3 Semanas com a tia Alice
8 Capitulo 7 - Corneto ou perna de pau?
O dia já ia no meio quando Damon saiu de mais uma mega hora apertada de telefonemas com alguns dos seus clientes de diversos casos relacionados com o caso central "Noite Branca", ao qual ele defendia um determinado cliente bem conceituado no mundo empreserial, que muito embora não podia ver seu nome arrastado para lama, visto que era dele que a sua grande maioria estrutura financeira dependia e com isso estoirar uma grande bomba para a mídia.
É obvio que Damon era minucioso a tratar deste tipo de casos, não deixando brechas abertas sequer para que outros advegoados espertos usarem em sua falha. Pois sabia-se perfeitamente que um bom advogado nunca jogava pelo caminho mais honesto. Essa era a realidade dos dias de hoje, principalmente em Boone Creak, onde a fieldade ao direito era um meio de diversão a própria palavra.
Por assim dizer, o Salvatore acabou abandonando a sua sala dirigindo até a secretária que hoje principalmente estava mais vistosa que normalmente o era, e os pensamentos do homem voavam imaginando a real situação, criando assim um voo de distração.
– Senhorita Kunis! — chamou ele que a fez esconder alguns dos papeis em cima da secretária e olhar o patrão com certo medo por ter sido de algum modo pega a fazer algo que não devia em pleno horário de trabalho. — Eu preciso que me enviei via e-mail o ultimo relatória sobre o caso "Cinderela". — ela acentiu, e ele vendo que não ia necessitar explicar nada mais, seguiu rumo até ao bar para tomar seu café de sempre.
Damon usou o elevador para descer e quando chegou no rés do chão, aproximou-se do bar, pedindo com gentileza até demais para quem o conhecia um café e uma nata. E nesse meio de fazer o pedido acabou sentando numa mesa e pegou um jornal para ler as noticias na companhia da curta refeição.
Distraido a observar o jornal, uma mulher de aspecto belo o chamou sua atenção obrigando a levantar os seus olhos atentos e descrever aquela que seria uma silhueta perfeita. A mulher que aproximava do balcão estava pedindo um chá a moça, pegando em seguida um pacote e açucar com algum cuidado patente em suas mãos, como se não pudesse descuidar sua manicure com um toque dessimulado.
O advogado não parava de a observar, até demais para quem se dizia ser discreto na observação de uma bela mulher. Mas aquela chamava a sua atenção definitivamente, e não apenas era por sua elegância, mas algo mais chamou sua atenção.
A tal mulher usava uma maleta escura de couro que induzia a que fosse talvez uma profissional de justiça, pois por um lugar assim, não era habitual encontrar gente de outro escalão. Então ela se virou, logo após ter bebericado seu chá, contornando todos os cantos do bar com o olhar discreto e frio. Os seus olhos eram de um tom escuro, mas ao mesmo tempo buscavam aquilo que se dizia ser mistério. Os seus cabelos, eram de uma coloração violino, talvez raro de achar em uma mulher da cidada, dando a entender que ela podia bem ser de fora, vinda para resolver algum caso importante no tribunal da zona.
A pulga não parava de morder atrás da orelha de Damon, e daquela hora já não passava, ele precisava de a conhecer, saber se ela era a mulher que tanto por ali imagicava.
Então levantou, deixou sua nata na meia mordida e o seu café quase intocado por ter ficado tão distraido observando a beldade. A mulher que pronta estava para sair, foi esbarrada por ele.
– Oh desculpe! — desculpou-se ele em jeito de risada observando o rosto dela que havia incrementado um semblante de pouco agrado.
– Está tudo bem! — ela foi seca ao falar para ele quase que tentando procurar um modo de desviar-se, contudo ele continuou a esbarra-la. — Pode me dar licença? — perguntou ela quase erguendo a sobrancelha esquerda.
– Só se me disser uma coisa! — ressaltou ele mostrando um sorriso grande em sem mostra dos seus dentes.
– Diga o que quer, então que o meu tempo é precioso para se perder assim. — começou a bater o pé incomoda com ele.
– Você por acaso é advogada? — perguntou ele em tom de gracejo o que a fez gargalhar dessimulada. — Que foi? Fiz alguma pergunta que não devia?
Ele queria responder de forma seca ao modo como ela havia gargalhado dele dando aquela impressão de que ele podia estar a ser um verdadeiro palhaço no pensamento dela.
– Sou promotora da justiça! — respondeu ela de nariz impinado, dando um ar de superior. — Esclarecido?
– Mais ou menos, doutora! — gracejou novamente. Ela estava pronta para lhe virar as costas quando mesmo ele voltou a falar, só que desta vez ficou sem saber o nome, pois ela havia saido batendo perna sabe-se lá para onde e Damon curioso permaneceu.
