Notas iniciais
Para as meninas lindas do fandom ♥
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Críticas são bem vindas o/, o que eu posso melhorar, o que mudar e o que eu deixei passar?
Antes de tudo desculpem qualquer coisa. u.u Todos os erros são minha culpa.

16/04 (quarta-feira)- 14:00

A igreja estava lotada, nossas famílias e amigos estavam presentes para nos prestigiar, mas eu estava nervosa. Uma noiva nervosa, quão clichê era isso? Talvez o maior de todos. Enquanto eu era conduzia entre os bancos da igreja eu esperava que algo acontecesse, qualquer coisa... Nunca se sabe não é mesmo?

Eu fiquei cada vez mais tensa, estava cada vez pior ao perceber que o motivo eram duas simples palavras Sherlock Holmes. Estava com medo do que ele poderia trazer, por mais que me tranquilizassem eu estava apavorada com a possibilidade de haver uma cena no dia mais importante da minha vida. Segurando a respiração eu esperei, mas quando eu olhei para meu noivo tudo se perdeu um pouco, eu tinha feito a escolha certa.

Ele estava de lá, seus cabelos estavam bem maiores do que o comum e presos de alguma forma. De alguma forma ele parecia maior do que já era, mas a única coisa que me importava é que ele era meu.

16/04 (quarta-feira)- 13:00

— Meu deus, meu deus, meu deus... – as palavras saiam como um mantra de minha boca.

— Minha nossa garota, respira fundo! Sinceramente Molly você está tendo uma reação muito exagerada, já te vi mais calma em situações mais desgastantes.

— Eu sou uma patologista Bi! Eu tenho nervos preparados para coisas que as pessoas não enfrentam normalmente, mas outras... E não ajuda em nada o que aconteceu no último casamento que eu fui.- Olho em seus olhos buscando apoio.

— Bem... Eu e você sabemos que isso não vai se repetir. Vamos ser racionais certo?- Ganho um sorriso real, alivio me toma momentaneamente.

Bih tinha um ponto, não tinha motivos para aquelas cenas se repetirem... Então por qual motivo parecia que eu tinha engolido duas enguias? Estou segura no que estou fazendo, porque eu não poderia ter tanta certeza sobre os outros?

— Molly...

— Exagerando Bih? Eu estouexagerando? Você já está se repetindo. – Não é sua culpa, mas ou eu começo a gritar ou vou descontar quebrando alguma coisa.

— Ok, mas eu te conheço a 34 anos e você nunca esteve tão ansiosa. Isso não pode ser uma coisa boa, por acaso você quer vomitar aos pés do padre?

— Cala a boca. – resmungo- Eu só estou um pouco...

— Descontrolada? Nervosa? Histérica?

— Eu prefiro o termo nervosa. – Maldição, Bih estava conseguindo me acalmar ao mesmo tempo que caçoava de mim.

— Eufemismo do século. Talvez do milênio.

Olho em seus olhos, estava realmente se divertindo. Tenho que admitir que estava mais calma. Passo a observar meu reflexo no espelho, presto atenção aos detalhes do meu vestido. Passo minhas mãos enluvadas no padrão do corpete, que é um tom de branco diferente. Tom de branco...

— Não vamos estragar tudo né?

— Não Molly, nem pense nisso. Nem mesmo o maldito Sherlock Holmes pode fazer algo para estragar sua felicidade hoje.

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15/04 (terça-feira)- 10:00

— Molly, abre a porta!

— Vá embora!

— Por acaso a senhorita Hooper está acompanhada?

— Não Bih. Eu estou de ressaca, pelada e altamente carente. Então cai fora.

Poderia ter falado mais, mas o fato é que até minha voz estava me incomodando. O mundo estava brilhante de mais fora do meu edredom, rodando como um peão e um terrível gosto na minha boca. Uma coisa que eu nunca vou entender era como eu ficava enjoada e faminta quando acordava de ressaca. A minha despedida de solteira fora planejada pela pessoa atrás da porta e que, pelo menos segundo sua voz, não parecia ter sido nem um pouco afetada. Agora, como eu tinha chegado em casa e quando eu me livrei do vestido era um mistério que eu realmente não queria saber.

Aparentemente eu não teria escolha, um movimento na cama confirmou que eu estava acompanhada agora. Bem, isso e o fato que a voz estava bem mais perto agora.

— Hum... Ele já voltou? O casamento não vai ser adiado por conta que o noivo está preso na Finlândia por conta de uma nevasca, certo?- Graças, estava usando uma voz suave.

— Na verdade ele está na Índia. – Maldita Índia, ele poderia ter esperado um pouco para fechar esse trabalho- E é sério que você não está contente em arrombar meu apartamento e está invadindo meu quarto? Eu conheço algumas pessoas na polícia...

