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3 Capítulo 3 - Pare de ter imaginações pervertidas!


Notas iniciais
demoramos muito, eu sei... Mas vamos recompensar! Aqui um capítulo inteirinho do Len ♥33espero que gostem!

Len mas parecia um zumbi a caminho de casa, com uma cara pasma e assustada, segurando um pedaço de papel com as duas mãos, tremendo pouco, e balbuciando palavras sem sentido.

Entrou em casa e não fez seu habitual ritual de se largar no sofá e ver TV antes de subir para seu quarto. Ele desta vez foi direto para o quarto, largou sua mochila no chão, trancou a porta e ficou olhando o papel ainda pasmo. E após vinte segundos nessa posição, ele jogou as mãos para o alto caiu com os joelhos no chão, gritando:

– YEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!- Mal podia acreditar em menos de um dia tinha feito um amigo, comido sorvete, e agora tinha o telefone e o endereço dele. Só tinha ficado na duvida sobre o que aconteceu enquanto ele estava desacordado!

O loiro de olhos azuis pegou o papel com o telefone beijou-o inúmeras vezes. O colocou em seu quadro para nunca esquecer e poder ligar assim que possível. Depois pegou uma toalha no armário e foi pro banheiro tomar banho e poder colocar seu uniforme para lavar.

Nada relaxa, alegra e limpa a sujeira como um bom banho no fim do dia. E foi exatamente isso que Len havia feito. Ele voltava para seu quarto apenas de toalha, os cabelos loiros bastante molhados caindo sobre seus olhos azuis; com o dorso desnudo, sem qualquer pinta ou mancha sobre a pele alva, e sem volume de músculos, aparentando uma figura bem submissa.

Ao irromper em seu quarto encontrou sua irmã, Rin, que estava com uma caneta rosa desenhando coraçõezinhos ao lado do número de Kaito.

– KHAN?! — Se assustou Len. — É o número de quem? Da sua namoradinha? — Sorriu Rin. Eles eram gêmeos, logo Rin se parecia bastante com Len. Olhos azuis, loira, e pele clara. Quase um Len com seios.

Len pode sentir seus pés ficarem frios à medida que o sangue subia para seu rosto.

– Rin, saia do meu quarto! Preciso me vestir! E você sabe perfeitamente bem que não tenho namorada! É de um amigo meu. — Disse ele, implorando e mandando ao mesmo tempo.

– Claro... Claro “amigo”... hihihi... — Ela respondeu zombeteira. Antes de sair do quarto, torceu um dos mamilos a mostra e indefesos do irmão, que emitiu seu comum CHHIIIII! Entretanto, o susto fez com que sua toalha caísse em frente a sua irmã. A gêmea apenas deu uma risadinha, e saiu sem ao menos se preocuparem fechar a porta.

Já recomposto daquela situação, Len vestiu seus pijamas, estes eram uma calça de algodão, quadriculado e uma camisa de mesma estampa, cujo botão superior havia se perdido, fazendo assim que todo instante a camisa cai-se para um lado, mostrando seu ombro, obrigando-o a ajeitá-la.

– Irmã... tipo,... você sabe que a maioria das garotas ao verem o que você viu sairia correndo... né? — Ele falou em um tom claramente desconfortável ajeitando a camisa.

– Len espero que esteja ciente do seu tamanho diminuto, resolva. Você realmente não vai querer desapontar desta forma o seu novo namoradinho. E a propósito, não venha me dizer o contrario, eu percebi a sua clara demora, sem desculpas aparentes, no banho... não que isso seja raro. — Calmamente respondeu Rin.

– Rin... Tente não ser rude, e você sabe que eu uso duas vezes o shampoo, me ensaboo duas vezes, ainda tenho que passar cremes para manter um cabelo sedoso... Pare de ter imaginações pervertidas! -

A garota apenas virou a cabeça e levantou a sobrancelha em ar sarcástico, voltando logo após a ver TV.

– Putz! Tudo bem que eu posso ter motivos mais sensuais para demorar no banho ou ficar com a luz acesa até mais tarde. Mas é comum entre garotos da minha idade, é inclusive visto como normal! — Praguejava Len enquanto subia as escadas em direção ao quarto, batendo os pés descalços.

Chegando ao quarto, o garoto logo fechou a porta e passou a mão nos seus fios de ouro ainda úmidos.

– Mas o Kaito realmente me deixa sem ar... — E por assim sussurrar deu um longo suspiro. Após alguns momentos melancólicos de silêncio, ele andou até sua mesa, uma bela peça feita de cerejeira com entalhes barrocos, pegou o celular e discou o número. Em todos os pibs que o aparelho fazia, o garoto sentia um peso maior em seu estômago, como se o almoço tivesse voltado e causara azia. Até que alguém atendeu ao telefone.

Notas finais
uuu cliffhanger. o próximo capítulo vai ser todo sobre o kaito :3 comentem, favoritem, façam o caralho a 4