24 Horas Para Te Conquistar

37 Capítulo 36 Entre Nós Dois - POV Duplo Milly/Danny


Notas iniciais
Girls sei que nem tem mais o que dizer, mas... Bem eu estava viajando e quando voltei descobri que estava sem internet... E so voltou ontem...Entao, sorry.
Danny,Milly. O capitulo de voces!
Tomara que gostem...
Beijos..
Obs.: Fic em reta final!

Capitulo 36 – Entre Nós Dois – POV DUPLO Milly / Danny


------------ POV Milly Brandon ------------

Hey peoples! Finalmente nos encontramos nesse mundão de meu Deus, neh não? Eitha coisa difícil viu. Bem, antes de qualquer coisa vamos ao básico... É obvio vocês precisam saber quem sou, de onde vim e essas outras coisas que são importantinhas. Mas, eu presumo que depois de tanta coisa que passamos juntos já me conheçam pelo menos um pouquinho neh? Ah, afinal foram tantas coisas loucas, boas e engraçadas. Aposto que quase morreram de tanto rir.


Ah, é mesmo. Eu estava tentando iniciar a minha apresentação.


Inicio da apresentação em...

Três...


Dois...


Um...


Limpando a garganta, e...


Olá, meu nome é Milly Brandon, tenho 17 anos e fui adotada pelos Denali junto com minha Irma de coração, Bruna Halle. Morávamos no Alasca, até que nossos pais adotivos morreram em um trágico acidente automobilístico. Fato que desencadeou uma serie de mudanças e acontecimentos em nossas vidas, transformando-as significativamente. Hoje moramos com os Cullens, nossos primos e tios distantes, bem eram distantes, em uma cidadezinha na Península de Washington, Forks. É uma cidade meio quieta e pequena, embora seja extremamente agradável de viver. Ah, sim, mas como já devem ter notado ela não é tão quieta assim...


Tenho excelentes melhores amigos que adoram aprontar assim como eu. Talvez nos falte alguns parafusos, ou não. Talvez sejamos apenas adolescentes tentando não ser apenas mais um que passa pela vida e não deixa marca ou simplesmente não aproveita e se diverte com as coisas. Acho que posso dizer com convicção que nós fazemos a nossa felicidade. Ah e bem, tenho um namorado extremamente gostoso, Alec O’donell. Meu Deus, o garoto não é um pedaço de mau caminho não, ele é o caminho inteiro logo de uma vez. O caminho para o inferno, porque vai ser gostoso assim lá na minha cama. O garoto é o puro e delicioso pecado da luxuria. Ele é isso tudo e muito, muito mais, mas podem ir tirando o jeguinho da chuva porque essa delicia e preciosidade toda já tem dona e ela é ciumenta, diga-se de passagem.


Estou saindo da casa da Núbia, quando vejo o carro do meu amor parar e buzinar. Despeço-me rapidamente da minha amiga e saio em disparada em direção ao meu amor.


— Oi linda! – ele disse assim que entrei.


— Oi amor. – respondi e foi inevitável não abrir um sorriso. Alec se aproximou de mim passando uma de suas mãos por detrás da minha cabeça embrenhando-a em meus cabelos enquanto a sua outra mão estava em minha cintura, ele se aproximou lentamente de mim e se não estivesse sentado certamente estaria estatelada no chão uma hora dessas. Senti seu halito quente banhar meu rosto e fechei os olhos em expectativas sentindo seus lábios beijarem minha bochecha, mandíbula, pescoço, queixo e por fim meus lábios. Devo admitir que depois de toda essa tortura beijos e massagem em minha nuca minha calcinha não está mais como antes, quero dizer. Bem, ela está meio... er... molhada. E o beijo quente que Alec me deu não ajudou em nada a minha situação. Seus lábios massageiam os meus com volúpia e maestria, sua língua dentro de minha boca faz movimentos surreais, gemi quando ele passou lentamente a ponta de sua língua no céu de minha boca e em seguida mordeu e sugou meu lábio inferior. Alec se afastou de mim lentamente e me encarando com um sorriso torto, completamente malicioso e gostoso.


— Amor... – sussurrei com a voz ainda falha devido a respiração irregular. Alec prendeu o riso.


— Sim.


— O que foi isso? – perguntei confusa. E ele sorriu travesso.


— Foi eu devolvendo o que você fez comigo hoje mais cedo amor. – ele disse sapeca. Eu sabia que ele não havia feito toda essa cena a toa. Mais cedo tenho certeza que o deixei em ponto de bala quando ele foi me buscar em casa e me esperou em meu quarto...


