24 Horas Para Te Conquistar

17 Capítulo 16 - Convivência ou Hereditariedade?


Notas iniciais
Oiii amoras! E ai, como estao?
Fico mega contente que tenham gostado do cap. Hot da Lee. Pelo visto atingi as espectativas neh?=)
Muito, muito obrigada pelos mega lindos comentarios! Entao vao preparando o banho ai gente, pq antes de finalizar a fic pretendo fazer um cap para cada personagem... Nao sei. Estou analisando a ideia, o problema é que vai ficar mt longo... rsrs.
Beijos! E boa Leitura!
COMENTEEEM!!!

Capitulo 16 – Convivência ou Hereditariedade?

O dia na praia se passou maravilhosamente bem, as meninas que conhecemos lá são incríveis. Ao cair da noite todos fomos embora para suas respectivas casas, e agora aqui estou eu repassando todos os acontecimentos da ultima semana. Eu jamais iria imaginar que um dia teria beijado, abraçado ou até mesmo conversado com Jacob Black e isso tudo aconteceu em uma semana, será o inicio da realização de um sonho?

Fico me perguntando se eu conseguirei realmente conquista-lo dentro do prazo, mas se conseguir ou não o importante é que ao menos tive alguns excelentes momentos ao lado dele. Isso é o que importa não é? Não sei. Não sei. Tento me convencer de que sim, conseguirei conviver com as lembranças, mas tenho minhas duvidas se essas mesmas lembranças não irão me atrapalhar a seguir adiante, afinal eu saberei como é, mas não mais terei. Ahhh credo quantos pensamentos melancólicos. Verdadeiros, porém melancólicos.

Engraçado, não acham? Já pararam para pensar na origem das palavras? No som que elas emitem quando pronunciadas? É tão engraçado, e diferente. Fico me perguntando quem inventou e como foi o primeiro contato. Por que pensem comigo, vamos usar a palavra “Televisão” como exemplo não iríamos saber o que é sem termos uma figura ilustrativa, ai vem a questão da palavra que ira descrever, “Assistir” de onde veio essa palavra? E cada palavra tem uma origem, mas qual a origem da primeira palavra? Isso é tão confuso, são palavras e mais palavras com significados diversos que irão nos levar a outras palavras com mais significamos que...

— Nessie. – a voz da minha adorada mãe ressoou do outro lado da porta do meu quarto, retirando-me dos meus pensamentos “Einstein”. Ai acho tão fodasticos esses meus momentos “nerds”, deveriam ser considerados como acontecimentos históricos o problema é que poucos conseguem seguir meu brilhante raciocínio e mais poucos ainda me deixam concluí-los. Deveria ser considerado crime, interromper pensamentos tão inteligentes e importantes. Ainda não sei para que são importantes, mas um dia e espero viver para ver esse dia chegar, irão se basearem em meus pensamentos filosóficos e irão fazer uma enorme descoberta, talvez até estudem meu cérebro. Depois que eu morrer é claro, afinal não vou me matar para estudarem meu brilhante cérebro, talvez eu tenha vindo do futuro, onde sou mega inteligente e por isso sou assim... Oh meu deus! Se for assim eu terei que tomar cuidado, vai que sou vitimas de atentados. Já imaginou eu naquelas perseguições loucas estilos do filme “Sem Saída” com aquela delicia do Taylor. Por falar no Taylor ele é muito parecido com o Jake, ou será que é o Jake que se parece com ele? Ah sei lá. Só sei que se parecem e eu que tirei a sorte grande nisso tudo, por que se eu namorar com ele irei namorar praticamente com o lobo de Crepúsculo, é eu lembrei, e com o Nathan. Jesus! Ganhei na Mega-Sena, Loteria, Mega da Virada. Ganhei em tudo que se pode ganhar... Ah é ainda não respondi minha mãe...

— Sim mamãe. – respondi me levantando. Solta. Solta porcaria. Mas, que porra uma coisa dessas, merda de lençol que não para com essa mania de me derrubar. Argh, solta cacete! Puxei meu pé e...

CATABUM!

Olha eu aqui no chão. Tudo por culpa da minha mãe, que eu fui abrir a porta para ela, eu poderia ter dito simplesmente um “Entra”, mas não eu tinha que cismar de querer abrir a porta não é?

— Nessie, querida tudo bem ai? – mamãe perguntou. Ah claro mamãe, apenas me estabaquei legal no chão por causa da merda do lençol que quer me amarrar de qualquer jeito, mas não se preocupe mãezinha ele caiu também. Saímos os dois machucados nessa briga toda, eu com um belo de um roxo na padaria e na coxa e ele totalmente amassado, como se uma Lhama tivesse mastigado ele, igual naquela propaganda do Chiclets onde mostra uma Lhama mascando um chiclete, a diferença é que aqui ela mascou um lençol...

Isso ai era o que deveria responder para minha mãe, era o que eu queria, mas não. Resolvi optar pela resposta mais obvia e curta, é melhor não discursar com Dona Bella Cullen por que aquela ali quando começa a falar não para nunca mais, sem contar no fato de que ela do nada vem com assuntos aliens que não tem nada a ver... Sabe que isso me é familiar... Quem tem o mesmo problema mesmo? Humm, eu não me lembro no momento, mas vamos a resposta.

— Sim mamãe. Estou bem. – respondi levantando-me do chão e chutando o lençol que se embrenhou no me pé, me levando ao chão novamente, mas bravamente levantei-me e fui ate a porta abrindo-a em seguida.

— O que estava fazendo? – mamãe perguntou esticando o pescoço como uma girafa para ver dentro do meu quarto. Rolei meus olhos ela achou que eu estava fazendo o que?

— Fritando ovo. – respondi baixinho.

— Hein? – mamãe perguntou. Ops! Acho que falei alto.

— Ah, nada. Eu disse que estava tentando me levantar. – desviei do assunto balançando minha perna. Inocente eu não?

— Eu vim te chamar para o almoço. Tem sua comida favorita hoje. – Mamãe disse me olhando ternamente. – Ah, vou finalmente tirar minha carteira de motorista. Não é ótimo? Poderei dirigir um carro. – Não mãe... Ira dirigir uma Nave Espacial.

- Que maravilha mamãe. – eu disse sorrindo. Deus é mais, minha mãe no volante não quero nem imaginar. Agora me respondam, o que o almoço tem a ver com o almoço? Eu te respondo: ABSOLUTAMENTE NADA! Não disse que ela tinha um pequeno probleminha de coerência?

— AHHHHHHHHHHHHH lembrei! – gritei.

— Lembrou o que? – mamãe perguntou-me olhando curiosa. Hein? Ah sim, lembrei de onde acho o jeito da minha mãe familiar... Eu sou assim. Olha que interessante, será que é hereditário ou é contagioso? Não sei. Deve ser mais hereditário, por que o resto da família não tem é muito assim não, são loucos e um pouco incoerentes também, mas nós duas somos mais, muito mais.

— Ah, nada não mamãe. – Eu respondi sorrindo. – Vamos almoçar? – chamei-a já na porta.

— Vamos. E depois poderemos ver um filme, de ação já que agora vou fazer aulas de habilitação.

— Interessante. Também gosto de chocolate. – Hein? Nada não. Ignora.