Notas iniciais
Bom dia humanos! O capítulo de hoje está imperdível! Tem hots fucking sexy intense Seddie, Carly salvando a pátria e Hayes revelando para alguém quem é o Alfa, tudo muito lindo sim... Aproveitem! P.S: Mandem mais teorias para mim, amo muito.

Povs Freddie:

Eu estou limpando a cozinha após eu ter tomado meu café da manhã. Minha mãe está no seu trabalho de médica atendente no hospital como sempre, mas daqui a pouco ela estará por aqui. Eu mantenho o apartamento limpo. É bom ter algo para me ocupar novamente. Estou ficando enfadado com a rotina. Duas semanas péssimas na casa da Sam. Tudo não podia ficar mais degradante.

A porta da sala se abre. Reconheço logo pelo cheiro de morango que é a Carly. Somente ela e nenhum outro espírito. Ela ainda é uma Hexenbiest, mas é a "Carly" novamente. A doce, amorosa e alegre Carly Shay, que esconde uma dor de uma perda insuportável. Culpa minha é claro, de quem mais poderia ser?

— Eu vim entrando por que precisamos conversar. — ela é rápida com as palavras.

— Sou todo ouvidos. — cruzo os braços esperando o sermão. Ela está sentindo nojo de alguma coisa.

— Pare de tratar a Sam como se ela fosse morrer, ela é sua noiva e você tem que ficar do lado dela.

— Em breve ela não será nada minha e a única forma de ficar ao seu lado será em uma lápide cravada com o meu nome ao lado da lápide dela em um cemitério. — eu sou frio, mas cada palavra me mata por dentro.

Carly ergue a mão. Eu a peguei no ar no momento exato antes que se chocasse no meu rosto. Aperto seu pulso sem usar muita força.

— Você não pode agir assim, você está acabando com a Sam. Destruindo tudo. Se você quer realmente sentir culpa de algo, sinta culpa pela forma que vem tratando ela. Se a Sam morrer, eu não irei te matar, eu vou te deixar vivo por que você vai merecer conviver com isso. Eu vou criar um feitiço de total imortalidade, você procurará a morte e ela fugirá de você. — ela faz uma ameaça — A Sam ama você. E você não está amando ela de volta e não me diga que isso é amor, por que você sabe que não é. Você só não quer viver sem ela e é covarde demais para aguentar isso. — Covarde? É o que ela pensa que eu sou? Eu posso ser tudo menos isso. Eu não quero estar presente para vê-la morrer, por que não seria justo comigo. Eu fiz de tudo para protegê-la e ela vai jogar tudo fora por causa de um bebê. Se ela quer tanto ter um filho, poderíamos adotar um, tem diversos métodos, mas por quê ela precisa ser tão "Sam"? Proteger o errado. Escolher o perigo.

— Ela não te pediu para falar comigo. — eu só consigo pensar nisso para dizer.

— Não. Ela não está muito comunicativa. Shelby não consegue arrancar mais que duas palavras da Sam... Ninguém consegue. Você destruiu aquela garota, Freddie. Lide com isso. Flint faz mais bem a ela do que você. — Carly encerra seu sermão me pisando e se vira para ir embora.

— Você acha que eu serei um bom pai, Carly? — eu pergunto antes que ela saia.

— Se você mudar sua atitude agora, talvez consiga... Mas no momento você não tem que tentar ser um bom pai, tem que tentar ser um bom noivo e um bom marido. — ela abre a porta e sai.

Eu entro pela janela do quarto da Sam. Ela está deitada mexendo no celular. Seu rosto parece abatido. O clima em Seattle está quente, então ela não se cobriu. Sua barriga está escapando um pouco por baixo da blusa e está maior do que eu me lembrava, ainda sim, não é um problema.

Eu suspiro ao sentir algo confuso vir dela. Sam ao me olhar sorri devagar, mas tem duas emoções vindas de seu corpo. Como se tivesse duas pessoas no quarto. Não estou falando de mim, estou falando da Sam e do... Flint?

Eu me arrasto até a cama como se eu estivesse hipnotizado. Retiro meus tênis e as meias. Escuto o coração da Sam bater mais rápido. Ela está com medo, mas Flint... Oh meu Deus, eu posso sentir a emoção dele, Flint está feliz. Ele está feliz que eu estou aqui.

— Eu o sinto. — eu sussuro me sentando na cama ao lado dela.

— Sente o que?

Eu pego suas mãos.

