24 Horas Para Te Conquistar
30 Capítulo 29 - Você & Eu! - POV Claire Young
Notas iniciais
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Lita Black! MUITOOOOOO obrigada pela linda recomendação! Amei, amei, amei!
Humm ,Patty sim dei um pulo na fic porque achei que ela tava ficando muito parada sabe? As coisa precisavam andar... rsrsrs Ah e obrigada pela informação! Que otimo saber que ela ira publicar um livro! Fantastico!
Bruh amore, nao se preocupe chaveirinho da Deza, irei ler a sua fic. Comecei a acompanhar sim a outra, mas nao continuei. Falta de tempo e afins.. mas, essa prometo ler e comentar! *-*
Dannyyyy aparece ou perde o seu par! kkkkk =)
leitoras novas sejam bem vindas e Amanda quanto tempo!! Saudades meu bem!
Aconselho a ler o capitulo com um gelinho por perto.. kkkk.
CAPITULO HOT !!!!
Beijos. Comentem, recomendem. Divirtam-se.
Capitulo 29 – Você & Eu! – POV Claire Young
Não, essa não. Tem que ser algo bonito. Provocante. Essa? Não, velha demais. Já usei com ele. Esse aqui também não. Será cadê o rosa hein? Porque tudo some quando a gente mais precisa? Ai que ódio! E agora? Também né encontrar algum vestido especifico aqui ficou meio difícil depois que eu baguncei tudo procurando um vestido que eu esqueci que não tinha...
Oh, juro que geralmente sou mais educada e mais louca. Deixe-me apresentar... Sou Claire Young e tenho 18 anos. Moro em Forks, mais especificamente em uma reserva indígena, La Push que fica alguns minutos da cidade, mas aqui é lindo e muito bom. Moro aqui desde que o mundo é mundo, bom não assim no pé da letra né? Porque se não eu não estaria nem se quer mais viva. Estaria pra lá de morta acho que nem as minhas cinzas seriam encontradas afinal a terra é bem velhinha... A questão é que sempre morei aqui e diferente de algumas pessoas da região nunca tive a pretensão de sair daqui, nunca quis... Simples assim. A parte boa? É que meus amigos também pensam igual a mim. Todos queremos fazer faculdade juntos, em algum lugar e voltar para cá. Pode parecer bobo, mas para nós tem suma importância permanecer em nossa terra Natal junto com nossos familiares, as nossas lembranças... Não sei, mas são tantas coisas que vivemos e ainda viveremos aqui que a idéia de deixar Forks não agrada nem um pouco.
Enfim, tenho super melhores amigas desde a infância. Renesmee Cullen, ou simplesmente Nessie, tem 18 anos também e mora entre Forks e La Push. Leah Clearwather, ou Lee que também tem 18 anos e é da tribo, na verdade ela é meio a meio sua mãe é descendente indígena, mas seu pai era de algum lugar do mundo desconhecido por nós. Há um ano, nosso trio aumentou consideravelmente com a chegada das meninas na cidade e a improvável formação de casais que resultou em um enorme grupo comporto por Patty e Paul, Renata e Nahuel, Katherine e Seth, Fabiana e Collin, Bruna e Damon Salvatore, Milly e Alec, Danielly e Phellipe, Larissa Mello e Caio Adams, Amanda Mccarty e Luke Carter, Nubia Gil e James, Manuella e Renan, nosso amigo gay Juan e além é claro de Nessie e Jake, Leah e Embry e eu e Quill.
A minha vida sempre foi muito animada graças às loucuras que minhas amigas e eu fazemos. Alias, a Nessie só começou a namorar com o Jake por causa de uma dessas loucuras...
FLASH BACK ON
- São simples. Vocês complicam demais. – Lee respondeu.
— Claaaro. E fomos nós que ficamos duas semanas rondando o pobre de Embry não é? – Claire disse rolando os olhos.
— Aquilo foi há muito tempo. – Lee disse olhando pros lados.
— Mês passado! – Dissemos Claire e Eu em uníssono e começamos a rir.
— Nessie amor, você não vai chegar e se jogar nos braços do Black! – Lee começou ajeitando-se no Poof rosa. – Você vai conversar com ele e pedir uma chance! Se ele ceder aos seus encantos, como eu acho que vai você não precisara de muito tempo nem muitas manhas. – Lee disse.
— Esta sugerindo que ela se declare? – Claire indagou juntando as sobrancelhas.
— É sua lesma! – Lee disse rindo e tacando uma almofada em Claire.
— É vergonhoso! – Ela exclamou.
— Não. É uma prova de amor. Tudo bem que isso não é lá muito comum, mas não custa tentar não é? Nessie, você tem personalidade mais que suficiente para enlaçar de vez o Black! – Lee disse sentando-se ao meu lado.
— Não sei não Lee. Vou pensar no assunto. – eu disse simplesmente.
— Continuo achando loucura! – Claire disse.
— Você não faria isso pelo Quil? – Lee disse e Claire fez uma careta, ou seja, SIM ela faria. – Além do mais, nós não somos nada convencionais. – Lee completou e caímos na risada.
FLASH BACK OFF
Foram tantos momentos juntas que é difícil narrar cada um, mas é impossível esquecer... Enfim, preciso terminar de me arrumar para sair com o meu Quill. Coloquei um vestido preto justo ao corpo que vai ate as minhas coxas e uma sandália de salto médio prata. Prendi parcialmente meus cabelos, marquei bem os olhos, um brilho e um perfume! Ouvi meu celular tocar em sinal de mensagem sobre a cama.
