2 Broke Boys

13 Capítulo 13


Notas iniciais
oláaaaaa pessoas (:
Então, nao consegui postar outro capitulo antes do carnaval terminar =[
isso foi triste, maaaaaas aqui esta, o capitulo de vocês ^^
Espero que comentem, por que eu amooo ler os comentarios tanto quando vocês amam (ou gostam) de ler os capitulos ^^
em fim, vou responde-los ainda o-o
só preciso de tempo o-o
Espero que gostem,
Boa leitura ^^

Na quinta-feira a lanchonete estava lotada, todos queriam dar uma volta no lombo de Jojo e pagar 100 pratas por tal ato.

E como os dois meninos não são nada bobos fizeram vários cupcakes para vender e todos decorados com o tema da festa, com cores chamativas e pequenos apliques doces em forma de cavalos coloridos, claro que estava cobrando mais caro pelo doce, mas não que isso impedisse a venda, o resultado foi o contrario, os pequenos e coloridos cupcakes já estavam acabando.

- Alguém quer comprar cupcakes de cavalo? – Bill perguntou segurando uma bandeja. Ele falava com os donos da festa dos anos 80 da super Vicky.

- Viemos aqui para ficar de olho em vocês dois. – a mulher que antes estava de terno falou. Agora ela só usava uma roupa leve e colorida, com os cabelos soltos, e a franja presa em um topete. – Mas aquele cavalo lá atrás é alucinante! – ela exclamou. – Vocês superaram a gente, festeiros! E por isso eu tiro meu chapéu! – ela sorriu e fez uma reverencia tirando o chapéu imaginário. Bill sorriu olhando a moça.

- Quanto pelos cupcakes? – Bobby perguntou, agora o menino magrelo parecia mais normal em roupas pretas.

- Dez dólares cada. – o moreno sorriu abaixando a bandeja para que Bobby visse, já que este estava sentado.

- Eu tiro meu chapéu novamente meu querido! – a moça fez novamente a reverencia, em quanto Bobby pagava por toda a bandeja.

Bill pegou o dinheiro meio chocado e correu até Tom que estava no balcão. — Tom, olha isso! – ele exclamou mostrando o maço de dinheiro. – Somos um sucesso!

- Bom, eu vou te dizer o que não esta sendo um sucesso. Olhe Han ali. – Tom falou quase triste.

Os dois meninos olharam o chefe dançar meio duro e sozinho num canto.

- Que coisa triste... – Bill falou triste, encostando seu ombro no de Tom.

- Eu sei... – Tom respondeu sentindo o calor do moreno – Vá até lá e o masturbe. – o de tranças sorriu.

Bill simplesmente apertou o pulso dele, rindo um pouco.

Distraidamente o moreno olhou para porta e viu Willian com seus três amigos, entrando na festa.

- Willian! — o magrelo congelou, exclamou e correu para o estoque, deixando Tom sozinho, meio perdido perto do balcão.

- Beep Beep. – Tom falou rindo sozinho e foi atrás do outro, que já estava escondido no estoque e com a porta fechada. – Você notou que isso aqui é um estoque e não um quarto do pânico, não é? – perguntou fechando a porta atrás de si – Vá lá fora e acabe com a cara dele! Bem simples!

- Eu não posso encara-lo Tom... – o moreno choramingou.

- Porque? Era ele quem não te ligava! – o de tranças exclamou.

- Não posso encara-lo porque sou um garçom! – Bill exclamou entre dentes e cruzou os braços sobre o peito. – Na ultima vez que ele me viu eu era um bilionário em uma mansão.

- Bom, você podia encara-lo quando vivia nas custas do seu pai não fazendo nada o dia inteiro, e agora que você trabalha e se sustenta não pode? – o de tranças perguntou chegando bem perto do outro, segurando o seu queixo, o fazendo olhar para si em quanto falava. – Quem liga para o que ele pensa? Ele é o cara que pagou 100 dólares para andar em um cavalo, numa festa no subúrbio! É ele o perdedor, não você.

- Sério? Porque ele esta La fora se divertindo e eu estou aqui, com a bunda congelando perto de alguma torta congelada. – o moreno mantinha os olhos baixo, com o queixo apoiado na mão de Tom.

- Você esta vendo esse maço de dinheiro na sua mão? – Tom perguntou meio impaciente. – Você o ganhou. Agora sinta isso nas suas mãos algumas vezes! – ele falou esmagando algo nas mãos. – Sinta o poder! – ele sorriu e viu Bill desanimadamente passar o maço de uma mão para a outra, meio molenga. – É o melhor que pode fazer? – perguntou incrédulo – Vamos lá, aperte isso ai! – ele falou apertando algo imaginário nas mãos, e viu o moreno apertar o dinheiro com mais entusiasmo. – Agora diga: Esse é a minha grana! – o de tranças riu.

- Essa é a minha grana... – Bill falou envergonhado.

- Qual é Bill. Você geme mais alto que isso no banheiro de casa. – Tom riu deixando o moreno vermelho. – Diga! Esse é a minha grana! – ele exclamava alto.

- Esse é a minha grana! – Bill exclamou alto, e os dois riram.

- Ótimo, agora vá lá fora! – Tom falou dando passagem para o corpo magro do outro.

- Eu vou lá fora! – o magrelo exclamou e passou por Tom, mas parou na porta. – Assim que os meninos se acalmarem... – falou com as bochechas rosas, e colocou as mãos na frente dos mamilos eriçados.