— Eu tenho uma chave, sinceramente não é invasão se o próprio dono da casa te entrega a chave. Vamos é hora de levantar! Será que além de fazer seu café da manhã eu tenho que arrancar suas cobertas?

— Você trouxe café?

— Sim anjo. Café com leite e sem açúcar, torradas, ovos estrelados, bacon, bolo de chocolate, alfajor e meu pão de queijo especial com recheio de goiabada.

Talvez alguém achasse estranha essa combinação tão diferente do café da manhã inglês tradicional, mas eu já me acostumara com as peculiaridades da minha alma-irmã. Quantas vezes eu tinha ido à casa dos Gonzáles, família composta pela esposa londrina e esposo argentino que tinham passado anos no Brasil antes de se instalarem em Londres para ter seus filhos? Incontáveis. Por mais que decididamente eu não estaria comendo nem metade do que estava sendo anunciado eu sabia muito bem dos dons culinários que todo Gonzáles possuía desde berço.

— Bibian! Eu te amo! Casa comigo e fugimos para o Brasil. – Não posso evitar de brincar, só o pão de queijo com goiabada melhorou meu humor em mil níveis.

— Proposta tentadora Molly, mas não. Você já está comprometida, amo Londres e seria um casamento infeliz e sem sexo. Agora levante e coma, ainda temos alguns detalhes para acertar.

Olho a bandeja e percebo que está montada para duas pessoas. Graças, não teria de comer sozinha tanta coisa e caso comesse de mais poderia fingir que na verdade não tinha sido eu a atacar as delícias.

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09/04 (quarta-feira)

20:03- Você está chateada? SH

20:08- Sim. ~ Molly

20:06- Ainda? SH

20:10- Sim. ~ Molly

20:11- Vai ser assim? SH

20:14- Sim. ~ Molly

20:15- Você sabe que isso é ridículo. SH

20:17- Sim. ~ Molly

20:18- Ainda bem. Agora podemos conversar normalmente? SH

20:22- Molly? SH

20:23- Sim? ~ Molly

20:45- Vocês são dois malditos estúpidos! JW

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19/03 (quarta-feira)

17:53

O necrotério está calmo, aparentemente existem dias que não existem mortes suspeitas para se investigar. Não que eu ache isso ruim, tenho muito trabalho burocrático para por em dia e ainda tenho que acertar alguns erros do estagiário. Infelizmente alguns estudantes não levam o trabalho no necrotério a sério por acreditarem que pacientes mortos não importam. Ainda não entendia qual o motivo de alguém aceitar essa colocação se não tinha real interesse na área.

Como de costume, quando trabalho com papelada, eu estava com fones de ouvido. Má ideia, a minha playlist só continham músicas que me lembravam dele. E essas lembranças não estavam ligadas a bolos, espumantes, igrejas, recepções, ou qualquer coisa que se pudesse fazer em público. Eram voltadas aos momentos mais recentes e íntimos, na verdade ontem estive bem próxima de perguntar se ele teria algo contra de ir para algum local isolado até que o mundo acabasse. Talvez uma ilha no meio do nada, que sabe? Sim, uma lua de mel antecipada.

Enquanto eu estou no meio de pensamentos nem um pouco castos um barulho me tira do transe. Os três homens discutindo passam pelas portas do necrotério e meu sorriso poderia irradiar energia para toda Londres.

23:52

— Molly.

— Humm.

— Você está incomodada com algo?

— Hum... Her... – pondero sobre o que irei falar. – Nada. Só estou sendo boba na verdade. Tive uma visita surpresa no trabalho hoje, um certo detetive consultor, que mal me dirigiu a palavra. Isso é um pouco frustrante, achei que com o casamento ele percebesse que poderia se comportar mais adequadamente.

— Não fique assim Molls. Talvez ele só não saiba lidar com a vontade de te ter ali mesmo nas lajes do necrotério e a incapacidade disto acontecer... Você não acredita, mas fica incrivelmente sexy de jaleco.

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16/04 (sábado)- 12:30

É o dia de meu casamento, estou indo para a igreja, meu vestido é bem simples e os únicos detalhes são as rendas que fechavam o busto e formavam as mangas. Sinto-me leve, mas ainda estava em dúvidas sobre a escolha do sapato. Sim do sapato, nada mais. Não consigo me lembrar por que em algum momento acreditei que salto agulha seria o ideal para a cerimônia, o mais provável é que eu torça o tornozelo em algum momento.Para tentar me livrar destes pensamentos começo a prestar atenção ao percurso que estamos.

