50 Tons Ainda Mais Azuis - 2ª Temporada
7 5o tons de Compromisso
Notas iniciais
Capitulo 7
50 Tons De Compromiso.
Saímos as duas dali correndo como loucas. Vegeta nos encontrou no meio do caminho. Ele perguntou se tudo estava bem. Respondi que sim, mas como eu estava ofegante, aquilo atiçou o ciumes doentio do homem.
Ele me arrancou de Chichi e melevou para um casebre situado à beira de um laguinho, na propriedade de seus pais.
— Vou mostrar o que um general romano pode fazer quando não está feliz... — ele disse.
Bem...o general romano em questão mostrou que seu nível de felicidade não havia afetado sua performace sexual. Tomei uma biaba bem dada e no capricho. Saímos cambaleando e resolvemos ir embora completar o ciclo de palmadas em casa.
Quando estávamos no carro de Vegeta, um possante Jaguar preto que só em ter sua ignição ativada parecia estar ronronando.
Pedi ansiosamente que ele me permitisse dirigir o carro.
— O quê? Meu carrinho maravilhoso? – ele perguntou chocado.
— Por favor, por favor, por favor.... — pedi e mordi o beiço.
— Já disse para você não morder os beiços porque seu gloss fica grudado nos dentes.
Limpei os dentes com o dedo indicador e conferi que a informação era verídica.
— É verdade, Vegeta. Então...posso dirigir? – eu insisti.
— Tudo bem... mas a primeira rata no meu carro e você apanha, hein?
Uiiii. Senti minha mocreia interior fazer um alongamento master dentro de mim. Muito provavelmente eu faria questão de ratear a marcha para levar umas palmadas depois.
Estávamos na rodovia, eu pilotava a máquina e apreciava o ronronar delicioso que era emitido pelo motor, quando persebi que estávamos sendo seguidos.
Olhei pelo retrovisor e vi que um fusca nos seguia a toda velocidade. Que ele pudesse atingir. Ri internamente porque pensei que com nosso possante estaríamos em vantagem. Qual não foi minha surpresa quando persebi que o fusca em questão era envenenado e mais parecia aqueles carros do filme Velozes e Furiosos, ele deu um totó na traseira do jaguar do Vegeta.
— NÃaaaooooooooooooooooo.. .— Vegeta gritou histérico. — a pintura de meu carro.... QUE DESGRAÇAAAAAAAA.
Acelerei para tirar o fusca bala da direção do carro do vegeta e soltei meu pé no pedal. Permiti que meu lado Felipe massa saísse de dentro de mim. O fusca nos seguia de perto. Era inacreditável. Aquele carro era primo ou irmão do Herbie.
Consegui fazer uma manobra rasteira e despistei o infeliz. Parei em um estacionamento deserto de uma lanchonete e Vegeta respirou aliviado. Eu ainda podia sentir a adrenalina. Minha mocréia interior estava retirando o capacete e jogando champanhe no público. Ela estava se sentindo vitoriosa no pódio.
Vegeta olhou para mim e para o banco. Novamente para mim e para o banco de novo. Num movimento repentino, meu general romano nada enrustido avançou entre o volante, de modo que estava sobre mim me dando uma catracada nada singela.
— Vegeta ...estamos num estacionamento.. .— falei excitada. (aiii como sou bandida!)
— E daí? A película serve para isso, srta. Bulma...— ele disse e suas presas falsas cravaram no meu pescocinho suado....
No dia seguinte, depois do evento cheio de adrenalina e tesão, ou melhor, tensão, eu fui para o trabalho disposta a parar de ficar apenas enviando e-mails e checando minha caixa de entrada .... (do gmail, não da outra entrada ta gente? que mentes maliciosas á de vocês... eu heinn!)
Como descobri que Vegeta estava magoado pelo fato de eu estar ignorando o Fiat 147, resolvi arriscar e utilisar o mostro cuspidor de fumaça . Estava na rodovia que dava acesso á cidade, quando a porcaria infame explodiu o motor levando a capota de tal jeito que tive que parar o carro no acostamento urgente.