— Nada... — eu guardo esse segredo comigo.

Ela me olha triste. Eu preciso dizer como me sinto... Preciso contar como as coisas serão agora.

Povs Sam:

Eu tiro minhas mãos das mãos do Freddie. Me ajeito na cama e fico de costas para ele. Freddie me abraça por trás e começa a beijar meu pescoço. Eu queria dizer que estou indiferente ao seu toque, mas não é verdade. Eu quero que ele me possua de novo. Eu quero a sensação de ser dele novamente.

— Freddie, pela última vez, você precisa aceitar que o bebê é seu. — eu insisto sem razão nenhuma — Vai ficar tudo bem.

— Eu já aceitei. — ele sussurra contra meu pescoço — Mas me responda: por quê tem que ser esse bebê e não outro?

— Por que ele é seu. Eu não quero o filho de um estranho, eu quero o nosso filho. Quero o seu filho dentro de mim. Quero as coisas como estão agora. Quero o meu DNA e o seu unidos, formando um ser lindo.

— Isso é muito profundo. — ele responde sincero.

— Diga. Por favor, eu preciso escutar você dizendo que também o quer.

— Eu direi... — ele vai subindo minha blusa.

— Freddie, não. — eu tento segurar suas mãos, mas ele arranca a minha camisa pela minha cabeça levando meu sutiã junto.

— Eu digo, quando sentir você de novo. — ele puxa meu shorts.

— Eu não sei se quero fazer isso... — eu estou confusa com a atitude dele.

— Não tenha dúvidas sobre mim, eu amo você.

— Eu também te amo... Mas...

— Não existe mas. — ele retira sua camisa e a joga no chão com força.

Freddie se deita. Ele tira a calça e a cueca. Seus olhos focam na minha calcinha.

— Eu não estou pronta para deixar você me tocar de novo.

Freddie não se importa e encaixa os dedos em cada lado da minha calcinha. Ele vai tirando-a pelas minhas pernas. Eu já estou nua.

— Não me rejeite. — ele murmura naquela voz que faz eu perder o controle.

Quando percebo, eu que estou tomando a iniciativa. Eu beijo o Freddie sentindo raiva da sua postura. Eu me entrego a ele como da primeira vez. Ele aperta minha cintura enquanto nos beijamos de joelho na cama. Freddie me dá um beijo ardente. É alucinante.

Eu deslizo as mãos pelo seu peito. Ele morde meu lábio com força, para romper o nosso beijo. Freddie me deita na cama. Eu espero ele vir por cima, mas ele me vira de bruços tomando cuidado com a minha barriga. Ele abre um pouco minhas pernas e entra com brutalidade. Eu gemo contra o travesseiro. Ele se choca contra meu corpo. Agarro os lençóis sentindo ele penetrar daquela forma profunda. O prazer vem em níveis altos. O efeito é duradouro. A cada estocada eu arfo mais forte. Freddie em nenhum momento chama o meu nome ou solta algum gemido. Ele não está sendo romântico, está sendo rude. Ele está nervoso, mas eu não consigo focar nisso. Ele entrando e saindo do meu sexo molhado é a única coisa em que consigo me concentrar.

Eu me apoio nos antebraços. Freddie morde minha orelha.

— Levante mais o quadril. — ele sussurra.

Eu concedo seu pedido. Freddie se debate contra mim. Ele se apoia nas palmas da mão, para não me pressionar contra o colchão. Eu grito quando ele se afunda em mim fazendo meu quadril quicar na cama.

— Devagar... — eu peço baixinho entre um dos meus gemidos.

— Quieta. — ele murmura contra meu cabelo — Assuma o controle sozinha. — ele para, mas eu não resisto e rebolo oferecendo prazer a nós dois. O problema é não saber o que ele está sentindo, por que ele não emite nenhum barulho, até sua respiração está silenciosa.

— Mais rápido? — eu lhe pergunto.

— Sim. — ele finalmente solta um gemido alto.

Eu movimento o quadril alcançando uma incrível velocidade. Freddie deita meu rosto contra o travesseiro e volta a se mexer comigo. Ele desfere um tapa na minha nádega esquerda. Meus olhos marejam.

Eu gosto da sensação. Estou quase chegando ao meu limite. Tem lágrimas escorrendo pelo o meu rosto. É muito forte isso tudo. Eu estou muito emotiva. Eu estou chorando. Um choro que parece errado. As lágrimas jorram sem qualquer sentido.

— Freddie, chega! — eu imploro.

