11 Horas Da Meia Noite
17 Queimada
Notas iniciais
Como vcs estão? BEEEEEM? Espero que sim U__U auhsuahsuhasu
Alguem aí quer paçoca?
Gostaaram da nova capa? :3
Cheguei com um capitulo saindo do forno. o/
Bom, me inspirei em algumas músicas para escrever esse capitulo *---* Espero que vcs gostem do resultado, dei um destaque para o Carlitos ♥ Ai, gentih ele merecia. *-*
Tenho um agradecimento para fazer então ~ limpando a garganta~ Lola ♥ Muitoo obrigada pela recomendação, eu quase caí da cadeira quando eu li *-* Serio, esse capitulo é dedicado à você, muitooo obrigada my vamp' amoura.
- Personagem nova, mas ela aparece só um pouquinho nesse capitulo, mas terá grande papel nos proximos capitulos o/ Ela é legal :D uahsuahs
Boa leituraaaa amouraas :3 Até mais em baixooo Woo Hoo
Diga se vale a pena me salvar, mas apresse-se, eu estou caindo.
– Eu preciso de você, agora.
Antes mesmo de ele obter uma resposta minha, senti seus lábios vorazmente nos meus, senti sua língua invadir minha boca, meu corpo esquentou por inteiro.
Seu corpo ainda fazia pressão no meu, eu podia sentir o desejo dele por mim. Tão claro como o sol do meio dia.
A culpa não era do Logan, não havia ninguém para culpar além de mim mesma, com a minha transformação vieram mudanças, mudanças as quais eu não estava pronta. Muitas sensações diferentes, muitos sentimentos.
A verdade é que agora eu queria queimar, queria explodir em milhares de chamas, até que sobrassem apenas cinzas do meu corpo.
Logan me soltou de repente, e como eu não esperava essa reação dele, vacilei e meu corpo foi de encontro ao chão.
– Eu não posso fazer isso. – Ele olhou para o chão. – Não até ficar claro o que você sente.
– Sei o que sinto por você. – Falei ainda sentada, tirei os fios do cabelo que estavam no meu rosto.
– Não comece, Lua. Onde iremos parar desse jeito? Não quero te amar e te odiar ao mesmo tempo.
Levantei-me com raiva, andei até onde ele estava, mas passei, ignorando seu olhar.
– Ótimo. – Falei quando dei as costas, sai do quarto batendo a porta com força, fazendo o barulho ecoar pelos corredores.
Mas, que diabos! Afinal, por que eu estava com raiva? Eu não tinha direito algum sobre isso.
Senti um único tremor percorrer meu corpo inteiro, encostei-me a uma parede e escorreguei até o chão, colocando as mãos na cabeça.
Tantas pessoas machucadas, tantas mortes, tanto sofrimento, eu não conseguiria suportar. Pela primeira vez em toda a minha vida, havia cansado de ser tão forte, apenas queria deitar minha cabeça em algum ombro e chorar. Apenas chorar todas as lágrimas que eu pudesse, até que elas finalmente secassem.
Percebi um corpo na minha frente, mas não olhei para ver quem era. Então se sentou ao meu lado, pelo cheiro, finalmente pude saber. Carlos puxou meu ombro e me fez ir para perto dele.
Afundei meu rosto em seu pescoço, não queria visse como eu realmente estava, e por fim deixei que as lágrimas caíssem, de duas em duas elas encharcavam a blusa do Carlos. Aos poucos elas pararam de cair, restando apenas soluços.
– Obrigada, eu precisava...
– Não tem que me agradecer, Luanne. Além de um líder, posso ser um amigo. – Ele me ofereceu um pequeno sorriso. – Afinal, estou sem destino agora. Queria ter essas lágrimas para aliviar o que sinto também.
Ele não chora?
– Você já foi humano alguma vez? – Fiz a pergunta mais idiota do mundo, arrancando uma risada de verdade dele.
– Claro que sim – Carlos segurou e ficou balançando-a, como se fossemos apenas duas crianças – Afinal, isso deve ser parte da minha própria maldição.
– Eu não estou entendendo.
– Talvez, se você estivesse no meu lugar, entenderia.
Suspirei.
– Você quer sair dos túneis? Acho que esses últimos dias foram muito conturbados.
