Era uma apresentação frente ao palácio de Changdeok, na Coreia do Sul. O considerado prodígio quando o assunto era maremotos, terremotos e vida marinha. O homem que aos vinte e um anos conseguiu transformar a comunidade cientifica com ideias simples e interpretações certeiras do que era realmente Oceano. Um que com a fama conseguida passou a apresentar-se em programas de televisão e, tendo uma gestão pessoal bem sucedida, se tornou bilionário. Vários países do planeta utilizavam seus radares contra tufões, furacões e ciclones marinhos. Ele era um gênio, outros diziam que ele era um deus. O messias de algumas religiões. Todavia, dizia simplesmente que interpretar as causas e entender o mar como gente era o somente necessário para aquele sucesso meteórico instantâneo. Ele era o Italiano com nome de imperador e apelido mitológico simbólico...
Olhando ao espelho em seu camarim – o qual ficava em uma dos vários aposentos do antigo palácio real – via como estava e tentava deduzir o que esperava. Pessoas comuns, pessoas da nata da sociedade, pessoas que queriam saber como ele fazia sua mágica ou tentar ao menos...
– Nero! Está quase na hora!
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