— Se você gozar, eu paro. — essa é a sua sentença. Ele continua suas investidas.

— Eu... Não... Quero... Mais... Isso. — eu estou chorando mais forte. Céus, eu não queria chorar.

Freddie balança o quadril de maneira circular. Eu ofego ao sentir o orgasmo vindo. Eu vou desmaiar. Sou alcançada por um impacto infinito.

Eu grito contra meu travesseiro branco diante de um clímax destruidor. Freddie faz eu alcançar o ponto máximo da sensação. Meu corpo treme contra o seu.

Eu continuo a chorar quando o Freddie sai de mim. Meu orgasmo se dispersa aos poucos. Parece não querer acabar. Eu afundo as mãos no rosto enquanto deixo minhas lágrimas aumentarem. É tão forte que eu me contorço sem acreditar que o Freddie não parou quando eu pedi.

Ele me abraça. Seus lábios enxugam minhas lágrimas.

— Droga, isso foi tão bom que você chorou. — ele murmura.

— O que eu vou fazer com você? — eu faço uma pergunta retórica — Eu quase desmaiei. — estou assustada e afundo meu rosto no peito dele.

— Eu queria que você relembrasse como era. Eu não queria te machucar.

— Não me machucou.

— Como está o Flint? — ele muda de assunto.

— Acho que bem.

— Fico feliz. — ele responde. Eu olho para seu rosto e vejo um sorriso verdadeiro. É o que basta para eu chorar de novo.

— Então diga.

— Quero tudo com você, Sam. — ele diz sinceramente — Eu aceito o Flint, eu sei que ele vai ser perfeito. Vou fazer de tudo para que você não morra durante o parto. Eu prometo proteger vocês dois.

— Freddie... — eu acaricio seu rosto repassando suas palavras na cabeça diversas vezes.

— Eu posso senti-lo. Sei as emoções dele. — Freddie me solta e toca minha barriga — Ele está alegre. Ele ama você. Assim como ama a mim também. Tudo que ele sente, eu sinto. Ele ainda não parece compreender nada, apenas se sente amado.

— É claro que ele se sente amado, como não poderia se sentir? Eu o amei desde o primeiro dia em que soube que ele estava dentro de mim.

Freddie beija minha barriga.

— E de alguma forma ele sabe disso.

— Ele é como você? Um vampiro?

Freddie nega com a cabeça se sentindo maravilhado.

— Ele é puro... Parece com você, as emoções são intensas mas não confusas. Acho que ele é quase humano. — ele sorri e eu tento segurar mais um choro que se forma.

— Oh meu Deus...

— Me perdoe Sam, por favor, me perdoe por todas as vezes em que eu te magoei. Eu não mereço você e muito menos Flint me merece. Você pode me mandar embora a hora que quiser se isso te fazer feliz. Eu farei todas as suas vontades. Perdão por cada lágrima que você derramou, perdão pelos erros que eu fiz você cometer, acima de tudo perdão pela minha existência. — ele vai se desculpando da forma mais profunda que pode.

— Sua existência é a melhor parte da minha vida. Eu agradeço a Deus todos os dias por eu ter te conhecido Freddie. Você é o amor da minha eternidade. O que é um imprinting perto do que eu sinto por você? — eu coloco minha boca contra a sua e trocamos um beijo tão forte que poderia ser chamado de "universo".

— Eu não mereço você. Meu anjo...

— Só cala a boca. — eu lhe beijo de novo.

— Sim senhora. — ele começa a me obedecer desde já.

Deito minha cabeça contra o peito dele, para escutar o seu coração bater. Freddie parece incomodado com algo. Eu repasso o sexo que tivemos, alguma coisa não está certa aqui. Percebo que Freddie não teve um orgasmo comigo.

— Freddie, por quê você não conseguiu?

Ele suspira sabendo que eu percebi a verdade.

— Eu não mereço sentir isso com você, não depois dos meus erros.

— Não é questão de erro aqui, eu não quero parecer uma mulher insuficiente para você. Então pelo bem do meu orgulho, você não vai me empatar. — eu esbravejo e beijo sua boca divina.

Desço meus lábios pelo seu pescoço. Eu levo minha boca para o seu peito, sua barriga e por fim seu quadril de Apolo. Freddie continua ereto por ser um vampiro cheio de energia a oferecer. Eu o coloco na minha boca sem hesitar.

— Porra, Sam, não faz isso. — ele geme jogando a cabeça para trás.