— Puta que pariu!!! Ao invés dele me dar um carro decente, não... ele me dá essa porra medonha! — xinguei e esmorrei o volante. — Que saco!
Desci do carro e dei um chute mal dado no pneu, o que custou uma dor filha da puta no dedão do pé, já que eu hávia esquecido que não estava de salto alto e sim de sandália de tiras. Gritei segurando meu dedão e menos de 3 segundos depois apareci meu patrão Yancha estaciona logo atrás do fiat nojento, expurgador de poluição.
— Está com problemas, srta. Bulma. – ele perguntou ao meu lado.
— Não, Sr. Yancha. Estou super bem... veja...parei o carro aqui no acostamento para pegar um sol matinal. — respondi com ironia. — Estou me deleitando nesta fumaça maravilhosa porque descobri no google que fumaça de escapamento é um ótimo peling... -continuei.
— Certo. Então já que não precisa da minha ajuda...— ele disse se afastando.
–- Não...pelo amor de Deus!! chefe eu so estava sendo ironica. — falei com raiva.
— Quer que te deixe no trabalho, srta. Bulma. – perguntou.
— Por favor, Sr yancha. Eu apreciaria muito.
Cheguei super atrasada e com cheiro de escapamento de carro fudido. Digo, fundido. Meu chefe foi para a sala e me chamou para levar um chá em sua sala.
— Srta. Bulma, querida... você gostaria de se sentar aqui no meu colo? – perguntou descaradamente.
— Ahn... obrigada, Yancha, mas não... — não entendi que espécie de convite era aquele, mas preferi não me arriscar.
Eu estava lendo um email de Chichi e Patty quebra o barraco quando fui avisada que eu tinha visitas á minha espera.
Quando cheguei ao saguão, vi as duas ex-subs de Vegeta Gaylor folheando uma revita. As duas eram muito parecidas. Cheguei á conclusão que Vegeta tinha um sério problema em arranjar namoradas muito similares.
A louca que me acossou no chuveiro estava acompanhada de outra que não me lembrava o nome.
— Veja, Ana. Está é a guria que te falei. – Juno Allbo disse meio babando.
Anastácia olhou para ela e perguntou:
— Amiga...você está bem? Tomou seu remédio hoje?
— Sim...é só que quando vejo essa moça me dá uns calafrios e começo a ficar esquisita. — ela respondeu e saiu do transe.
— Nossa....bem...ela não é lá esse Bakugan todo, né?!— Ana falou.
— Bulma, essa é a Anastácia do ponto G... uma ex-sub do seu...ahhhnnn... dono.
— Dono? – perguntei.
— Sim...não é isso que o Vegeta é para você?
— Claro que não. Ele é meu bofe, meu namorado, meu tudo...mas meu dono? Hum hum... — respondi balançando o dedo e o pescoço, igual aquelas negras americanas nos filmes.
— Bem...o que queríamos saber é se você tem apanhado com frequência. — Ana perguntou curiosa.
— Porque?
— Só pra saber...lemos em algum lugar que você sempre curtia isso.
Puta merda. Alguém teve acesso aos meus e-mail recebidos da Lores? Não era possível. O mundo estava inseguro á beça. Arquivos sumiam do mapa. Redes inteiras eram bloqueadas e agora, meus e-mails estavam no domínio público.
Já não era segredo então que eu era uma apreciadora contumaz de leitura com temas bdsêmicos e livros de tamática sobrenatual. Minha fachada suealista de florzinha virginal estava esfacelada diante da sociedade.
Vegeta entrou como um tufào descontrolado que muito me lembrou os homens Cárpatos em seus momentos de estrece.
— Mas que caralho é esse? Eu sequer posso ficar à vontade e vocês ficam rondando minha namorada dessa forma? — ele disse puto.
— Sr. Vegeta ...só estávamos dando uma avaliada.
— Já viram e agora saiam e não se aproximem mais da minha Bulma. Ou vou arrebentar a cara de vocês.
