40 Dias Para Te Reconquistar

29 Capítulo 21 - " Encrave no coração "


Notas iniciais
Hey meu povo lindo *O* Tudo bem? Gostaram do capítulo anterior, né?! Bom, eu gostei desse capítulo, mas (confesso que) esse não foi o melhor! Porém tem um final bem cool, pelo menos eu achei APSOKPAOKSOAKS' Eu dedico esse capítulo para a Brubs e a inuma123 (Sinto falta delas ç.ç)! Genthy linda, segurem os corações e tenham uma boa leitura!

Depois do banho no rio o casal voltou para a casa na fazenda e Fred foi impossibilitado de ter a conversa que tanto rondava a sua mente. Esta era a noite do fim dos 40 dias que ele se esforçou ao máximo para reconquistar a esposa e ele precisava obter respostas. Ele necessitava saber se ela continuaria a traí-lo, mas como perguntar? Como saber o que se passa naquela mente? Como ter certeza? Como reconstruir a confiança que ela tomou e quebrou? Todos os dias ele tinha se empenhado para restaurar essa confiança, mas certamente o que ele tentava isso vem se aperfeiçoando com o tempo. Mas essa conversa não iria demorar a acontecer, faltava duas horas para o sol nascer e Fred estava esperando ansioso para isso. Primeiramente para conversar com Sam e mostrar a ela sua decisão, pois algumas coisas são toleráveis e outras inaceitáveis. Em segundo seria ir atrás de Cléo. Me preocupo como ela deve estar no momento.

Então assim que voltasse para a cidade com a esposa, escaparia com Anita como desculpa e procuraria saber o estado de Enzo. Fred não era bobo e conhece bem a Cléo, ela estaria desolada em uma hora dessas. Talvez tinha fugido por não suportar as críticas e julgamento da avó de Enzo. O que mais o preocupara era onde estava Cléo...

Ele pegou o celular e pela décima vez desde que acordou, ligou para a amiga: tocou, tocou e ninguém atendeu. Fred sentiu-se mal por não estar perto da amiga em um momento desses. Apesar de que não sabia exatamente a gravidade do filho de Cléo, Enzo. O menino era muito amigo de Anita, e certamente isso a afeta bruscamente. O que lhe daria mais um motivo de se preocupar. Fred tentou ligar para Cléo novamente, de novo e mais uma vez, sem resultado algum.

Cansado, se levantou e saiu do quarto. Ele desceu as escadas e percebeu a luz da cozinha acesa. Algo curioso, pois pelo que ele lembrava tinha apagado tudo antes de dormir. Sem muito alarme, se dirigiu para a cozinha e, com a aproximação, notou Charlie sentado na mesa ao centro, tomando café e brincando com uma faca grande. Fred estranhou, pois o homem esta muito pensativo.

- Sem sono? — Charlie perguntou ao notar a presença dele.

- A preocupação não me deixa dormir. — Fred explicou e puxou uma cadeira, sentando-se em seguida.

- Preocupado com a Sra. Benson? — Charlie sorriu irônico depois da pergunta que fez.

- Também. Tem café? — Fred perguntou com intenção de mudarem de assunto.

- Sim, vou pegar para o Senhor. — Ele se levantou e serviu uma xícara de café para Fred.

- Sem sono? — Fred repetiu a pergunta que Charlie tinha feito e bebeu um gole de café, percebendo que estava amargo.

- Pensamentos me tiraram o sono. — Charlie respondeu, fingindo ser amigável.

- Pensamentos ruins?

- Posso te pedir um conselho? — Ignorando Fred, ele seguiu com seu pensamento e só então começou a analisar o homem a sua frente.

- Claro, vou tentar ajudar. Do que se trata? — Fred foi simpático. Charlie levantou a faca contra a luz e detestou a forma que ela estava limpa. Imaginou a faca escorrendo sangue de preferência de Samantha Benson. Colocou a faca sobre a mesa e viu o quanto o homem a sua frente ficou confuso.

- Uma mulher matou meu irmão faz dois anos e pouco. Quero me vingar, você acha certo? — Perguntou ele com calma. Fred olhou para faca e depois para o homem de cicatrizes grandes no rosto, tentou olhar nos olhos dele para não encarar suas cicatrizes. Pensou e decidiu ser direto em sua dúvida.

