Notas iniciais
falaaaaaaaaaaaaaaaaa fadinhas titia snow na área o// demorei mas cheguei com mais um cap uhulll!!!!! agora q treta vai pegar fogo o// lembrando que também posto no: https://socialspirit.com.br/perfil/snowwhite2015 fecho ;) boa leitura a todos!

A loira voltou com o grupo para uma hospedaria, onde eles tinham alugado alguns quartos. A loira não ficaria muito tempo na cidade, queria no dia seguinte partir para Magnólia, queria discutir com sua vó Mavis o que fariam em relação a Tártaros. E além do mais... estava com um pressentimento que a Tártaros estava armando alguma coisa. Pediria a Crux, seu espírito, que fizesse algumas pesquisas sobre essa guilda.

— Minna... obrigada por virem até aqui. Fiquei surpresa, porém estou feliz em vê-los — agradeceu a loira, enquanto andavam.

— Relaxa aí Bunny Girl, gehe! — falou Gajeel.

— Lucy, pretende ficar até quando aqui? — perguntou Gray.

— Amanhã mesmo volto. Quero conversar algumas coisas com minha vó Mavis.

— Certo. Ainda bem que você vai voltar cedo, estão todos preocupados com você — falou Erza.

— Bem posso imaginar.

— Mas não se preocupe, vamos chutar a Tártaros como chutamos aqueles dragões! — falou o rosado animado, soltando pequenas chamas pela boca.

— Isso mesmo! Vamos mostrar pra essa guilda o que acontece quando mechem com os nossos amigos! — falou Lily.

A loira apenas sorriu e assentiu, continuaram andando. Estava preocupada era verdade, porém estava mais leve. Antes de irem embora no dia seguinte, passaria no hospital para ver sua vó Edwiges e se despedir de suas nakamas.

O resto do dia se passou ameno, assim como a noite.

No dia seguinte, o grupo acordou nas primeiras horas da manhã. Se arrumaram e tomaram um café reforçado.

Lucy foi ao hospital com o rosado para se despedirem. A loira prometeu que resolveria toda aquela confusão. E que depois ajudaria a reconstruir a guilda.

— Mana, toma cuidado! Esses caras não estão com brincadeira — advertiu Ravenna. Estava deveras preocupada, temia pela vida da irmã.

— Relaxa Ravenna. Não vou permitir que ninguém toque na minha loira! — falou o rosado, com o braço enlaçado na cintura da loira.

— Eu sei. Deu pra ver isso na luta contra os dragões — comentou Ravenna.

— Ravenna, não precisa se preocupar com a Lucy, além do Natsu, ela tem as fadas — falou Astrid.

— Isso mesmo, prometemos que cuidaríamos da Lucy, e é isso que vamos fazer — falou a Titânia firme.

O time das fadas e das amazonas, estavam reunidos em frente ao hospital, a loira já tinha se despedido da avó, não ficou muito tempo, pois a senhora ainda estava sonolenta e fraca, devido aos ferimentos.

— Nós sabemos que vão cuidar da Lucy, e que ela vai cuidar de todos nós — comentou Charissa, conhecia muito bem a loira pra saber que ela faria de tudo pelos nakamas.

— Foi isso o que prometi quando me tornei uma amazona, e refiz essa promessa quando me tornei uma fada. Podemos dizer que sou uma fada amazona, e tenho orgulho disso. Esses desgraçados vão sentir os meus punhos — falou a loira firme.

Os grupos sorriram, a loira nunca voltou com sua promessa. E não seria diferente naquele caso.

Terminaram de se despedirem e o grupo das fadas foi a estação de trem para poderem voltar a Magnólia. A viagem seria um pouco longa, ainda com os dragon slayers passando mal. Menos Lucy, ela tinha um controle fora do normal, e além disso seus poderes de cura eram mais avançados, e colocou Natsu e Gajeel para dormirem, Wendy não precisou de muito, pois logo caiu no sono, afinal ainda era muito cedo. A pequena dragonesa do vento, dormiu no colo da Titânia, em um dos bancos da cabine, Gray, Juvia, Charlie estavam no outro banco.

Gajeel, que estava em outra cabine, acabou dormindo no colo de Levy, que ficou vermelha feito uma pimenta. Mas não fez nada para tira-lo de lá, muito pelo contrário, ficou encarando o dragão de ferro, e parecia quase um menino enquanto dormia, Lilly estava ao lado de Levy, apenas observando a situação. Sabia que seu amigo gostava da baixinha, porém não sabia como demonstrar o que sentia, então tentava chamar-lhe a atenção apelidando-a de nanica.

Natsu dormiu em dois tempos no colo da loira, se aconchegou nas pernas dela e dormiu o sono dos justos. Lylla e Happy se ajeitaram no chão, já que a loira tinha levado duas almofadas na cabine para os nekos. Lucy encostou a cabeça na janela da cabine e deixou que seus pensamentos vagassem, até que acabou dormindo...

Lucy sentiu alguém chamando-a e a cutucando. Abriu os olhos lentamente, e viu duas orbes ônix olhando-a e depois viu a cabeleira rosa. O rosado a estava chamando pois tinham acabado de chegar a Magnólia.

A loira ainda zonza de sono, se levantou com lentidão, e esticou o corpo que estava dolorido por ter dormido de mal jeito.

O grupo das fadas foi direto para a guilda, que foram recepcionados com a festa de sempre, e a loira pode ver o certo alivio nas faces das outras fadas.