Amor, to aqui em baixo já!
Te amo.
Seu Quill.
Sorri largamente. Ele sempre foi assim, o meu Quill. Penso e acredito que somos feitos um para o outro. A clara e a gema. O pão e o ovo. A tampa da marmita. A metade da laranja... Enfim, a gente se completa e transborda. Desci as escadas despedindo-me dos meus pais e saindo ao encontro do meu amor.
— Boa noite princesa. – Quil disse descruzando os braços e desencostando do carro, vindo me abraçar fortemente como sempre faz.
— Boa noite amor. – respondi com a voz abafada devido ao meu rosto que se encontra na curva de seu pescoço.
— Achei que era impossível, mas vejo que não. – Quil disse quando me soltou depositando um selinho nos meus lábios.
— O que? – perguntei confusa.
— Você ficar mais linda. – ele sussurrou. Tive que ficar na ponta dos pés para alcançar os seus lábios arrancando uma risada dele.
— Minha pequena. – ele disse me deixando de sua altura e colando nossos lábios. O beijo começou lento e foi ficando intenso, quente mostrando o desejo que há em nós. A mão de Quil já percorria as minhas costas outrora apertava a minha coxa. Meus dedos perdidos em meio aos seus cabelos o puxa para mim, como se fossemos nos fundir ali mesmo. Separamo-nos quando o ar nos faltou. Recompomos-nos e partimos para a boate. A noite promete...
A boate estava lotada, cheia de gente dançando, se pegando e praticamente transando pelos cantos. Não que fosse um puteiro, mas hoje a boate está no auge dos adolescentes. Quil e eu dançamos por algum tempo, bebemos e o clima já estava quente entre a gente quando começou uma musica sensual e eu aproveitei para provocá-lo. Rebolava sensualmente até o chão e passava a mão pelo meu corpo com o olhar fixo no seu, ele caminhou rapidamente até mim colando seu corpo ao meu e sentindo todos os meus movimentos, pude sentir a sua excitação claramente quando rebolei forte contra o seu quadril. Joguei o meu pescoço de lado o deixando a sua mercê, Quil logo começou a beijar e mordiscar me causando arrepios.
— Está me provocando demais. – ele sussurrou com a voz mais rouca que o normal. Virei-me para ele mordendo os lábios.
— Que bom. – sussurrei próximo a ele apertando seu membro sobre a calça o fazendo gemer.
— Sabe que quando faz assim não sou nada carinhoso. – ele disse com os olhos brilhando.
— É isso que eu quero. Que você me coma como um lobo. – sussurrei mordendo o seu pescoço. Quil me apertou contra ele gemendo fortemente e senti minha calcinha minúscula molhar mais ainda. Quil me beijou ardentemente, sua língua explorando com selvageria cada canto da minha boca enquanto suas mãos invadem o meu vestido indo diretamente para o meu centro que a esta altura já esta em chamas e totalmente molhado. Gostamos de um sexo selvagem com palavrões e palavras de baixo calão, mas também gostamos de um sexo carinhoso, romântico. Achamos que faz bem pra relação, inova em algum ponto.
Estava tão absorta no beijo e em seus toques que quando dei por mim, estávamos em um canto escuro da boate, longe da multidão. Como Quil nos trouxe até aqui não sei, o importante é que trouxe.
— Se é isso que você quer... – ele disse rouco apertando minhas coxas fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura e nossos sexos se tocassem.
— Você está tão duro. – eu disse entre gemidos.
— E você muito molhada. Vai ser delicioso enfiar meu pau ai. – ele disse tocando com seus dedos minha buceta. – Você veio mesmo na intenção de ser comida aqui. – ele constatou.
— Sim. – eu gemi alto quando três dedos seus me invadiram com força.
— Como você quer gozar gostosa?
— Forte e com seu pau enterrado. – respondi olhando fixamente seus olhos e rebolando em seu membro. Mordi os lábios de Quil os puxando, sei o quanto isso o enlouquece.
— Vadia. – ele urrou quando pressionei fortemente meu quadril contra o seu quase enfiando seu pau mesmo vestido dentro de mim e arranhei seu pescoço.
— Anda seu puto, me come. – Eu disse gemendo alto. Eu estava com muito tesão. Transar em publico sempre foi um fetiche nosso. Quil me desceu de seu colo retirando seu pau grande e grosso pra fora e eu salivei. – Eu quero chupar.
— Eu quero que você chupe. – ele respondeu na mesma da hora. Ajoelhei em sua frente e mordi a cabecinha vermelha e molhada, passei a língua no pré-gozo que estava escorrendo e então enfiei tudo que consegui na boca chupando forte.
— Delicia. – eu disse passando o dente na glande e um fio de baba ligando minha boca ao seu pau. Quil delirava quando eu fazia isso. Continuei a chupar até que ele me puxou em sua direção me beijando de forma afoita, ele colocou o preservativo e me invadiu. Gememos juntos quando praticamente nos fundimos.
Quil estocava de forma alucinada, me levando ao céu com seus movimentos fortes e rápidos. Sussurrávamos putarias em meio a palavras de amor e foi assim até que atingimos um maravilhoso orgasmo, tão intenso e eletrizante.
— Eu te amo. – ele disse acariciando a minha face com o polegar.
— Eu te amo. – respondi sorrindo como a boba que sou. A boba apaixonada. Quil então colou nossos lábios em um beijo amoroso.
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