2 Broke Boys
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Eu sei que demorei, mas minhas provas estão começando e eu estava bem ocupada estudando que nem uma condenada '-'
Mas agora postei e espero que gostem!
Espero que comentem também, ja que todaaaaaaas vocês que comentam me fazem ter coragem para escrever mais e mais *O*
Boa leitura safadinhas ^^
– Ai esta Ellie, mesa 12 usando cartão para pagar um sanduiche. – o de tranças falou se apoiando no balcão e dando o cartão dourado a senhora. – eles realmente precisam dessas 8 milhas aéreas? Para onde vão? New Jersey?
– Cartões de credito são a ruína da America! — Ellie falou rindo junto a Tom. – Bem, cartões de creditos e Johnny Depp. Eu gosto daquele corpo tanto quanto qualquer mulher. – Os dois riam suavemente.
– Tom... – o moreno falou manhoso andando para perto do de trança. – Eu posso aguentar muito.
– Por favor guarde sua vida sexual para si mesmo. – Tom sorriu de lado.
– Suportei quando perdi minha fortuna, e suportei quando perdi minha fortuna. – o moreno seguia o de tranças pela lanchonete, segurando um papel e uma nota verde nas mãos, que gesticulavam sem parar.
– Disse isso duas vezes... –Tom franziu o cenho.
– Porque acho que vale a pena repetir. – Bill falou como se fosse obvil. – Mas isso é demais! Aquele casal que acabou de sair... Deixaram um cheque de 50 dólares, e uma gorjeta de... – Bill olhou a mão com a nota verde. – De 1 dólar e 47! 47 centavos? Eu nem sabia que ainda estavam fazendo centavos! – o moreno voltou a seguir Tom que andava pela lanchonete em direção ao balcão, já que havia acabado de arrumar as tortas na estufa. – Eu sorri e me esforcei servindo-os, tudo por 1,47 dólares? Isso me faz ser o prostituto mais mal pago de Manhattan! – o moreno falava choroso já apertando o braço de Tom.
– Eu te pago 1,50 dólares, topa? – o de tranças sorriu malicioso fazendo o outro corar, e tentar esconder o rosto atrás de seu braço forte. – Tudo bem, me de esse dinheiro, vou resolver isso. – Tom falou estendendo a mão, e vendo Bill colocar a nota verde e os moedinhas na sua palma.
Com isso o de tranças andou para fora do restaurante e viu o casal conversando (tudo isso com Bill pendurado em seu braço).
– Ei! Havia algo errado com o atendimento que meu garoto aqui te deu? – Tom perguntou com a voz rouca.
– Não. dar gorjeta é uma opção. – o cara de barba hippie falou, com uma moça muito bonita ao seu lado, ela não parecia muito feliz.
– Cuspir na sua comida também é uma opção. – Tom sorriu de lado. – Talvez deva se lembrar disso da próxima vez que deixar centavos para um garçom.
– Eu sinto muito, eu não sabia. – a moça ao lado do cara falou, e olhou para o seu acompanhante. – Esse foi nosso primeiro e ultimo encontro! – ela exclamou e saiu andando em passos fortes.
– Desculpe cara, parece que essa gorjetinha acabou com a sua chance de dar a ela a sua gorjetinha. – Tom sorriu de lado com a cara de paspalho do outro, e levou Bill para dentro da lanchonete.
A noite se passou tranquila assim como a manha seguinte.
Bill acordou sozinho no apartamento ainda meio chateado pela gorjeta da noite anterior, como se faltasse algo, ou não conseguisse ligar algo.
Quando percebeu se colocou a trabalhar e esperar por Tom.
Assim que o de tranças voltou do segundo emprego no pet shop, abriu a porta de casa e viu Bill sorrindo.
– Tom! Entre e sente-se há algo que precisamos conversar! – o moreno sorria.
– Isso não pode ser sobre a minha bebedeira, eu não tenho dinheiro o suficiente para me tornar um alcoólatra... – Tom franziu o cenho e riu junto com Bill.
– Pode se sentar nessa cadeira? – Bill apontou para uma cadeira estofada ao lado do sofá.
– Eu nunca sento nessa cadeira... – o de tranças olhou estranho para a cadeira em quanto tirava os sapatos, o casaco e o cachecol.
– Bom, hoje vamos fazer as coisas de modo diferente! – Bill sorriu – Quebrar o nossos padrões!
– Então dessa vez vamos transar no seu sofá, em vez de fazermos na minha cama? – o de tranças sorriu de lado.
– Eu fui na Starbucks – Bill cortou o assunto, com a bochechas vermelhas – E lhe trouxe um café e uma trufa de chocolate. – ele falou estendendo o saco pardo e o copo branco.
– Oba, agora eu sento onde você quiser! – Tom pegou as coisas e se sentou na cadeira que Bill queria, pegando a trufa grande e retangular. Era mais parecida com um pedaço grande de bolo.
– Minha vida não esta onde eu queria que estivesse... – Bill começou – A gorjeta de ontem foi o toque de despertar, lembrando que a vida sempre subestima você se você deixar. Sim eu fui derrubado, mas agora é hora de lutar e agarrar a vida pelas bolas! – Bill sorriu gesticulando e esmagando algo imaginário com as mãos, em quanto Tom se deliciava com a trufa gigante.
