21 Ways To Kiss A Queen

2 Fighting with Myself


Notas iniciais
Depois desse capitulo todos os outros são a continuação, nada que eu postei no tumblr tem aqui, é extremamente novo, mais pra isso vocÊ vai ter de ler esse capitulo e o primeiro.. :)

_Lil A ACORDA_ alguém gritou no meu ouvido, meu corpo voou da cama de encontro com o chão incrivelmente frio.

_Merda_ resmunguei, porque na boa, ser acordada daquele jeito não era o meu preferido, nem o de ninguém, pode apostar._ Qual é eu estava tendo um sonho tão lindo com o... O meu cachorro.

_Como?_ Camm apareceu de traz da minha cama. Medo_ Seu cachorro? Lil você nem tem cachorro.

_Então... Esse era o sonho, eu queria ter um cachorro_ Falei disfarçando.

_Sei_ ela me conhecia mesmo, ainda mais com uma mentira tão aguada que nem aquela, pior que aquilo so minha cara que por um acaso continuava prensada no chão_ Fala pra mim Lil Bear... Quem é tão importante pra estar nos seus sonhos??

Ela nunca iria saber, eu não sei porque que eu estava sonhando com aqueles lindos olhos mais depois eu também vi lindos e penetrantes olhos Verdes, pera ai, o que estava acontecendo?

PÁ.

Algo se chocou contra a minha cara, um travesseiro que provavelmente tinha carne congelada dentro, mais que coisa dura.

_Levanta mulher_ Camm gritava_ ja ta na hora de ir pra escola.

OI?

Em um pule me levantei, me despindo ate ficar so de roupas intimas, isso não importava quando eu estava perto de Camm porque afinal, era a Camm.

Entrei em baixo do chuveiro demorando apenas dez minutos la, e quando sai Camm já estava arrumada pra ir pra escola, o seu primeiro dia de aula, e eu estava nua envolta a uma toalha, legal.

_Corre se você quer uma carona no Porche_ Camm falou e aquilo me animou porque eu amava aquele porche, um dia eu vou roubar ele dela e ela nem vai saber, claro né, que com o mesmo carro, mesmo modelo, mesma placa na porta da minha casa no dia seguinte ao roubo e ela não iria suspeitar _ Francamente Lil A Bear, sua mãe não te deu um carro ate hoje, ela tem dinheiro pra te dar um avião.

_E eu tenho dinheiro pra te dar um tapa de você continuar me desconcentrando_ falei brincando enquanto eu acabava de me trocar _ e agora eu tenho dinheiro pra te arrastar ate o andar de baixo, e mais dinheiro pra correr pra escola dentro do seu porche.

Camm entrou em uma espécie de ataque epilético de tanto rir da minha piada mais que sem graça enquanto descíamos os degraus desesperadamente ate o andar de baixo.

Peguei um pedaço de bolo de chocolate na cozinha e quando menos vi já estava no carro dela.

Ela que estava toda bem vestida com um coque no cabelo e um belo sorriso na cara acelerou o carro.

Qual é eu não estava tão mau assim, e o que eu afirmei bem acima sobre ela me pareceu meio lésbico.

Ela tirou dois óculos de dentro do porta-luvas e me deu um, não tinha sol, mais óculos faziam as pessoas que dirigem ou estão em um conversível parecerem levemente mais fodas, ou superiores, não que eu fosse, ao contrario disso, fodasticidade (essa palavra provavelmente não existe e se já existiu foi de um dialeto já extinto) é uma coisa que eu tenho de menos.

Pera ai, eu, mais a Camm chegando na escola, em um Porche cinza? Isso só pode dar merda, das grandes e absurdas, e ainda vai gerar maus olhares.

O povo daquela escola era bem de renda, tipo o carro pior que tinha ali era uma BMW, mais eu sempre chegava a pé, e, além disso, aquele Porche enlouquecia ate o cara mais rico do mundo.

E só pra confirmar o que eu pensava, nós mal havíamos entrado na entrada da escola e as pessoas começaram a olhar.

Só queria ver quando chegássemos à entrada central.

