Paradox Phases I and II
Paradox Phases I and II
Capítulo 18 min de lectura

Fase I - Capitulo 1 – A Primeira Vista

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Isabella POV


Existem certos momentos em que a única coisa que você quer é ter controle do tempo, ter a chance de mudar o passado ou pelo menos ter a chance de ver o futuro assim evitaríamos aquela briga desnecessária ou saberia que aquela pessoa não iria voltar então diria “Eu te amo”. Mas será que realmente a solução para todos os problemas é sempre voltar no tempo? Afinal como aprendemos a by Text-Enhance\">seguir em frente se tentarmos mudar o passado? Eu fiz a escolha errada e agora não posso mudar o que aconteceu e nem saber o que vai acontecer, posso?



X_X



Estava no telefone falando com Tânya.



– Sim eu já entendi o que eu tenho que fazer. — Parei em frente fonte de Cibeles. — Eu sei que sim não se preocupe não me ensine como fazer o meu trabalho. — Desliguei e olhei em volta não poderia ser reconhecida coloquei meus óculos e voltei a circular.



Tudo se encontrava normal até que senti um par de braços circular o meu corpo, minha primeira reação foi atacar para me defender só que a eletricidade que correu pelo meu corpo me paralisou em seguida foi ouvido uma grande explosão os braços foram passados ainda mais fortes em trono de mim eram como gaiolas protetoras quando ergui minha cabeça me deparei com um par de olhos verdes escondidos por de trás de óculos que lhe davam um ar de intelectual.



– Você está bem senhorita? — Ele tinha um sotaque tão lindo e sexy.



– Estou sim obrigada. — Ele me ofereceu sua mão para me ajudar a levantar quando segurei sua mão senti de novo aquela corrente ser passada dele para mim.



– Edward Cullen. — Ele beijou minha mão é um ato mais do que galante.



– Isabella Swan.



– Lindo nome combina você, quer dizer eu não quis dizer isso não que eu esteja te chamando de feia, ai meu deus. — Ele disse todo atrapalhado eu tive que rir com isso ele levantou a câmera e tirou uma foto minha sem que eu esperasse.



– Apaga isso não vale eu com certeza sai feia.



– Claro que não as espontâneas são as melhores e não tem como você ficar feia.



– As fotos são hobbies ou é sua by Text-Enhance\">profissão?



– Minha profissão e eu amo o que faço. — Ele é tão lindo estava vestindo uma camisa branca e por cima um casaco marrom, calça Jens e sapato esportivo um visual descontraído o seu cabelo chamavam bastante atenção era de um tom de cobre diferente e uma bagunça sexy parecia que ele tinha acabado de fazer sexo.



– Bom eu tenho que ir.



– Isabella.



– Bella.



– O que?



– Me chama de Bella. — Ele sorriu de lado e juro que eu tive um mini-infarto com isso.



– Bella você aceitaria ir jantar comigo? — Eu estava by Text-Enhance\">trabalhando mais droga talvez eu conseguisse terminar antes e daria tempo não dava?



– Claro que horas?



– Ás noves tudo bem?



– Tudo. Toma esse é o endereço do meu by Text-Enhance\">hotel vou ficar te esperando.



– Tudo bem. — Ele não sabia muito bem o que fazer me aproximei e dei um beijo no seu rosto senti o cheiro de perto me fez sentir calma e zonza ao mesmo tempo.


– Tchau Edward.



– Tchau Bella. — Fui andando ate a esquina e chamei um taxi, mas antes de entrar me virei só que ele não estava mais lá.



Assim que cheguei ao hotel vi que Tânya estava falando comigo pelo programa do computador.



– Fala Denali.



– Swan por que você não atende a porra do telefone?



– Fala logo de uma vez.



– Mataram o nosso cara.


– O que?



– É isso mesmo. Douglas está morto.



– Mas, eu não o matei.



– Eu sei disso por que acha que os chefes estão putos?



– E agora eu volto?



– Não o tal de Juan está ai ainda e esta noite ele vai estar no restaurante El Asador de Aranda.



– E o que eu vou fazer? — Eu perguntei.



– Vá atrás dele e consiga a informação.



– Custe o que custar?



– Exatamente. — E então ela desligou. Que droga.



Fui rever os relatórios que me foi mandado quando olhei já estava na hora de me arrumar arrumei cabelo, escolhi um vestido que marcava o meu corpo eu não sei por que estava tão nervosa talvez seja o fato de levar o Edward pra linha de fogo droga estava pronta e fui avisada que ele me esperava no hall do prédio quando ele estava vestido em uma calça social preta, camisa azul e paletó preto deus que homem lindo ele não usava seus óculos, mas ele era bonito de todo o jeito.



– Você está deslumbrante Bella. — Ele beijou novamente minha mão.



