5 segundos para o verão

1 Capítulo Único : 5 segundos para o verão


Notas iniciais
Apenas esse capítulo, só para passar o tempo. Totalmente feito para a felicidade (e para apagar o fogo) da Bia e com apoio da Ana.

5 segundos pro verão... Tá bem, na verdade, só mais meia hora no ônibus, mas finalmente chego em casa. Não literalmente, mas depois de um ano inteiro, finalmente ir para o acampamento, ver e conhecer meus irmãos novos, treinar. Só de falar me dá uma felicidade que parece que vai explodir meu coração. Minha madrasta já me ligou umas três vezes desde que sai da rodoviária. Ela é uma fofa, mas sei que foi meu pai quem pediu, afinal vou ficar três meses longe deles. Isso é a única parte ruim.

-Bom dia, identidade, por favor? – disse um cobrador bem de idade.

Peguei meus documentos, a passagem. Claro que a foto está horrível, mas isso parece ser uma lei da vida: suas fotos em documentos sempre serão horríveis.

-Muito bem, senhorita Katherine Andrews, tenha um bom verão.

Ah, com certeza, vou ter.

Bom, depois de sair do ônibus, ligar para meus pais e falar pela centésima vez que estava bem, finalmente cheguei ao acampamento. De longe, vi alguns dos meus irmãos: Suzy estava lendo um livro, Becky e Lucas estavam treinando alguns golpes, Annabeth estava com Percy, pra variar. Todos ao me verem, vieram me cumprimentar e perguntaram como foi meu ano, a escola, se já arrumei algum namorado (claro que não) e coisas desse tipo.

Depois de literalmente jogar minhas coisas no chalé, fui para o pátio para ver mais algumas pessoas. Como meus irmãos conseguem ser tão organizados? Claro, têm exceções, mas eu devo ser a ovelha negra da família porque gente, isso deveria ser considerado um talento. Lucas me apresentou uma garota nova, na verdade, uma irmã nova! O nome dela era Luce, e parecia pouco a vontade, mas me disseram que ela chegou mês passado.

-Acho que vocês vão se dar bem, Kate é bem... Extrovertida. – disse Lucas.

-Idiota. É um prazer te conhecer, e ai, como tá se saindo aqui?

-Ah, até que bem, as pessoas são muito legais, só não consegui...

-Se dar bem com os filhos de Ares? Tudo bem, faz dez anos que venho pra cá e ainda não consegui.

Ela deu um sorriso. Espero que ela consiga se soltar mais comigo. Depois de um tempo, o almoço foi finalmente servido e como era inicio da estação, estava tudo uma bagunça, mas até que consegui ver todos os que queria e conhecer alguns novos. É claro que dessa vez havia semideuses romanos, já que agora nós nos tornamos amigos. E eu realmente gostei dos filhos de Belona, mas essa é outra história.

Quiron deu as boas vindas, disse que era uma honra receber todos de volta, etc. Claro que não podia passar em branco a presença dos filhos de Hermes, que fizeram chover balões roxos e laranjas numa estúpida ideia de camaradagem. Tinha que ser ideia do Oliver, claro.

-E não se esqueçam da nossa pequena atividade hoje a noite. – disse Quiron com uma piscadela. E a mesa de Ares toda gritou e se levantou. Que medo.

Depois de tudo isso, eu convidei Luce para dar uma volta pelos campos de morangos, sentia muita falta de lá, às vezes era um bom lugar pra me esconder tanto do Lucas que sempre queria ajuda para montar um novo projeto com um dos filhos de Hefesto quanto das pegadinhas dos Stolls. Ela me contou tudo sobre a vida dela, bem, quase tudo: disse que o pai dela a criou sozinho, que sempre soube de onde viera, mas tinha um pouco de medo de deixar tudo para trás. Mas finalmente recebeu uma chance: o pai recebeu uma oferta de emprego em outro país e não poderia levar a filha, e ela veio para cá. Acho que ela sente muita falta dele.