É que a escola tem a entrada, tipo uma portaria, ai você passa em frente a escola, onde os alunos ficam sentados conversando e alguns alunos específicos ficam se prostituindo aos montes por ali, e pra terminar nos chagávamos a um estacionamento que basicamente era a rua que ficava em frente a entrada central.

Confuso né?

_Nervosa pro primeiro dia de aula_ Perguntei a Camm que riu de um jeito sarcástico.

_ Alguma vez você já me viu nervosa?_ ela perguntou mais se arrependeu quando veio a lembrança de um certo verão.

_Ah deixa eu ver.. aquela vez que você fugiu de casa, e foi pra minha que por um acaso é do lado da sua e você roeu tanto as unhas temendo que sua mãe descobrisse onde você estava que elas demoraram quase dez meses pra voltarem ao tamanho normal? _ Eu sempre irritava ela com isso, e com mais algumas coisinhas.

_Lil A cala a boca antes que eu enfie o volante na sua garganta_ Ela falou segurando o rizo e eu ri alto, bem na hora que entramos no campo de vista dos outros alunos. E minha rizada naquele momento pareceu um pouco exagerada (isso é igual a: Ri como um Godzilla).

Enquanto Camm passava com o carro quase em câmera lenta em frente aos alunos, metade abria a boca ao ver o carro e a outra abria a boca ao me ver. A pergunta é:

Como eu sentia vergonha em momentos como este?

Então quando Camm estacionou o carro, bem em frente a todos os alunos, (Mais exibida impossível) e nos começamos a sair do carro, todos os alunos que eu já conhecia, mesmo não gostando, pareceram ter um leve interesse em me conhecer e conhecer a “Garota nova do Porche”. Qual é Camm era tão exibida que ganhou um apelido e ela mal pisou no chão do colégio.

E por incrível que pareça a presença dela me afeta.

É o seguinte.

Dois anos atrás quando estudávamos juntas, nos éramos umas das mais populares do colégio, isso porque Camm é exibida.

Então ela foi pra Nova York e mesmo assim todos comentavam sobre ela, isso porque Camm era exibida.

Mais com a falta dela eu não deixei de ser “a popular”, continuei sendo tratada da mesma forma, isso é porque Camm é exibida.

Então um ano mais tarde eu me mudo pra outro colégio, e sem Camm eu não me enturmei, isso porque Camm era exibida. (você deve estar se perguntando porque eu to escrevendo a mesma frase toda hora, mais é que ela é tão exibida que enfatizar uma vez não da certo).

Então ela volta e eu rapidamente viro “a desejada”, e pra terminar, isso porque Camm era exibida.

Agora que entenderam o quão exibida ela é, era, que seja, ela ainda é (ai como eu sou confusa).

Então.

Quinze minutos depois da ceninha la fora, nos já estávamos na sala de aula tendo uma aula parcialmente irritante, isso é: Extremamente ao extremo do extremo, de geografia.

Mais eu estava feliz, a Foster tinha feito cara de pastel duas vezes em apenas três dias, Camm tinha voltado pra mim, eu andei no meu tão mimado bebe, o porche, que nem era meu, e pra terminar Andrew estava sentado longe da Foster, o que podia, ou não, significar que eles tinham brigado.

Mias uma coisa me deu falta, e logo que ela me fez falta, ela decide aparecer.

Liam entrou todo vermelhinho na sala, sua cor devia ser de vergonha pelo atraso dele, mais quando ele chegou perto de mim ele tomou uma cor mais “normal” e disse um leve:

_Oi

_Oi_ eu respondi sorrindo.

O sinal bateu e o intervalo começou, e foi ai que surgiu uma pequena dificuldade na minha vida.

Na hora do intervalo enquanto eu andava com Camm, uma mão forte e determinada me puxou pro lado.

Camm olhou pro lado alarmada mais quando viu quem era que me segurava e o olhar de surpresa e de prazer que eu demonstrava ela decidiu seguir sozinha, o que não era difícil pra ela afinal ela era a Camm, a Sra. Cheia De Si.

Andrew olhou para os dois lados antes de começar a falar.

