Os dias que antecedem a colheita se passa rapidamente, pelo menos para mim. Cato e as garotas de sua turma mim encaram com ódio, eu apenas os ignoro. Mas eu estou tão feliz, afinal é hoje!! O dia em irei me voluntariar, que toda a Panem me verá, e saberá quem é a futura vencedora dos septuagésimo quarto Jogos vorazes..

Eu tomo banho, lavo meu cabelo, passo sabonete, escovo os dentes e tudo mais. Quando chego ao meu quarto, vejo um vestido azul claro, muito angelical. Eu o visto, mas nõ gosto do que vejo. Estou prestes a tirá-lo, quando minha mãe entra no quarto, e dá um sorriso que vai de uma orelha a outra quando mim vê, então eu sou forçada a ficar com esse vestido.

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Ela escova meus cabelos, e faz um rabo de cavalo alto, ela também pega um cintinho preto, e o envolve em minha cintura, e aponta para um par de botas chiques, eu as calço. Caminha até ela e falo sorrindo:

-E então, que tal?, dou uma volta.

-Linda,até parece um anjinho- ela fala, dando ênfase ao parece.

Eu emburro a cara, e falo:

-Então é melhor eu tirar essa roupa, ninguém vai quarer patrocinar uma garota que parece indefesa!!

-Não, não, filha. Só quis dizr que você está linda- ela sorri,- só falta uma coisa!!

Minha mãe vai até uma cadeira, e é aí que vejo que ela está com uma pequena caixinha de madeira ne mão.

-O que é isso?, pergunto curiosa.

Ela abre caixinha, e ergue o objeto que tem lá, que brilha intesamente a luz do sol. Meus olhos doem, não por causa do brilho, mas por que eu o reconheço imediatamente.

-O que é isso?, eu pergunto abismada.

-Ah filha, ele é tão lindo, pensei que você poderia querer usá-lo.

-Você sabe que eu nunca vou usar isso de novo, você sabe!! -Eu grito.

-Ok, desculpe filha.- Ela diz, pega o objeto e o cola de volta na caixinha. Ela parece magoada com minha recusa a usá-lo, eu a puxo elo braço e lhe dou um abraço.

-Você sabe mãe, é demais para mim usar isso- eu sussurro.

-Eu sei filha, me desculpe.

Eu sorrio para ela, que entende como um "Está desculpda".

Vou até meu guarda-roupa, e ego meu cinto, tiro um faca de lá. Claro que não vou ficar com ela na mão, en tão eu a coloco dentra da bota.

Lá debaixo, minha grita que é hora de ir. Meu pai está nos esperando dentro carro, faz cara de desaprovação quando me vê com um vestido que vai até a metade da minha coxa. Eu o encaro.

Em menos de 10 minutos, estamos na praça pública. Uma Pacificadora pega meu dedo e o fura, usando o sangue como carimbo para mim cadastrar.

Eu vou até a fila de meninas com 16 anos, e espero a cerimônia começar. Depois de um tempo, saem do Edifício da Justiça, o prefeito, alguns ministros, e Luce Ascher, uma mulher da Capital, que chama os nomes para a colheita. Todo ano ela pinta o cabelo de uma cor diferente. Esse ano ela está com o cabelo vermelho-sangue, por que será? E sua pele esta tingida em um tom neve, o que realmente é bizarro.

Começa a passar algum filme chato sobrea evolta do Distrito 13, e que essa revolta trouxe para nós, os Jogos vorazes, e tal.

Luce, diz o que sempre fala "Primeiro as damas", e vai até o globo de vidro, onde tem mihares de tiras de papel com nome de garotas, ela enfia a mão lá dentro, mexe com a pontas das unhas os papéis, até que seus dedos capturam um só. Ela volta para o centro do palco, e chama:

-Betty Forbes.

Garota alta e magra, 14 anos, loira, sem nenhuma chance de vencer.

Ela está a 15 metros do palco, quando eu grito:

-Eu me voluntario!!- Tenho certeza que as câmeras miram no meu rosto agora. Eu subo até ao palco, e Luce me pergunta;

-Qual seu nome, queridinha?

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-Clove Gilbert- falo séria.

Ela sorri, e fala:

-Agora o tributo masculino!!

Ela vai até o outro lado do palco, eu não continuo olhando

para ela, algo chama mais minha atenção. Minha mãe e a mãe de Cato conversando, ela entrega algo para a sra.Drower, mas eu não tenho tempo de ver o que era. Luce volta e anuncia no microfone:

-Jonh Sullivan!

O garoto não tem nem tempo de mostrar sua face, porque Cato sai da fila de garotos com 18 e grita:

-Eu me ofereço, eu vou!!- Agora ele é o dono das câmeras.

Ele vai até o palco, e Luce pegunta para ele o mesmo que peguntou para mim, e ele diz:

-Cato Drower.

-O Distrito 2 tem um belo par de volunatrios esse ano!!- Luce diz, e pega Cao e eu pelos ombros, nos levando para dentro do Edifício da Justiça.