PV 'B

As aulas passaram cada uma com 9 horas pra mim, odiei o colégio hoje. Quando saímos Sammy estava ali conversando com as meninas com tanta felicidade que até me deixou irritado. Droga, Alice e Nicolas estavam apresentando Rebecca para Samantha. Becca era o tipo de garota, chave de cadeia prima de Arthur! Isso me deixou fulo

Esse doce dor que eu estou sentindo

Está destruindo a mim mesmo

É frágil

– Bryan, me ouve! – Pink suspirou alto chacoalhando meus ombros – HEY QUAL O PROBLEMA?

Tenho medo de cair

Perder o controle de mim mesmo

Eu desisto


– Ah nada vamos pra casa Arthur? – murmurei abraçando a cintura fina do meu atual ficante. Ele sorriu beijando meu queixo – Eu te deixo na sua e depois eu vou ver meu pai!


Pressa

Este inferno

Esclareça-me

Pressa

Sem lamento

É um anjo que morre

Arthur fez um bico pequeno ao ouvir, abraçava meu pescoço fazendo meu corpo se curvar para encostar nossos lábios. Os meus que se abriram lentamente ao sentir a mordida no inferior, fechei os olhos de imediato logo tomando seus lábios aos meus. Mel. O sabor de seus lábios eram perfeitos apesar de não achar tão bom seu beijo o modo como Arthur movia sua língua em minha boca, realmente me deixava meio enjoado.

Estou histérico

Um pouco maníaco

Reconciliador

E Hostil

Blasfemo

– Agh... – Pink resmungou baixo, batendo em meu ombro. Alguém me salvou desse beijo! Ótimo – Dá pra parar? Eu estou encalhada gente!

E esse desejo de matar

Que está me perseguindo

No sono

– Então procure algum bofe pra você e o coma, deixa eu com meu neném... – Arthur sussurrou com a voz dengosa.


Pressa

Este inferno

Esclareça-me

Pressa

Sem lamento

É um anjo que morre


– Ela tem razão Arthur, e também a frente da escola não é o melhor lugar para ficarmos! – murmurei. Olhando pelo canto dos olhos Samantha apoiar-se no peito de Alice e sorrir para Rebecca, DROGA DE NOVO – Vamos...

Pressa

E há uma esperança que você pode pegar de volta

E em seguida, apague todas as suas emoções

Cada um de seus lamentos

Acompanhei Arthur que não parava de falar como foi a aula, tinha “amado” o novo colégio. Os professores eram palhaços e blábláblá. Estava meio que sem paciência com Arthur hoje, tudo que ele dizia FINALMENTE chegamos em sua casa, Arthur virou sorrindo feito um idiota. Puxou minha cintura e eu tentei recuar.

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– Own amor... O que foi Bryan? – mordi o lábio – Me beija vai?

Pressa

Pressa

Este inferno

É um anjo que morre

– Ah eu não me sinto confortável com isso Arthur, estamos em frente da sua casa. E se alguém ver? – inventei tão rápido que me assustei.