_Oi_ Francamente cara, você toma todas as preocupações do mundo pra falar oi, me beija logo.

_Oi_ pois é, eu não tenho reputação pra falar dele.

Ele riu provavelmente com a leve tonalidade de vermelho que a minha pele tomou.

_Posso falar com você mais tarde?_ ele perguntou. Ok, ele me puxa para um cantinho só pra perguntar isso.

Mais tarde, ao por do sol, nós nos encontramos e aquela foi a primeira vez que eu ficara junta de Andrew, talvez a primeira de poucas.

Quatro meses se passaram e o bimestre já estava no fim.

As coisas estavam ótimas entre Andrew e eu, nos começamos a namorar.

Era um ótimo dia de domingo, daqueles que você passa sentada no sofá comendo chocolate e mais nada importa.

Alguém bate na minha porta.

Ok, não podia ser Camm porque ela foi pra Oxford, e minha mãe tinha eito uma viagem para a Itália a negócios, ela meche com moda, então sim eu tenho direito ao estoque ilimitado de roupas das lojas dela, espalhadas pelo mundo todo.

Então quem poderia ser?

Levantei do sofá num pulo ainda com a barra de chocolate na mão e me dirigi ate a porta.

_Ah..Oi_ disse o garoto na porta. Enquanto meu corpo lentamente se congelava e logo depois a essa solidificação ele se derretia e depois se inflamava em chamas. O que ele estava fazendo aqui? Como ele sabia o meu endereço? Como ele aparece assim em pleno o meu domingo de chocolates e filmes?

_Andrew?_ foi a única coisa que consegui dizer em frente aquela situação embaraçosa. E as mesmas perguntas voltaram a minha cabeça a tona. O que ele estava fazendo aqui? Como ele sabia o meu endereço? Como ele aparece assim em pleno o meu domingo de chocolates e filmes?

_Sim sou eu_ ele disse num sorriso de canto. Por favor, não faz isso comigo não Homem.

_ O que ele estava fazendo aqui? Como ele sabia o meu endereço? Como ele aparece assim em pleno o meu domingo de chocolates e filmes?_ agora as perguntas saiam pela minha boca e eu estava estranhamente gritando, mais não de um jeito grosso e estupido- eu estou muito confusa, serio mesmo. Como?

_Cala a boca e me beija logo_ ele falou me abraçando e beijando meus lábios forte e intensamente afastando todas as perguntas e dividas que a poucos segundos preenchiam meus pensamentos.

Lentamente coloquei minhas mãos em seu tronco e escorregando ela por seu abdômen e sentindo seus músculos, que eram uma coisa de enlouquecer quando de tocavam, se contraírem ao meu toque, passei minhas mãos por seu tórax ate chegar a seus ombros envolvendo meus braços nos seu pescoço e o puxando para mais perto e aprofundando o beijo.

Sem ser nem convidado ele me empurrou pra dentro de casa e nos esbarramos na parede.

_Grosso_ falei rindo com o modo que ele me fez calar a boca. E isso despertou um sorriso conquistador no seu rosto e quando eu vi já estava beijando ele de novo com a mesma intensidade de antes _ você não respondeu minhas perguntas_ eu lembrei quebrando o beijo.

_Hum... Deixa eu ver_ ele falou com uma carinha de pensativo_ O motivo de estar aqui já é bem obvio, o endereço eu consegui na escola, afinal eu sou o filho do diretor, e agora se você prefere o seu domingo com chocolates em vez de um domingo comigo então eu vou embora.

Depois de mencionar que ia embora e virar-se em direção a porta eu o virei com brutalidade beijando-o de novo.
_Não vai embora não_ falei rindo e o beijado de novo _ chocolate não é nada.

Então nos ficamos ali no sofá nos beijando por alguns minutos, vez ou outra o beijo se aprofundava e eu desfazia com medo da minha mãe chegar.

Ai como eu sou burra, minha mãe esta na Itália, ou seja, a casa esta vazia.

Então subimos as escadas e aquela foi a melhor noite da minha vida, e quando eu digo melhor e de minha vida, eu digo ate ali, porque agora tudo vi mudar.