***
A conversa na praia estava animada, Jasper já estava a fazer progresso ao conhecer pouco a pouco a mulher que na margem molhava também seus pés. Em trocas de palavras, ele havia descoberto que não era alguém que estivesse sozinho e que de algum modo procura-se um velho chinelo para seu pé, como era o caso dele. Na verdade o seu casamento havia sido um fracasso, mas isso não queria dizer que não tinha o direito de ser feliz, fosse lá com a mulher que ele escolhesse.
Quando as crianças começaram a mostrar que estavam levemente cansadas de brincar na areia, Alice preparou para chamar Candice, quando o loiro ao ter a leve impressão de que isso podia ser o fim, ditou uma ideia.
– Se não for ser muito intrometido, que me dizem a mim de irmos até ao barzinho da praia e comer um belo corneto na esplanada, ou seria uma perna de pau? — os olhos de Nina brilharam tanto que já saltitava pulsante com a ideia, e obvio que contagiada na mesma boa disposição foi Candice também.
– Não posso recusar uma tão grande gentiliza como a sua! — disse a morena sorrindo carinhosa para ele e começarem todos a trilhar para o cimo, onde tinham suas coisas pousadas na areia e dai iriam para o bar.
Tobby estava mais ligado as ondas aproveitando sua pequena prancha, acenou ao pai que iria depois, ao qual Jasper respondeu com um aceno de cabeça alertando em gestos que estaria de olho. Claro está que o filho foi obdiente e continou na sua boa.
Alice que ia um pouco mais a frente pronta para pegar sua carteira no intuito de pagar o pedido da sobrinha, foi chamada atenção por ele que pensando bem, tanta gentileza podia ter agua no bico começou logo ela a imagicar, deixando de facto a carteira no devido lugar e ver até onde tudo ia parar.
Uma vez no bar, Candice e Nina foram quem escolheram a mesa para os 4 e logo num pulo foram a correr até ao cartaz dos gelados começando mil e um pedidos. A pequena filha de Jasper adorava corneto de baunilha com chocolate, já a outra era mais vincada para morango e ceriais. A rapariga do bar que em tudo só queria agradar as mais pequenas clientes, fez suas vontades criando um mega corneto de as fazer comer por horas, e pensando bem sempre ia sobrar para os adultos.
O loiro quando viu que as pequenas regressavam tranquilamente a mesa teceu sorrisos para ambas e não demorou muito para que começasse uma conversa totalmente aleatória.
– Eu gosto de morango! — disse a Candice mostrando sua falta na frente do seus sorriso. — Minha mama diz que morango faz bem porque é um ótimo antioxidante. — Alice ficou surpreendida com a própria sobrinha por reter tão bem esses conceitos de Cynthia.
– Muito bem... — aplaudiu Jasper impressionado. — E que mais? — perguntou ele a desafiando.
A menina fez um ar pensativo por um breve momento e só então começou a desenbuchar daquele modo que Alice sabia que era de fazer qualquer um ficar de boca aberta. Candice era uma garotinha muito esperta para a sua idade, e tinha talvez um QI elevado para a capacidade normal de uma criança, o que fazia de si uma menina sobredotada de sabedoria e que futuramente seria facil alcançar ótimos resultados, ao qual toda a familia teria orgulho com certeza.
– E faz bem ao sangue, porque é rico em ferro. — deu um sorriso triunfante. — E evita doenças como anemia. — pegou num papel e limpou a testa meio transpirada por conta do sol que batia lá. — E gosto muito de comer morango, por isso vou sempre ser saudável.
Pouco tempo depois chegou o pedido dos cornetos, e com isso Tobby todo machucado no joelho que fez de imediato o pai levantar-se da cadeira num pulo e levar as mãos a cabeça em total preocupação. Alice que estava ajudar a sobrinha a desembrulhar a colher do plástico arregalou bem os olhos preocupada.
– Como isso foi acontecer? — perguntou Jasper agachando a altura do filho e analisar de mais perto o joelho. — O que eu disse em relação a ter cuidado e nunca te aproximares demais dos rochedos? — Tobby baixou os olhos triste, pois sabia perfeitamente que não tinha cumprido com os procedimentos do pai quanto a brincar em segurança.
– Bom, eu tenho uma maleta de primeiros socorros no carro, eu posso ir até lá rápido e faz-se um curativo no joelho só para evitar que a ferida infeccione. — prontificou-se a morena sem ter orbrigação alguma, pois era uma mera conhecida do momento.
– Não precisa.. precisas de ter preocupar. — advertiu o loiro olhando ela naquele momento. — Vou leva-lo no consultório da minha prima Bella. — disse ele, e Nina começou a pular alegre na cadeirinha e de colher na mão ao qual lambou seu rostinho com chocolate tentando falar.
Alice começou a rir e logo pegou um guardanapo para limpar o rosto da pequena todo chocolate. Jasper nesse momento observou ela, para ele aquela mulher era uma mais que uma caixinha de surpresas boas, claro. Talvez fosse o destino dizendo para si que ela estava destinada a cruzar seu caminho por algum motivo.
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