2 Broke Boys
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Eu sei, uma postagem supeeer rapidaa lol
espero que gostem, e também espero nao estar indo rapido demais com a historia >.
comentem LOL
Boa leitura ^^
- Bom dia! Está um dia lindo lá fora! – Bill falou sorrindo, com um copo de café na mão, vendo Tom quase se rastejar para fora do quarto.
- Por que essas cortinas estão abertas? – o outro perguntou rouco, fechando-as rapidamente. – Daqui para frente pense em mim como um vampiro, sem toda a comercialização irritante. – Tom quase rugiu para Bill.
- Más noticias. Uma tubulação da rua quebrou e estamos sem água. – Bill falou e bebeu um pouco do seu café. – Maas, quando fui comprar água filtrada para fazer café, falei com Bernardo um trabalhador da cidade, e ele garantiu que a água voltaria até as três da tarde. – Bill sorriu e começou a servir um copo de café para Tom.
Tom pegou o café e bebeu um pouco, se sentando em um banquinho.
- Quando estava comprando água naquela lojinha meiga, que vende café e doces, falei com a menina do balcão, Lila, e ela disse que o gerente da loja ia estar lá as onze. Então pensei: porque não levo os cupcakes do Tom até lá, para vermos se podemos vender lá também. – Bill sorriu e se sentou no banquinho na frente de Tom.
- É tudo o que eu iria fazer. – Tom falou franzindo o cenho e bebendo um pouco mais do seu café.
- Só vou dar tchau a Jojo e já vamos. – Bill sorriu deixando o copo na mesa e indo até o quintal, se despedir do seu cavalo.
Estava saindo da porta quando sua bota de salto enganchou em alguma coisa e ele caiu de cara na lama, bem de frente para o cavalo Jojo.
Tom, sentado no banquinho, ria tanto que chegava a lacrimejar.
Bill levantou-se devagar gemendo de nojo e entrou na cozinha com as mãos meio levantadas, olhando para Tom, quase toda a parte da frente do corpo de Bill estava suja de lama.
Já o de tranças não se controlava de tanto rir. — Chanel nº 2? – Ele perguntou mordendo o lábio para não rir mais.
- Me-me-me diga que é lama, por favor Toooom... – Bill falou manhoso com um beicinho.
- É lama... – Tom falava rindo, porem não se aproximava um milímetro do garoto.
- O que é isso...? – Bill perguntou olhando para sua própria mão. – É uma cenoura...? – ele olhou para Tom quase chorando. Ele respirava com calma, e correu para a pia da cozinha abrindo a torneira desesperado. – NÃO TEM AGUA! – o moreno berrou desesperado e olhou novamente para o de tranças. – Faz alguma coisa! Faz alguma coisaaaaa! — ele dava saltinhos balançando as mãos sujas no ar.
- Calma, calma! – Tom falou alto também, indo na direção da pia, meio receoso de chegar perto de Bill, ele se abaixou e pegou um spray de água azul para limpar a vidro e começou a esguichar o produto em Bill, em quanto esse gritava histérico.
- Para! Isso ai ta gelado! Me leva em algum lugar com água e um chuveiro quente, pelo amor de deus, eu te imploro Tom, por favor! – ele choramingava e ainda dava seus pequenos saltinhos.
- Calma ai, é só lama. – Tom falou calmo.
- Por favor... – Bill pediu e agarrou o pulso de Tom.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! Desencoooooosta!! – Tom berrou espirrando o produto azul no pulso histericamente.
O de tranças pegou um guardanapo e limpou o pulso, e deu vários desse a Bill, para que se limpasse um pouco. Foi a seu quarto, pegou um lençol velho e o enrolou no moreno sem encostar nesse. E logo eles seguiram para o segundo trabalho de Tom, o pet shop.
Discretamente Tom o levou aos fundos da loja, sem que seu colega Andy o visse, e o colocou dentro do banheiro dos empregados.
- Toma um banho rápido, ta? – o de tranças falava aos sussurros.
