50 Tons De Cinza: Escola Da Sedução

11 Capitulo 11 - Quarto da diversão


Notas iniciais
Gente me desculpem a demora, é que não deu pra eu escrever e postar este capitulo. Queria uma parceira para me ajudar com os capítulos. Se tiver alguém interessado ente em contato comigo... (lehsteele@gmail.com)

Quando ele abriu a porta, eu levei um susto. Era um quarto todo vermelho, tinha uma cama de casal bem grande com lençóis vermelhos de seda, uns espelhos espalhados pelas paredes e no teto, e uns objetos de sadomasoquismo.

— Você por acaso é um psicopata Christian Grey? — Perguntei ironicamente tentando disfarçar meu medo.

— Não, mas eu preciso te explicar uma coisa Ana.

— Olha Christian, eu não quero saber de mais nada — Eu disse saindo de perto dele — Pra mim você ainda é um psicopata.

— Já disse que não sou! — Ele disse ficando na minha frente, impedindo a passagem — Eu só quero te explicar. Será que eu posso?

Respirei fundo, ainda estava com medo, mas eu não queria sair dali, não queria sair de perto dele.

— Pode — Respondi e ele me levou até o sofá para conversarmos.

— Anastasia, a gente tem que estabelecer algumas regras entre a nossa... “Relação” — Ele falou com certo receio, me olhando seriamente — Eu não quero envolver nenhum sentimento, nenhum compromisso.

“Okay, ele só quer se aproveitar de mim.”

— Como assim? — Perguntei ficando já um pouco nervosa.

— Nossa Relação tem que só ser sexo e mais nada. Nada de ciúmes, nada de cobrança.

Eu o amo e ele faz isso? Okay ele não sabe que eu o amo, mas também nem vai saber.

— E tem algumas regras que eu tenho que te falar — Ele se levantou e segurou minha mão me levando para o quarto vermelho.

Eu estava quieta, só querendo saber aonde aquilo ia dar.

— Você tem que fazer tudo que eu quiser na hora do sexo — Ele disse me puxando para dentro do quarto — Você tem que ser a submissa!

— Christian, olha eu sei que hoje a gente ficou juntos e tal, mas eu não vou ser nada disso — Ele trancou a porta com nós lá dentro do quarto — Você é doido!

— Ah Anastasia, eu sou sim doido — Ele foi se aproximando mais — Eu sou doido por você... — Ele disse chegando mais perto e me beijando ferozmente.

Eu não queria ficar ali, mas o desejo falou mais alto, e eu queria estar com ele, estar mais perto sentindo ele, o cheiro dele.

Ele continuou me beijando e me encostou na porta do quarto, desceu suas mãos ao zíper do meu vestido e o abriu. Parou de me beijar, me olhou nos olhos e desceu as alças do vestido, fazendo-o cair no chão, deixando meus seios a mostra. Só estava de calcinha e ele ainda estava vestido. Queria muito ver o que se escondia embaixo daquelas roupas, queria ver e sentir seus músculos fortes.

Ele ainda estava me beijando, e quando eu ia colocar minhas mãos na camisa dele para tira-la ele parou de me beijar, deu um sorrisinho sacana e me disse:

— Eu que mando aqui princesa — Pegou minhas mãos e colocou sobre o alto da minha cabeça as prendendo com a mão esquerda, enquanto a sua outra mão estava apertando meus seios e depois descendo para minha virilha.

Ele desceu a mão até minha calcinha de renda e a puxou forte, rasgando-a.

“Ahhhh não, minha calcinha favorita!”

Ele deu um sorriso, e depois colocou dois dedo na minha vagina.

— Ahhh! — Solto um gemido baixinho enquanto ele ainda me masturbava.

Ele ficou naquilo por pouco tempo depois soltou minhas mãos, me beijou e foi me conduzindo até a grande cama de casal, me deitando nela.

Eu tinha tirado minha sapatilha. Aquela foi a primeira vez que eu estava completamente exposta para um homem, fiquei com um pouco de vergonha, mas já tinha passado. Grey estava me observando o olhar, ele finalmente tirou a camiseta, mostrando aquele peitoral e abdômen definidos.

“Uau!”

Ele foi até uma gaveta de uma cômoda e tirou uma gravata cinza. Veio até mim.

— Vamos começar! — Ele disse no meu ouvido, pegando minhas mãos e colocando de novo sobre a minha cabeça enquanto estava deitada, ele as juntou e as prendeu com a gravata.

— Christian! — Protestei, fiquei um pouco incomodada em não poder reagir a nada com as mãos presas.