Ouvi os gemidos das duas e imaginei que essa cena possivelmente teria sido muito apreciada pelas pilantras.
— Só queríamos que ela soubesse que sabemos de seu segredo e sabemos o que ela fez no verão passado.... Juno Allbo disse sem pressa.
Senti meu sangue gelar. Meu inconsciente ficou completamente inconsciente e desmaiado.
Minha mocreia interior estava roendo as unhas nervosa.
As duas saíram dali e bateram em retirada quando Vegeta ameaçou tirar o cinto.
— Bulma....eu não consigo viver dessa forma. Preciso estar seguro de que você nunca vá me deixar.
— O que? – perguntei nervosa.
— Vamos...quero levá-la a um lugar especial.
Saímos dali em direção ao morro mais próximo. Ali tinha uma pista de decolagem de ultra leves. Vegeta me acomodou e amarrou nos cintos, tão apertado que meu fôlego tirou férias.
— Vegeta....— tentei falar.
Ele estava conversando empolgado com o instrutor.
— Ve..ge..taaa.....— eu sentia que estava ficando roxa.
Ele olhou para mim e correu em meu socorro.
— Uau...acho que apertei um pouco demais não é mesmo?— ele tentou brincar.
— É...aa...cho....que sim....— tentei responder antes de perder os sentidos.
Quando por fim o filho da puta me liberou e pude respirar, senti uma vontade louca de dar um chute em suas partes íntimas para descontar o desconforto, mas eu também não poderia estragar o meu playground.
Depois do arranjo certeiro, nós dois saímos em pleno voo admirando a vista da cidade. Admirando o caralho. Eu estava me cagando de pavor e medo. Sentia que minha calcinha estava ´mida e com certeza não era de excitação, era mijo mesmo, devido ao medo arrebatador de sentidos.
Vegeta estava eufórico. Gritava a plenos pulmões me mandando apreciar o crepúsculo. Que porra de crepúsculo o quê! O mais próximo que eu queria chegar de um crepúsculo era assisitr á reprise do filme e admirar o Edward Cullen em silêncio.
Quando aterrissamos, Vegeta me rodopiou feliz. Aquilo foi demais para meu estômago pertubado. Corri para o matinho mais próximo e coloquei os bofes para fora.
Chamei o Raul, o Juca, o Tião...chamei todo mundo e a torcida do corinthias. Coloquei meu lado bulímico para fora e joguei todo o conteúdo de uma semana do estômago. Eu tinha problemas de digestão. Era foda. Então ,quando saiu, saiu absolutamente tudo.
— Buma Briefs...... — ele disse com pompa e se ajoelhou.
Puta merda. Eu tinha acabado de vomitar, estava pálida como um morcego, com bafo azedo do caralho e ele nem sequer me perguntava se estou bem, me oferece uma bala de halls ou me sustenta. Ele se ajoelha.
— O que foi, Vegeta .— perguntei ácida.
— Você me daria a honra de se tornar minha esposa? – ele disse ergueu suas sobrancelhas bem talhadas enigmaticamente.
Oi? Que porra era aquela? Nós tínhamos apenas um pouco mais de uma semana juntos, embora parecesse uma eternidade pelo lenga lenga de ações e eventos e fodas e surras e Blá Blá Blá Blá......
— Preciso que você fique amarrada em mim, Bulma. Que você fique completamente e totalmente viciada em estar comigo. Que aprecie sem moderação as mesmas coisas que eu. — ele disse. — Preciso que você esteja disponível para mim em todo momento e que possamos estar juntos e felizes.
— Hein? – eu estava receosa. Vegeta tinha um sério problema de controle e alguns sonhos pertubadores em algumas noites.
— Por favor...te compro tudo o que você quiser...— ele disse.
Meus olhos ganharam vida. Senti que que o clik clik de notas verdinhas deviam estar sendo nítidos ali, então fechei os olhos. O Fiat 147 ficaria na história.
— Tudo bem...eu aceito. Mas sob uma condição
Vegeta olhou para Bulma com os olhos entrecerrados.
— E qual seria?