- Você deseja matá-la? — Charlie riu da pergunta.

- Não vou matá-la, só vou tirar algo que ela não merece ter. — Ele foi claro, em meio a risadas. Sua mulher é claro, pensou o homem bruscamente.

Fred assentiu aliviado por saber que não se tratava de matar a mulher. Então percebeu a claridade lá fora, o sol estava nascendo, ele concluiu. Decidiu terminar o quanto antes o assunto com Charlie.

- Vingança... Hm... Acho que não é necessário vingar-se, mas se isso libertar o sentimento de rancor que parece sentir... Faça longe da polícia, sem se machucar e não tire a vida dela. Não seja extremo. — Fred disse tentando ajudá-lo.

- Não vou matá-la, seria bom demais para ela. Vou tirar uma coisa sem valor, é certo que esse rancor sai de mim. — Charlie mentiu boa parte do que falou.

- Fico mais tranquilo... Se importa se...

- Não, fique à vontade. — Charlie entendeu que Fred queria se retirar, e assim que terminou de falar viu Fred se levantar agradecendo o café e saindo do cômodo. Segundos depois, Fred se lembrou de algo e voltou para a cozinha. Encontrou Charlie novamente brincando com a faca, silenciosamente e quase inexpressivo.

- Charlie? — Chamou ele e não obteve resposta nenhuma. Decidiu tentar novamente, só que falando mais alto.- Charlie?

Dessa vez, obteve reação do homem que o fitou como forma de dizer que estaria ouvindo.

- Pode pegar meu carro e estacionar na frente da casa? Daqui a duas horas vamos sair, e eu tenho coisas para resolver na cidade. — Fred explicou.

- Claro. Cadê as chaves? — O homem falou animado e se levantou, como se Fred tivesse lhe dado uma luz e uma decisão.

- Estão no chaveiro atrás da porta da sala. — Fred o informou.

- Então já vou fazer o que o Senhor pediu. — O homem saiu apressado da cozinha.

- Obrigado! — Fred falou alto com o intuito que Charlie o escutasse.

Ao entrar no quarto, que era de seus avôs, percebeu que Sam ainda dormia tranquilamente. Decidiu que a deixaria dormindo por um pouco mais de tempo. Tomou banho, se vestiu e arrumou as malas, deixando fora a única roupa limpa da esposa. Sentou-se em uma cadeira perto da janela e novamente concentrou-se em tentar falar com Cléo. Pensou em ligar para a mãe dela, mas achou que incomodaria e ainda deixaria uma má intenção. Ele sabia, por meio de Cléo, que ela levava tudo para um lado desagradável, somente para julgar a Cléo. Era algo que realmente irritava Fred, pois as pessoas não enxergavam Cléo como ela realmente era.

Passado esse momento, decidiu que já era hora de ter a conversa com Sam. Então se levantou deixando o celular na cadeira, andou até a cama e pensou em como acordá-la. Decidiu o que fazer. A primeira coisa a ser feita foi tirar o cobertor de cima de Samantha, depois começou a fazer cócegas no pé da esposa. Ele riu baixo da sua primeira reação, que foi chutar a sua mão. Desistiu do pé, mas ainda estava divertido com aquilo. Sentou na cama ao lado dela e acariciou suas costas. Observou que ela estava debruçada e com os braços em baixo do travesseiro, ou seja, o alvo dele estava completamente livre. Suas mãos devagar voaram para a axila dela onde começou a fazer cócegas e rapidamente sentiu suas mãos pressionadas pelos braços dela. Sam abriu os olhos e o fitou com raiva, enquanto ele ria dela. Ela abriu um pouco os braços e ele tirou suas mãos dali.

- Eu estou me perguntando por que você nunca me deixa dormir em paz. — Fred sorriu com singelo ao ouvir a voz sonolenta, porém com tom raivosa de sua esposa.

- Porque eu amo te irritar. — Ele disse e ela bufou, se levantando.

- Então me acordou pra nada? É isso? Argh. — Sam perguntou aborrecida.

