I Cannot Love You

Capítulo 14 - Gêneses


Fico tão nervosa ao perceber seus olhos claros nos meus. O que será que ele esta pensando?

Ele sem dizer nada, seca minhas lágrimas, bem devagar.

- Você é tão bonita, Geovanna.

Quando o escuto dizer isso, abaixo minha cabeça. Não da pra acreditar, meu irmão cabeça dura tem dupla personalidade.

- Ei! – ele diz, levantando minha cabeça. O rosto dele tem formas excepcionais. Como as de uma criança. Sua boca, tem um lindo contorno. Estamos nos olhando de novo. Nossos rostos estão proximos demais. Agora sinto, ele esta aproximando sua boca da minha. Dessa vez minha reação foi imediata, eu me soltei delel, me aproximando rápido da cama.

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- Não Tiv! – é a única coisa que consigo dizer.

Eu me sento na cama. Ele me olhava com uma expressão que sinceramente não sei definir.

Ele estava calado, me olhando. Eu queria dizer algo, mas nada vem na minha cabeça. Ele esta me olhando sem cessar, sem disfarçar, abertamente. Eu não estou olhando diretamente pra ele, mas posso ver seus olhos emcima de mim.

Ele se aproxima em um ‘pulo’ perto de mim, calado, mas agora consigo ouvir sua respiração ofegante, e receosa.

Ele simplismente me puxa da cama, me deixando de pé em frente a ele.

- Eu não consigo mais Geovanna! – ele estava me segurando pelos braços. Eu estava assustada. Ele me encosta nele, bem forte, e me beija.

Estou sentindo todo o sabor de menta que a saliva dele tem, apesar dele odiar menta*.

Ele morde suave meu lábio inferior, e logo em seguida penetra sua lingua na minha boca. Seu beijo estava me derrubando literalmente. Não consigo pensar em nada nesse momento. Só no sabor desse beijo. Estou preste a cair, mas ele me segura. Eu solto um “ai” repentino nesse momento, nossos lábios se desencostam por uma fração de rápidos segundos, porque Stiven volta a uni-los novamente.

Ele me beijava docemente, e vorazmente ao mesmo tempo. Sua mão percorre meu corpo, ele me deita na cama.

Esta agora sobre mim.

Seu toque era muito doce.

Ele acaricia minha barriga, levantando minha oerna em seguida.

Me sinto um pouco constrangida, e muito mais quando ele adentra vagarosamente sua mão para dentro do meu short. Eu solto um arfar leve, mas ele para rapidamente se levanta olhando assustado pra mim.

Ele sai do meu quarto. Pouco depois de ouvir um barulho de garrafa de vidro lá em baixo, ouço o bate da porta de saida.

[Terceira pessoas’s pov]

Stiven caminhava tropegamente pela rua, com uma garrafa de vodca na mão, praticamente vazia. Ele andou e só parou quando sentiu que sua perna já estava doendo demais, ele só percebeu essa dor que transparecia já a algum tempo, quando deu uma parada para observar que estava a alguns passos do casebre que ele costumava frequentar. Ele nem acreditou que chegou lá a pé, mas mesmo assim foi até lá mancando um pouco.

Ele entrou. Ele sabia que os caras que estavam atrás dele, costumavam frequentar esse local, mas não ligou, sua mente estava coberta por uma nevoa forte que apagava todo o seu senso de perigo. Seus olhos estavam tão lacrimejados, que um vermelho forte tomava conta dele.

Ele já estava no meio de todo aquele barulho, de todo aquele burburinho misturado a um som pesado de rock’n roll.

Entre eles estava alguém conhecido, sim era o Frank. Geovanna jamais imaginara que ele frequentava esse tipo de lugar. Frank estava sentado, sozinho no balção que era o local menos cheio daquele lugar. E com um copo com um liquido vermelho dentro.

Stiven e Frank se conheciam, se viam no colégio, mas nunca trocaram um sequer “oi”.

Frank reconhece Stiven no meio daquela festa. Porém, Stiven nem sequer o notou.

Stiven continuava andando, agora em direção ao banheiro que ele e seus amigos tratou de pixar pela terceira vez. Haviam pintado novamente da ultima vez, porém Stiven e companhia trataram de escrever algumas coisas naquela parede branca, porém não tanto, nem havia dado tempo, principalmente porque sua rotina tem se tornado meio... ‘confusa’ ultimamente.

Ele estava a pouco passos do estreito corredor, com poucas pessoas, que guiava até a porta pixada do banheiro. Mas ele é impedido por uma garota.

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- Tiv gato! Tiv, Tiv que saudades! Que bom que você veio meu garoto mimado! – a garota havia se jogado emcima dele, ele a impedia meio abobalhado. – Como você esta? Sua mana esta melhor?

Ele olhou pra ela com um olhar cheio de ódio, e a afastando segurando forte seus pulsos, disse:

- Ei, sua louca! Some daqui, me esquece! Não quero ver você mais.

- Mas, Tiv! Você... disse que me amava!

- Disse? Quando? Quando você me enfiou a cara em vodca, cerveja ou outra coisa?

Ela ficou calada. Ele deu um leve empurrão nela, e foi até o banheiro. Frank ficou vendo tudo ao longe, ainda sentado.

Stiven entrou no banheiro, e travou a porta como fazia assim que entrava nesse banheiro e não queria olhar para ninguém.

Ele se encurvou na bancada que dava em um grande espelho. Ele ficou se olhando por um momento, apoiado em suas mãos que polsaram na bancada.

Ele estava tão sério, seus olhos tão tristes.

Ele coloca a mão no bolso, e tira um pedaço de caco de vidro.

Ele fica olhando o brilho que aquele vidro tinha em reflexo com a lâmpada fraca acesa.

Ele pega o vidro, e o aproximando do espelho, o aperta sobre o mesmo, com muita força, fazendo apenas com que aquele contato faça um pequeno ruído insuportável.

[Essa sequência de “ele” por incrivel que pareça, não foi planejado, escrevi inconscientemente, quando estava revendo minha ortografia, decidi destacar].

Ele olha para sua mão,e aproxima o caco da mesma. Mas ao meio do caminho desiste e joga o caco no canto do banheiro.

Ele estava arfante. Seu celular toca. Ele olha, era de casa. Provavelmente era Geovanna. Ele faz o mesmo que fez com o caco de vidro com o celular. O joga de encontro a parede.

- Aaaaaah! Geovanna! – ele grita, correndo até o canto da parede sentando-se no chão.

- Eu amo... eu amo de verdade... – ele olha novamente para o caco de vidro do seu lado. Seu celular estava inteiro, porém desmontado, tampa para um lado, bateria para o outro. Ele monta o celular e coloca no bolso de volta. E pega novamente aquele pedaço de vidro. Agora ele faz o que queria. Passa vagarosamente mas forte, sobre a palma da sua mão esquerda, apesar dele ser canhoto.

- Aaain! – ele geme com aquela dor, mas continua. Seus olhos choraram por machucar a si mesmo. Sempre odiou ser canhoto. E fez um corte que pegava do fim do seu dedo indicador, ao inicio de seu pulso.

Quando chegou o corte a seu pulso ele parou, e jogou o caco ensanguentado no chão.

Sua expressão demosntrava um pouco de dor, sua mão agora jorrava de sangue. Ele se levantou, com sua mão pingando sangue, e olhando a parede branca livre de seus pixes em um longo espaço, foi até lá e com seu sangue, começou a desenhar traços na parede.

No fim desses traços, só então ele foi se dar conta do que tinha escrito:

Geovanna