Ficamos lá por umas duas horas, até que Lucas finalmente nos achou. Ele deve ter um GPS ou coisa do tipo, porque sempre que realmente precisa, ele me acha.

Dessa vez, a nova invenção dele deu errado, e parece que nem ele nem o rapaz com que ele estava trabalhando não estavam dando conta de, bem, conter o estrago. Eu e Luce saímos correndo para ver o que havia acontecido. Chegamos ao bunker 9, que agora não é um grande segredo pra todo mundo, e vimos o Leo Valdez tentando controlar um grande incêndio. Claro, ele controla o fogo e tudo mais, mas eu nunca tinha visto TANTO fogo. Talvez Percy poderia ajudar, mas duas filhas de Atena não seriam muito uteis, só para fazer um churrasquinho. Mas Luce foi mais rápida, pegou um pedaço do que deveria ser uma lança e atirou bem no, ah, aquela peça que sai água para apagar incêndios em apartamentos. Admito que fiquei impressionada, o teto estava tão alto que nunca iria pensar nisso.

-Boa ideia, maninha! – disse Lucas, depois que tudo foi controlado. – Agora, as apresentações; Leo, esta é Kate e Luce, minhas irmãs.

Luce ficou um pouco vermelha, assim como Leo ao perceber que uma menina deu conta do recado melhor que ele. Ele apertou nossas mãos e disse:

-Você deveria estar aqui antes, senão não ia ter todo esse trabalho. – Leo disse. Pelo visto, esse era o quarto incêndio desde que eles começaram. Eles queriam fazer uma espécie de aquecedor solar para manter os morangos na temperatura ideal para durarem mais tempo, provavelmente a pedido de Quiron. Mas esse não deu muito certo.

Ah, e nos estamos todos ensopados. Completamente. E o pior, Luce estava com uma camiseta branca. Não ia deixar ela passar por isso, justo aqui e agora, com um possível futuro affair dela.

-Foi um prazer, Leo. Lucas, se controle – eu disse, arrastando Luce para fora, sem ela entender nada.

Depois que estávamos a uns doze metros de distancia, eu a soltei e ela me perguntou meio irritada e meio surpresa porque eu estava assim.

-Sua camisa... – eu disse, sem muita emoção.

Ela olhou para baixo e viu como estava. Ficou um pouco constrangida, mas fiz uma careta e ela riu.

-E não queria que o Leo visse seu estado. Sei lá, eu acho que vocês...

-Não, eu sei, tudo bem – ela disse, rindo – Eu agradeço do fundo do meu coração. É só que, perto dele, eu meio que perco o foco...

-Faz tempo que você gosta dele? – perguntei.

-Ah, algumas semanas, mas a gente nunca conversou. Só ouço todos falando sobre ele, como ele é um herói e coisa e tal. Mas sei que não sou a única...

-Mas, se depender de mim, você vai ser. Agora você tem uma aliada para conquistar o Valdez.

Com certeza eu iria ajudá-la. Não que eu seja melhor em conversar com as pessoas ou ser uma especialista em conquista, mas é porque já passei por isso nesse mesmo acampamento por... Ah, deixa pra lá. Passado é passado, e não acho uma boa ideia ficar voltando nisso.

Voltamos para o chalé e tomamos um belo banho e nos trocamos. Enquanto Luce estava secando o cabelo, sai para procurar Lucas e ver se já estava tudo bem, quando literalmente bati em Oliver.

-Sempre caindo por mim, né Katherine? – ele disse com um tom debochado.

-Não seja idiota. Onde o Lucas está? – perguntei sem muita paciência.

-Não vi ele desde essa tarde. – ele respondeu, com um olhar meio que me inspecionando.

-Mas ele... Para de me olhar assim! Mas ele estava no bunker a tarde inteira...

Ele olhou em volta.

-Foi você! – eu meio que gritei – Sabia que quatro incêndios era demais, até pro Lucas.