Eu havia acabado de acordar, a luz de um Novo dia me cegando e me possibilitando de ver apenas fortes clarões dos quais eu já devia ter me acostumado a um Bom tempo, Em algum momento da noite passada eu havia esquecido de fechar às cortinas, e agora o resultado de meu deslize vinha a tona trazendo junto às luzes do sol.

Me estiquei tentando espreguiçar mais algo me impedia de mover, envolta do meu corpo havia dois braços me prendendo Em um abraço forte aconchegante enquanto seu dono ainda dormia como um anjo.

A noite passada Com Andrew havia sido inesquecível, e bota inesquecível nisso, como um sonho do qual você não quer acordar mais a sua mãe vem e te acorda pra poder ir para a escola deixando aquela imagem de vida perfeita do qual o sonho trazia e você nunca mais iria vivenciar aquele momento novamente.

Confesso que por um momento achei mesmo que iria acontecer. Felizmente não aconteceu.

Durante minhas leves viagens pelo interior dos meus pensamentos me peguei observando Andrew dormir. Parecia um anjo, um belo anjo que... Que estava atrasado pra escola.

Pulei da Cama ao olhar para o relógio de relance que marcava as seis e quarenta da manha, e depois percebi que era uma manha de segunda. Merda.

Enquanto eu corria de um lado para o outro como se o meu movimento fosse fazer a terra girar ao sentido contrario e assim fazendo o tempo voltar, só que não, Andrew me observava com uma cara de duvida e sono, o que eu teria achado fofo se não estivesse tão desesperada. Já estava imaginando a diretora dando uma bela bronca.

Vish.

_Lil A o que tá acontecendo _ ele perguntou se sentando na minha frente e me olhando andar apavorada de um lado pro outro, não me surpreenderia se eu fizesse um buraco no chão.

_São quase sete da manha _ falei apontando para relógio _estamos atrasados pra escola.

Ele me olhou por um momento digerindo minhas palavras e depois riu caindo de costas na cama, quando se sentou novamente ele disse:

_Lil, hoje não tem aula, é feriado_ parei em frente a ele com uma cara de nada me lembrado de um leve comentário da professora Skidnor sobre ser um feriado nacional enquanto eu conversava com a clara sobre outro assunto que não vem ao caso.

Então não tem aula?

Levantei da Cama cedo, a toa?

Deixei de olhar aquela cara de anjo dorminhoca sem nem um motivo?

E pior, paguei um maior mico, tudo isso a toa?

Arg.

Pulei de cara na Cama deixando que os lençóis brancos escondessem minha vergonha.

Depois de um tempo senti dois dedos acariciarem a parte nua das minhas costas provocando leves arrepios por onde tocavam.

_Você me diverte_ ele disse passando às mãos devagar pela dobra do meu pescoço _e eu gosto de me divertir_ agora ele passava às mãos pela minha nuca me causando arrepios bem piores que os de antes, ou devia dizer: melhores.

_Você quer se divertir?_ perguntei entrando na brincadeira e ele respondeu que sim com a cabeça mostrando que estava louco pra se divertir _então pode colocar uma roupa porque eu não vou descer ate a cozinha com você só de boxer, e eu estou morrendo de fome_ falei acabando com o sonho dele de uma rapidinha de manhã. Rapidinha? Se divertir? Quando meu vocabulário ficou tão choco?

Levantei-me do meu pequeno refugio já recuperada da vergonha que passei segundos atrás e agora vestia uma camisa grande e larga demais pra mim, depois que coloquei percebi que era a camisa que Andr usava noite passada, e a calcinha, hum, coloquei outra durante a noite já que a que eu usava antes foi danificada.

Desci as escadas arrastando um Andrew desanimado ate a cozinha.

Eu não sabia o quanto Eu estava faminta ate abrir a posta da geladeira. Cookies de chocolate, bolo de baunilha, pudim, um enorme sanduíche de peito de Peru e se eu continuasse olhando aquilo tudo iria morrer ou de fome ou por estar no paraíso das comidas.