- Qualé! Mostre o que ele esta perdendo! – Tom ria dando tapinhas não mão de Bill.

Bill empinou a bunda e estufou o peito e saiu do estoque-freezer indo para a lanchonete cheia de gente, sempre seguido por Tom.

- Onde esta você, seu rico metido? – o moreno perguntou alto, fazendo a festa parar. Todos ali olharam para ele meio estranho.

- Escutem! Esse foi um chamado para um rico metido em especifico! Todos os demais ricos metidos continuem a aproveitar a festa... UHUL!! – Tom interviu rindo, parando no meio da multidão com Bill como sombra.

- Onde esta ele? – Bill perguntou baixo olhando para os lados.

- Não sei, estava bem ali... – o de tranças apontou para a porta.

- Ele se foi... Eu não consegui esfregar isso na cara dele... Pra variar. – o moreno bufou fazendo Tom rir da besteira.

- Falando em esfregar, olhe ali... – Tom sorriu e puxou o moreno e os dois olharam para Han dançando com a moça dona da festa de super Vicky.

- Anw... – Bill sorriu e abraçou o braço forte do outro.

- Ele é um cafetão em miniatura. – Tom comentou. – Você esta bem? – perguntou para Bill.

- Sim, na verdade estou. Acho que não era necessário vir aqui e fazer um grande e dramático discurso falando que mesmo garçom sou melhor que ele. Eu sei disso agora, obrigada. – o moreno sorriu e apoiou o queixo no ombro de Tom, sorrindo de uma forma doce, ainda agarrado em seu braço. – E quando encontra-lo no futuro, ficarei feliz de dizer isso a ele!

- Ele acabou de sair do banheiro masculino. – Tom comentou olhando por cima da cabeça de Bill.

- Vamos sair daqui! – o moreno logo se agitou puxando Tom para porta.

- O que? Achei que queria falar com ele! – o de tranças exclamou.

- No futuro, estamos nos anos 90! – e com isso o magrelo arrastou o outro para longe de Willian.

Os meninos continuaram na festa ate que a mesma estivesse acabada, mas Bill estava sempre se escondendo de seu ex namorado, bebendo todos os copos de ponche que via pela frente.

Quando a ultima pessoa saiu e eles trancaram o restaurante, subiram em Jojo e cavalgando para casa. Bill estava muito bêbado para dirigir o cavalo, então Tom o fez e Bill foi atrás agarrado em Tom, mais sonolento que qualquer coisa. A viagem foi tranquila e nada foi dito.

Chegaram rapidamente ao quintal da casa, e Tom desceu do cavalo pegando Bill no colo, já que esse estava muito zonzo para saber onde era o chão e onde era o ar, então aceitou ser carregado no ombro de Tom para dentro de casa.

- Nunca vi ninguém tão fraco pra bebida como você. – o de tranças resmungou deitando Bill em sua cama. – Não se apegue, só vai dormir aqui hoje.

- Uhum... – o magrelo gemeu se revirando na cama já se enroscando nos lençóis, mas logo o moreno inquieto tentou se levantar e acabou dando um nó em si mesmo e nas cobertas.

- O que esta tentando fazer? – o outro perguntou tirando a roupa na frente de Bill, que praticamente babava.

-Essa roupa é desconfortável... – o magrelo reclamou todo manhoso.

Tom que estava somente de Box verde musgo enfiou a bermuda de dormir e foi até o lado da cama, desenrolando o outro do emaranhado de cobertas, ajudou Bill a se livrar das roupas e da bota pesada de salto (sempre reclamando) e endireitou o moreno na cama somente com a roupa intima, o cobrindo com um lençol fino.

- Boa noite... – falou baixo tirando os fios de cabelo do rosto do outro.

- Dorme aqui... – novamente pediu manhoso.

- Vou dormir na sala. – o de tranças falou baixo.

- Dorme aqui... – Bill pediu – Por favor...

- Tudo bem... – Tom suspirou alto e se deitou ao lado do moreno magrelo. Fogoso como é, Tom não se cobriu com nada, ficou deitado sobre todas as cobertas e lençóis da cama, deitado de lado virado para Bill.

- No que você se formou? – Bill perguntou baixo.

- Em arte... – Tom falou baixo. – Você nem vai se lembrar disso amanha. – Tom sorriu e passou os dedos pelo rosto branco do outro, que soluçou e depois começou a rir levando Tom a risada também.

- Isso é tão meigo... – o moreno fechou os olhos.

- Não é meigo, queria trabalhar esculturas mórbidas. – o de tranças ironizou.

- Não isso... – Bill abriu um pouco os olhos e colocou sua mão magra sobre a de Tom, que estava em seu rosto ainda. – Isso... Eu gosto. – ele sorriu docemente e se arrastou para perto do corpo forte.

- É? – Tom perguntou um tanto desnorteado, mas não tirou a mão do rosto do outro, muito menos se afastou quando Bill se aconchegou pertinho dele. Os corpos colados e a cabeça branca sobre seu braço.

- Se eu falar que sim, você vai parar? – o moreno perguntou soltando a mão de Tom e se agarrando a sua cintura.

- Não vou... – foi quase um sussurro.

- É meigo e delicioso... – o moreno já estava completamente aconchegado nos braços de Tom. Não falaram mais nada, e Bill dormiu ressonando baixinho contra o pescoço do outro.

O de tranças abraçou a cintura fina do moreno e dormiu com um sorriso bobo nos lábios tendo seus corpos separados somente por um lençol fino.

Notas finais
beijinhos
G Wentz