Eu sugo ele com força, enquanto uso a mão ao mesmo tempo. O quadril do Freddie sobe e desce, o que faz ele vir mais fundo na minha boca. Eu me engasgo mas continuo. Freddie segura a minha cabeça e controla a velocidade. Eu mantenho meu olhar no dele. Ele morde o lábio. Eu rodo a língua na parte de cima. Outro gemido vem dele, mais alto dessa vez. Ele tem um gosto tão bom. Ele se deita sem soltar meu rosto. Eu o chupo com vontade. Freddie segura minha cabeça com as duas mãos. Ele vai ajustando o que estou fazendo da maneira que deseja. Seu membro fica quente na minha língua. Todo o sangue está se concentrando nessa parte. Paro um pouco para respirar mas deixo minha mão continuar.

— Se você não parar agora eu vou gozar. — ele sussurra com as mãos nos meus cabelos.

— Só vem. — eu o coloco na boca de novo.

— Caramba Sammy... — ele abaixa minha cabeça.

Eu tusso de novo. Freddie se contorce. Vou chupando com rapidez. Agora os gemidos dele ficam mais incontroláveis. Finalmente ele chega como eu desejava. Freddie explode na minha boca. Eu prossigo sugando esperando ele terminar de gozar como fez comigo.

Eu tiro minha boca dali. Eu passo a língua nos meus lábios. Freddie me olha quase perdendo os sentidos. Ele perde a respiração e eu também, por que um enjoo se forma.

Eu disparo feito um raio para o banheiro e abro a tampa do vaso. Me preparo para colocar tudo para fora, mas nada surge. Alarme falso.

Freddie está comigo em instantes. Ele coloca meu cabelo atrás da orelha.

— Não devia ter feito aquilo. — ele entende meu enjoo da maneira errada.

— Não foi por causa daquilo. Foi só um enjoo. — eu espalmo as mãos no peito dele.

Freddie passa o dedo indicador no canto dos meus lábios e depois o coloca na própria boca.

— Você é extraordinária.

— Tenho os meus dons. — eu sorrio corando e limpo minha boca sem querer parecer rude.

— Que tal um banho?

— Tudo bem. — eu faço menção de levantar, mas Freddie me ergue com pressa e vamos para o chuveiro.

Retornamos para o quarto e nos deitamos na cama sem roupa. Freddie acariciou meu corpo para me provocar.

— Não precisa me agradar no momento. — eu murmuro.

Ele se apoia no cotovelo.

— Então o que eu faço?

— Me responda se o Flint é realmente um menino.

— Eu não sei dizer e você viu que minha mãe não conseguiu nenhuma imagem no ultrassom. Ele é um pequeno mistério no meio de tantos. — Freddie usa a mão direita para acariciar minha barriga.

— Qual é a emoção do Flint, agora? — eu fico muito curiosa em relação a isso.

— Hum... Ele está calmo, provavelmente dormindo. — Freddie franze a testa tentando captar alguma coisa — Você está alegre, mas algo te preocupa, o que é?

— Gatlin. — eu respondo.

— Daremos um jeito.

— Você sabe que não temos escolha.

— Sempre há uma escolha. — ele estala um beijo em um dos meus seios — Mamãe você está com disposição?

— Está brincando né, papai? Depois daquilo, você ainda quer mais? — eu rio não acreditando.

— Tudo bem, eu espero até de noite.

— Depois do jantar, ok?

— Você é o jantar.

— Tenha limites, por favor.

Ele sorri descendo a mão para o meio das minhas pernas.

— Se você não quer... — ele toca meu sexo com os dedos inquietos — Por quê está molhada?

— Deus que me perdoe. — eu subo em cima dele.

Ele aperta minhas coxas

— Quero fazer você delirar.

— Não sei se aguento algo tão intenso.

— Eu acho que aguenta sim. — ele vai entrando em mim sem avisar.

Eu me apoio no seu peito. Freddie me movimenta sobre ele.

— Ai Freddie. — eu suspiro o sentindo.

— Quer rápido? — ele está me movimentando lentamente.

— Desse jeito está bom.

— Geme pra mim, Sammy... — ele pede alto em vez de sussurrar.

— Não, você vai fazer isso dessa vez.

Ele concorda com a cabeça. Freddie segura meu quadril deixando a velocidade aceitável para nós dois. Eu rebolo do jeito que ele gosta.