- Uhum... – Bill respondeu triste com um beicinho nos lábios, do qual Tom achou muito meigo. – Tom... Obrigado por me deixar tomar banho no seu trabalho... – Bill falou se apertando no lençol.
- Bom, não tive muita escolha, você pegou a faca do meu travesseiro e a usou contra mim. – Tom ergueu uma sobrancelha, e começou a andar para o fundo do pet shop, deixando Bill no banheiro dos funcionários.
Andreas, o colega loiro de trabalho de Tom, ainda não havia chegado, então não houve muito problemas, já que as outras poucas pessoas que trabalhavam no local não prestavam muita atenção no que as outras pessoas faziam.
Bill demorou quase duas horas dentro do pequeno banheiro, do qual mal abriu a porta e escutou Tom tagarelar em seu ouvido, sobre o quanto demorou e outras coisas que o moreno não prestou muita atenção, indo para o apartamento, esperar a hora de ir ao trabalho.
O moreno alto não conseguia agüentar o tédio de ficar em casa, mesmo deitado e completamente esparramado na cama de Tom – com os lençóis bons – decidiu ir ao trabalho mais cedo, e mal chegou lá teve a idéia de colocar um anuncio no quadro branco. Pegou algumas canetas e começou a escrever em letras góticas e grandes “Deliciosos cupcakes caseiros do Tom!” com uma moldura enfeitada, chamando a atenção de qualquer pessoa que passasse ali.
Desceu da pequena escadinha, e deu alguns passos para trás para poder admirar o seu trabalho.
- O que você esta fazendo? – Tom perguntou da porta, com uma bandeja de cupcakes nas mãos.
- Eu sei que você disse que não queria seu nome lá em cima, mas agora que você pode ver como ficou, como você se sente? – Bill perguntou com os olhos brilhando, esperando pela resposta de Tom.
- Sinto que você não me escuta, nem nesse trabalho, nem no outro. Eu disse para não demorar e você tirou um cochilo lá dentro! – o de tranças exclamou, arrumando os cupcakes no seu lugar habitual.
- A água era quentinha e aconchegante... – Bill falou tristes, se apoiando no balcão. – Mas pelo menos eu tenho novidades! – Bill voltou a sorrir. – Lila, da loja de café e doces veio aqui provar os cupcakes a pedido da gerente! – ele sorriu e bateu as mãos empolgado. – Quando ela amar seus cupcakes, vamos vendê-los na sua loja. – Bill sorria de uma forma tão doce, que Tom quase se derretia aos seus pés. Quase. – Vamos até ali falar oi. – Bill pegou na mão quente e grande de Tom, e tentou arrastá-lo até a mesa, mas o outro, forte do jeito que era, não se moveu um milímetro.
- Não posso, tenho que ligar para Callie antes que fiquemos muito ocupados. – ele falou sacando o celular do bolso, e indo a cozinha, já digitando os numero.
- Não precisa... – Bill falou o seguindo. – Já liguei para ela e já entreguei as coisas dela. Você fez tantas coisas por mim, pensei em fazer algo para você... – continuou em um tom baixo e envergonhado, mas mesmo assim agradecido a Tom.
- O que acontece com você e limites!? – Tom exclamou
- Pensei que estava te fazendo um favor! E apesar do que diz sobre os sons de choro que eu ouvi, eu sei que você esta chateado. – Bill falou. – e alem do mais, eu te poupei de toda a confusão de ex-namoradas e tudo mais.
- Eu estava me masturbando! – Tom exclamou mais alto ainda, batendo a mão na pequena mesa do canto da cozinha.
- Eu amo meu trabalho... – Emma sorriu montando um prato de hambúrguer e fritas apetitoso.
- Preciso vê-lo lá fora. Agora. – Tom falou e começou a sair da cozinha indo em direção a rua, e logo foi seguido por Bill. – Você roubou minha oportunidade de dar um fora nela! – falou quando os dois já estavam na rua. Uma das coisas boa de se terminar um relacionamento, é falar o quão bem você esta sem ela quando esta se devolvendo as coisas dela! Não sei se você notou eu estava esperando por isso, e você roubou! Mas acho que você não poderia evitar, já que é isso que você é um Kaulitz. – Tom falou raivoso mexendo as mãos.
