Você pode ter lido o título e pensado em guerra, ou quem sabe você pensou naquele joguinho que, como no meu caso, pode ter sido um dos primeiros joguinhos de raiva que alguém já jogou... É, acho que vai servir...

Quando criança eu me sentia um máximo quando eu conseguia abrir todo o campo sem explodir uma bomba. O problema era quando aumentava o campo... Aí ficava complicado.

Mas você já parou para pensar que estamos o tempo todo num campo minado? Quando criança, a gente consegue desviar fácil. Se alguma bomba explode... na real, é um estalinho. Não tem dano, dá só um sustinho. E a gente consegue desviar fácil, ainda mais quando tem alguém de olho na gente. Mas... Conforme a gente aumenta a janela... Vai ficando complicado. As bombinhas vão ficando mais sérias, o risco vai aumentando e o espaço para passar vai ficando mais estreito. E é aquele negócio, a sua visão precisa ser aguçada. Pode ser que você consiga ver aquele montinho de terra que é claramente uma bomba mal enterrada, então você pode ir lá desarmar e evitar que ela exploda e cause um grande problema. Ou então você pode ter aquele sexto sentido e descobrir mais tarde que tinha uma bomba muito perigosa e muito bem enterrada por ali, e assim consegue evitá-la.

Contudo, se você não estiver bem focado, centrado, prestando atenção aonde está pisando, e aonde pode pisar em seguida... Ferrou. Fica parado... Ali... Para sempre... Pode ser que alguém te ajude... Mas pode ser que não. Você também tem a opção de cutucar o monte de terra. Pode ser que ache e consiga desarmar. Mas pode ser que se mexer, explode. Você também pode se arriscar saindo correndo adoidado e rezar o tempo todo para não explodir em você. Mas não é nada garantido. O fato é que todo lugar parece que tem uma bomba. O quanto a gente consegue ser centrado para passar pelo campo?

Eu só queria que fosse fácil como aquela janelinha. Ou que tivesse um outro joguinho.

Notas finais
Eu perdi o segundo capítulo, então é mais uma obra que eu não sei quando vou postar de novo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.