50 Tons De Escuridão - Princípios Da Igualdade

4 Capítulo 3 -> Quase Malhação De Sábado


Notas iniciais
gente sei q esta uma merda mas esse foi so pra n ficar sem postar pq essa é minha semana de prova
Enjoy...

– Pai? Alguém em casa? – Grito quando chego do treino de futebol. Mais um dia cansativo, porém esses dias sempre me deixam realizado por quase não estar em casa e ter que presenciar a família ridícula que mora na mesma.


Ouço gritos e gemidos do andar de baixo, pensei que não tinha ninguém em casa... Deve ser a “maravilhosa” esposa de meu pai o traindo com algum amigo dele ou dela. Subo para meu quarto, tomo um banho e rapidamente adormeço.



Quando acordo, levanto afobado notando a presença de uma pessoa sentada em minha poltrona. Franzo o cenho em dúvida... O que aquela vadia estava fazendo em meu quarto?



– O que está fazendo aqui? – Sou grosso e direto.



– Ah... Dam, como você é difícil... – Sorri zombeteira.



– O que quer dizer? – Pergunto confuso.



– Por que não gosta de mim? – Se aproxima da minha cama sentando-se na ponta da mesma.



– Por que você é uma vadia desleal e imprestável.



– E você fica uma delícia com raiva. – Coloca a mão em minha panturrilha subindo para minha perna e coxa. – Gostoso... – Geme com a mão em minha virilha. Quando percebi aonde ela queria chegar, puxo sua mão bruscamente e levanto da cama.



– Sai! – Ordeno apontando a direção da porta.



– Você sabe como foi difícil segurar isso por todos esses anos? – Ela revela e cada vez, fico mais confuso. – Você era o garoto mais bonito que já conheci e hoje, vendo você assim com 12 anos... – Mais um gemido.



– Eu não estou entendendo nada, Anastasia. – Ela cada vez mais se aproximava de mim e eu recuava. – O que quer com isso? – Vi que tinha outra pessoa no quarto... Era meu irmão que compartilhava o seu sorriso assustador.



– Você... – Ela soltou um sorriso diabólico que me assustou e logo depois eu não via nada além de um borrão preto...



(***)



Suado, ofegante e amedrontado era como eu estava... Em minha cama jazia uma enorme poça de suor devido a meu enorme e terrível pesadelo. Eles nunca eram coerentes e muito menos cronológicos. Sempre significavam alguma coisa ruim e indevida.



Dormi muito mal depois do pesadelo. Meu BlackBerry desperta às seis horas da manhã e eu como um homem inabalável, finjo que minha noite foi tão boa como meu dia de sábado será, frequentando a academia pela manhã. Esses últimos dias resumiram-se em trabalho e tensão sexual, todos divididos com minha mais nova e gostosa sócia, da qual está presente em quase todos meus sonhos e devaneios pervertidos.



Comi pouco, me surpreendendo já que isso raramente acontecia. Tinha um apetite insaciável, em todos os sentidos. Quando se tratava de comida, o desperdício me deixava irado. Se as pessoas tivessem passado fome na infância como eu, não estragariam aquilo que é necessário para manter seu corpo devidamente saudável e saciado.



Chego à academia e rapidamente estou em minha sala especial para luta. Bato uma... Duas... Três vezes... Descontando naquele saco grosso cheio de espuma, todas as minhas chatices e frustrações diárias. Estou tão absorto que não percebo a presença de alguém até ser interrompido por um toque em meu ombro.



– Olá, senhor Salvatore. – Sorri debochada a figura morena à minha frente.



– Srª. Gilbert? – Franzo o cenho ainda duvidando de que ela esteja mesmo ali, ou que seja apenas um fruto de minha fértil imaginação.



– Em pessoa. – Sorri presunçosa. – O que faz aqui em pleno sábado?



– Que coincidência, pois estou com a mesma pergunta presa em minha garganta.



– Eu... – Gagueja como se estivesse sendo culpada de algo. – Perguntei primeiro. – Desconversa.



– Eu malho para tirar o peso que o estresse e o cansaço faz em mim durante a semana e, é claro, ficar em forma. – Sorrio orgulhoso.



– Claro...



– E você?



– Eu o que? – Pergunta confusa.



– O que faz aqui?



– Ah... A mesma coisa sabe... Ficar em forma... – Não me convenceu, mais decido deixar para lá.



– Sei... Agora, se me der licença... – Faço menção de voltar ao que estava fazendo antes de ser interrompido.



– Está tentando se livra de mim? – Pergunta com certo divertimento em sua voz.



– Claro que não, é que... É... – O que esta mulher faz comigo? Também me pergunto isso, afinal, Damon Salvatore nunca gagueja ou se sente encurralado como você está agora...



– É? – Me incentiva a continuar fazendo um gesto com as mãos.



– É que estou ocupado sabe... – Aponto para o saco de luta que jaze pendurado em um lastre da sala.



– Posso me juntar a você? – Sorri angelicalmente. Pude jurar que vi um resquício de malícia em sua voz.



– C-claro. – Droga! – Praguejo mentalmente por ter gaguejado outra vez. Oh, a Senhora desconcentra Damon quer ficar junta a mim?... Interessante...



– Então vamos lá. – Passa a minha frente rebolando segura de que mexe comigo... Certa, porque mexe... E muito!



– Você coloca essas luvas aqui. – Dei para ela luvas apropriadas para a luta. Postei-me a sua frente com as mãos posicionadas para luta, pronta para socar qualquer coisa que estivesse à minha frente. – Pronta?



– Já nasci pronta. – Começamos com golpes lentos, mas rapidamente já estávamos tentando socar um ao outro. Tinha que admitir que ela, era boa no que fazia. Queria saber em que mais ela era boa... Foi com esse pensamento que fui parar no chão, abaixo de uma Elena que me olhava com clara malícia. – Oh, você se distraiu foi? – Perguntou sorridente.



– Devo admitir que um pouco, do contrário não estaria nessas condições.



– Claro... Temos um homem orgulhoso e que não sabe perder aqui.



– Exatamente.



– Não quando se está comigo, bebê. – Lambeu sensualmente meu lábio inferior.



– O que está fazendo? – Gemi.



– Não é perceptível? Estou te provocando. – Desce beijos por meu pescoço. – Sabe... Sempre quis provar esse pedacinho de carne... Senti o gosto do seu pescoço... Hum... É delicioso... – Gemeu.



– Elena, para! – lembrei-me do terrível pesadelo que tive pela manhã. Os toques ousados, os beijos calorosos... Coisas da qual detestava e tinha péssimas recordações.



– Por quê? – Perguntou claramente frustrada. – Não sou desejável?



– Não em cima de mim... Eu que comando aqui, baby. – Subi por cima dela e a beijei demonstrando o claro desejo que nutria por ela. Minhas mãos eram ousadas e luxuriosas. Elas percorriam todo o seu corpo, explorando e aproveitando-se das curvas bem feitas e torneadas.



– Ah... Dam... – Gemeu entregue. Estava preste a me livrar de suas roupas, quando meu telefone toca estridentemente interrompendo nosso “quase sexo”. Solto um gemido frustrado levantando de seu colo quente e suado.



– Desculpe tenho que atender. – Me desculpo com a gostosa que me fita com desejo.



– Claro. – Sorri sarcástica e deixa a sala carregando com si minha sanidade.


Notas finais
XOXO