50 Tons De Amarelo E Preto

13 Uma Proposta Irrecusável


Notas iniciais
Eu estava meio sem criatividade e saiu isso, espero que gostem

Monique P. O.V

Já estávamos na carruagem indo para o acampamento. Pensa, eu, minha mãe, meu pai, Nico, Thalia e Demeter em uma carruagem só. Quase que não consigo respirar de tão pouco espaço. Mas todos queriam vir se despedir de mim e do Nico, menos Perséfone, ela deixou muito claro que só veio por minha causa, ela e Nico não se dão muito bem, ela insiste em querer transforma-lo em flores, teve uma vez que ela o transformou em uma rosa amarela coisa que eu achei muito gay (nada contra gays e rosas amarelas) e quando eu fui tentar ajuda-lo acabei com um girassol, meu pai quase a matou por transformar os filhos dele em mato como diz ele.

Já consigo ver o acampamento de longe. Que saudade do meu amado quartinho de lá. Eu não fico no chalé junto com o Nico (privilégio concedido por ser afilhada do Senhor D.) tenho um quarto na casa grande.

Saio da carruagem quando chegamos. Ar livre finalmente! Que falta que você fez ar!

-Tchau pessoas amadas do meu coração- diz Nico e sai andando abraçado com Thalia antes da sessão mico que o Hades sempre nos faz passar, garoto esperto.

-Tchau bebe- diz ele me abraçando-me- se algum moleque mexer com você me avisa esta bem?

-Claro papai- digo revirando os olhos e vendo se não tem nenhum campista para ver esse mico.

-Coma bastante trigo esta bem? Você esta muito magrinha- diz vó Demeter e eu balanço a cabeça assentindo e revirando os olhos.

-Vou mandar flores sempre ta meu anjo- diz minha mãe me dando um abraço realmente exagerado, nossa que família emotiva!

Depois do mico das despedidas vou andando calmamente até a casa grande com uns esqueletos levando minhas malas.

-Migaaaaaaaahh- grita Drew correndo até mim e me abraçando- que saudade! Agora me conta tudo sobre você e Apolo- diz ela com alegria- e aquele negócio de não porem papel higienico no banheiro, que absurdo! Quer dizer, deuses vão ao banheiro né?

-Espera ai Drew- digo apreensiva- todo mundo já sabe desse negócio do banheiro?- ela balança a cabeça positivamente- ótimo estou morta socialmente!

-Relaxa ai amiga, mas me conta sobre Apolo!

-O que tem Apolo?

-Você e Apolo.

-Não existe eu e Apolo- triste realidade.

-Então vocês não ficaram?

-Não!- aff esse povo inventa cada coisa.

-Mas você gosta dele?

-Pode se dizer que... sim- digo envergonhada.

-Você tem que ter esse homem!- ela diz por enquanto que abro a porta do meu quarto, ainda bem que meu pai mandou uma Fúria vir arruma-lo para mim se não estaria uma zona.

-Esquece isso ta- digo por enquanto que ela se joga em cima da minha cama.

-Por que eu esqueceria?

-Porque ele é um deus- isso é obvio.

-Esquece isso Monique, Apolo é o deus mais pegavel que existe.

-Pra você que é filha de Afrodite, linda e tal pode até ser, mas para mim uma simples filha de Hades... não é tão fácil.

-Uma simples filha de Hades? Até parece, um monte de garotos aqui daria um braço por um beijo seu, tipo o chalé de Hermes inteiro e pelo visto o de Apolo também- ela diz e eu coro, nunca me vi como alguém... digamos desejavel.

-Não quero falar de Apolo- digo- vamos falar de qualquer outra coisa.

...

Se passaram dois meses desde que cheguei ao acampamento e não teve um dia sequer que eu não pensasse em Apolo, droga será que nunca vou esquece-lo? O pior é que a coisa mais mínima me lembrava a ele.

Mas também aconteceram coisas boas, tipo: eu não perdi contato com Phobos, ele é tipo muito legal mesmo! Nos falamos todos os dias (por mensagem de Iris) antes deu dormir e depois de ler O Menino Do Pijama Listrado, já li esse livro umas mil vezes e nunca me canso dele, nem da inocência de Bruno.

Certo dia Phobos me perguntou:

-E Apolo?

-Ainda penso nele, mas como eu te disse uma vez, é só um amor impossível daqui a pouco eu supero.

-Então ainda não superou?

-Não — sussurro.

-Sabe, antes eu tinha uma amiga morta- diz ele- quando eu estava como você- ele quis dizer na fossa- ela dizia Deus criou a amizade porque sabia que quando o amor machucasse ela seria a cura, é claro que eu não falei para ela que eu era um deus e ela acreditava em um Deus só e não em deuses, mas você entendeu o que eu quis dizer.

Com os olhos cheios de lagrimas eu balanço a cabeça positivamente.

-Só quero dizer, fique com suas amigas, se divirta, curta a vida, seja feliz e esqueça aquele babaca que não te merece eu sorri.

...

Mas voltando aos tempos atuais. Estou andando (desfilando para falara verdade, bom pelo menos eu acho que estou desfilando) na frente de um monte de filhos de Apolo sem camisa cortando lenha OMG! Não sabia que aqui no acampamento tinha que cortar lenha. Drew me empurra para o lado com o quadril e diz:

-Nem vem Death, essa é a minha vez de divar.

-Sai fora Drew não aguenta concorrência?- digo rindo

E nós seguimos até o chalé de Afrodite discutindo se divar divar é verbo ou não.

-Drew já falei que não é verbo- digo.

-Claro que é- teima ela.

-Então conjuga o verbo no presente.

-Esta bem então: eu divo, você diva, ele diva, nós divamos, vós divais, eles divam- diz ela, mas mesmo assim acho que não é verbo.

-Meninas!- diz um filho de Apolo que estava cortando lenha junto com outros, ele me pega pela cintura e em puxa para mais perto de si- tenho uma proposta irrecusável para vocês.

Notas finais
Então, mereço coments?