O acompanhei até a saída em silêncio. Passamos por uma mulher morena, alta, devia ser um pouco mais velha do que eu, e recebi um olhar cheio de raiva dela.
– Não precisa se preocupar, Daphene – Carlos falou.
– E quem sabe, ela não está te levando para a morte?
– Você faria isso comigo, Lua?
– Não, e não tenho motivos. – Fui firme à minha resposta.
– Então... Até mais Daph. – Ele piscou um olho para ela, colocando a mão de leve na minha cintura.
Cada dia que passava, só percebia o ódio direcionado à mim que muitos sentiam aumentar, eu não sabia onde isso acabaria. Suponho, que na melhor das hipóteses, meu corpo seria encontrado sem coração.
– Eu vou ser morta. – Murmurei quando estávamos mais afastados dos túneis.
– Não fale isso. Se não fosse por você nunca ninguém iria notar o que estava realmente acontecendo. – Carlos suspirou – Mas, não sei se já esta acabado, se vai ser apenas isso. Quer dizer que não estamos mais em guerra? Que se nos encontrarmos em algum lugar não vamos nos atacar e brigar até a morte? – Ele levantou uma sombrancelha. – É complicado.
Fitei o nada, escutando apenas o coração do Carlos bater e o vento que balançava as arvores à nossa volta, tentei absorver tudo aquilo. O pai do James era a criatura mais perversa que vagava sobre a terra, mas, qual era o objetivo dele?
E a dúvida que não saía da minha cabeça era: Por que eu estava aqui? Por que eu era isso?
– Você ta afim de uma corrida? – Ele me despertou dos meus pensamentos.
Mordi o lábio em meio a um sorriso.
– Por que não?
Então desapareci do seu lado, com minha toda a minha velocidade, e parei milésimos depois, à quase 20 metros dele.
– Ei! Nada de coisas de vampiros. – Carlos reclamou, mas com um sorriso enorme no rosto.
Ele me alcançou rapidamente.
– Corra como um lobo, Lua. Só não se transforme.
Falar é muito fácil para ele, que é apenas lobisomem. Apenas revirei os olhos. Tentei fazer o que havia sido ensinado por ele, na primeira vez que conversamos de verdade, a chave era se controlar.
Tentei correr como faria quando era humana, e consegui acompanhar-lo. Corremos por mais de uma hora.
– Posso saber pra onde você está me levando? Ou seqüestrando... Sei lá.
– Você irá ver... Já estamos chegando.
Alguns minutos depois, ele parou em frente há uma barreira de arvores, nas quais os galhos caiam até o chão, formando uma cortina verde.
– Isso? – Deixei uma risada escapar.
– Não, Lua. – Carlos levantou um pouco os galhos, alguns raios de sol passaram entre eles, devagar caminhei me deparei com um penhasco, e mais à frente várias montanhas.
Mas, o que me chamou atenção, foi uma muralha, no meio de todas aquelas curvas, que protegia um enorme castelo ( maior do que o do James).
– O que é isso? – Perguntei ainda encarando as montanhas.
– Onde a maioria dos vampiros sangue puro vivem.
Um choque me percorreu e senti minha boca se abrir.
– Então... Quer dizer...
– Sim. “ Ele” está aí. Às vezes venho aqui e planejo como eu poderia matar-lo. Como eu poderia dar um fim à raça dele. Mas, acho que é impossível aniquilar os vampiros do mundo, já que nem mesmo sabemos como o primeiro conseguiu se transformar em um.
Quase não escutei as suas palavras. Senti algo me puxando para aquele lugar, algo me atraindo, como se ali tivesse um imã, mas eu sentia que não era algo bom, era como uma angústia misturada à raiva e desejo... De sangue, morte.
Senti meu sangue esquentar nas minhas veias, uma dor insuportável atravessou meu coração, e sem me sentir, gritei, enquanto minhas mãos seguravam minha cabeça. Meus joelhos bateram no chão e lágrimas caíram dos meus olhos, os tremores começaram por dentro e se espalharam rapidamente pelas minhas mãos.
– LUA! Não se transforme aqui! – Ele se ajoelhou ao meu lado, me segurando pelos ombros, sua imagem era apenas algo borrado.
