3 Temporada - A Grande Caçada Do Amor
7 Especial: Sonho ou Realidade - Parte Dois
Notas iniciais
Arme não sentia nada, apenas chorava e chorava, não tirava Ronan da cabeça, nunca se dera conta que gostava dele, isto veio à tona no mesmo instante em que ela já desabava em lagrimas, nunca sentira nada em relação a ninguém, apenas naquele dia em que ela sonhou com Harpe, mas o mesmo falou que era uma projeção astral dele, e ele falou para que ela cuidasse dele, pois sabia que ela o amava.
Então, ela enxergou um brilho forte que de mesma força a puxou para longe, mas nem ligou, como disse antes, não sentia nada, deixou aquele buraco negro a levar para qualquer lugar que fosse, sentiu-se leve, como se estivesse deitada, tomou coragem e abriu os olhos rapidamente.
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Ela acordou em uma caminha confortável, num quarto um tanto pequeno, relembrou quem era, Arme Glenstid, era uma mágica bem famosa de 17 anos, que morava em um apartamento um tanto barulhento, pois parece que era vizinha de uma banda.
Levantou-se, fez sua higiene, e tomou um cafezinho e comeu uma torrada com manteiga, pensou em sua época na escola, suas melhores amigas, Elesis & Lire eram meio irritantes, mas eram sempre unidas, infelizmente, cada uma seguiu seu rumo, o pai de Elesis virou prefeito e ela sumiu de vista e Lire, ninguém nunca mais a viu, ela apenas deixou uma carta para Ryan, seu namorado, que pareceu meio arrasado, e não quis mostrar a carta para ninguém, e então todos se separaram.
Ela? Era simplesmente uma mágica insignificante, nada mais, ela verificou que estava sem açúcar, e então foi pedir um pouco para o vizinho barulhento, quando bateu na porta, ele demorou um pouco, mas rapidamente a porta se abriu, e um azulado abriu a porta e gritou:
- ARME!! – Disse ele e surpreendentemente beijando ela, estava prestes a chutar o garoto, mas algo veio na mente dela, um nome...Ronan?
Então, um brilho ofuscante iluminou não só o apartamento, mas também o mundo, e uma voz entrou na cabeça dos dois:
- As regras foram que-bra-das! – Falou em um tom severo, e então Arme cortou o beijo.
- Ronan? O que houve, você não estava em coma? – Perguntou Arme, com tudo voltando à mente.
- Eu...estava? – Perguntou Ronan, parecendo se lembrar de tudo.
Ela sentiu que algo estava realmente errado, por que eles não se lembravam de nada, e onde eles estavam?
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Amy foi sugada para dentro de um buraco negro enorme que surgiu de repente no céu, enquanto ela chorava pelo amigo em coma, ela não gostou nada daquilo, já estava triste, não iria deixar aquilo acabar com ela, ah, de jeito nenhum.
A Pandora apareceu em sua mão do nada e ela gritou:
- PRISMA BRILHANTE! – E os espíritos maléficos da sua arma invadiram o núcleo do buraco negro, que retribuiu com uma forte rajada, jogando Amy muitíssimo longe, e ao colidir com o chão ela desmaiou.
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Ela acordou deitada em uma cabana, que parecia inabitada, mas se fosse, por que ela estava ali, então um garoto chegou e disse que achou ela no chão da fazenda e cuidou dela por 2 dias, e disse também que era um grande fan dela, como sempre deu um autografo e agradeceu pelos cuidados, e saiu correndo até Serdin:
- Com licença, para que lado fica Serdin? – Perguntou Amy, para uma senhora de um vilarejo.
- Serdin, querida, você está muito longe, não fica no continente de Vérmecia? – Falou a senhora.
- É claro, por que a pergunta? – Disse Amy, estranhando.
- Pois você está bastante longe de lá, aqui é Aton, minha querida. – Falou a senhora, preocupada.
Amy ficou pasma, ela voou tão longe assim? Ela agradeceu pela informação e saiu vagando pelos desertos infinitos de Aton.
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Ela desabou no chão, estava sedenta e faminta, ela iria morrer a qualquer momento, e então decidiu comer sua pílula especial, tirando sua fome, mas deixando-a com mais sede do que antes, se levantou e após andar por 2 horas, avistou algo violeta, eraa um portal dimensional?
