1977
2 Esta tudo bem
Notas iniciais
“Ainda me lembro de quando estava na sua situação... de estar ai tentando algo sem resultado, porém apesar de que mesmo aqui, ainda estou indo atrás e não vou desistir até encontra-lo, porém nada parece ser realmente o que é, é muito difícil para mim confiar em outras pessoas, as vezes gostaria de ser que nem você, mas mesmo não sendo, estarei dando meu melhor para se chegar no resultado”
10 de fevereiro Londres, em uma delegacia, 14hrs, Dener está em sua sala montando um quebra cabeças de mais de 100.000 peças enquanto fica pensando nas possibilidades do possível assassino de sua mãe, é notável que ele é calmo, desde muito jovem ele é calmo e racional, porém isso pode ser ruim pois as vezes ele se distraí, então sem ele notar o detetive entra em sua sala, o questionando.
Detetive – Dener acabou já, você sabe que pegamos o assassino sabe que ele está preso.
Dener – Detetive, sem ser grosso contigo acredito que isso está longe de acabar sei que gastou muitos recursos para isso e se chagar até ele, mas acredito que algo de errado não está certo, posso até dizer que sua presunção está errada e como posso dizer muito ignorante perante a situação onde estamos.
Detetive – Esta insinuando que eu errei? Que minha investigação foi uma brincadeira Den...
Dener – Não me chame pelo nome, a partir de agora usaremos codinomes, você passará a me chamar de D e eu o passarei a chama-lo de Detetive L ou somente L.
Detetive – O que quer com isso? Me interrompeu apenas para essa bobagem?
Dener – Realmente tem razão, L soa meio loser, você poderá ser apenas A.
Detetive – Ainda não entendi, já que todos aqui sabem seu nom...
Dener – Não sabem, já que quando abriram uma investigação sobre o assassinato de minha finada mãe tinha menos de 18 anos, e meus dados não haviam sido publicados, além do mais acredito que seja mais seguro dessa maneira, já que li uma obra onde existia um assassino que te matava apenas sabendo o seu nome, sabe como é, superstição.
Detetive – Você saiu de lá diferente, está muito arrogante infantil desse jeito não vou aguentar me segurar...
O detetive se levanta para ir para cima de Dener, o segura pela gola da camisa o ameaçando soca-lo, ele aparenta estar nervoso após ter todo seu trabalho criticado, porém a porta da sala dele se abre, revelando ser uma garota aparentando ter 18 anos, tendo 1,65 metros de altura e características físicas medianas, ela nem percebe que acaba interrompendo a discussão dos dois.
Garota- aqui que é a sala 7?
Dener – Sim é aqui sim, acertou você deve ser a nova estagiária certo?
Detetive – Sim como você sabe?
Garota – Sim sou eu e meu nome é....
Dener – Não há necessidade de dizer, já sei tudo a respeito de você, pois foi eu que a contratei, então não há necessidades de apresentação.
Garota – Mas e ele? “A garota olha para o detetive e o mesmo concorda”
Detetive – Não tenho direito de a conhece-la?
Dener – Não existe essa necessidade, pode chama-la de E. Vitória, contratei ela de um país estrangeiro, cujo os dados provavelmente são restritos, acredito que a ausência de vinculo dela com esse país irá ajudar bastante.
E. Vitória – Entendo como irei chamar vocês?
Dener – Ele será A e eu D, enquanto você para ficar com o nome mais breve será E, espero que goste de trabalhar aqui seja bem-vinda a essa operação, quanto ao cara que vocês prenderam “Dener olha para o Detetive” – Poderia me levar até ele para que eu possa avalia-lo? E como estava aqui estudando o histórico dos crimes, sei que ele matou mais 5 pessoas além da minha mãe, então gostaria que a E, puxasse todo esse histórico, quero saber nome, idade, signo, causa da morte, tudo de relevante que achar sobre esses 5 assassinatos dentro desse período de 10 anos “Dener olha para E. Vitória” – Pode usar o computador ali “Dener aponta para uma mesa” – Espero que dê o seu melhor, no mínimo de tempo possível, provavelmente será difícil já que os dados foram arquivados pela possível resolução do crime, quero o mais breve possível isso “Dener se levanta da cadeira”
E. Vitória – Mas assim eu acho que vai ser tão rápido assim... que? “E. Vitória vê os dois saindo e murmura” – Estão me ignorando “Ela faz uma feição de chateada”
Detetive – Certo poderia me seguir?
Dener – Sim
Após chegar ao presídio, ambos saem do carro e entram onde fica as celas, o condenado já estava em uma cela separada para o interrogatório que seria feito por Dener, apesar dele não estar confiante em ser aquele o assassino, porém pela curiosidade de conhece-lo foi ao presídio para ver no que dá
Detetive – Acredito que após vê-lo irá mudar de ideia
Dener – Aposto que não
Detetive – Já que tem essa convicção de que não é ele sem ao menos ter visto, significa que você sabe quem foi certo? E se caso souber, você seria preso por omissão de informação a polícia...
Dener – Bem eu não sei quem é o assassino só sei que não é esse cara, meu instinto diz que não é ele e eu sei que ele não é o assassino.
Detetive – Estamos chegando e você mantem a calma, mesmo chegando perto do assassino de sua mãe...
Dener – Eu sei que ele não é e chegamos
O carcereiro abre as grades e o detetive e Dener se preparam para entrar porém Dener impede que o detetive entre na sala
Detetive – Oi?
Dener – Gostaria que fosse em particular.
Detetive – Certo, certo faz como quiser “ele bufa”
Dener entra na cela e se senta de frente ao criminoso, que o observa em silêncio
Dener – Certo, você matou um total de 5 pessoas correto?
Criminoso – Não foram 6 pessoas.
Dener – Quem são as 5 pessoas?
Criminoso – Elas são...
Após alguns minutos Dener sai de dentro da cela e vai andando até o Detetive, o chamando para voltar para a delegacia.
Dener – Vamos para a delegacia, já tenho tudo que preciso, e vou encerrar esse caso em cerca de 1 mês, o assassino será punido e será preso executado.
Detetive – Por que está tão confiante disso?
Dener – Eu Acredito que com as informações que tenho chegarei a esse assassino de verdade.
Detetive – E vai compartilhar essas informações comigo?
Dener – Não, caso queiro isso, tire você dele essas informações
Dener vai andando em direção ao carro para ir de volta a delegacia enquanto o detetive o segue e fica pensando
Detetive em pensamento – ‘Esse pirralho está duvidando de mim... maldito, passei tanto tempo nessa investigação e eu sou suspeito...’ – Ei garoto
Dener – Por favor me chame de D
Detetive – D parece que está duvidando de minha integridade, poderia confiar em mim?
Dener – Desculpe mas isso não poderei fazer, porém pode-se dizer que confio em ti pra estar perto, então não tire conclusões precipitadas, e caso seja inocente, não há necessidade de estar intimidado por mim, senhor A.
O detetive fica calado e ambos vão para a delegacia, com o detetive dirigindo, e enquanto ele dirige, observa o Dener que estava olhando pelo vidro a viagem, o detetive e o Dener estão em silêncio, com o detetive pensando em todas as ações que teve no dia e por um momento o detetive quebra o silêncio e fala para o Dener.
Detetive – Desculpe-me por gerar essa desconfiança.
Dener – Está tudo bem A.
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