21 Ways To Kiss A Queen

2 Beginning at the Meddle


Notas iniciais
Esse capitulo foi retirado da antiga fic, assim como o proximo a seguir, mais foi feito com modificações, então mesmo quem ja lei ele no tumblr, por favor leia ele aqui também se não você não ira entender o resto da historia. Obrigado :)

Mais um dia de minha rotina sem graça.

Resumindo: escola, pessoas estupidas, casa, tv, computador, comida e cama.

Divertida minha vida não é?

Então vamos começar desde o começo.

Era o começo do semestre, quarto dia de aula.

Como sempre foi a ultima a entrar na sala, uma coisa que ja tinha se tornado normal desde antes desta escola relativamente estupida.

Todos me olharam identificando a garota que se sentava no canto em frente ao professor e que tinha se “infiltrado” naquela bendita escola no final do ano passado.

Okay, não gostam de mim, quer uma boa novidade?

O sentimento é Mutuo.

Infelizmente, é claro que com a santa sorte que eu tinha, meu querido lugar na sala estava ocupado.

Acontece que o ano todo somos livres para sentarmos onde quisermos, sim eu preferia o sofá da minha casa ( Sou sedentária, desculpa Mundo ), mais no inicio do ano nos tínhamos uma liberdade maior de escolha, neste caso, eu preferia a minha cama.

Okay, novo plano.

Sentar-me o mais longe possível para evitar o cheiro de pessoas estupidas e metidas que emanavam daqueles pobres seres.

Não tive sorte, logo Jennifer Foster decidiu se sentar perto de mim, e obviamente isso foi proposital.

Sabe aquela garota que sempre tem tudo, sempre quer tudo e sempre manda em tudo.

Então, isso não se aplicava a Foster, porque ela era relativamente pior do que isso.

Essa era minha opinião sobre ela ate ver a roupa que ela usava.

Então agora ela passou de relativamente a altamente pior.

Ela me olhou de cima a baixo com ar de desaprovação.

Retribui o olhar com uma cara de "Eu não ligo" mais pareceu mais uma cara de "tem chiclete grudado no meu dente".

A sala estava um pouco vazia, cinco alunos haviam saído daquela classe esse semestre, o que fez minha imagem de intrusa aumentar um pouco.

O professor entrou na sala e logo os alunos se organizaram.

Como era a primeira aula dele no ano não houve matéria só aquele dialogo entre aluno e professor, que tentava saber como foi as férias de cada infeliz naquele local.

A aula inteira foi entediante.

Ate os últimos cinco minutos.

Quando o Professor Mathews, o mais jovem e mais querido da escola, desistiu de arrancar algo de interessante daquelas pessoas, ele simplesmente se sentou na cadeira e começou a fuçar no celular.

E então a diretora entrou na sala.

Não me pergunte de onde ela surgiu, porque em um minuto ela não estava la e no outro ela estava.

_Sr. Mathews- ela disse pigarreando_ gostaria de fazer um anuncio a classe.

O professor rapidamente olhou pra ela e disfarçou seja la o que é que estava fazendo no celular. Logo depois deu permissão para a diretora fazer o anuncio importantíssimo. ( igual a: não estou nem ai pra o que quer que ela tenha de falar)

Disfarçadamente coloquei o meu fone e comecei a ouvir minha musica cantarolando baixinho.

_Então_ ela começou a falar, tão alto que conseguiu ultrapassar a barreira magica dos meus fones de ouvido_ é com alegria que informo a chegada de mais um aluno nessa classe tão queria_ ótimo, mais um para a coleção de lindas pessoas na minha “queridíssima” classe.

Então ela apontou para a porta revelando um garoto que a pouco tempo não estava ali.

Ele tinha lindos cabelos, os olhos eram castanhos e a boca muito bem desenhada, ombros largos e pelo visto mais um para a lista dos “populares que se acham”, ele devia ter a minha idade, aproximadamente dezessete ou dezoito anos, dos dezenove não passava.

Ele veio andando no pequeno corredor que separava minha mesa da mesa da , que pelo visto já estava planejando um jeito de se prostituir para o novo aluno.

Ele estava quase em frente a ela quando ela revelou o lugar livre ao seu lado.

Ele simplesmente a ignorou.

Isso foi tão inédito que meus fones saíram voando do meu ouvido.