— Oh Sam, assim. — ele ronrora. Eu afundo minhas unhas no seu peito. Ele trinca os dentes, mas continua a gemer. Eu também gemo, mas baixinho por que quero ouvir somente ele.

Eu alcanço o ritmo do Freddie. Vou para frente e para trás como em uma dança sensual carregada dos nossos desejos mais escuros. As mãos dele cavam meu quadril. Suas unhas traçam um padrão na minha pele e eu sei que ele me cortou.

Toco com a ponta do meu indicador o seu pescoço onde está a veia principal. Ela pulsa fortemente no meu dedo. Freddie retira uma mão do meu quadril e a sobe até o meu seio esquerdo, que ele aperta e depois atormenta meu mamilo.

Seu olhar está carregado de desejo. Como em um frenesi não conseguimos parar de fazer isso. Sexo é a coisa mais poderosa no nosso mundo.

Eu desço meu quadril usando toda a força que posso. Ele geme sendo pego de surpreso. Faço novamente. Freddie fecha os olhos. Eu bato no seu rosto. Suas pálpebras se abrem com o castanho em chamas. Usando a sua velocidade de vampiro ele inverte a nossa posição, eu fico por baixo. Ele vai penetrando com a intenção de sentir todo o prazer que puder. Minhas mãos puxam seu cabelo suado.

Freddie leva a boca para o meu pescoço. A cada beijo que ele desfere, é uma estocada mais profunda e pesada. Os beijos são trocados por mordidas. Seus dentes se afundam na minha pele. Eu mordo seu ombro para descontar e cravo as unhas em suas costas definidas. Freddie agarra meus pulsos e os mantém em cada lado do meu corpo.

Ele me olha dentro dos meus olhos. Sua boca se abre e um gemido sai dela, seguido de outro e mais outro. Como eu pedi, ele que está gemendo dessa vez. Eu coloco meu dedo na sua boca. Ele o suga e depois morde. Eu retiro meu dedo dos seus lábios e o coloco nos meus. Freddie sorri. Eu subo a pélvis querendo aumentar o prazer. Nossas testas se juntam. As respirações se misturam.

— Eu possuo você de todas as maneiras possíveis... — ele sussurra roçando os lábios nos meus.

— Sim, possui... — eu murmuro fechando os olhos.

— Eu te domino. — ele morde minha boca.

— Mas não consegue me domar. — eu dou uma mordida no seu queixo.

Freddie começa a penetrar rápido. Ele sabe que eu preciso disso. Oh, e como eu preciso. Eu quero explodir. Falta tão pouco. A sensação é tão intensa. Eu abriria mão de sangue humano somente para fazer isso com ele para sempre. Eu sou dele. Eu sou totalmente do Freddie. Quero que ele me possua da forma que quiser.

— Quero chegar com você, Sam. — Freddie avisa me tirando do meu delírio repentino.

— Eu vou, por que eu me rendo a você. — acaricio seu rosto.

— Faz o que eu mando então. — ele vai o mais rápido que pode — Goza pra mim.

Eu me liberto com o som da sua voz. Eu gozo perdendo as forças. Por quê diabos é tão forte? É maior do que todas as outras vezes.

— Freddie! — eu o chamo perdida nesse orgasmo. Ele me fez delirar de novo.

Freddie grita ao gozar.

— Porra Samantha!

Ele prossegue colocando e tirando até se satisfazer. Seu corpo cai ao meu lado. Ele fica segurando a minha mão, com a outra usa o lençol para me limpar.

Eu tusso ficando com falta de ar, mas Freddie acha que é por causa do ápice. O ar fica rarefeito. Um estalo surge. Freddie percebe que tem algo de errado comigo. Rapidamente ele massageia meu peito. O ar vai voltando. Freddie me senta. Eu gemo sentindo dor.

— Flint... — eu sussurro levando a mão para o lado direito do meu corpo.

— Sua costela. — Freddie descobre o problema — Você acabou de quebrar uma costela.

— Ele não teve culpa, o coitadinho só está crescendo.

Freddie suspira evitando falar alguma besteira.

— Melhor minha mãe dar uma olhada em você.

— Não precisa.

— Olha, você queria que eu aceitasse, eu aceitei, agora pelo menos me deixa tomar conta de você. — ele é sutíl.

— Está bem Freddie.

— Boa garota.