— Calma Ana, você vai gostar — Ele disse em meu ouvido.

Saiu de cima de mim e tirou a calça, ficando apenas de cueca. O olhei de cima a baixo e mordi os lábios desejando-o.

— Ahhh Anastasia, você não sabe a minha vontade de te fuder quando você faz isso! — Ele disse ficando em cima de mim e olhando em meu olhos.

— Isso o que? — Finji de desentendida e mordi os lábios novamente para provoca-lo.

Ele me beijou ferozmente, apertando meu seio com força.

Soltei um gemidinho enquanto ele ainda acariciava meu seio.

Christian, estava me deixando cada vez mais excitada, cada vez com mais vontade e desejo de te-lo dentro de mim novamente. Ele começou a beijar meu pescoço e depois foi descendo, chegando em meus seios. Começou a chupar o esquerdo, apalpar o direito e apertar meu mamilo rígido, doia mas eu estava achando aquilo puro êxtase.

Ele continuou a descer seu beijos sobre meu corpo, passando pela barriga e dando leves mordinhas, até chegar na minha vagina.

Quando chegou lá, ele olhou minha reação de puro prazer e deu uma risadinha, e logo depois começou a me chupar.

— Porra! Como isso é gostoso! — Falei alto sem me dar conta de que ele tinha ouvido.

— A senhorita tem a boca suja na hora do sexo? — Ele perguntou parando de me chupar pra me olhar.

— Desculpe, mas é que você é tão bom com a língua professor — Disse mordendo os lábios.

— Ah Ana, Ana, Ana, você quer que eu meta logo né?

Balancei a cabeça dizendo sim e ele continuo a fazer o que estava fazendo.

Ele passava a língua quente e molhada na minha vagina, com movimentos de vai e vem, mordia levemente meu clitóris e colocava o dedo na minha vagina.

Parou de fazer sexo oral em mim, se levantou e tirou a cueca, mostrando-o seu pênis que já estava bem duro e pulsante!

Voltou para cama, abriu minhas pernas e se encaixou perfeitamente para começarmos o sexo.

Grey, me penetrou indo de vagar no começo e fazendo movimentos mais rápidos e fortes.

— Grey! — Gemo enquanto ele mete me olhando.

Ele me beija e começa a fazer mais de vagar.

— Você. É. Muito. Gostosa — murmura ele, cada palavra um staccato.

Ele olhou nos seus olhos, gemi mais e mais chamando seu nome, eu estava quase gozando, e ele estava adorando ver a minha cara de prazer.

— Hummmmm está gostando é? — Ele pergunta, e fico mais excitada com sua pergunta.

— Eu estou adorando professor! — Ele continua metendo mais calmamente e eu gozo nele.

— Ahhh Ana! — Ele geme em meu ouvido.

Ele sai de dentro de mim e me coloca de quatro, me deixando com o rosto mais próximo do colchão e com a bunda “virada para cima”.

Ele passa a mão nas minhas nádegas apalpando-as.

— Que bunda gostosa! — Ele da um tapa leve, mas que pude sentir o ardor logo depois.

Ele se posicionou e me penetrou. Senti sua penetração ir mais fundo.

“Porra!!!”

Cada estocada que ele dava, era cada vez mais forte, mas gostoso, mais prazeroso e cada vez eu gemia mais.

Depois de um tempo ele me virou novamente e começa a meter mais, o rosto dele estava sério... Aquela cara me deixava mais excitada ainda. Logo depois ele saiu de dentro de mim e gozou na minha barriga.

— Ahhhh — Ele solta um gemido, cai ao meu lado e me desamarra.

Não tenho reação e fico lá na mesma posição que ele olhando para o teto e vendo nossos reflexos no espelho do teto.

— Aqui é seu quarto? — Pergunto quebrando o silêncio e me limpando com um lenço que tinha ao lado da cama grande.

Ele da um sorriso e fala:

— Não, eu não levo nenhuma mulher para meu quarto.

— Porque não?

— Porque é aqui o quarto da diversão — Ele se vira e me da um selinho e logo se levanta.

Christian e eu nos vestimos, e depois ele me levou até a porta de entrada da sua casa subterrânea. Ele observa para ver se tem alguém no corredor e me diz:

— Pode ir Ana — Ele me da um último beijo e aperta minha bunda, antes deu ir.

— Tchau prof — Fala dando uma risadinha.

Cara eu não estava acreditando que eu vim para escola para estudar sobre a peça e acabo fazendo isso com meu professor sexy de matemática, e meus pais pensando que eu que eu vim estudar.

