4° Desafio Sherlolly
1 « O amor nos salvaria. »
Sherlock estaria sentado, observando a lareira; violino em mão. Não parava de pensar numa pessoa. Essa pessoa era Molly Hooper.
Aquele cabelo lindo amarrado de um jeito fofo. Aquele rosto, sempre bem bonito. O jeito que ela falava.
Na janela, dava para ver leves trovões chegando perto. Ficando com o barulho mais alto. Uma chuva pequena lá fora se iniciando.
Sherlock não estava nem com disposição para tocar seu violino, apenas estava sentado, observando a lareira e pensando em Molly.
Ele se desafiava mentalmente, pensando se deve ir vê-la, se ficar aqui ia ser melhor. O pânico não pode controlar
Sherlock saiu do local para apreciar a chuva, esvaziar sua mente. Quando, de repente, viu uma coisa que bloquearia isso.
Molly Hooper.
Ela estava com um guarda-chuva, para a água não a molhar. Parecia estar quase morrendo de frio, sem nenhum casaco.
Ela estava na rua de frente.
Sherlock atravessou o sinal aberto para os carros, se desviando de alguns deles. Ele retirou seu próprio casaco e o botou em Molly.
Molly teria ficado corada, se não estivesse já vermelha pelo frio. Ela cobriu Sherlock com o guarda-chuva, para retribuir.
Após analisar tudo que tinha acontecido, ela saltitou com o guarda-chuva em mãos e deu um abraço apertado em Sherlock, que deu um beijo na bochecha dela.
- Estava com saudades. — a morena disse, enquanto dava um sorriso.
Ok, vamos analisar o que aconteceu: ela riu, disse que estava com saudades, no jeito mais fofo do mundo, com a ponta do nariz vermelho.
Ele ficou corado e sem jeito diante daquela fofura de pessoa.
- Estava indo para onde? — Sherlock perguntou.
- Ia lhe visitar. — Molly riu dando denovo aquele sorriso, que derretia aquele cubo de gelo chamado Sherlock.
"Eu vou tropeçar e cair, eu ainda estou aprendendo a amar."
Sherlock a convidou para entrar em 221b, talvez tomar chocolate quente encarando a lareira.
Molly aceitou, e juntos entraram no local, após esperar o sinal ficar aberto para eles.
Sherlock se deitou na poltrona, Molly parecia estar morrendo de sono, então seencostou ao peito de Sherlock.
Ela havia dormido.
Sherlock indireitava e fazia carinho no cabelo castanho de Molly.
Ela acordou, surpreendendo Sherlock. Então ela fez a mesma coisa: fez carinho e indireitava os cachos dele.
Ele se levantou, e abraçou Molly.
- Eu te amo, Molly Hooper. — Sherlock disse, enquanto Molly parecia ter levado um choque.
Ela se acalmou e disse.
- Eu também te amo, Sherlock Holmes.
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