A paisagem que corria pelas janelas estava diferente do que esperava, não tenho certeza mas acho que estamos ainda do lado errado do rio Tamisa. Eu não posso me atrasar para chegar na igreja de St Stephen, tudo bem que eu planejei minha saída bem cedo, mas que percurso o motorista estava fazendo? Começo a ficar realmente tensa quando vejo o Barts passar pela nossa esquerda, definitivamente o motorista não conduzia para a direção certa. Por que eu tinha que insistir que poderia chegar sozinha? Eu deveria ter aceitado a companhia de alguém... Lestrade, Mary, Bian, qualquer um! Agora tenho que montar um plano de fuga sozinha. Alternativa um: Abrir a porta e saltar do carro em movimento, afinal parecia que não existia sinal fechado nessa maldita cidade. Alternativa dois: Tentar dominar o motorista, mas isso provavelmente levaria a um acidente que poderia ser grave. Alternativa três: Abrir as janelas gritando por ajuda, infelizmente a mais provável seria dar uma de donzela em perigo.

— Sinceramente não será necessário Molly, o seu casamento só irá começar às 14 horas, o percurso dura aproximadamente meia hora de onde estamos indo para a igreja. Por favor, não aja de maneira imprudente, só quero conversar um pouco com você. – Vejo dois focos azuis me olhando, impressionante eu estava certa sobre precisar fugir. Só espero que ele não me leve para uma cena de crime enquanto eu estou vestida assim.

— Bem... Acho que nesse cenário eu não tenho muitas opções não é mesmo? O que é tão urgente?- Se ele começar a falar dificilmente para até terminar. Tento poupar empo.

— Agora não Molly, não é prudente distrair o motorista.

Certo, agora realmente a atirar-me de um veículo em movimento não é uma má ideia. Por favor deus não deixe que ele tenha descoberto que o Tom é um psicopata ou algo do tipo... Não, eu não posso estar pensando nisso o Tom é doce, gentil, chegando a beira da ingenuidade! Quantas vezes se aproveitaram de seu temperamento para enviá-lo como representante no exterior pelo seu talento em mediar discussões? Definitivamente eu estou naqueles dias que chamam de inferno astral, quase quero acreditar nesse conceito para assim eu possa simplesmente parar de me preocupar e esperar que mercúrio saia da casa de saturno (ou qualquer coisa assim).

— Sherlock! Não podemos entrar de carro no Regent's Park! Como você fez isso? – Estou pasma a perceber que ultrapassamos os portões que proíbem até mesmo bicicletas com um carro! Um maldito carro em Regent's Park, meu local favorito em Londres!

— Você estava divagando novamente doutora Hooper? – Ele só pode estar zombando de mim. Estamos em frente à Triton Fountain. Sempre achei uma escultura confusa, mas mesmo assim agradável de alguma forma. Estamos oficialmente no meu local preferido de um dos pontos mais românticos de Londres, maldito Sherlock.

— Ok, acredito que você é o único a dar explicações. – Ele concorda, mas passa a simplesmente fitar a fonte – Sherlock, espero que você não se perca no seu palácio mental. Hoje eu tenho horários.

Descemos do carro, ou melhor ele desce e senta-se no banco enquanto eu simplesmente abro a porta para ficarmos frente a frente enquanto conversamos.

— Por que Molly? – Ele suspira.

— Não sei, talvez porque eu vou me casar? Se não me engano é o único motivo para alguém se vestir de cupcake branco. – Tento uma piada, mas como tantas outras que já fiz ela não é bem recebida.

— Não foi isso que eu perguntei. O que eu quero saber é o motivo que você vai se casar. – Seus olhos estão azul gelo, o que eu chamo de modo total de dedução e sua voz beira o que seria frustração.

— É isso? Você me tira da rota para fazer essa pergunta? – Nem eu entendo de onde vem tanta raiva, afinal de contas nos últimos meses já respondi isso para pelo menos metade dos convidados. Mas essa dúvida vinda dele me irrita profundamente. – Isso sinceramente é uma coisa óbvia Sherlock, e mesmo que não fosse o que te impede de deduzir cada detalhe constrangedor para fora de mim? – Neste momento eu já pulei para fora e estou andando de um lado para o outro. – Estou me casando porque encontrei um cara bom, gentil, que me ama, me protege e pode não ser perfeito, mas nunca me machucou só para provar um ponto. Eu encontrei não só quem me aceita pelo que eu sou, meus defeitos e qualidades, mas não tem medo de se entregar numa relação. Hoje, 16/04, vai ficar marcado como o dia em que eu jurei estar sempre ao lado de alguém que realmente se importava comigo, sem truques!