Sai do banheiro apenas de toalha e propositalmente a deixei cair quando adentrei meu quarto. Vesti minha langerie lentamente sobre os olhos atentos e sedentos do meu amor, aproximei-me dele sentando em seu colo com as pernas uma de cada lado de seu quadril e o beijei docemente. Ele por sua vez segurou firmemente em minha cintura impulsionando meu quadril para baixo me fazendo ver o quanto ele estava excitado apenas para provoca-lo mais um pouco gemi e rebolei em seu colo fazendo com que meu amor soltasse um gemido em minha boca. Quando ele direcionou suas mãos para o fecho do meu sutiã o parei e ele me encarou aturdido, sorri.


- Depois amor. – eu disse me levantando de seu colo e pegando em seu membro fazendo o meu amor reprimir um gemido.


Quando dei por mim Alec estava estacionando o carro em uma rua deserta.


— Amor, não estou me aguentando. – ele disse me olhando intensamente e suas mãos massagearam minha coxa. Eu não estou em um estado diferente. Louca de desejo, cheia de tesao reprimido.


— Então vem amor, vem e tira o atraso. – Eu disse. Só não sei qual atraso, porque transamos ontem mesmo.


— Não amor, não tem atraso. Eu vou é liberar tudo que você não me deixou liberar mais cedo. – ele disse afastando o seu banco e retirando o cinto de segurança no segundo seguinte eu já estava em seu colo, com os lábios colados nos seus e abrindo apressadamente sua roupa enquanto ele retira minha camiseta.


— Tira amor. – eu pedi quando devido a pressa e posição me embolei com o cinto de sua calça. Ele tirou e foi logo abrindo as calças empurrando ela e a Box até onde foi possível. Voltamos a nos beijar loucamente enquanto sinto suas mãos indo em direção ao meu sexo, Alec levante minha saia e empurra minha calcinha para o lado me invadindo com dois dedos no mesmo segundo, meu grito de prazer foi abafado por sua boca.

— Tao molhada amor. Ainda bem que veio de saia. – ele sussurrou chupando meu pescoço e me deixando sem fala com seus movimentos em minha intimidade. Rebolei em sua Mao e consequentemente em seu colo. Não sei como, tudo que sei é que consegui pegar em seu membro e aperta-lo fazendo o meu amor gemer. – Amor, não aguento mais. – ele disse parando de sugar meu seio esquerdo.


— Eu também não amor. – disse entre gemidos jogando minha cabeça para trás. Eu estava pegando fogo, a situação, o contato aumentava ainda mais o meu grau de excitação. Alec colocou a camisinha em seu membro e eu me ajeitei em seu colo fazendo com que ele começasse a me penetrar, mas suas mãos me pararam e eu o olhei confusa. Ele voltou a beijar, sugar e lamber meus seios e a expectativa de seu penis em minha entrada era deliciosamente enlouquecedora e sem aviso, sem dó nem piedade, Alec se enterrou fundo em mim. Gritamos alucinadamente de prazer, eu posso praticamente sentir o seu membro em meu útero. Meus olhos giraram nas orbitas e meu canal vaginal se contraiu fortemente e então meu amor começou a bombear dentro de mim, rápido, forte e fundo nos levando ao delírio. Ficamos nesse frenesi até que um delicioso e intenso orgasmos nos atingiu em cheio.


— Precisamos fazer isso mais vezes. – eu disse encostando minha cabeça em seu ombro. O senti sorri.


— Concordo. – ele respondeu beijando meu pescoço.



------------ POV Danielly Monteiro ------------


Dig-Din Dig-Din Dig-Din, tem alguém ligando pra mim. Dig-Din Dig-Din


Cadê aquele infeliz do meu celular? Tá tocando feito um louco em algum canto do meu guarda roupa o difícil é saber onde. Urgh! Odeio quando isso acontece.


Alias, me chamo Danielly Monteiro, tenho 18 anos e me mudei há um ano de Nova York, minha adorada cidade para Forks, minha amada cidade. Tenho um irmão chamado Dean, tem 19 anos e está de partida para faculdade mês que vem. Damos-nos bem e somos muito unidos. Amigos, na verdade.


Tenho melhores amigas loucas e piradas como eu. Ahhh e além de um gostoso, perfeito, delicioso e perfeito namorado, Phelipe Still.


Se estou com o celular na mão, no bolso, no pescoço na boca ou qualquer lugar visível e perto de mim, ninguém, absolutamente ninguém liga. Basta eu perder ele em algum canto da minha casa, só preciso perder ele de vista para que o povo me ligue, mande mensagem e tudo o mais. Se bobear é capaz até de Dilma me ligar.

Procurei, revirei, virei e finalmente achei.


Dentro do meu estojo de absorvente. Agora, como ele veio parar aqui? Não me pergunte. Ai, acontece aquela coisa típica, sabe qual é? Você pula o sofá, atravessa o tampo da mesa, dá um mortal, tropeça, cai, levante em um milésimo, bate o dedinho do pé e quando finalmente chega ao celular por mais que tenha sido, ou tentado ser, rápido a pessoa desliga.