- Você vai ficar irritada, é? — Fred perguntou e se levantou ficando na frente dela.

- Me acordou pra nada? — Ela insistiu de expressão fechada.

- Não.

- Então não vou ficar toda irritada. — Ela disse com um bico nos lábios e ele riu, não suportando e beijando o bico dela.

- Você é mais irresistível irritada, sabia? Fica tão linda! — Com as palavras do marido a loira sorriu.

- Seu bobo. Pare de enrolar, porque me acordou tão cedo? — Ele sorriu com a forma doce das palavras dela.

- Por dois motivos: Precisamos conversar e temos que voltar para a cidade. — Sam sentiu seu coração apertar. Ele quer conversar, pensou ela. Pousou as mãos no tórax do marido e olhou em seus olhos, tentou ali disfarçar o medo que aquela frase causou nela.

Milhares de coisas começam a passar sobre a cabeça dela, várias são impossíveis e sem noção alguma. Seu coração apertou mais ainda, será que ele pediria o divórcio? Não poderia ser, pois o que ela mais queria a quarenta dias atrás era justamente o que ela não quer agora. Ela percebeu que não quer se divorciar e não desejava jamais ficar longe de Fred novamente, mesmo morando na mesma casa, eles eram distantes. Agora, hoje e naquele exato momento ela reconhecia por meio de seus pensamentos que a maior porcentagem de culpa da destruição do relacionamento foi dela. Se ela tivesse persistido nele, se ela tivesse feito o que ele realizou nesses dias, somente um pouco mais de atenção... Ah, eles não teriam passado por momentos tão desagradáveis. Samantha quis voltar no tempo, especificamente ontem e dizer a ele que não amava o Jonny. Dizer que não foi exatamente amor e sim uma paixão repentina. Ela quis chorar em pensar que ele poderia pedir para se separar dela... Somente em pensar na possibilidade fez a mulher ver o quanto tem valor o seu casamento.

- Está bem. — Sam disse baixo. — Vamos conversar. Sobre o que mesmo?

- Sam eu realmente quero deixar o passado de lado, mas preciso saber se você também está disposta a deixar o passado e seguir em frente comigo. — Ela observou atentamente o marido e respirou fundo. Sentou na cama e pensou nas palavras dele.

- Você quer dizer...

- Se você vai deixar Jonny no passado. — Ele completou e a olhou séria.

- Você o odeia. — Ela concluiu amarga.

- Não, o pior é que eu não odeio ele. — Fred sorriu fraco. — No início jurei odiá-lo e te odiar, mas era somente a minha raiva. Eu nunca te odiei por me trair. Irônico porque eu me odiei no lugar de odiar vocês. — Ele falou com a mais pura sinceridade.

- Como se odiou?

- Por minha causa você precisou me substituir. — Sam teve seu coração esmagado por essas palavras.

Substituir? Não, Jonny nunca o substituiria. Sam imaginou substituindo Fred por Jonny e não conseguia ver Jonny no lugar de seu marido. Ela pensou e realmente estava para substituí-lo, só então se chocou do quão real aquilo era. Fred sofreu por ela, ficou amargurado e ainda sim lutou pelo amor dela. Sam teve uma certeza ao pensar nisso, não existia ninguém que se comparasse a ele, pois ela sabia que se Jonny estivesse no lugar de seu marido certamente ela estaria divorciada e nas mãos de outro.

- Obrigada. — Sam sussurrou com lágrimas nos olhos.

- Como?

- Obrigada por me querer tanto ao seu lado a ponto de fazer tudo que você fez. — Ela sussurrou. — Obrigada por esse amor que tem me dado.

- Sam, eu fiz como uma última aposta. Não me agradeça por te amar tanto, mas eu quero que entenda algo. — Fred respirou fundo, pronto para falar sua decisão.

- Diga... — Sam se pudesse segurava seu coração.

- Eu não sou estúpido e eu te quero para a vida toda. Eu escolhi você porque eu sabia que depois de anos ainda a amaria. Mas, Sam eu espero que o que aconteceu não se repita já que não vou dar brecha para você ter que me substituir...

- Então? — Ela perguntou um pouco impaciente.