Lucy observava a festa costumeira. Não estava com clima para aquilo, então saiu de mansinho e foi para a varanda da guilda, que ficava perto do sino, queria ficar somente com seus pensamentos. Sentiu o vendo fresco, já era de noite, e as poucas estrelas do céu brilhavam. Porém sentiu um vento estranho e se virou e viu sua vó Mavis, sentada ao seu lado, podia ver que sua vó estava preocupada.

— Pensando muito Lucy? – perguntou a Primeira.

— Sim vovó, na verdade estou num misto de emoções: raiva, preocupação, tristeza. Às vezes eu fico pensando que se eu tivesse demorado mais um pouco para sair da Dark Amazon, eu poderia ter impedido a Tártaros de fazer o que fizeram – falou a loira cabisbaixa.

— Lucy, agora não adianta ficar pensando nisso, no “e se”, o que importa agora é o que faremos no futuro. E eu entendo todos os seus sentimentos, afinal as amazonas também fazem parte da família, mas eu tenho certeza que elas não iam querer te ver se remoendo assim. Elas iriam querer te ver de cabeça erguida, chutando a Tártaros! – falou Mavis com convicção mexendo nos cabelos de sua neta.

Lucy ergueu os olhos e encarou sua vó. Desde que descobrira toda a verdade sobre suas origens, tinha conversado pouco com sua vó Mavis. Se lembrava que quando era criança seu contato era mais próximo, várias vezes Mavis a colocara para dormir, e cantava uma música de ninar, enquanto fazia ilusões com pequenas fadas dançando. Não sabia se sua vó não queria forçar a barra, ou se estava escondendo alguma coisa. Achava que era um pouco das duas. Mas das poucas vezes que falavam sua vó era sempre carinhosa e divertida. E agora a estava vendo, estava dando apoio em um momento de crise e podia ver os olhos verdes determinados e firmes. Mavis não fazia o tipo de maga que desistia e isso Lucy admirava e muito. E se sentia muito grata por Mavis estar perto dela nesse momento e foi como num impulso que abraçou sua vó.

— Vovó fico feliz que esteja comigo, sei que não nos falamos tanto quanto antes, mas suas palavras me ajudaram de verdade – falou a loira.

— Luce, sei que ando um pouco afastada, mas acredite é por um bom motivo. Por todos esses anos eu pensava em você, se estava bem, se tinha feito amigos, e quando a vi nos GJM, fiquei feliz em saber que todos esses anos de preocupação não foram precisos, pois você tinha se tornado tudo o que eu e seus pais queríamos, então passei a te observar enquanto dormia, ou quando ia meditar, não queria que me pegasse a espionando, e depois que você finalmente voltou para mim... fiquei numa felicidade sem tamanho, então nunca duvide do meu amor por você, porque mesmo longe, meus olhos sempre serão direcionados a você – falou Mavis apertando sua neta.

Ficaram assim por um bom tempo. Lucy ainda era criança quando tinha abraçado sua vó pela última vez, e ficava feliz em poder repetir a dose. Sempre tinha gostado de ficar no colo de sua vó, enquanto esta contava-lhe histórias.

— Lucy, acho melhor você entrar, Natsu pode ficar preocupado, e você sabe com ele é – falou Mavis quando soltou sua neta.

— Sim, vou voltar, e obrigada vovó, meu coração está mais leve – falou Lucy se levantando.

— É para isso que estou aqui, agora vá aproveitar um pouco a festa – falou Mavis.

Lucy assentiu e desceu. Mavis ficou mais um bom tempo vendo o céu, e respirando forte. Sabia que a luta contra a Tártaros não ia ser fácil, mas tinha fé em sua guilda e em sua neta. “Muita coisa vai acontecer ainda... Zeref... o que você está tramando? ”

A loira aproveitou um pouco a festa. Depois ela e o rosado foram para casa, já que a casa deles era bem longe da cidade.

Na manhã seguinte Lucy acordou e viu que o rosado já tinha acordado. Estranhou, pois, ela era sempre que acordava primeiro, e viu um bilhete no criado mudo que ficava ao lado da cama. O rosado disse que tinha perdido o sono e que iria a guilda, e que tinha deixado o café dela pronto em cima da mesa. A loira sorriu, e foi tomar um banho, depois se vestiu e foi tomar café e encontrou com Lylla,

As duas tomavam café tranquilamente, quando a porta da casa foi arrombada por Natsu que estava ofegante e preocupado.

— Lucy você precisa ir pra guilda já! – falou ele.

— Natsu! O que aconteceu? – perguntou Lucy alarmado, estava temendo o pior.

— Tártaros, agiram novamente... explodiram o Conselho da Magia e mataram quase todos que estavam lá – falou o rosado, tentando normalizar a respiração.

— O que? Como puderam... – a loira conseguiu dizer, seus olhos ficaram arregalados diante de tal noticia.

— Doranbolt... um dos soldados do Conselho, conseguiu escapar, e teve uma conversa com Mestre Makarov e ele precisa falar com você – explicou o rosado, preocupado com o que poderia ser, não queria perder sua parceira.

Lucy estava deveras preocupa e intrigada, não imaginava o que o tal Doranbolt poderia querer com ela, no entanto não usou de muito tempo para pensar acerca do assunto, correu até o quarto, pegou suas chaves e sua bolsa.

Então o casal e os nekos voaram como se não houvesse amanhã para a guilda, mas de uma coisa Lucy tinha certeza: a guerra entre a Fairy Tail e a Tártaros estaria declarada!

Notas finais
neste cap. eu queria mostrar um pouquinho do relacionamento da Mavis com a Lucy, mas ele ainda será bem abordado futuramente QUE AS TRETAS COMECEM!!!!!!!! kissus o//