– Eu não estou conseguindo me controlar, Carlos. – Falei entre dentes, mais lágrimas vieram em direção aos meus olhos. – Me ajuda. – Supliquei.
Abracei meu próprio corpo, sentindo minhas unhas arranharem meus braços, mas... O que estava acontecendo comigo? Por que eu não tinha o controle do meu corpo?
Carlos, com uma expressão de confusão me colocou nos braços e correu para longe do penhasco o mais rápido que podia. Quanto mais a distância entre mim e aquele castelo aumentava meus sentidos voltavam ao normal, aos poucos minha respiração voltava ao normal. E foi ali, nos braços do Carlos, que eu senti tudo escurecer.
(.)
Abri os olhos devagar, e todas os acontecimentos voltaram como uma bomba na minha mente, eu estava temendo me transformar em lobo, e acabar machucando alguém que conhecia.
Minha visão se focou em olhos castanhos me encarando com preocupação.
– Você está bem?
Meu corpo estava sobre uma grama fina, mas as minhas roupas ainda estavam normal, então nada havia acontecido, nenhuma transformação.
– Acho que sim. O que aconteceu comigo, Carlos?
– Não faço idéia. Mas, isso só nos faz concluir como você é diferente.
Sentei-me, sentindo algumas pontadas de dor.
– Eu não sei. Eu só... Só... Queria atacar aquele lugar. Queria destruir tudo, colocar fogo.
– Você é louca? Vários servos habitam ao castelo das colinas e são fieis ao primeiro vampiro, sem contar que são muito cruéis. Mesmo sendo uma hibrida, você não teria chance de sair viva.
– Não me importo mais com isso.
– Mas, tem gente que se importa. – Ele me lançou um olhar sombrio.
Que tipo de reação é essa? Levantamos-nos sem dizer nada, percebi que já estávamos perto dos túneis, deixei minha cabeça baixa, eu sabia que o Carlos queria falar alguma coisa.
Vi a fileira de árvores que marcavam a entrada dos túneis, eu queria conversar com o Logan (isso se ele quisesse conversar comigo, claro), mas Carlos segurou minha mão e ficou de frente para mim.
– Antes de voltarmos para lá, queria te falar uma coisa.
– O que? – Perguntei receosa.
Ao longe, vi um vulto, e cabelos loiros.
– Kendall? – Falei baixinho. – KENDALL?!
– Quem? – Carlos se virou, procurando quem eu chamava.
Kendall parou, olhando pra mim, deu um mínimo sorriso, e se movimentou para onde nós estávamos.
– Você está vivo. – Eu não sabia se estava mais surpresa ou alegre por ele ter conseguido chegar ao castelo sem que alguém arrancasse sua garganta.
– Vampiro. – Carlos murmurou.
– Sim, acho que preciso te agradecer... Depois. Estou me arriscando vindo aqui outra vez, mas tenho uma mensagem do James para o líder dos lobos.
– Para mim? Aconteceu alguma coisa? – Ele deu um passo a frente, assumindo uma máscara séria.
– O meu líder pensou, e acredita que está na hora de encarar o criador dessa guerra. Ele vai até as colinas e quer sua ajuda.
Demorei um pouco para assimilar as palavras que saíram da boca do Kendall.
Era isso.
James iria encarar o pai dele.
Iria encarar o primeiro vampiro, aquele que talvez tenha me tornado o que sou, e mesmo que o Carlos não aceitasse oferecer ajuda James não iria sozinho, porque de todo jeito, eu iria com ele.
Notas finais
DAPHENE AQUII : https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/1017681_610377228994325_470394283_n.jpg
E entãoooo?
O que vcs acham que aconteceu com a Lua quando ela viu onde o papai do James vive? 'o' #segredo. Vcs vão ter que adivinhar pq eu só vou contar daqui há alguns capitulos. (66)
Vcs gostaraam? Odiaram? Ficou bom? Uma merda? PRFVR ME DIGAM.
Leitoras fantasmas estou aguardando vcs tbm*-*
Reviews pra mim? Façam um coração feliz vamps.
SIM AAAAAAAA; ainda aceito recomendações ♥ auhauhsuahuhs
Love vcs amouras.
Beijinhos ;**
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