- Se você um dia realmente querer sair da minha vida, por qualquer coisa ou para ficar com o Jonny... Eu não vou hesitar em permitir, mesmo que eu veja que você ainda possa me amar. — Ele foi sincero. Afinal, ela precisava saber disso.

- Quer dizer que não vai lutar mais por mim?

- Você vai me dar razões para ter que lutar? — Ele se aproximou dela e pegou na mão dela, levantando-a da cama.

- Está bem, considero-me avisada. — Ela sorriu fraco com o coração ainda aflito.

- Eu te amo, Sam. E quero saber: você é minha?

- Eu sou sua. — Suas palavras foram embriagadas de amor. O resquício de uma recordação a fez sorrir, desejou ouvir algo de seu marido.

- Prometa-me. — Ao ouvir as palavras do marido, ela foi invadida por uma lembrança. Samantha se emocionou com o peso daquela frase embargada de amor e sorriu sentindo lágrimas em seus olhos.

- Eu sou sua e você é meu. — Ela sussurrou se lembrando da noite de núpcias. Fred sorriu, abraçando-a e depois beijando a esposa.

- Eu te amo. — Sam sussurrou e teve a certeza que seu relacionamento estava seguro.

Aquele momento seria memorável. Os dois reataram de uma forma simples e oficial, estava dando para ver que a felicidade finalmente completou e as dúvidas foram supridas. Sam não disse que não iria deixar de ver o amante, mas Fred sabia que ela era dele. Sam lhe disse isso e lhe bastou. Quem visse de longe não entenderia o tamanho da ligação e dos sentimentos que foram trocados por aquelas palavras. A loira não se chatearia por Mishelle, porque ele era dela. Fred lhe disse isso, e bastou.

O que Samantha não sabia era da vitória do marido. Ele conseguira: em quarenta dias a reconquistou de uma forma só dele. A maioria das coisas que fez não estavam descritos no caderno do avô, pois ele fez seu próprio caderno. Mesmo nas pequenas lições.

Passaram mais alguns minutos abraçados e então, ela foi tomar banho. Arrumada, colocou a roupa que estava em uma mala média e Fred pegou as malas.

- Quer que eu pegue o carro? — Sam perguntou andando na frente do marido.

- Não é preciso. Charlie já deve ter estacionado o carro na frente da casa... — Fred disse acompanhando a esposa na qual abriu a porta da frente para o marido. Ele passou pela porta e viu Charlie sentado no sofá da varanda.

- Deixe-me ajudá-lo. — Charlie se ofereceu, pegando as malas que Fred carregava e andando até o carro.

- Obrigado. — Fred agradeceu e seguiu para o carro junto de Sam. O homem alto, com grandes cicatrizes e aparentemente simpático, devolveu as chaves.

O casal se despediu do homem, sem mais delongas, eles entraram no grande carro e se acomodaram. Charlie ficou do lado do carro, especificamente onde Sam estava sentada. Olhou firmemente para ela e depois para Fred, com um sorriso fingido se pôs a falar.

- Boa viagem de volta.

- Obrigada... — Sam falou baixo, pois não sabia o que exatamente responder. Ele sentiu um calafrio ao olhar diretamente para os olhos de Charlie.

Fred dirigiu por entre o caminho de árvores enfileiradas e passou pelos grandes portões de ferro da entrada da fazenda. Charlie sentou no terceiro degrau da pequena escadaria da casa e gargalhou ao vê-los sair.

- Boa viagem e boa surpresa. — Ele disse baixo e pegou o celular. Digitou o número de Melanie e calmo começou a se lembrar do que descobriu noite passada, entre os vídeos da câmera de segurança da Maternidade Bonella&Bambini. Ou melhor, na falsificação da Morte de Marie Claire que estaria grávida e o mais curioso, os filhos de Melanie. Ele sabe que Rocco estava com Joffrey e também sabe onde estava a outra criança...

- Não ouse encostar na minha irmã. — Vociferou a voz doce de Melanie pelo celular.

- Tenha um bom susto. — Charlie disse entre os dentes, ignorando o que a mulher falou e desligou. Ele queria ver se um susto poderia fazê-la perder a cabeça e sair do salto.

