4Ever Or No?

2 An accident


Notas iniciais
Oii gente, primeiramente eu NÃO SOU POSER, eu sei muito bem que o Ross (ou Austin) tem olhos castanhos ok? Ok! Bom segundamente(?) eu queria agradecer as visualizações e as pessoas que estão acompanhando e a quem favoritou também! Então é sso isso pandinhas

Depois de conversarmos um pouco, a Trish entrou no quarto e acabou pedindo licença para falar comigo.

– Sabe aquele menino que estava com a gente na mesa do refeitório? – Ela disse se sentando na cama dela.

– Sei claro que sei, por que? — Pergunto curiosa.

– O nome dele é Rafael e ele está aqui de intercambio, ele gostou de você sabia? Ele não só gostou de você ele quer ficar com você! — Ela disse super animada

– De onde ele veio? – Perguntei totalmente desanimada

– Ele veio do Brasil! – Ela disse tentando me animar.

– Hm, legal. – Disse me deitando.

– Você é muito chata. — Ela me olhou como se estivesse confusa e foi deitar – se.

Passou – se um tempo e eles mandaram todos descer, desta vez fui mais rápida e me sentei em uma mesa com o Dez e mais alguns garotos que me conheciam, como o refeitório estava cheio; que nem sempre; eu fiquei olhando tudo e todos para achar aquele Rafael e me certificar de que ele estava no outro quanto da cantina.

– Você está procurando quem? – Disse um dos amigos do Dez me cutucando de leve.

– Ãn? Que? Ah... ninguém por quê? – Disse me assustando e virando para ele meio paralisada por conta da pergunta.

– Que foi? – Disse outro amigo do Dez rindo. – Parece que viu uma assombração – Continuou ele rindo

Quase isso. — Disse espantada ao perceber ele não está em lugar nenhum. Uns 2 minutos depois eu só escuto.

– Posso me sentar? – De alguém e um “claro” dos garotos. Assim que olhei quem era quase pulei da cadeira.

– Olha Allyson, você aqui! Que bom revela! – Disse Samanta; com um sorriso totalmente falso; nada mais nada menos do que a ex-namorada do Dez, e justamente a única garota que “batia de frente” comigo, a gente não simplesmente se odiava mais sim tínhamos um ODIO MORTAL (Eu estou empolgada demais... desculpem-me) uma da outra, e tudo porque ela tinha ciúmes da minha amizade com o Dez.

– Samanta! Que bom te ver aqui! Quanto tempo não? – Disse com um sorriso mais falso ainda, mas logo ao final da frase voltei com minha típica cara de “Me esquece” e de “Vai encher o saco de outro”

Dez que nem sempre não se meteu, mas o olhar dele para nós duas expressava um típico “Não se matem”. Depois de um tempo vi a tal “assombração” andando por aí, e logo me olhou, e eu apenas fingi estar procurando alguém. Minutos depois vejo alguém colocando uma cartinha na minha bandeja, olhei ao redor mais estava uma multidão e a pessoa provavelmente já deveria ter se escondido atrás de alguém. Fui para o meu quarto joguei ela na cama e fui para o banho, assim que sai coloquei o meu pijama e fui dormir, me esquecendo totalmente da carta.

No dia seguinte acordei coloquei minha roupa, prendi o cabelo e fui para a aula de química. Depois que todos chegaram e a aula começou percebi que tinha algo errado na sala, e esse errado era o fato de todos, realmente TODOS estarem quietos, principalmente na aula de química uma das aulas em que ninguém presta atenção de jeito algum. Minutos depois ouvi vários risos, e assim que o professor se sentou um balde de tinta amarela caiu sobre a cabeça do professor, e um detalhe todos sabemos que ele é daltônico e não enxerga nem verde, nem roxo e nem AMARELO, então com quem o professor resolveu brigar? Comigo obvio, e depois de eu ter jurado umas 100 trilhões de vezes que não foi eu ele resolveu olhar a mochila de todos e para minha surpresa tinha sido a Samanta, ele na hora levou uma advertência e eu que estava me mijando de rir por dentro pedi licença para o professor, afinal eu precisava contar isso para o Dez.

– Licença professora, Dez vem cá. – Disse na porta da aula de música chamando o Dez para conversar e assim que ele saiu já falei.

– Sua amadinha Samanta acabou de levar uma advertência. – Disse rindo.

– Por que? — Perguntou ele indignado.

– Porque ela jogou um balde de tinta amarela na cabeça do professor de química. — Disse rindo, depois disso demos mais algumas risadas e eu fui para a sala alegando que estava tonta e com ânsia de vomito. Depois de 2 aulas de química veio o intervalo e eu fui para o quarto ler a carta: ”Olá Allyson, resolvemos atender seus pedidos e vamos lhe dar uma casa, pagaremos o aluguel até você sair da escola e começar a trabalhar, porem depois terá que devolver metade do dinheiro. Com é o último ano do Dez na escola vocês moraram juntos e ele (vocês) só começaram a pagar quando você sair. Ass: Orfanato Hemmings” Essa foi a melhor; única; noticia do dia, mais eu deixei quieto e depois das 2 aulas de educação física e 1 aula de geografia o dia acabou e eu mandei de cara uma carta para o orfanato: ”Olá, aqui é a Allyson e o Dez e nos queríamos lhes agradecer pela “liberdade” que vocês nos deram, vocês poderiam por favor mandar uma carta com o endereço da casa, porque as nossas iremos passar lá. Obrigada”

Obvio que eu ainda não tinha contado para o Dez né, mas fazer oque? Eu estava pedindo liberdade desde o ano retrasado. Ainda sendo apenas 17:00 horas eu resolvi ir à piscina para relaxar, afinal eu já estava ficando maluca com tamanha demora para eu receber a notícia. Assim que coloquei o meu biquíni a supervisora passou e eu logo me enrolei na toalha.

– Tudo bem Allyson? – Disse ela abrindo a porta e olhando tudo. – Vai para onde?

– Para a piscina, posso? – Disse fingindo ser a pessoa mais calma do mundo, apenas recebi um olhar positivo vindo de um suspiro então não perdi tempo sai praticamente correndo para entrar na piscina. Depois de alguns minutos nadando vi um garoto que estava vindo correndo para pular, porem ninguém acreditou no que viu, uma pessoa o empurrou e ele bateu a cabeça na borda da piscina deixando uma mancha de sangue na água e afundando, assim que caiu eu e mais uma garota que estávamos na piscina mergulhamos e o tiramos da piscina.

– Ei, acorda, vai reage, você está vivo? – Disse a garota o balançando de leve, no mesmo segundo os enfermeiros chegaram e levaram ele pedindo que nós fossemos junto para explicar o que aconteceu.

Notas finais
(P.S: Postarei essa fic um dia sim um dia não)