-Para de gritar, escandalosa – ele pegou meu braço e me levou para um canto afastado de todo mundo – Era só uma brincadeira pra descontrair o Lucas um pouco. Não faria nada que prejudicasse ele.

-Você tem noção que ele poderia incendiar o acampamento? Você não pensa nas consequências, garoto? – perguntei com muita raiva.

-Claro que não, o Leo estava com ele, não é? Então, tudo certo.

-Você é um idiota, só sabe fazer coisas estúpidas com as pessoas. – disse, saindo com raiva.

-Espera – ele disse, tentando me segurar, mas consegui sair mesmo assim.

Voltei para o chalé, tremendo de raiva. Luce me perguntou o que tinha acontecido e disse o que Oliver tinha feito. Ela ficou ouvindo, me olhando com a cabeça de lado, como se tentasse ler o que eu estava pensando.

-É isso, ele é um idiota, tem sorte por eu não contar para o Quiron. – eu disse, finalmente me sentando.

-Ou tem sorte por você gostar dele... – ela disse com um sorriso bobo no rosto.

Abri a boca, muito surpresa, mas tornei a fechá-la, será que era tão obvio assim?

-Eu não gosto dele, já gostei, por muito tempo, mas... Como eu disse, ele é uma criança procurando atenção.

-E conseguiu atrair a sua, né? – ela me disse, me jogando um travesseiro.

Decidi encerrar essa conversa nesse momento, e irmos comer algo que logo a “atividade noturna” começaria. E, devo dizer, isso era meu ponto fraco: eu amava batalhas, táticas, entre outros. Acho que era só por isso que poderia ser considerada filha de Atena.

Quiron finalmente, depois de muita bagunça, decidiu mandar todos ficarem em silêncio para explicar como seria a nova brincadeira assasina.

-É quase como uma caça a bandeira, mas com grupos bem menores, com quatro pessoas em cada um deles. E serão sorteados, nada de montar os seus próprios. Sim, eu sei que é horrível, mas é uma chance para vocês conhecerem pessoas dos outros chalés e trabalharem em grupo. Ah, caso vocês encontrem outro grupo que não seja os seus inimigos, podem encará-los como oponentes também. Muito bem, vamos fazer o sorteio e cada grupo terá uma hora para escolher as armas que desejam usar, além de montar o plano de batalha. Muito bem, vamos começar.

Os sátiros e as ninfas ajudaram a montar tudo. E Quiron começou a falar os grupos e seus oponentes, que deveríamos roubar a bandeira. Enquanto os outros grupos saiam, fui chamada.

-Muito bem, Katherine Andrews, Luce Adams, Leo Valdez e... Oliver McGuiness. Podem ir.

Você tem que estar brincando comigo. Claro, fiquei muito feliz pela grande chance de Luce e Leo se aproximarem, mas cara! Tem cerca de 400 semideuses aqui, e caio justo com o Oliver? Não acredito, deve ser uma pegadinha. De mal gosto.

Chamei Leo para ir conosco pegar algumas armas e nossa bandeira, e ele concordou. Tudo que eu precisava nesse momento era distância de Oliver, ver como eu iria lidar com essa situação, ajudar o grupo e ajudar Luce. Muita pressão.

Luce disse que estava aprendendo a usar o arco e flecha, e escolheu essa arma. Fiquei encantada, nunca havia tentando, meu esquema de ataque é mais corporal, com espadas, enquanto arco e flecha é mais a distância, mas ainda assim, era uma ótima arma. Leo disse que iria usar o seu cinto, mas o fiz levar uma adaga, só em caso de emergência. Peguei duas espadas (sim, luto com duas espadas) e fomos nos encontrar com Oliver.

-Não sei por que, mas acho que vai ser uma missão bem interessante – disse Leo, olhando para Luce. Ai, que eles casem.

-Espero conseguir fazer alguma coisa, não treinei tanto como gostaria – disse Luce.

