Pego meu telefone e digito o numero da Dra. Greene.

-Anastásia? – ela atende no primeiro toque.

-Quando uma mulher sabe que está gravida? – pergunto sem pensar.

-Tontura, enjoo e atraso menstrual – responde séria. – Tudo bem?

-Merda – praguejo – Eu não estou controlando meu período menstrual Dra. Greene.

-Teve enjoo?

-E tontura – acrescento.

-Faça um teste de farmácia Anastásia – sugere.

-Claro! – droga, como eu não lembrei disso antes? – Muito obrigada Dra. Greene

Corro até o banheiro e puxo alguns testes de gravidez. Nervosa, faço todos, não querendo olhar de imediato o resultado. Jogo os testes dentro da pia e fico encarando-os, inacreditável. Pego um dos testes e sento na cama, observando a cor azul tomar conta do visor. Sei o quanto Christian quer um filho, mas agora realmente não era o momento, Ted é muito novo, eu não aproveitei quase nada do meu filho. Tremula desço as escadas e vou até o escritório de Christian, lembrando da sua expressão a última vez que eu contei sobre a gravidez. Paro em frente á porta, tentando manter a calma. Toc Toc. Entro sem esperar sua resposta.

-Ros só um momento – Ele vira a cadeira para me olhar – Anastásia, tudo bem?

-Sim – ofego – Assim que você terminar, podemos conversar?

-Claro, só um instante – ele pega o telefone – Ros, te ligo depois.

-Christian não – tento argumentar, mas já é tarde, ele desliga – Eu posso esperar sabia?

-Baby, você sempre primeiro – ele se inclina para frente, hora da verdade – O que aconteceu?

Contorno a mesa e sento em seu colo, ah, que perfume delicioso. Christian não diz nada, apenas permite que eu o abrace e me afunde nele.

-Christian – choro – Eu…

-Ana – ele me aperta – Qual é o problema? Por favor me diz.

-Eu… — respiro fundo, tentando organizar meus pensamentos – Estou grávida. – ele fica em silêncio. Puta merda! Ele só estava brincando, ele nunca quis mais filhos.

-Repete – sua voz tem um tom diferente, mas não sei o que é.

-Estou grávida – choro em seu colo.

-Ana – ele me senta em seu colo para poder me olhar – Por que está chorando? Essa é a melhor noticia que eu recebi hoje!

-Eu… Eu achei que você ia… Eu – não consigo organizar meus pensamentos.

Que eu fosse ficar brabo? – ele ri – Anastásia, eu quero mais mil filhos!

-Só esse está bom Grey – finjo reprovação.

-Já sabe que sexo é? – pergunta empolgado.

-Não – respondo sinceramente – Descobri á pouco tempo.

-Então pode ser alarme falso? – sua expressão se desfaz.

-Venha – salto de seu colo e levo-o até o quarto. Christian parece não entender o objetivo do passeio, mas prende a respiração assim que chega á pia do banheiro. Fico ao seu lado, sem saber o que falar, ele pega teste por teste e confere o resultado.

-Diga – ordena.

-Estou grávida! – respondo.

-Meu Deus Ana – ele me abraça forte – Eu vou ser pai!

-Vai – digo sem fôlego. Christian corre para baixo, arrastando-me com ele e sai para fora.

-Christian entre! – que droga, ele vai ficar doente – Christian está chovendo!

-EU VOU SER PAI! – grita feliz.

-Seu bobo – me junto a ele no banho de chuva – Nós vamos ser pais.

-Ah Ana – ele me agarra – Você me faz o homem mais feliz do mundo.

-Querido não – Gail segura Ted para ele não se molhar.

-Vamos entrar – Puxo Christian para dentro.

-Sr. e Sra. Grey meus parabéns – Gail vem nos receber. Ted está brabo por ter ficado fora da comemoração.

- Mama – ele me abraçou irritado.

-Eu sei meu amor – beijo seu cabelo cheiroso – Mas você ia ficar doente. Outro dia talvez.

-Sra. Grey – Christian me estende uma toalha. – A Sra. Também vai ficar doente.

-Culpa sua Sr. Grey – brinco beijando seu rosto molhado.

-Eu te amo tanto – ele me abraça.

-Ama – Ted se enfia no meio de nós dois, se molhando com a nossa roupa.

-Ama – repito, puxando-o para o meu colo.

-Ama – Christian beija nosso filho.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!