— Interessante, muito interessante. Sabe o que eu ouço nesse discurso tão inflamado? Alguém tentando se convencer de que está fazendo a coisa certa. Você, senhorita Hooper, está cometendo um erro ao se casar quando está tão claramente tentando esquecer alguém. Tentando me superar. – Eu não posso acreditar no que eu estou escutando. O que diabos deu nele? Ele está realmente irritado? – O seu noivo é um idiota, como você pode não perceber isso? Um bobo alegre que acredita na cientificidade de uma série enlatada americana, parece um espantalho enfiado em um casaco e caso aconteça com vocês você é que teria de protegê-lo. Ele não te merece, ele não te faria feliz. Você quer mesmo um casamento sem amor?

Suas palavras queimam. O que tinha acontecido com o mundo para fazer Sherlock Holmes falar de amor? De sentimentos? Ele claramente esperava uma resposta, mas a única coisa que eu podia pensar foi:

— Amor é um defeito químico encontrado do lado perdedor, se lembra Sherlock?

— Só existem perdedores quando se joga Molly, eu não estou jogando agora. – Mundo você vai acabar? Como podemos estar nessa situação? – Eu sinceramente tentei ficar longe de você, tentei deixar a maior distância possível desde que percebi seu anel. Mas eu falhei miseravelmente, você cresceu quando estive fora, mais confiante, sem dúvida minha ausência te favoreceu... Dizem que experiências de quase morte mudam as pessoas Molly, eu estive morto por dois anos. Por dois anos eu não existi, corri o mundo com um único plano composto por três pontos, dois dos quais foram incluídos por você. Eu fui embora disposto a derrubar a rede de Moriarty, permaneceria vivo a todo custo e voltar. Hoje eu sei que Infelizmente eu precisei morrer para entender que me machucava mais ficar longe de você do que arriscar estar ao seu lado. – Neste momento ele não estava ao meu lado e sim invadindo meu espaço pessoal, seus lábios estavam pairando meu rosto, eu conseguia identificar seu perfume que lembrava canela e seu hálito que denunciava o hábito de fumar.

— Eu não posso. – Minha voz é só um sussurro, quase uma prece. – Eu não posso Sherlock. – Fecho os olhos, eu não devo fazer isso. Eu estou noiva, ele teve muito tempo para fazer isso, eu tinha algo importante para fazer agora. Ouço ele ir embora, na verdade acho que ouço muitas coisas, dentre elas um coro em minha cabeça não posso, não devo, não é certo.

Talvez ele tenha calculado mal, ou talvez eu tenha dirigido feito louca, mas chego a igreja em vinte minutos. Pulo do carro e me deparo com Bih com a pior cara que eu já tinha visto e tudo que eu podia pensar era em um mantra com duas palavras meu deus ele falou tudo aquilo mesmo (?), meu deus o que ele queria com aquilo (?), meu deus!

— Molly... Você sabe a coisa certa a se fazer? – Temos pouco tempo antes de que eu precise entrar na igreja.

— Claro que eu sei. Tudo bem, não exatamente claro, mas tenho uma ideia sim do que eu devo fazer.

Esse deveria ser o momento mais feliz da minha vida, mas está passando como um borrão. Quando percebo tenho uma aliança junto com o anel de noivado e o padre pede, aparentemente não pela primeira vez, que eu faça meus votos.

— Tom... – Uma lágrima teimosa escapa finalmente do turbilhão de emoções que me toma. – Eu sinto muito. Eu não posso.

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16/04 (quarta-feira)

Fez três anos que eu estava cumprindo este papel em uma igreja diferente, depois da cena diante do altar havia conversado com Tom. Tom tão bom, tão meigo... Hoje finalmente deixaríamos isso tudo no passado, toda a minha certeza estava nos olhos claros e multicoloridos de Sherlock que me olhava do altar com um dos seus raros sorrisos que estava estampado em seu rosto.

Neste momento o nervosismo se esvaiu do meu corpo, pouco importava se a imprensa driblasse a segurança e tirasse a exclusividade da cobertura do blog do John, ou que Sherlock tivesse viajado para fora do país na semana do nosso casamento sem nem mesmo avisar para resolver um caso, ou o fato que sua pouca habilidade social permanecesse, ou a possibilidade da falta de algum megalomaníaco querendo se provar capaz de bater o celebrado detetive. Tudo que existia éramos nós dois.

Notas finais
Obrigada por lerem. Acho que eu deveria fazer uma longfic qualquer dia destes... E bem, sei que comumente Mary é a melhor amiga da Molly e que algumas pessoas colocam Meena neste papel (por conta do blog da Molly), mas eu queria alguém totalmente diferente. Então surgiu Bih, só que eu ainda nem sei o gênero ou a orientação sexual deste personagem. Juro que se aparecer futuramente pelo menos um destes pontos já vai ter sido escolhido.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!