No final Flint quebrou uma costela do lado direito do meu corpo. A senhora Benson mediu minha barriga e percebeu que ela vem crescendo em um ritmo muito acelerado. Se estou ganhando dois centímetros por dia ou mais, o parto ocorrerá em três semanas ou menos, temos que estar preparados. Ela gostaria que eu permanecesse no apartamento dela por segurança, óbvio que eu recusei, então Freddie sugeriu que todo o equipamento necessário deveria ser levado para minha casa ou para Violet Hill, qualquer lugar que eu me sentisse a vontade e o Flint também.

Flint por algum motivo me chutou o tempo todo desde que entrei aqui no apartamento. Ele não gosta daqui. Algo na atmosfera do lugar afetou seu estado emocional. Freddie ficou confuso.

Estamos dentro da Lamborghini. Freddie assobia uma canção que toca no rádio. Ele está tão descontraído, apesar de que, eu noto a preocupação nos seus olhos.

— O que o Flint estava sentindo? Eu sei que tinha algo errado com ele. — pergunto preocupada com o meu bebê.

— Foi estranho. — responde ele — Flint parecia triste com alguém. Apresentava a mesma emoção de quando perdemos alguma coisa, eu ainda estou tentando entender, ele é difícil de decifrar como você. — ele sorri ao final.

— O nome dele vai ser Flint? — eu procuro um assunto mais light.

— Não sei, ainda não pensei em nenhum nome.

— Temos tempo...

— Não muito. — ele passa a marcha — O que deseja fazer agora?

— Eu...

Sou interrompida pelo toque estridente do celular do Freddie. Eu aguardo ele conectar com o carro para ambos escutarmos a ligação.

— Pode falar. — murmura Freddie ao volante.

— Preciso de ajuda. — a voz do Gibby sai fria.

— Gibby? O que está acontecendo? — eu fico inquieta no banco.

— Oh... Sam. — Gibby se surpreende — Você está com o Freddie? Quer saber? Esquece, só por favor, nos ajude.

— Ajudar quem? — pergunta Freddie impaciente.

— A alcateia e eu estávamos em uma patrulha atrás de um rastro de uma Hexenbiest que vem causando problemas na tribo, infelizmente era uma cilada. Eu não sei explicar... — Gibby faz uma pausa em procura de palavras — Ele s pareciam enfeitiçados enquanto vagavam para o antigo cemitério no final da cidade, próximo ao SeaTac. A alcateia toda está dentro de um círculo de fogo, eu não consigo tira-los de lá e eu não consigo contatar a Wendy. Eles vão morrer e não posso permitir que isso aconteça.

Freddie e eu nos olhamos. Eu sei o que ele está pensando. Tori. Ela está em perigo. Eu estou pensando em todos os outros. Precisamos agir.

— Estamos a caminho. — eu aperto um botão no carro e a ligação se encerra.

— O que faremos? — Fredward pergunta mudando o trajeto para o cemitério.

— Carly. — eu sussurro sabendo que ela pode nos ajudar — Hayes e Shelby.

— E a Wendy?

— Não temos tempo para procura-la. — eu respiro fundo me preparando.

Conseguimos buscar a Carly no Bushwell. Partimos para a marinha e achamos Shelby. Carly entrou na reserva por nós e trouxe o Hayes. Eu expliquei o que estava acontecendo para eles enquanto Freddie acelerava a Lamborghini pela I-5. Chegamos ao cemitério com rapidez e eficiência.

Saímos do carro.

As árvores se balançam com o vento. O tempo nublado deixa o lugar sombrio. A antiga placa que contém o nome do cemitério está caindo aos pedaços. Los Sepulcros funcionava até a década de setenta, por falta de espaço foi desativado e totalmente abandonando. Agora serve para vandalismo e possíveis rituais de gente que não tem o que fazer da vida.

Ao longe eu vejo fumaça e a famosa frase "onde há fumaça há fogo" nunca fez tanto sentido. Eu corro com os outros em direção à fumaça. Freddie só me repreende com o olhar, ele não quer me ver fazendo esforço.

Gibby vem nos encontrar. Carly se joga nos braços dele.

— Gibby você está bem? O que aconteceu meu amor? — ela pergunta tocando no rosto dele.

— Eu estou bem, por alguma razão o feitiço da Hexenbiest não funcionou em mim...

— Nada funciona em você por que uma vez enquanto você dormia, eu fiz uma magia que empata qualquer feitiço dominar a sua mente. Pensei que seria útil um dia, caso algo viesse a acontecer. — responde Carly para nossa supresa e alívio.

— O que seria de mim sem você? — Gibby a beija com paixão. Eu limpo a garganta para relembrar o que nos trouxe aqui.