O garoto, passou por mim e se sentou duas cadeiras atas de mim sem nem olhar pra cara da Foster que por sua vez tinha uma cara de perplexidade tão grande que me seguirei pra não tirar uma foto e postar na internet na mesma hora.

Ninguém, absolutamente ninguém, fazia isso com ela, e muito menos resistia ao seu “charme”.

Eu havia julgado aquele pobre rapaz sem saber realmente quem ele era, mais eu tinha de conhece-lo.

_Ah. É Liam Payne não é?_ disse o sr. Mathews ao garoto que confirmou com um simples “sim”.

Foi ai que ele chegou.

Atrasado dessa vez.

Eu sei. Uma menina como eu, isolada e que não gosta de pessoas como ele ser completamente apaixonada justamente por ele, isso é ate meio irônico não é? Mais Andrew Parkinson não era um escroto como aqueles... aqueles... aqueles escrotos.

Se sentou do lado da Foster mais antes ele acenou pra mim, e a cobra ali não gostou nenhum pouco.

Isso só provava que ele não era um cara ruim, mesmo ele sendo O popular ele era gentil.

Definitivamente Andrew Parkinson não era um escroto.

Então, é ai que a Historia começa. Sim eu conheci o garoto Chamado Liam e eu era muito apaixonada pelo Andrew, e tinha a Foster, que na verdade era apenas uma pedra no meu sapato, mais logo verão que eu estava completamente errada.

Abri as Pálpebras e rapidamente os raios de sol de uma nova manha o iluminaram me dando aquela cegueira pós-sono.

Nota: Fechar as cortinas antes de ir dormir.

Olhei o relógio.

9:43?

É isso mesmo? 9:43? Eu acordei as 9:43? Em pleno ao sábado?

Não Obrigada.

Afundei meu rosto no travesseiro tentando adormecer meus pensamentos já acordados.

Merda de luz solar que faz todas as células adormecidas do meu corpo entrar em ação instantaneamente.

Pulei da cama me espreguiçando logo depois que meus pés tocaram o chão frio.

Okay, se vou acordar agora vou começar o dia com um banho frio.

Vai que meu humor melhora?

Tirei a roupa e entrei debaixo da água fria de uma vez só, automaticamente todos os músculos do meu corpo se contorceram com o choque térmico, aquilo ate que era bom, mesmo sendo um dia frio.

Depois de um tempo quando meu corpo já estava acostumado com a água fria e eu já estava totalmente acordada, me lembrei de que estava gastando agua atoa. Que vergonha.

Merda de consciência ecológica que atrapalha qualquer um, em qualquer lugar, em qualquer situação, seja a mais constrangedora possível, ou não.

Sai do banho e enrolei meu corpo em uma toalha, sai do banheiro e fui direto para o meu guarda roupas.

Sabe, a melhor vantagem de se tomar um banho frio em um dia frio é que depois do banho, você não sente mais frio.

Vai saber né.

Coloquei minha calcinha e uma camisa longa de mais pra mim, dei play no meu iPod e coloquei no volume mais alto possível e comecei a arrumar as coisas fora do lugar no meu quarto (Igual a: Zona de alta concentração de entulhos que nunca mais serão utilizados por um ser vivo novamente)

Depois de colocar tudo no seu devido lugar desci as escadas ate a sala e encontrei a minha mãe deitada no sofá com a TV ligada enquanto ela dormia como um anjo, so que todo cheio de farelo de bolo.

Pensei em acorda-la mais ela teve um dia pesado ontem e eu fiquei morrendo de dó de acordar ela.

Tomei um café da manha, achocolatado e misto quente, muito reforçado sabe, e depois disso sai para uma caminhada, é claro que eu coloquei meu short, eu não ia sair na rua de roupas intimas.

Me senti como a Foster, em pleno o sábado, dia frio pra burro, e eu correndo só de shorts.

Espantei aquela sensação, nunca vou querer me sentir como a Foster .

A minha casa ficava em frente a uma espécie de pracinha, mais só que enorme, então é pração, onde as pessoas costumavam se exercitar.

São tantas pessoas correndo que acredito que as plantas se alimentam do suor dessas pessoas.

Ai que pensamento nojento.

Afastei esse assim como fiz com o da Foster.

Minha mente tava que tava hoje eim.

Ok.