-Hey, você conseguiu conter um incêndio melhor que eu, que sou filho de Vulcano, vai se sair melhor que todos nós juntos – ele disse com um sorriso travesso.

Avistei Oliver com nossa bandeira, e ele veio até nós.

-Achei que vocês já não iam mais comigo – ele disse, a distância.

-Você não desgruda da sua espada, então não precisava ir com a gente, certo? – disse com desprezo – Podemos ir?

Leo e Luce se olharam e concordaram e foram na frente, levando a bandeira, enquanto Leo fazia um comentário sobre os filhos de Ares, fazendo minha irmã rir. Fiquei atrás com Oliver, sempre olhando para a frente.

-Você nem vai me olhar, Kate? – ele perguntou. – Olha, me desculpa, tá bem? Você sabe que não queria fazer mal pra ninguém, especialmente você...

-Não importa mais, vamos nos concentrar na nossa atividade. Você e eu devemos ir na frente e tentar pegar a bandeira, enquanto Luce fica afastada e escondida...

-Espera – ele disse parando – Você chega a ser tão irritante quanto eu. Como você consegue deixar as coisas de lado tão fácil?

-Você deveria saber. Me deixou de lado todos esses anos, e quando finalmente te superei, parece que quer forçar a voltar.

-Mas eu nunca... Deixa, você é impossível.

Assim como você, pensei. Mas finalmente encontramos um bom lugar e expliquei o meu plano: enquanto Oliver e eu íamos até os nossos inimigos, que eram 2 filhos de Ares, um de Apolo e uma de Deméter, Luce ficaria escondida atrás das arvores a direita, enquanto Leo protegia sozinho bem próximo a bandeira.

Depois de acertados todos os detalhes, começou a atividade. Dava para ouvir os gritos das filhas de Afrodite a 100 metros, mas fora isso, me sentia bem empolgada. Andamos por uns quinze minutos até encontrarmos outro grupo: Hazel e Piper, do outro acampamento. Piper atacou com sua adaga, enquanto Oliver se esquivava, e eu fiquei com Hazel. Ambas eram boas guerreiras, mas conseguimos passar por elas e as despistamos.

-Posso te falar uma coisa? – disse Oliver depois de um tempo.

-Depende, é algo útil? – perguntei, procurando por mais inimigos.

-Pra mim é... A única razão pra gente estar no mesmo grupo é pra poder me desculpar pelo o que fiz. Eu percebi que você tá tentando ajudar sua irmã com Leo. Não me olha assim, metade do acampamento já notou, e achei que seria uma forma de me desculpar com o Valdez. E poderia ficar um tempo com você, pra você finalmente me ouvir.

Admito que fiquei sem reação. Ele tava fazendo aquilo por todos nós?

-Mas como... Quando? – perguntei, meio perdida.

-É bem fácil subornar os sátiros. E sei que Leo está de olho em Luce, é muito fácil saber das coisas quando se tem contatos em todos os outros chalés. Mas agora, preciso saber de uma coisa – ele parou na minha frente, me impedindo de passar, me obrigando a olhar para ele – Você pode me perdoar, por tudo o que fiz? Por não ter tomado uma atitude todos esses anos, por ser um idiota completo e por todas as coisas erradas que tenho certeza que vou fazer no futuro?

Quando eu ia responder, percebi que um dos nossos oponentes estava bem atrás dele, pronto pra atacar. Entrei na frente de Oliver, mas o filho de Ares foi mais rápido: me deu um golpe no peito com a espada e cai para o lado, enquanto outro se aproximava por trás. Não conseguia me levantar, meu corpo estava pesado, mas sabia que não poderia deixar Oliver sozinho. Eu não iria deixá-lo perder.

Reuni todas as minhas forças e me levantei, tirei minhas espadas da cintura e comecei a golpeá-los com violência, intercalando os dois. Eles tinham quase o dobro do meu tamanho e o triplo da força, mas só se preocupavam em atacar, até que fui entre eles e golpeei o primeiro pelas costas, enquanto Oliver acertava o outro na cabeça. Ambos caíram desmaiados.