Bill por outro lado estava parado, ouvindo tudo de boca fechada, e quando Tom chegou a ultima parte, seus olhos já estavam inundados de lagrimas.
- Interessante... – ele falou baixo – Você queria em uma cena de separação? Bom, você esta em uma! – Bill continuava com a voz baixa, mas tão ameaçador quanto o sermão alto de Tom. Ele limpou os olhos borrando um pouco a maquiagem preta. – Eu estou rompendo com você. – ele disse decidido. – O negocio de cupcakes acabou. O sonho morreu! – ele disse meio dramático .
- Oh, tenho certeza que Lila vai ficar devastada! – Tom ironizou.
- Não preciso da sua má vontade ou dos seus cupcakes para sobreviver. Depois do trabalho de hoje a noite, pegarei minhas coisas e vou sumir. – Bill falou decidido e voltou para a lanchonete.
E a noite continuou pesada. Lila não fechou negocio algum, e foi embora decepcionada com a parceria dos dois. Já os dois homens, Tom Trümper, e Bill Kaulitz, não se falavam ou se olhavam, deixando um clima estranho por onde quer que fossem. Até Emma e Ellie ficaram tristes com a briga dos meninos.
Tom voltou para casa e foi logo dormir, sem se importar com o mais novo, mas sem conseguir esquecê-lo, sentindo seu cheiro suave e adocicado por toda sua cama, mas logo caiu no sono por estar tão cansado.
Acordou no meio da noite, com Bill de quatro em cima de seu corpo, sorrindo de lado, e sendo mordido no ombro.
- Tooom... – Bill sussurrou no ouvido de Tom, o fazendo se arrepiar inteiro. – Você esta acordado?
- Não. – o de tranças falou, fechando os olhos, desejando que aquilo fosse um sonho.
- Tooom... – Bill sussurrou novamente, se aconchegando no colo de Tom. – Você esta braavo?
- Sim. – mais uma vez o de tranças disse decidido, mas se rendendo ao impulso de abraçar a cintura fina do outro.
- Esta acordado e bravo? – o moreno perguntou risonho na orelha de Tom, deixando-se cair completamente sobre este.
- Não e sim. – Tom pronunciou, sentindo o cheiro de Bill misturado com álcool, e sendo envolvido pelo corpo dele, em um braço carinhoso e preguiçoso.
- Eu sei que me mudei daqui, mas eu voltei... – Bill falava arrastado, com os lábios encostados na orelha de Tom, já este tinha aconchegado Bill em seu colo, e rezava para que nenhuma química acontecesse nas suas partes baixas. – Levei o dinheiro do nosso sonho morto e fui beber. – Bill suspirou e se aconchegou ainda mais no outro.
- Trouxe algo para mim? Não posso ouvir a isso sóbreo. – Tom disse irônico, mas cobrindo Bill delicadamente.
- Tom... – Bill disse baixo, encostando sua testa na do outro. – Eu não tenho nada... Eu realmente preciso daqueles cupcakes... Eu posso ser diferente... – Bill falou ameaçando chorar.
O de tranças não conseguia mais não se render aos encantos daquele magrelo, pelo menos não nesse dia.
Deitou Bill na sua cama, virado para ele, sentindo todo seu corpo sentir falta do calor e do peso. Abraçou-o pela cintura e o trouxe para bem perto.
- Você pode... – disse baixo limpando os olhos borrados do outro. – Mas agora eu quero que você durma... – ele disse baixinho, se virando de barriga cima, olhando o teto, tentando veementemente não ficar excitado e dormir logo, a final, não queria aceitar isso, gostar daquele andrógeno lindo e meigo.
Bill logo se arrastou para o peito largo de Tom, e se acomodou ali, dormindo depressa agarrado a camisa larga do outro.
O de tranças ficou mexendo no cabelo macio do moreno até adormecer, o sentindo se apertar a ele, e enroscar suas pernas finas nas suas.
Nessa noite, ele dormiu melhor do que todas as outras noites.
Notas finais
Gi Wentz ^^
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