– Obrigada você também muito lindo.



– Onde você vai querer jantar?



– No El Asador de Aranda.



– Tem certeza? — Ele perguntou com uma sobrancelha arqueada.



– Tenho sim.



– Tudo bem então vamos? — Ele ofereceu o seu braço que eu prontamente aceitei me levou até o carro e, diga-se de passagem, que carro.



Não demorou muito para chegarmos ao restaurante Edward pediu uma mesa para dois em um lugar reservado pegamos a carta de vinhos e o cardápio e fizemos a escolha.


– Então Bella o que você faz da vida? — Droga eu odiava ter que mentir pra ele o que só acontecia com os meus pais e amigos com outras pessoas eu não tinha nenhum problema, mas ele é diferente.



– Sou empresaria.



– Serio de que?



– Trabalho com importação.



– Legal então essa viagem é de negócios? — Ele parecia tão interessado. Droga Bella sem remoço.


– Sim só que um fotografo bonito me distraiu. — Ele sorriu envergonhado.



– Desculpa.



– Não. Eu adorei a distração. — Estávamos nos olhando fixamente só que o garçom atrapalhou tudo, começamos a comer e conversar sobre as nossas vidas. Descobri que ele tinha duas irmãs Alice e Rosálie, a primeira era casada e a segunda estava noiva, seus pais eram casados há muito tempo.



– É verdade, eles parecem dois adolescentes passaram a noite fora eu quase fiquei louco e quando soube eles estavam tendo uma aventura romântica em alto mar. — Eu ria muito das historias que ele contava.



– Nossa deve ser incrível fazer parte da sua família.



– Tenho certeza que se você os conhecesse não diria isso. — A musica que tocava animava o ambiente. — Quer dançar?



– Eu adoraria. — Fomos até a pista de dança que tinha poucos casais ele colocou sua mão na minha cintura e nós movíamos totalmente fora do ritmo.



Sweet Dreams



Nós só riamos e continuávamos conversando até que eu vi Juan entrar no restaurante.



– Edward me da licença eu vou ao toalete.



– Claro. — Fui até a parte onde o Juan se encontrava quando cheguei perto dele me joguei no seu colo.



– Nossa princesa está caindo do céu?



– Desculpa. Estou um pouco tonta. — Fingi que estava bêbada.



– Não precisa se desculpar pode só me beijar. — Olhei para porta e vi dois seguranças.



– Por que não vamos para um cantinho e eu posso fazer um carinho especial em você. — Mexi-me no seu colo e ele gemeu peguei sua mão e fomos até o beco do lado do restaurante ele já veio colocando suas mãos na minha bunda e beijando o meu pescoço passei a mão para ver se achava o que eu queria droga nada tirei a seringa da cinta liga e enfiei em seu pescoço ele engasgou e caiu aos meus pés tateei até que achei o pen-drive no seu sapato. Fácil demais ótario. Voltei para dentro do restaurante e Edward estava bebendo outra dose de vinho. — Desculpa é que eu recebi uma ligação e eu vou ter que ir embora hoje mesmo trabalho sabe como é.



– Claro eu entendo. Vamos, te levo até o hotel. — Ele pagou a conta e pegou o carro no caminho de volta, o mesmo me falou um pouco mais sobre a família. Pronto está entregue. Estávamos os dois parados na entrada do hotel. — Quando é que vamos nos vemos outra vez?



– Quem sabe o destino não nós juntas de novo? — Colocar ele na minha vida seria ter que colocar mais uma pessoa para protegê-lo não merecia levar a vida que eu levo.



– Claro o destino, até a próxima. — Ele parecia triste ele se virou para ir embora.



– Edward. — Quando ele ficou de frente pra mim de novo agi por impulso e o beijei no começo ele parecia surpreso, mas logo se recuperou segurou minha cintura e me prendeu entre ele e o carro sua língua pediu passagem e eu prontamente cedi deus pra quem parecia ser tímido ele tinha pegada, ele colocou uma das pernas entre as minhas eu já estava mais do que excitada comecei a me mover suas mão desceram para o meu quadril e então foram para a minha bunda fazendo os movimentos ficarem mais fortes quando paramos o beijo estávamos num estado lastimável sua boca estava cheia de batom seu cabelo estava ainda mais bagunçado, o meu vestido estava ameaçado, meu cabelo bagunçado e respirava com dificuldade. — Para o caso de não ter uma próxima vez. — Ele sorriu.



– Claro, mas que tal assim, esse é o meu número quem sabe você não ajuda o destino e me encontra. — Ele me deu um selinho. — Tchau Isabella. — Eu fiquei ali na calçada do hotel suspirando e vendo o seu carro dobrar a esquina o levando de mim.



– É quem sabe, Edward Cullen.