4Ever Or No?
4 Going to die today? Well I do not know if all but I think I will ...
Notas iniciais
P.O.V TRISH
Acordo e vejo que Allyson ainda está a dormir então me lembrei de uma coisa que ela disse em uma conversa nossa.
FLASHBACK ON
– A Trish acho que você deve saber uma coisa sobre mim, eu sempre acordo as 5:30 AM (Momento escritora xereta modo on: AM significa coisas que acontecem dos períodos de: meia-noite até meio dia. E as coisas que tem PM acontecem dos períodos: depois do meio dia até meia-noite. Ok? Ok!)
FLASHBACK OFF
~ Ok então ela acorda as 5:30 AM~
Resolvi olhar no relógio que marcava 4:00 AM então resolvi tomar banho e começar a me arrumar. Assim que sai troquei de roupa, me sentei na minha cama e comecei a ler. Assim que deu 5:30AM a Allyson como disse levantou-se e foi para o banho, provavelmente não me vendo e indo direto para o banheiro e assim que saiu e deparou comigo lendo.
– Você já acordou? – Perguntou a mesma surpresa afinal eu só acordo depois da 6:00 AM.
– É acordei. – Disse a olhando por cima do livro. Ela apenas me mandou um olhar positivo e ficou mexendo no celular.
– Atenção alunos, todos para o vestiário feminino localizado perto da quadra de vôlei, repito atenção alunos todos para o vestiário feminino localizado perto da quadra de vôlei, isso não é teste estamos recebendo alertas sobre um tornado, Atenção alunos, todos para o vestiário feminino localizado perto da quadra de vôlei. – Todos da escola ouvimos a diretora e pegamos tudo que possível, notebooks, celulares, fotos, comida (coisas como bolachas e coisas do tipo), roupas e tudo que possível, tacamos tudo em mochilas e bolsas e começamos a correr, e não era só a gente e sim toda a escola estava tentando entrar no vestiário e aqueles que não conseguiram entrar entraram no vestiário masculino junto ao professor de educação física.
– O que está acontecendo? – Disseram quase sincronizados praticamente todos da escola quando a diretora entrou tomando um liquido meio rosa, talvez um shake de morango como diria o meu pai.
– Acalmem-se todos, isso não está totalmente definido, mas possivelmente teremos um tornado. – Assim que ela disse todo mundo ficou desesperado – Mas ele passara do lado direito da escola e os vestiários ficam na parte mais baixa e na parte esquerda da escola. – Disse ela em alto e bom som tentando acalmar todos, e funcionou, todos deram suspiros de alivio e se sentaram.
– Acha que é verdade esse negócio de estarmos seguros aqui? – Perguntei para a Allyson que estava seria mexendo em alguns fios de cabelo dela.
– Claro, estamos bem. – Disse a mesma que me olhou e continuou. – Talvez só alguns morram, como por exemplo, olhe para mim, como acha que fiquei órfã e fui para a casa de adoção? – Disse ela lacrimejando.
– Mil, mil perdões eu não queria, eu sinto muito. – Eu disse pasma com tudo aquilo.
– Não, não precisa disso tudo. – Disse ela balançando a mão em sinas de não e se levantando. – Quer uma água? – Ela perguntou abrindo uma caixa de isopor e tirando duas águas da mesma. Apenas balancei a cabeça em forma de não e fiquei ali, olhando todos.
P.O.V ALLY
Começo a beber água enquanto observo todos. De repente vejo aquele garoto brasileiro, acho que seu nome é Rafael, então rapidamente sequei meus olhos que estavam prestes a chorar e percebi que ele vinha em minha direção então apenas fui andando até a Trish e me sentei ao seu lado.
– Oi meninas. – Disse o Rafael se sentando do meu lado e acenando. Eu apenas o ignorei enquanto a Trish acenava de volta.
– Tudo bem Ally? – Disse ele desafiando a morte, e enquanto me segurava para não avançar no pescoço dele me lembrei que só minha mãe me chamava assim.
– Nunca mais me chame de Ally entendeu? – Disse olhando para ele.
– Ok então Allyson. – Disse ele provavelmente zombando de mim, e eu apenas o ignorei e me virei para a Trish e comecei a fazer leves tranças no seu cabelo. Ele apenas ficou lá sentado até que Dez apareceu.
– Preciso falar com você. – Disse ele pegando em minha mão e me puxando para que eu levantasse.
– O que foi? – Disse seria, afinal ele tinha ficado com a Samanta e ainda mentido para mim.
– Você está brava? – Ele disse olhando no fundo dos meus olhos.
– O que você acha? – Disse virando meu rosto. E ele sabendo que eu iria taca-lo no tornado se ele falasse algo saiu e foi para o outro lado do vestiário. Apenas me sentei e fiquei ignorando o Rafael enquanto ele me cutucava.
– Vai resistir até quando? – Disse ele se aproximando e sussurrando no meu ouvido. Apenas o olhei e sussurrei em seu ouvido. – Até o apocalipse zumbi acontecer. – E ele como resposta levantou uma sobrancelha e saiu. Após isso passou-se uns 12 minutos e o chão começou a tremer e obvio que eu sabia o que aquilo significava: Morte, eu tinha certeza que morreria então apenas me encolhi em um canto e fiquei olhando algumas fotos, enquanto ouvia todos desesperados gritando, rezando e chorando.
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