— Srta. Steele? — Ouço a voz do diretor Malawer.

“Merda!”

— Sim? — Pergunto a ele me virando.

A sala do diretor era no mesmo corredor da casa do Grey, porém a casa dele era bem distante de lá, mas não sei se o diretor me viu.

— Pensei que você já tinha ido embora.

— Ah é que... É que, eu me esqueci de um casaquinho branco que eu tinha deixado no teatro — Falei dando um sorrisinho pra não demonstrar meu nervosismo — Aí eu voltei para pega-lo, mas já vou indo embora.

— Hn, então tudo bem, bom final de semana — Ele disse indo em direção a casa do Grey, e eu fui saindo da escola. Espero que ele não desconfie de nada.

Tenho que contar para a Kate!

Pego meu celular e disco o número dela.

— Fala doida?! — Kate diz do outro lado da linha.

— Kate, preciso te dizer uma coisa! Onde você está?

— Estou em casa fazendo faxina, que coisa que você quer me dizer?

— Só da para falar pessoalmente, posso passar aí?

— Sim, vou te esperar no ponto de ônibus perto da minha casa, okay?

— Okay — Desligo o telefone e vou para o ponto de ônibus.

... ENQUANTO ISSO NA CASA DO GREY ...

Christian ouve alguém bater na porta de sua casa.

Quando ele abre o diretor Malawer, entra sem ser convidado.

— Hey, acho que você deveria pedir para poder entrar né! — Christian diz fechando a porta.

— Mas que porra Grey! — O diretor se exalta falando alto — Você disse que não ia ter nada com a Srta. Steele!

— Eu não tenho nada com ela, só estou a ensinando matemática Thomas.

— Christian, eu vi ela vindo dessa direção, e eu a vi mais cedo com um chupão no pescoço, e você sempre deixa sua marca quando está com alguma submissa — Ele disse pegando uma cerveja na geladeira do Grey — Acha que eu não me lembro quando nós faziamos a mesma coisa com as mulheres?

— Olha Thomas, eu estou pegando ela mesmo, e você não tem nada a ver com isso certo? — Grey disse se sentando e colocando os pés sobre a mesinha de madeira — A vida é minha e eu faço o que eu quiser, não preciso de ninguém a controlando!

— Certo Christian, mas a Anastasia ainda é menor de idade e se os pais dela saberem disso, eu não quero nem ver o que vai acontecer com você — Continuou — E outra o professor Bochner, veio conversar comigo pela sua atitude hoje mais cedo no teatro, que historia é aquela? Além de estar fazendo a Srta. Steele de submissa, agora está querendo a controlar em tudo?

— Ela vai fazer dezoito na semana que vem, e os pais delas não vão saber, e mesmo se souberem a vida é dela e quando ela fazer dezoito anos vai poder fazer o que bem entender! — Ele se levantou e foi pegar uma cerveja também — Aquele baitola acha que pode mandar, eu sei que a Anastasia precisava de notas porque é bolsista, mas agora que ela está comigo não precisa disso, eu estou a ensinando matemática e ela não precisa se destrair com matérias inferiores — Continuou — Ah Thomas, você conhece muito bem as minhas regras, se ela agora é minha submissa, ela tem que fazer tudo que eu mandar.

— Christian, você acha que vai viver disso para sempre né. Cara esquece seu passado e viva o agora, pare de ficar nessa de ter suas submissas, isso pode até virar um vício.

— Obrigado pelo conselho Thomas, mas eu estou muito bem assim — Ele caminhou até a porta e abriu — Agora se você me der licença tenho muito trabalho a fazer.

Thomas, saiu balançando a cabeça em sinal de negativo sem concordar com o Grey e foi embora.

... ENQUANTO ISSO NO PONTO DE ÔNIBUS ...

— Demorou! — Kate disse pra mim assim que cheguei.

— E aí o que você tem a me dizer? — Ela perguntou enquanto caminhamos até sua casa.

— Quando chegarmos eu te conto, porque se você tiver em pé, você vai cair de costas! — Disse andando mais alguns metros e logo chegamos em sua casa.

Entramos e fomos para o quarto dela.

— Pronto Ana, já estamos aqui, eu estou sentada e estou morrendo de curiosidade para saber do que se trata! — Kate disse ansiosa para saber da novidade.

— Okay, mas promete que não vai falar pra ninguém?

— Prometo, agora diz isso logo menina!

— Eu transei com o Christian Grey! — Falei de uma vez pra ela.

Kate arregalou os olhos e se engasgou quando ia falar. Dei uns tapinhas na sua costa e ela disse:

— Como é que é? Você transou com o professor de matemática?