Charlie sempre viveu um inferno em sua vida e grande parte do que tinha vivido era por culpa de Melanie. A loira matou Frank sem pensar na família dele, ou seja, Charlie. Matou sem hesitar. Ela pensou nas pessoas que ama, mas tudo que se faz tinha consequências e era claro que ela ainda não vivia as consequências de ter matado Frank. O fato era que suas ações passadas iriam interferir na vida de muitos que ela ama e principalmente na vida de Samantha.

O homem tirou a faca grande que estava escondida no meio do capim e começou a encará-la, como se a idolatrasse. Na faca de dois gumes estava escrito "Encrave no coração". Ele sorriu para o objeto que pertencia a Frank, lembrou-se do que aprendeu com o irmão desde as façanhas com fogo até a mecânica de carros.

- Peças de instalação de rodas são: porca, arruela, anel, friso, anel separador e válvula. — Ele começou a dizer para si mesmo. — E se elas estiverem cedendo... — Ele gargalhou desejando ver o que aconteceria com Samantha e Fredward Benson.

Uma ideia passou pela sua cabeça e ele decidiu pegar a moto da pequena casa dos fundos. Afinal, o casal não iria muito longe...

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- Eu vou trocar a música. — Fred avisou, mas, antes que tocasse no aparelho de som moderno, recebeu um tapa na mão.

- Não, eu gosto da Jessie J. — Ela sorriu enquanto " Nobody " tocava. Fred resmungou. — Aquele Charlie é muito estranho... — Sam falou tentando puxar um assunto com o marido.

- Você também me chamava de estranho...

- Por Deus, isso foi a séculos atrás... Você ainda cheirava fraldas! — Sam disse divertida.

- Então você também cheirava fraldas, meu amor! Eu sou três meses mais velho que você.- Sam bufou e encarou a estrada que estava pouca movimentada, avistou dali uma curva.

- Ele é estranho, mas não parece ser perigoso... — Fred disse desacelerando e pisando um pouco no freio, quando viu que estavam quase fazendo a curva.

Como a roda fazia parte do conjunto de suspensão do veículo, houve uma quebra mútua dessa suspensão fazendo com que as molas e os amortecedores tivessem uma instabilidade. Em questões de segundos, a façanha que Charlie fez, se pôs em prática: o carro perdeu o controle e Fred não conseguiu manter o controle. A vida do casal ficou altamente em risco, pois sem controle o carro bateu com força em um poste a beira da estrada e logo capotou descendo por um pequeno barranco. Os gritos de ambos foram calados com o impacto do carro.

Em menos de dez minutos o homem já havia alcançado o carro do casal e presenciado o que tanto queria ver. Deixou a moto na beira, desceu o barranco com cuidado e mesmo assim caiu no final dele. Aproximou-se do carro e tirou com muita dificuldade Fred, o levando para longe, e depois pegou Samantha. Charlie não se satisfez com o acidente, portanto faria algo a mais com o casal inconsciente. Charlie pegou o celular e ligou para uma ambulância, falou com uma imitação na voz. Jogou o celular perto do corpo do casal e pisou nele, quebrando a evidência de quem os socorreu. Após isso jogou o celular no carro, junto ao fogo que começar a atear. Olhou para o casal: feridos e inconscientes. Pegou a faca de dois gumes e apontou para o peito de Samantha, olhou para o lado direito onde Fred estava.

- Uni duni duni tê, salamê minguê, sorvete colorê... O escolhido foi... — Charlie cantou baixinho alternando a faca para direita e para esquerda enquanto cantava. — Você!

Notas finais
Charlie é legal, né?! PAOSKPOAKSOPAKS' Genthy é CLARO que não vou destruir Seddie matando a Sam ou o Fred! (Eu tenho muito amor a minha vida, sério!) Então vamos ver o que aconteceu PAOSKPOAKSOPKAS' Charlie "encravou" a faca em quem? Sam ou Fred? Quem foi o escolhido? Poxa, logo agora que eles "reataram"... Eu estou ansiosa para saber a reação da Melanie... lalalalalala xoxo&até a próxima s2