— Não tem como entrar nesse círculo de fogo, mesmo nós não sendo queimados, é uma barreira impossível de atravessar. — Hayes comenta observando as chamas azuis.

— E o que vamos fazer? Deixa-los ali para morrer? É minha alcateia, minha responsabilidade. Parte vital da minha vida. — diz Gibby juntando a Carly ao seu peito.

— Esse feitiço só pode ser quebrado pela Hexenbiest que o fez. — murmura Shelby olhando com dor para o fogo. Spencer está lá. Ela precisa dele.

— Eles estão em forma de lobo? — eu pergunto por que não dá para enxergar nada além da muralha azul.

— Não. A patrulha era uma caminhada por aqui, o rastro estava forte mas foi tudo uma armadilha, eu fui muito estúpido, se eu tivesse pensando antes... — Gibby fica se culpando e Carly o consola o abraçando.

— Não tinha como você saber, Hexenbiests são espertas. — fala Carly.

— Se tivesse um jeito de atravesser a muralha sem passar por ela, pulando, cavando um túnel, abrindo um portal... — Freddie começa a especular. A última ideia é boa mas não sabemos onde Wendy está.

— Não tem como pular, o feitiço é como uma enorme tampa, veja isso como um pote lacrado. É impossível entrar. — Hayes diz.

— Eles vão morrer? — Gibby pergunta querendo chorar.

— Possivelmente, eles já devem estar desmaiados com o gás tóxico das chamas. — Shelby responde colocando a mão na boca — Eu preciso fazer alguma coisa... — ela corre e se joga nas chamas. A coluna a empurra de volta no chão.

Freddie segura a Shelby pela cintura que se debate tentando se soltar.

— Shelby! Pare! Não tem como atravessar, é inútil! — Freddie tenta fazer ela ver a razão.

— Não! Spencer! — Shelby grita desesperada — Spencer!

— Shelby... — Freddie a abraça e olha para dentro das chamas — Tori... — ele sussurra.

— Não, Deus. — Gibby fica de joelhos e começa a chorar — Eles não podem morrer assim.

— Freddie tem razão! — Carly eleva a voz e bate na própria testa.

— Eu tenho? — ele pergunta ainda com os braços em volta da Shelby.

— Sim, a ideia de entrar no círculo de fogo, de atravessar a muralha. — Carly parece ter uma ideia fantástica.

— Carly se está pensando o mesmo que eu, desista, você só poderá retirar um por vez e acabará morrendo antes de salvar a todos. — Hayes percebe a ideia primeiro do que eu.

Eu encaro a Carly.

— O que você vai fazer?

— Vou me teletransportar e tirar todos de lá, é o único jeito de entrar. — responde ela.

— Não posso permitir que morra, você pode ficar presa no Limbo. — eu digo entendendo o problema.

— É a única chance deles. — Carly olha para as chamas — Eu preciso fazer isso.

Gibby surge e puxa a Carly para um beijo. Ela o abraça com força. Os dois se perdem nessa demonstração de afeto.

— Se você sentir que está morrendo, pare, não se atreva a continuar. — ele fala para a Carly — Eu te amo.

— Eu também te amo. — ela responde e é a primeira vez em que vejo eles trocarem essas palavras.

— Ela não vai aguentar, o poder dentro do círculo vai esmaga-la, isso se não acabar presa no Limbo. — Hayes adverte com uma expressão amarga.

— Eu salvarei o Dice primeiro. — Carly murmura.

Ela respira com força e desaparece. Em alguns segundos ela está de volta com o Dice. Ele está desacordado. Carly respira como se tivesse saído de um refrigerador.

— Dice... — eu me ajoelho e toco nele que está totalmente frio, mas seu coração ainda está batendo.

— Não posso parar. — Carly retorna para lá de novo. Tortuosos segundos se vão novamente. A morena retorna com o Spencer.

Shelby já está com ele em seus braços.

— Spencer! Meu Deus! Acorda! Acorda... — ela beija o rosto dele e cai na grama sem solta-lo.

Carly vai buscar mais uma pessoa. Dessa vez ela surge com a Tori. Freddie toma a irmã nos braços. Carly cambaleia e cai de joelhos. Sangue escorre da sua narina esquerda. Ela tosse.

— Carly... — Gibby tenta segura-la, mas ela vai de novo para as chamas.

