E assim o fez, Lupita chegou na sala surpreendendo a todos.

– Porque está vestida assim? – perguntou Paulina

– Porque eu quero! – sentou-se e começou a fumar

– E desde quando você fuma? – continuou

– Desde agora, e desde quando eu quiser! – afirmou

– Vai parar agora mesmo. Isso prejudica a saúde, me dá isso aqui – disse, tentando tomar o cigarro da mão da filha, sem sucesso

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– E daí? Não vou morrer por isso! – se levantou irritada

– Mesmo assim. Ainda sou sua mãe e exijo que largue esse cigarro agora mesmo e troque de roupa! – ordenou

– Tenho 16 anos, não sou criança! – gritou, irritada

– Não fale nesse tom comigo, enquanto viver de baixo do meu teto, sob os meus cuidados, e tiver o meu sangue irá me obedecer! – gritou mais alto – agora chega, sobe pro seu quarto e vá dormir, ficará sem jantar hoje para parar de mal criação! – ordenou

Lupita, mesmo irritada, obedeceu. Irritada, jogou suas coisas no chão. "Como poderiam mandar nela daquele jeito? Paola estava certa, ela tinha que se mostrar forte!" Decidiu, mesmo com medo, pular a janela e fugir. Ia se apoiando em cada cantinho, até cair no chão. Levantou-se e pôs-se a correr. Com a chave, abriu o portão e saiu. Estava livre. Pegou o celular e decidiu ligar para a tia. As duas saíram e foram para uma boate. Lá, Lupita bebeu muito, e Paola se divertia com a cena, a deixou em casa completamente bebada, e antes que a vissem, decidiu subir pro seu quarto. Paulina, ouvindo os gritos histéricos da filha, desceu para ver o que era, e deparou-se com a menina completamente embriagada e desequilibrada.