-Você tá bem? – Oliver me perguntou, me segurando. – Tá, foi uma pergunta idiota. Vamos lá na enfermaria primeiro e...

-Não, a gente vai ganhar, foi só um corte, prometo.

-Não vou te deixar assim... – e antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, beijei ele com toda a vontade que reuni desde que descobri que realmente gostava dele. E foi muito melhor do que eu imaginava.

-Eu to bem, e vou ficar melhor se a gente vencer, okay? Vamos. – disse, segurando sua mão.

Ele sorriu e continuamos, com um pouco mais de pressa. E, pela segunda vez naquele dia, bati em alguém, literalmente.

-Leo! O que vocês estão fazendo aqui? – perguntei, me recuperando do choque.

-Um outro grupo estava atrás da gente, e então saímos correndo com a bandeira. Ninguém disse que isso era proibido, né?

Oliver começou a rir, e eu também.

-O que aconteceu com você? – perguntou Luce. –Vamos pra enfermaria, agora!

-Não vamos não, já estamos bem perto, falta pouco para chegarmos, ai eu faço tudo o que vocês quiserem...

-Tudo? – perguntou Oliver com um sorriso safado.

-Menos isso. Agora vamos.

Saimos correndo e encontramos os nossos últimos inimigos com a bandeira. Leo meio que assustou a menina tirando uma espécie de pó negro do seu cinto, enquanto Luce deu uma flechada bem no braço do filho de Apolo. Acho que ele devia praticar mais em vez de ficar cantando para as ninfas.

De qualquer jeito, nós ganhamos! Pegamos a bandeira e fomos para o local onde Quiron e o Sr. D estavam. Ele ficou realmente contente por termos saído inteiros, mas me disse para ir para a enfermaria imediatamente.

-Eu vou com você – disse Oliver – A gente se vê depois, tá grupo? E Valdez, juízo...

Finalmente teriam um tempo sozinhos. Fomos até e fui cuidada bem certinho, enquanto Oliver me observava.

-Você ainda não me deu a sua resposta – ele finalmente disse – e então, me perdoa?

Fui até ele, dei um longo e demorado beijo e disse que sim com a cabeça. Ele deu o sorriso mais lindo que já vi e me pegou nos braços e começamos a nos beijar. Ficamos um boooom tempo assim, até que Luce apareceu e, bem, foi constrangedor.

-Bom, acho que vou procurar o Lucas e falar com ele sobre aquele assunto – ele disse, arrumando a sua roupa e cabelo – Mais tarde eu volto.

Luce entrou, sentou do meu lado e nós duas começamos a rir. Perguntei como ela estava.

-Estou bem. Leo é um fofo. Quando estávamos cuidando da bandeira, uns caras bem fortes filhos de Belona apareceram, e eu não dei conta deles. Ele foi muito protetor...

-Vocês se beijaram? – perguntei, na maior expectativa.

Ela corou e deu um sorriso. Meta cumprida! Minha irmãzinha já conseguiu um namorado em menos de um mês de estadia no acampamento, enquanto eu demorei 10 anos. Mas é a vida.

Depois de, bem, umas duas semanas do começo do nosso verão, iria começar o Festival de Apolo, uma comemoração para cantar, comer, enfim, ser feliz. E aposto que todos não queriam estar em outro lugar: Luce e Leo não se desgrudavam, todos gritavam para irem para um quarto. Como se já não tivessem ido, mas essa é outra história; Lucas e Lia, do chalé de Afrodite, estavam discutindo sobre secadores e coisas desse tipo, eles começaram a namorar faz uns dois dias.

E eu? Ah, simplesmente estou com o cara que sempre quis estar. Um pouco irritante, admito. Mas o que posso fazer? Afinal, o verão só está começando.

Notas finais
Bom, é isso, espero que tenham gostado. Beijos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!