Amy se apressou em destruí-lo, mas quando tocou nele, ela foi sugada e jogada para o outro lado, mas o este lado, não era Aton, era...o que era? Só via construções altas, e muitas tendinhas abertas, e um colégio perto dela, e então avistou Jin.
- JIIIIN! – Gritou a garota, correndo até ele, mas quando tocou nele, um brilho incrivelmente ofuscante, cegou-os e iluminou tudinho.
-...Amy? – Falou um Jin confuso.
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Dio foi sugado para dentro de um portal, não sentiu a presença de nenhum outro asmodiano além de Rey, então foi sugado e forçou suas asas para tentar escapar, mas por um segundo pensou nos outros, mas ficou furioso, pois se desconcentrou e as suas asas sumiram, fazendo-o sumir e acordar em uma mansão.
Levantou-se confuso e espiou o lado de fora pela janela, viu um jardim enorme e os seus 2 cães: Mary & Bastião, ao se lembrar do nome deles, se lembrou de todo o resto, ele era Dio Burning Canyon, descendente da 2ª família mais rica do mundo, ele tinha 17 Anos, e estava quase terminando a sua faculdade, que era paga pela sua antiga amiga Rey, a qual gostava bastante, mas que havia sumido a muito tempo da vida dele.
Ele saiu do quarto e foi tomar café com sua família, os quais já estavam na mesa, ele se sentou e instantaneamente, Alfred, o mordomo, serviu torradas, panquecas com calda de framboesa e é claro, café:
- Bom dia, Dio – Falou a mãe dele.
- Bom dia – Falou Dio, sem muito entusiasmo.
- Dio, tenho que conversar com você – Falou o pai para o filho, que fez uma cara de que aí tem coisa.
Os dois se retiraram e foram conversar do lado de fora:
- Dio, filho, você tem que sair de casa, você já tem 17 anos! – Falou o pai dele.
-...Mas nós não somos ricos, por que eu iria embora? – Suspirou ele.
- Você já é quase maior de idade, tem que arrumar um emprego, ficar de boa em casa não é simplesmente nada! – Exclamou o pai.
Dio fez uma cara de raiva e saiu correndo para o seu quarto, não gostava que seu pai mandasse nele, quando ele quisesse sair, ele iria sem nenhum problema.
Então, um enorme brilho, iluminou tudo e Dio se sentiu levantado e seu corpo formigou, quando a luz cessou, imediatamente o processo recomeçou e dessa vez, sua mão direita queimou intensamente e ele caiu no chão.
Dio se levantou e colocou sua mão na cabeça, foi surpreendentemente espetado, olhou para sua mão e se assustou, ela estava azul e com garras! Ele se olhou no espelho e quase teve um ataque cardíaco, ele estava...ROXO?
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Um garoto corria por dentro da floresta negra, ele andava como se conhecesse cada galho, cada pedra e cada arvore daquele lugar, às vezes olhando para frente para ter certeza de que estava chegando ao lugar desejado.
Não demorou muito para ele chegar ao tal lugar, uma clareira com uma lagoa no centro, havia muitas flores de diversas cores e estilos, trazendo aquele lugar uma sensação de paz e calma, ele de fato adorava aquele lugar.
Ryan andou até uma arvore grande e alta, era uma das arvores mais velhas daquele lugar e também sua eterna amiga, Ryan vinha ali para colocar seus pensamentos em ordem, para ler ou até mesmo falar com aquela planta. Muitos o julgavam louco, mais ele não ligava, pois sempre tinha seu refugio para retornar e esquecer-se do caos do “mundo moderno”.
Ryan se sentou e encostou suas costas na arvore procurando ficar o mais confortável possível, fechou os olhos ouvindo o barulho que o vento fazia ao passar pelas folhas daquela grandiosa arvore. Logo Ryan sentiu uma pequena mordidinha carinhosa em seu dedo indicador, ao olhar para baixo deparou-se com um pequeno esquilo marrom com manchas brancas e pretas.
-Ah, olá amiguinho – Ryan sorriu para o pequeno esquilo e em seguida esticou o braço para que o esquilinho pudesse subir.
O mesmo hesitou um pouco, mas logo subiu nos braços e caiu seu colo, alinhando-se nas pernas do alaranjado e começando a dormir calmamente. Ryan sorriu enquanto uma brisa fresca e gostosa e sem perceber acabou adormecendo naquele lugar tão tranquilo.