– Não sei se a vida gosta de ter suas bolas agarradas. – ele falou terminando de mastigar o pedaço de doce – Alguns caras gostam, mas geralmente querem dormir de conchinha com você. – Tom riu comendo mais.
– Gostaria de explicar minha visão para o nosso futuro te guiando pelo... – Bill correu para trás do sofá grande e pegou um quadro branco mostrando a Tom. – Meu quadro de visão!
– Oh não... – Tom exclamou olhando o quadro grande e cheio de coisas coladas e coloridas.
– É uma ferramenta simples. – Bill começou.
– Você é uma ferramenta simples. – Tom interviu.
– Começa com uma placa fina e branca... – Bill continuou, rindo um pouco.
– Você é fino e branco, e eu estou empacado aqui. – Tom interviu novamente e continuou comendo. – Continue, eu posso fazer isso o dia todo! Eu tenho uma trufa!
– Tenho feito quadro de visões há anos, e sempre alcanço meus objetivos. – Bill falou balançando o quadro.
– E você acha que é por causa dessa plaquinha maluca e não pelos bilhões do seu pai? – Tom ergueu uma sobrancelha.
– Tom, funciona! Você põe fotos e palavras inspiradoras de coisas que quer em sua vida. – Bill falou e apoiou a placa no sofá apontando o dedo para as coisas coladas ali. – Vê? Eu tenho sucesso, um negocio de cupcakes, e uma foto de uma cama linda e nova cama confortável!
– Um... As que estão no hospício são diferentes dessa, então não se apegue. – Tom sorriu e continuou comendo.
– Dormir nesse sofá esta me atrapalhando. Eu nunca tenho uma noite de sono gostosa. – Bill resmungou. – E eu preciso de umas boas 9 horas!
– Você precisa de boas 9 horas de sexo! – Tom riu. – Isso deveria estar no seu quadro de visão.
– Esta atrás. – Bill sorriu malicioso, virando o quadro para Tom, que riu mais.
– Legal! – Tom riu vendo as varias fotos pervertidas coladas na parte de trás do quadro.
– Agora, a menos que esteja disposto a trocar de quarto comigo a cada duas semanas... – Bill falava, mas Tom o interrompeu.
– Não, isso não é legal. – o de tranças falou com a boca cheia.
– Então... – Bill andou ate a parede que ficava atrás do sofá cheia de coisas coladas, entre duas colunas de concreto – Quero instalar aqui uma cama retrátil. – o moreno sorriu. – De noite uma bela e confortável cama, e de dia uma parede com coisas do Brooklin mantendo o seu visual de “eu não ligo para o belo”!
– Quem vai construir? Porque eu não vou! – o de tranças se levantou. – Já estou sendo explorado no pet shop para uma festa para promover a loja. Colin me faz arrumar aquele pet shop, arrastando as coisas pra lá e pra cá. Estou procurando currículos de palhaços e atrações a uma semana. – Tom resmungou jogando o papel da trufa fora, e comendo ultimo pedaço para depois lamber os dedos.
– O pet shop esta fazendo uma festa? – Bill exclamou indo atrás de Tom. – Perguntou a se podemos servir os doces?
– Colin contrata pessoas caras, com empresas de verdade! – Tom falou se referindo ao chefe ruivo. – Nós não somos uma empresa de verdade.
– Vê? É isso que estou falando! – Bill pegou o quadro e desgrudou a foto de uma loja de cupcakes e mostrou a Tom. – Você zomba do quadro de visões, mas olhe, aqui esta, nossa loja de cupcakes. – Bill sorria balançando a foto.
– Não acho que nós dois cabemos ai dentro. – Tom falou sorrindo de lado.
– Tom! Comece a imaginar o que a nossa vida pode ser! Você merece uma loja de cupcakes e eu uma cama nova! Tudo o que tem que fazer é sonhar.
– Não, tudo que tem que fazer, é fazê-la. – Tom sorriu com as mãos na cintura. – E para você construir uma cama retrátil vai precisar de um milagre! Então a menos que você tenha Jesus ou Jesus nesse quadro – Tom falou a segunda vez com um sotaque mexicano – não vai acontecer.
Então alguém bateu na porta com força e Bill mostrou um sorrisinho safado e orgulhoso. Tom franziu o cenho e foi abrir a porta.
– Quem é? – perguntou Tom com a mão na maçaneta.
– É Jesus. – o cara com sotaque mexicano falou, Tom olhou para o moreno que sorria de orelha a orelha. – Loja de ferragens de Williamsburg. — O de tranças abriu a porta e viu dois homens fortes e uniformizados segurando uma prancheta com um embrulho enorme em papel pardo no chão. – Temos a cama retrátil faça você mesmo. – o cara falou apontando para a cama.
– Viu como fiz acontecer? – Bill falou todo orgulhoso olhando um Tom pasmo. – Visão.
– Então, qual vai te dar às 9 horas? – o de tranças sorriu malicioso para Bill e foi assinar a prancheta vendo o outro homem forte arrastar o embrulho para dentro.
Notas finais
acho que da pra entender >.
Bjs
G Wentz
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