— Pare de ser séquito. — Amélie falou com raiva.

— Eu não estou sendo séquito.

— Não, imagina. O que eu saiba essa ilha é imensa e pode ir para outro lugar e não me seguir.

Julian iria retoquir, porém desistiu espantado quando notou algo pequeno colorido avermelhado se rastejando no ombro dela.

— O que houve? — Amélie perguntou confusa.

— Não se mexa. Tem uma cobra no seu ombro.

— O quê? Tira isso de mim. — Falou histérica.

Ele pegou a cobra que se contorceu na sua mão e a atirou a quilomêtro de distância.

— Você me salvou — Falou o abraçando.