Ryan sonhou com Lire, sua amiga de infância e futura namorada, mais ela estava diferente, possuía orelhas pontudas e carregava um arco nas costas e sorria para ele de um jeito meio bobo o que a deixava mais linda, mais tudo mudou abruptamente, subitamente uma fenda estranha apareceu nos céus e começou a puxar os dois, Ryan se agarrou na grama tentando manter-se em terra firme, até que ouviu Lire gritando e sendo puxada pela fenda, não podia deixa-la sozinha, então soltou-se da grama e conseguiu segura-la no ultimo instante a envolvendo com seus braços fortes e fechando os olhos com medo do que poderia vir a seguir.
Ryan acordou assustado e ofegante além do fato de ter gritado “Lire!” alto o suficiente para a floresta toda ouvir. Era estranho, sentia sua cabeça pesada e suas lembranças assim como pensamento estavam bagunçados, não sabia dizer por que mais um desejo súbito de ver a loira surgiu em sua cabeça, não queria vê-la, precisava desesperadamente vê-la.
Olhou em seu colo o pequeno esquilo, agora acordado e um pouco assustado com a movimentação do alaranjado, o mesmo se limitou a acariciar o pelo macio do animalzinho para acalma-lo e em seguida colocou-o no chão se levantando logo em seguida, iria até a Lire o mais rápido possível.
Levantou-se e se pós a correr pela floresta, o estranho era que se sentia mais ágil que o normal e acabou realizando algumas manobras que nem ele mesmo sabia mais ficou assustado de mais para tentar de novo e limitou-se a correr o mais rápido que podia. (F)
Ryan correu incrivelmente rápido, que já não sentia mais o chão, e também conseguia misteriosamente, desviar de tudo no seu caminho, ele estava tão desesperado para ver Lire que não se tocou de algo importante, algo que o deixou tão triste que o fez, finalmente, sentir o chão e “capotar” e cair dentro de um laguinho que ficava perto da entrada da floresta: Lire havia abandonado ele há 3 anos, sem nenhuma despedida ou explicação, e ele nunca mais a viu.
Mas ao falar isso, ele enxergou uma garota na entrada da floresta, ela era loira...Lire? Não, nunca mais ele a veria, ela mesmo disse isto, mas então ela se virou e viu Ryan, que não acreditou no que viu,era mesmo Lire!
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Sieghart sentiu um poder maligno por perto, então rapidamente tentou avisar a todos, mas nada saia da sua boca, não era por que estava triste por Ronan, mas algo estranho o mantia sem voz, tentou se mexer, mas estava completamente paralisado, e se surpreendeu ao ver todos em uma imagem ondulada e trêmula, então um vácuo sugou todos, ele consegui cravar sua espada numa coluna, mas a força era imensa, ele então avistou Mari ali perto, usando toda a força para não deixar o seu foguete parar de funcionar:
- MARI! Segure minha mão – Disse Sieg, estendendo sua mão para ela que tentou segura-la, mas a sua força esgotou e ela foi sugada, ele não deixaria ela sofrer qualquer coisa ali, então soltou sua lamina e agarrou Mari e juntos foram sugados para o interior do buraco negro, abraçados.
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Ele acordou abraçado com uma garota de cabelos azuis do seu lado que não reconhecia, ela a soltou levemente para não acorda-la e foi lavar o rosto para tentar se lembrar de tudo que havia sumido da cabeça dele.
Quando saiu de dentro do banheiro, foi ver a menina, ao ver os olhos heterocromáticos dela, os dois gritaram, se assustando:
- Mari! – Disse Sieg.
- Sieg! – Disse Mari.
Não acreditava que havia dormido com sua melhor amiga, mas ele não se lembrava de jeito nenhum como chegaram a aquela situação, a sua memória já tinha voltado ao normal, ele era Ercnard Sieghart, ou Sieghart, tinha 20 anos, e era professor assistente na faculdade de Canadin, a menina na sua frente era a professora chefe dele, sua melhor amiga Mari Ming Onette, de 19 anos, ela parecia confusa, como ele quando acordou.
Quando tudo foi esclarecido, ela tomou café com ele e eles foram para a faculdade, como se nada tivesse ocorrido, e Sieghart ficou pensando em um nome que fora “implantado” em sua mente: Grand Chase.
Notas finais
Por favor: Bella, Kazuko, Robson, Fernopolo, Lucianorstig & Ben Sky, comentem por favor para eu ver que vcs ainda estão ai ;)
Até amanhã ou sexta
Christhyan :)
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