Olhei no meu visor e lá estava...


Uma Chamada Perdida

Phelipe – AmorzinhoOo


E lá foi eu retornar pro meu gatinho e gastar os meus tão suados e sagrados creditos, mas tudo bem. É ele, o meu amor. E como sempre, ele atendeu no primeiro toque.


— Tava onde dessa vez? – ele perguntou rindo. Rolei meus olhos e ri.


— Dentro do meu estojo de absorvente... – respondi franzindo o cenho.


- Só você mesmo amor. – ele disse rindo. Phelipe sabe que quando demoro pra atender, o que tá ficando um tanto quanto frequente, é porque meu celular está dando um role por algum lugar sem mim.


— Era o que, mô?


Tá fazendo o que? – ele me respondeu com outra pergunta.


— Agora, nada. – respondi com tédio.


- Vem pra cá, gatinha. – ele pediu manhoso e eu ri.


— Dez minutos e eu estarei ai amor. – respondi. – Seus pais estão em casa? – perguntei.


- Não, amor. – ele respondeu e eu ri, entendendo suas intenções.


— Porque mesmo você quer que eu vá? – brinquei e ele riu.


— Porque estou com saudades e quero te ver. – ele respondeu.


— Só? – insisti.


- E algumas coisinhas a mais... – ele disse com o tom malicioso.


— Tipo o que? – provoquei, rindo.


Prefiro mostrar a dizer, amor. – Ele disse com a voz extremamente sensual. Arrepiei.


— Estou indo. – eu disse rapidamente e ouvi rindo.


— Estou esperando. – Ele disse. – Te amo.


— Te amo. – respondi desligando. Corri para o banheiro, tomei um banho rápido uma vez que suei em minha maratona pela busca do meu celular. Segui pra casa do meu amor e pouco tempo depois eu estava na porta da casa dele.


— Oi amor. – ele disse me abraçando apertado.


— Oi mô. – respondi depositando um selinho em seus lábios macios. Phelipe me puxou para dentro fechando a porta com o pé.


Ele beijava o meu maxilar enquanto me carregava em direção ao quarto. Já estava perdida, e mal sabia meu nome. Senti algo macio nas minhas costas e deduzi ser a cama. Tirei a camisa do Phelipe passei minhas mãos pelos seus músculos tentadores e percebi Phelipe se arrepiar com meu toque. Ele retirou minha blusa revelando meu sutiã branco rendado, acariciou meus seios ainda cobertos. Eu me sentia como um frango na estufa, o calor emanava dos nossos corpos deixando o quarto com uma temperatura elevada, só faltava sair fumaça!


Phelipe escorregou suas mãos pelo meu corpo apertando minha coxa, ele abriu minha calça, mas não a retirou ele voltou a subir com suas mãos e retirou meu sutiã o jogando por algum canto do quarto. Acariciou meus seios, gemi quando senti sua boca no bico do meu seio direito enquanto sua mão acariciava o outro. Desci minhas mãos por seu corpo quente, abri sua bermuda retirando logo em seguida. Phelipe foi descendo com os lábios por meu corpo até chegar na minha calça e a retirou junto com a calcinha me deixando nua em sua frente.


- Cada dia mais linda! – ele sussurrou com a voz mais rouca que o normal. Senti quando Phelipe passou a sua língua quente pelo meu sexo me levando ao delírio e foi impossível conter o gemido.


- Isso meu amor, geme pra mim! Geme o meu nome. – ele disse e senti sua língua sugando o meu clitóris.


- Phelipehhhhh. – gemi, deixando o meu gatinho em êxtase. – Eu preciso de você meu amor.


- Já sou seu. – ele disse me pirraçando. Ain eu arranco a cabeça desse homem. Sem duplo sentido ok?! Phelipe começou a me estimular com uma das mãos enquanto a outra massageava o meu seio esquerdo. Seus dedinhos mágicos escorregaram para dentro de mim enquanto sua língua me levava para a “Terra do Nunca”.


Ele subiu com sua boca deliciosa beijando cada parte do meu corpo até chegar na minha boca onde ele depositou um selinho e foi beijando o meu rosto até chegar na minha orelha.


- O que você quer meu amor?- ele perguntou roucamente em meu ouvido chupando o lóbulo. Gemi.


- Eu.. Quero... Você... Dentro... De... Mim... – respondi com a voz falha. Phelipe retirou sua Box vermelha revelando seu “equipamento” tamanho GG. Ele se posicionou entre as minhas pernas e foi deslizando para dentro de mim lentamente. Ele começou um entra e sai lento.


- Mais meu amor. – eu disse e ele assim fez. Aumentando a intensidade das suas investidas, me levando a loucura. Até que chegamos ao ápice do nosso prazer gemendo os nossos nomes. Phelipe deitou ao meu lado me puxando para si.


-Eu te amo. – Dissemos juntos.