Dream Of Death

Case 1Drowning in Blood


Mai Já era noite escura e eu corria em volta da grande casa, o único motivo pelo qual eu vim aqui foi para celebrar com a minha amiga pela recente notícia do seu casamento. Tudo começou bem até que ela me pediu para passar a noite. Eu pensei que como nós estávamos fora do país nada de mal podia acontecer, estava enganada. Ele estava atrás de mim e eu sabia que se não saisse deste lugar seria morta. Mas eu estava perdida e já não podia correr mais. O meu coração batia fortemente e eu conseguia ouvir o sangue a passar nas minhas veias a grande velocidade. Corri o mais silencioso possivel escadas acima para puder fugir dele, o assassino, o predador. Eu sube no segundo em que ele me agarrou que era ele. Ele apertou o meu pulso com a sua mão e eu lutava para me libertar. Então com a sua outra mão livre ele agarrou-me pelos cabelos e arrastou-me pelas escadas a baixo, para dentro da escura e assustadora cave. Eu sabia que ia morrer então gritei o mais alto que pude “Ajudem-me! Alguém por favor me salve! Ele vai matar-me!” “Ninguém te pode ouvir, estão todos mortos!” Ele disse com um sorriso demente nos lábios. Acordei no escritório encontrando todos à minha volta com um olhar preocupado nas suas caras. Os meus olhos começaram a ficar marejados com lágrimas e eu atirei-me para a Ayako e comecei a chorar no seu ombro. “O que é que viste?” Perguntou Naru, o meu narcisista, idiota de chefe, que por alguma razão misteriosa demais para eu descobrir, estou apaixonada por. “Naru!” Gritou Ayako “Não vês o quão mal a pobre rapariga está!?” Parecia que ela lhe queria bater. Tomei isso como deixa para parar a briga. “Está tudo bem, por favor não briguem por algo tão idiota como um sonho.” Disse calmamente. Todos olharam para Naru, com a excepção do Lin e do Jonh, Lin porque ele não mostra nenhum tipo de emoção e o Jonh porque ele é um pacifista. Todos se preocupam comigo embora alguns mostrem mais que outros. A Ayako é como uma mãe, amável e carinhosa, sempre a tentar proteger-me. O Bou-san é como um pai para mim, engraçado e querido. A Masako é como a irritante, mimada irmã mais nova que não se pode evitar amar. Jonh é o doce, timido, extremamente carinhoso irmão mais velho enquanto que o Yasu é o hiper-activo, despreocupado, algumas vezes malvado irmão mais velho que sempre te leva para festas nas quais não devias estar. Lin é o quieto, calmo, mas carinhoso tio que está sempre presente quando precisamos dele. Madoka, que está em Inglaterra no momento é como uma querida tia que está sempre a idolatrar-te e acha que tudo aquilo que fazemos é adorável. E finalmente Naru, também conhecido por Kazuya Shibuya. Ele é bem... Acho que podia chamá-lo de o meu interesse romantico. Apenas desejava que ele senti-se o mesmo. “Lembram-se daquele caso que nos foi proposto ontem? Eu sonhei sobre ele e acho que deviamos aceitá-lo.” Flashback Suspirei com algum desespero ao ver a quantidade de papeis que o Naru queria que eu arquiva-se. Bem, é melhor começar pensei. Estava a meio da segunda pilha de papeis quando alguém bateu à porta. Sim! Uma desculpa para parar! Fui até à porta e respondi com a mesma frase de sempre. “Bem vinda à SPR, em que é que lhe posso ajudar?” Perguntei a uma mulher com uns longos cabelos lisos pretos, ela tinha sombras pretas por debaixo dos olhos. “Por favor chame o seu chefe, tenho um caso que gostaria de discutir com ele.” A mulher disse. Andei até à porta do escritório do Naru, e bati à porta “Naru cliente!” “Mai, chá.” Ele disse. “Ok chefe!” Respondi alegremente. Não tinhamos aceito muitos casos desde que o Naru voltou do hospital por usar o seu PK para destruir o Yaybasu. Enquanto preparava o chá, ouvia a cliente. “O meu nome é Tanemura Haruhi. Coisas estranhas têm andando a ocorrer na minha nova casa. Alguns empregados disseram que viram ou ouviram algo que mais ninguém viu ou ouviu, outras vezes alguém aparecia com cortes e nodoas negras por todo o corpo. Já morreram duas pessoas conhecidas minhas lá, por favor ajudem-nos! O meu marido e eu não sabemos o que fazer se recusarem. Não temos mais ninguém a quem pedir ajuda.” “Aconteceu algo mais na vossa casa?” Naru perguntou. “Sim, às vezes ouvem-se estranhas batidas nas paredes e as luzes piscam quando isso acontece, por favor ajudem-nos!” Haruhi implorou. “Deixe o seu contacto e informações com a minha assistente Taniyama Mai e nós entraremos em contacto com você.” “Muito obrigada Shibuya-san.” Haruhi disse e despediu-se. Fim do FlashBack Mai disse aos amigos sobre o seu sonho. Todos olhavam para ela com simpatia, com excepção de Naru, Lin e Masako. “Mai, telefona à Tanemura-san e diz-lhe que vamos aceitar o caso.”

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