Dei play na primeira musica que vi do meu iPod e comecei a caminhar normal, ate ir acelerando meu passo e estabelecer meu ritmo em uma simples corrida matinal.

O dia estava perfeito.

Já contei a sorte de elefante extremamente enorme que eu tinha?

Então, la vai.

Enquanto eu andava devagar pela praça depois de correr um pouco, (qual é sou muito sedentária, não estou acostumada acorrer por muito tempo, me Processem) adivinha a pessoa maravilhosa e cheia de purpurina que eu encontro?

Sim, isso mesmo, uma vaca que anda sobra duas patas mais conhecida como Foster .

Ai que linda minha vida, quando o destino deixa tudo bonito vem o carma e esmaga tudo com o pé.

A Foster passou do meu lado me olhando de baixo pra cima com olhar reprovador, como ela sempre fazia quando me via, e depois saiu andando seguindo sua vida rosa purpurina.

Que saber, chega.

_Vem ca_ falei me virando e tirando os fones de ouvido _ o que você tem? O que eu te fiz contra você me odiar tanto?

Ela se virou para olhar na minha cara com o queixo na altura do umbigo que por um acaso estava de fora, e me fez me sentir mal por estar vestida com roupas quase tão curtas como as dela. Como eu já disse ninguém nunca havia tratado ou falado assim com ela, e já estava mais do que na hora de mostrar que aquela vadia não era melhor que ninguém.

_Quer saber? Você acha que pode se virar e controlar tudo que você quer_ continuei, agora que eu estava no embalo eu não parava ate chegar ao fim_ uma novidade queria Jennifer Vadia Foster _ agora o queixo dela estava na base dos pés _ Você não passa de mais uma garota mimada que tem tudo, de mais uma em meio aos idiotas que povoam aquela escola estupida.

Pronto, acho que acabei.

Não sei como estava minha cara, mais a julgar pela dela, a minha estava bem triunfante.

Ela, desistindo de responder, bateu o pé com força e saiu andando/marchando ate se distanciar de mim.

Nossa, sim eu me sentia a foda.

Coloquei meu fone e comecei a correr.

Com a disposição que eu estava depois daquilo eu podia dar uma volta em todo o planeta e nem me cansaria.

Minha felicidade estava enorme, transbordando, jorrando de mim e não podia ficar melhor.

Então, eu estava completamente errada.

A primeira coisa que eu notei quando cheguei em casa foi um porche cinza estacionado bem da entrada da garagem da minha casa.

Mais não podia ser. Eu não via esse carro, o modelo, a tipo dois anos, me lembra da época que eu não era antissocial como sou agora.

gnorei o carro e entrei em casa tirando meu iPod do bolso e colocando (Jogando com toda brutalidade e sem a mínima dó) no sofá.

Dei alguns passos ate a cozinha e encontro minha mãe cozinhando.

Eu já ia a cumprimentar quando eu percebo uma coisa roxa parada ao seu lado. Era...

_Camm??_ exclamei.

Ela virou junto com minha mãe.

Ela gritou, Eu gritei, Minha mãe gritou, Nos gritamos (conjugando o verbo gritar).

E depois aquele ser todo roxo pulou em cima de mim.

Cammeron era, é, minha melhor amiga, eu não a via fazia exatos dois anos, assim como o carro ali fora. Ela tinha ido fazer intercambio em Nova York, que era de dois anos.

Ai que estupida.

Como eu não sabia que ela iria voltar a qualquer momento.

E ainda mais nesse dia tão lindo e perfeito.

Olhei pra ela com toda a felicidade que eu podia expressar, e não foi difícil porque nesse dia eu estava irradiando felicidade.

_Você tem muito o que me contar_ ela falou me abraçando.

_E você também garota_ Falou abraçando ela muito forte, não era atoa que ela me chamava de Li A Bear, eu tinha um abraço de urso panda.

Ela riu. Eu ri. Minha mãe, não sei porque, também riu, nos rimos ( conjugando o verbo rir, isso aqui virou aula de português agora ok alunos?)

Então nos subimos as escadas, e eu fui trocar de roupa enquanto ela me contava os detalhes mais importantes de sua longa viagem, e depois eu contei como andava minha vida aqui em Londres, e ela acabou de me contar a dela la em Nova York.

E eu aqui lutando pra esconder meus sentimentos por Andrew Parkinson, e der repente a imagem da carinha avermelhada de Liam apareceu na minha mente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.