— Sim — Contei tudo desde o começo, e ela ficou chocada com tudo.

— Anastasia Steele, você é completamente doida de aceitar esse acordo com ele. Como ele pode te propor isto!

— Bom eu não queria aceitar no começo, mas eu gosto dele muito e não quero o perder, e logo depois que a gente fez um sexo incrível na escola, não tinha como eu recusar. Eu quero ficar com ele, mas eu ainda vou conseguir inverter essa situação e vou fazer ele se apaixonar por mim e fazer tudo o que eu quiser!

— Ah claro que vai — Ela disse ironizando — Ana, para de ser besta, ele vai te usar e depois te jogar fora. Você acha que ele só fez isso com você? Eu aposto que não, e outra ele tem vinte oito anos, deve ser bem experiente e já deve ter aprendido a bloquear seus sentimentos.

— Kate, eu não sei de mais nada, só sei que eu quero ficar com ele — Pensei um pouco — Mas eu fico aqui me perguntando, porque será que ele é assim? Será que ele sofreu no casamento dele prematuro no passado? Porque se casar tão cedo assim é bem complicado, e isso demonstra que ele já amou ou se apaixonou por uma mulher, então pode ser que eu consiga fazer ele se apaixonar por mim.

— Ana, você é tão bobinha. Homens são vagabundos, só servem para nos satisfazer — Ela pegou no meu ombro — Agora que você não é mais virgem, abusa mesmo de outros caras.

— Você é doida! — Disse dando risadas — Mas e aí, como vai seu lance com o Daniel?

— Ah o Dan? — Fiz um gesto de sim com a cabeça — É como eu te disse: homens só servem para nos satisfazer. Eu só fico com ele, porque ele transa bem e tal.

— Hn, e o Rony?

— O que tem ele? — Perguntou.

Percebi que a Kate, ficou um pouco triste e incomodada com a minha pergunta.

— Você nunca mais ficou com ele?

— Ah Ana, depois que aquele cretino se aproveitou da minha inocência e da minha virgindade, ele não quis mais saber de mim, disse que não queria um trouxa apaixonada atrás dele — Ela abaixou a cabeça e ficou uns instantes calada — Mas agora eu que não quero saber dele, agora eu só quero curtir minha vida!

— Nossa que maldito amiga! — Eu disse consolando-a — Mas você está certa, vai curtir sua vida.

Ela me olhou e me deu um abraço.

— É tão bom ter uma amizade como a sua, parece até que a gente se conhece desde cedo! — Kate disse toda feliz.

— É parece mesmo — Sorri — Também gosto da sua amizade Kate.

Ficamos conversando e a Kate, preparou um lanche para comermos e depois fui para casa.

— Pai, Mãe, cheguei! — Disse entrando em casa.

Ninguém me respondeu, vi um bilhete na geladeira, preso por um imã com a forma de um morango, escrito pela letra da minha mãe.

[Querida, eu e seu pai fomos passar o sábado na casa de uns amigos do trabalho, mais tarde estaremos em casa ... Com amor, mamãe...]

“Legal, sozinha em casa? Bem que eu poderia chamar um certo professor pra cá hehe”

Mas é claro que eu não iria traze-lo aqui, vai que meus pais se esqueceram de alguma coisa aqui e decidem voltar para buscar e pega a gente no flagra, igual nos filmes... Seria bem constrangedor.

Estava exausta, subi para meu quarto e do jeito que estava cai na cama e dormi.

— Filha! Acorda! — Minha mãe me acordou, olhei no relógio, ia dar cinco horas da tarde.

— Nossa dormi muito — Disse me levantando.

— Por isso eu vim te acordar.

— Pensei que você e o pai iam chegar mais tarde.

— Seu pai ficou lá, eu voltei porque esqueci uma coisa e vim buscar. Aproveitei e deixei o jantar pronto para quando você estiver com fome comer.

“Nossa! Ainda bem que eu não chamei o Grey para minha casa!”

— Ah obrigada mãe, já já eu janto.

— Está bem filha, agora vou indo tá, beijos — Minha mãe disse saindo do meu quarto e indo embora.

Fui tomar um banho, troquei de roupa, jantei, fiz umas lições da escola e fui assistir tv. Fiquei assistindo, comendo besteiras depois do jantar e dormi novamente antes dos meus pais chegarem, aí dar meia noite.

“O professor Grey me cansou, e me deixou exausta demais!”

Meus pais chegaram, me acordaram para eu ir dormir no meu quarto.