Tirei tudo de lá de dentro e enquanto esquentava o sanduíche no microondas eu comia os cookies e tomava um achocolatado.

Poucos segundos depois Andrew chega atrás de mim com um olhar faminto, ele havia subido pra colocar uma camisa larga minha que era mais masculina que feminina já que eu usava a dele, ele se apoio na bancada e começou a comer um cookie no jeito de modelo sensual, mesmo Com migalhas por todo o rosto ele era lindo.

E falando em lindo, aquela lindeza no microondas já esquentou.

Tirei o sanduíche do microondas e ele logo arregalou os olhos.

_Tira os olhos esse sanduíche é meu Sr. Parkinson_ eu disse, mais ele veio de jogo sujo e fez uma cara de cachorrinho pidão e não resisti em partir o sanduíche no meio.

Odeio quando Ele faz isso.

_Você tem sorte de ser tão bonitinho_ falei apertando a bochecha dele e fazendo-o rir, tipo muito.

_Ganhar às coisas Com a beleza é um dom_ ele falou um pouco exibido “pouco exibido” quer dizer: fazer uma cara super sensual enquanto morde um pedaço do sanduiche. Pera ai, ele sempre faz essa cara quando come?

_Então Você me ganhou na beleza?_ perguntei comendo um pedaço do sanduíche, mais a minha cara com toda a certeza não foi sensual, não mesmo.

_Não_ Ele disse se virando pra mim Com um sorriso conquistador _acredite desde que você entrou na escola eu tentei te ganhar, de todos os jeitos, mais você era fechada de mais, acho que não gostava de mim na época.

Fiquei paralisada com aquilo. Ele havia acabado de dizer que sempre me quis? Desde o começo? Ele me queria? Como? Não pode, e pior: Ele achava que eu não o queria naquela época.

_Eu sempre Te quis_ falei olhando pra ele encantada, as palavras dele ainda se mexendo na minha cabeça como se ele as repetisse a cara segundo que eu pensasse _sempre quis.

_Se você tivesse me dito isso antes pouparia alguns meses de trabalhos e agente teria mais tempo _ele brincou.

_Tempo é o que não falta _falei enquanto colocava meus braços envolta de seu pescoço e brincava com os cabelos de sua nuca _mais se quiser botar o tempo perdido Em dia...

Ele riu jogando a cabeça pra trás e logo voltou a me olhar agora com os olhos cheios de desejo, então nossos lábios se tocaram e nos beijamos lentamente aproveitando cada segundo enquanto nossas línguas se acariciavam e Ele me puxava pra mais perto para aprofundar o beijo.


Pois é, essa era minha antiga vida, era boa, normal, bem normal, e acima de tudo feliz. Mais não me arrependo de nada que eu fiz, porque foram as atitudes que eu tomei que me trouxeram aonde eu estou hoje.


Esse foi o nosso ultimo beijo.

Pois é nem tudo é um mar de rosas, nem pra mim.

Eu estava andando pelos corredores da escola, estava passando mal, nãos aguentava ficar dentro de sala, então aconteceu.

Enquanto eu passeava pelo corredor para chegar ate a entrada principal onde minha mãe iria me buscar, eu vi uma coisa muito indesejável.

Andrew e Jennifer Foster se pegavam no corredor, não notaram minha presença, isso ate eu fazer o que eu fiz.

_Cachorro_ gritei enquanto me aproximada, e antes que ele pudesse protestar eu lhe dei um tapa na cara, daqueles que deixa marca, e das boas.

Meus olhos se encheram de lagrimas e eu corri daquele lugar, fui embora. E quando eu digo embora, foi embora mesmo, mesmo sem eu saber que seria permanente.

Eu não podia aguentar aquilo, não mais uma vez, sim eu já passei por isso antes.

Eu estava cheia, cheia das mesmas coisas, dos mesmos lugares, dos mesmos idiotas que só faziam da minha vida uma completa merda.

Chega, Chega, eu já me decidi, vou ir embora de Wolverhampton.


E essa provavelmente foi a melhor escolha de minha vida, mesmo no inicio parecendo uma coisa errada a se fazer.