— Casamento com partilha total e absoluta de bens. Quero um carro top de linha, roupas magníficas e viagens espalhadas por todo o planeta. Tudo o que é seu, terá que ser meu. — pensei na minha amiga Lunch e sua extravagância esbanjando dinheiro de seu bofe, o Tenchinram. Eu queria ser igual.
— Uau. Parece que você pensou bastante.— ele disse passando o dedo indicador pelos lábios ressecados.
— Veja bem...você tem muitas maldades para fazer comigo. Eu aceito. Desde que façamos algumas alteraçõe naquele contrato que eu nem seuqer li, já que eram muitas páginas. Então...eu aceito praticar atos obscuros com você, com algumas ressalvas, e você me proporciona luxo total e irrestrito. — eu disse e estava me sentido totalmente mercenária
— Okay.
Nem pude acreditar que enfim estávamos noivos e que as condições estavam aceitas.
Vegeta ligou para seu advogado e solicitou algumas coisas.
Quando chegamos ao apê, nos deparamos com toda a segurança a postos. Eu estranhei aquela muvuca, mas entrei assim mesmo.
Vegeta ficou puto porque percebeu que tinha visitantes indesejados. Juno Allbo e Anastcia do ponto G estavam lá. Completamente embriagadas e sujismundas.
Olhei para aquelas duas e sacudi minha cabeça ao mesmo tempo em que mordia os lábios com força suficiente para rachar os mesmos.
Vegeta entrou no aposento e pegou as duas pelos braços. Ele levou as duas para a lavanderia, pegou o pote de sabão em pó e colocou as duas dentro do tanque. Eu estava de olhando embasbacada. A espuma crecia mediante o volume da água que caia em torno das duas que estavam em choque.
Vegeta começou a esfregar as unhas e a pele retirando todo o cascão de Anastacia.
— Ana, quantas vezes eu já te disse que deixar de tomar banho, para tentar ficar igual ás heroínas que você tanto admira é prejudicial á sua saúde e á nossa? — ele falava enquanto jogava um balde de água fria na cabeça das duas.
— Juno ...você anda igual agora à sua amiga? – ele continuou nervoso.
Eu apenas olhava abismada àquela cena surreal. Meu namorado, noivo agora, dando um banho de esfregão nas suas ex-subs! Era um absurdo. Embora eu devesse admitir que vê-las no tanque, com aquele aspecto medonho era bem intereçante.
um banho de esfregão nas suas duas ex-subs! Era um absurdo. Embora eu devesse
As coitadas estavam completamente em choque. Embora outro balde gelado tenha amortecido o fato de estarem estáticas.
— Sr. Vegeta! Por favor! – as duas gritavam. – Nós só queríamos saber o que essa siriguela tem que nós não tivemos!
— Ela tem tudo! Ela toma banho, limpa as unhas, depila as partes íntimas e me deixa fazer depilação time.E ainda fica com os cabelos cheirosos me permitindo fazer penteados, enquanto vocês me davam um trabalho horrendo. — ele falou. — quero vocês duas fora daqui e vou instalá-las nun Spa no Tibet, com direito a horários sem comida para conscientização de vocês mesmas. E nada de ficarem me ligando ou inviando e-mail, mensagem ou o escanbau.
As duas choraram suavemente.
— Vegeta ...— eu tentei falar.
— O que? – ele gritou, mas depois percebeu que fui eu e amenizou a voz. – Sim, minha querida?
— Você não acha que um spa no Tibet é muito para elas não? – falei com uma onda de maldade.
— Vou deixá-las lá, querida.. .por um bom tempo...quando elas saírem, praticamente já terão se tornado monjas tibetanas. — ele disse.
Naquela noite, muito mais tarde, deitada nos braços suados de Vegeta, eu pensava sobre a beleza da vida. O contrato estava chegando pelo correio, onde poderíamos decidir os tópicos que seriam ou não aceitos por cada um.
Mas eu sabia que Vegeta seria só meu dali em diante. Eu estaria rivalizando muito em breve com a Lunch e sua fortuna desmedida.
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