Os movimentos a seguir são mais rápidos. Griffin, Brad, Jade e Beck são trazidos com pressa. Carly conseguiu salvar todos eles. Ela desmaia no chão com sangue manchando seu rosto. Seu coração não está batendo.

— Carly! — eu grito com todas as minhas forças e a coloco contra meu peito — Não morra! De todas as pessoas eu não posso perder você! Não depois de tudo... — eu choro constantemente — Você não pode morrer... Kimera ainda precisa chegar a nós... Carls acorde. Acorde. Acorde!

— Ela não vai morrer... — Hayes sussurra ao meu lado — Mas eu preciso fazer a travessia no lugar dela.

— Como assim? O que está dizendo? Você vai morrer? — eu pergunto em sussurros.

— Você sabe que meu lugar não é aqui. — ele alisa meu cabelo e em seguida meu rosto — Eu preciso voltar.

— Hayes... — eu sussurro seu nome.

Ele beija minha bochecha.

— Talvez esse seja meu propósito, garantir que a Carly fique viva. Está tudo bem Sam...

— Ela salvou todos eles mesmo sabendo que ia morrer, por quê? — eu olho para o rosto da minha amiga.

— Por que ela tem um dos corações mais puros de todo o universo apesar de todas as coisas... Carly foi usada pelo espírito da Hexenbiest e possuída pelo Estrela da Manhã, nada do que ela fez foi intencional... Agora que ela está livre, mostrou como ela é de verdade. Ela salvaria a todos sem nem pensar em si mesma. Ela tem um grande futuro pela frente e você também está nele. — Hayes mais uma vez me deixa sem palavras — Fredward? — ele chama meu noivo.

— Sim? — Freddie pergunta esperando Tori e os outros acordarem.

— Tome conta deles. — Hayes pede a ele.

Freddie faz que sim com a cabeça. Ele está abraçado com a Tori que se acorda devagar.

Gibby está com as mãos no rosto da Carly. Ele está tremendo de medo.

— Traga ela de volta para mim, Hayes, por favor.

— Eu irei. Ela é poderosa demais para partir agora... — Hayes parece ter um sentido oculto em sua frase.

— Obrigada por tudo, você fez tanto por nós. — eu agradeço a ele.

— De nada Sam. — ele sorri e segura as mãos da Carly — Assim que ela voltar, eu vou...

Shelby se junta a nós.

— Boa sorte do Outro Lado, Hayes.

Ele acena com a cabeça. Hayes fecha os olhos se concentrando. O vento fica forte no cemitério. Um trovão ecoa e a chuva desce de maneira fraca. Eu não retiro meu olhar do Hayes. Ele suspira enquanto troca de lugar com a Carls, eu jamais vou entender a complexidade da magia para evitar a travessia dela.

Em poucos segundos Carly retorna tussindo e respirando fortemente. Gibby logo a abraça apertando ela contra seu corpo. Eu envolvo ambos para completar o abraço. Minha melhor amiga voltou... E acima de tudo, ela deu a vida pela alcateia. E eu estou orgulhosa da Carls por ser a pessoa que eu sempre soube que ela era.

Povs Shelby:

Carly está nos braços da Sam e do Gibby. Ela está sendo abraçada com força. Sam não vai querer romper esse abraço.

Minha cabeça se vira e o corpo do Hayes cai na grama úmida. Eu seguro a mão dele em busca de algum sinal de vida. Ele ainda respira com os olhos meio abertos.

— Shelby... — ele me chama baixinho enquanto respira como alguém que sofre de uma parada cardíaca — Proteja o Alfa para mim.

— Hayes... — eu aperto com força a mão dele — Quem é o Alfa?

A boca dele se mexe sem omitir sons, mas eu leio seus lábios. Leio o nome confuso do Alfa. Um apelido carinhoso dado por ela. Meus olhos disparam para a pessoa ligada ao Alfa. Eu me sento na grama sem acreditar. Solto a mão do Hayes que cai inerte. Ele se foi.

Agora eu tenho uma missão: Proteger essa pessoa do mundo. Não existiria ninguém melhor para ser o Alfa... Finalmente todas as peças se encaixaram. Eu estava cega, mas agora eu vejo.

Notas finais
POW POW POW QUE TIROS HEIN LINDINHOS! JOGUEM A OPINIÃO NA RODINHA, E MANDEM MAIS TEORIAS, BEIJÃO! Quarta-feira eu estou de volta se Deus quiser... Gostaram dos hots? Muitas revelações ainda por vir... Fiquem vivos. See you soon guys! Very soon...