Notas iniciais
Eu peço desculpas por demorar, mas eu estava completamente sem tempo. Semana que vem tem feira de ciências e tem MUITA coisa para fazer. Se eu não postar, é por que realmente não deu.
Esse é o da briga. Espero que gostem.
Enjoy ;)
XOXO

Reyna não conseguia se concentrar em nada. Por onde passava derrubava algo. Tropeçou na barra da toga, quase quebrou o nariz de Término e derrubou o Tang de Dakota (fato que o deixou extremamente irritado.). Sentia-se irritada e respondia grossamente a qualquer um que falasse.

O dia estava péssimo. Tudo parecia errado, tudo estava malfeito. O rosto belo e altivo da pretora tomou uma carranca permanente de irritação. Apenas ao ver um sorriso, Reyna sentia raiva. Ela correu para o quarto, onde podia ficar exilada das formas de vida orgânica.

Ela revirava os olhos para o nada e cerrava os punhos quando via alguém passar. Quando estava assim, só uma pessoa podia lhe acalmar: Jason. Ao lembrar-se desse nome, uma onda de irritação percorreu sua corrente sanguínea. Num ímpeto de ira, a garota arremessou um vaso à parede. Um caco de vidro alojou-se em seu polegar, fazendo- sangrar.

- Excrementium! – ela gritou, sem se importar em ser ouvida. – Vidro estúpido! Maldito filho de Vulcano!

Ela escutou a porta ranger e a maçaneta virar. Não fez questão de esconder a quem quer que fosse a raiva que sentia. Ela ouviu um sussurro de surpresa e virou-se abruptamente, deparando-se com um Valdez boquiaberto apoiado no batente.

- Uau! Você fez uma bela bagunça aqui! – ele falou sorrindo.

- O que faz aqui Valdez? – ela perguntou, rangendo os dentes.

- Calma linda! Eu ouvi seus gritos lá de fora, e... não eram muito discretos. – ele brincou. – Brincadeiras à parte, eu vim pedir desculpas. Não deveria ter agido como agi. Não foi minha intenção te irritar daquele jeito. Me perdoa? – Ele falou, pondo a mão no ombro da pretora. Nesse momento, por alguma razão ainda desconhecida, Reyna sentiu uma onda de calma percorrendo seu corpo. Exatamente do mesmo jeito que Jason fazia. “Como ele consegue? Reyna! Psiu! Ele NÃO é o Jason!” A filha de Belona “recobrou” à consciência, afastando Leo com um tapa.

- Por quê fez isso Reyna? – Ele a questionou, massageando o pulso, agora vermelho.

- Por que eu CANSEI! Você é um idiota, imbecil e exibicionista! Um graecus inútil! Caramba, uma guerra sendo travada embaixo de nossos narizes e você nem ao menos se preocupa em fazer algo que ajude. Seu otimismo me irrita e suas piadas me dão nojo! Sua ironia me faz querer vomitar e seu sorriso... – ela fez uma pausa, cravando sua espada numa tigela, fazendo um punhado de delicados rolarem pelo chão. – Seu sorriso me faz querer morrer. Você é ridículo! Um idiota desprezível. Uma ameba exibida incapaz de fazer algo útil. Eu te desprezo Leo Valdez, e nunca mais eu quero te ver. – Reyna cuspia as palavras com tanta agressividade que Leo recuou, assustado. Ele tentava se convencer de que tudo não passava de um pesadelo, e que logo logo ele iria acordar. “Como ela pôde falar isso de mim? Ela nem ao menos me conhece! “ Lágrimas lhe subiram aos olhos e Leo tentou inutilmente impedí-las de cair. Elas evaporavam conforme desciam pela face febril do filho de Hefesto.

- Bom, eu realmente tenho que concordar com você em certos pontos. Eu realmente gosto de chamar atenção. – Ele sorriu ao lembrar-se da chegada. O garoto tentava controlar a voz, mas o tom embargado já assumia completamente seu timbre. – Eu não queria ser um ninguém no acampamento. Somente o Garoto dos Reparos. O idiota que conta piadas sem-graça. – ele riu secamente. – Todos chamaram atenção. Menos eu. Sabe, eu gosto que as pessoas me vejam. Posso ter exagerado, mas eu pensava que os romanos tinham um senso de humor. E realmente têm! Todos estavam me aplaudindo e pela primeira vez em anos eu me senti importante. Mas tudo tem sua exceção. Lá estava a pretora, me lançando escárnios e olhares de desprezo. Senti-me pisado. Com o ego estilhaçado, tal como um espelho que recebe uma pedrada. Impliquei com você para atrair sua atenção. Mas pelo visto não deu certo. Eu sou um imbecil mesmo. Você tem razão. Vim aqui te pedir desculpas e te ouço esmurrar críticas. E quanto ao meu sorriso, você tem todo o direito de acha-lo ridículo. Mas não faz ideia de como é difícil colocá-lo no rosto. As pessoas não ligam para os meus sentimentos. Apenas esperam que eu seja sorridente e engraçado. Você faz ideia de como é sorrir mesmo sabendo que ninguém se importa com você? Não. Você faz ideia de como é sorrir mesmo sabendo que perdeu todos aqueles que você já amou? Também não. Você faz ideia de como é sorrir mesmo sabendo que perdeu o amor da sua vida para o seu melhor amigo? O sorriso que você acha ridículo pode ficar tranquila, você nunca mais vai vê-lo, porque segundo o que você diz, eu não tenho motivos para sorrir, não é mesmo? – ele desabafou, colocando para fora tudo o que antes ele reprimia. Seus olhos eram uma cascata de lágrimas salgadas, que insistiam em crescer a cada palavra dita. – Eu sou apenas um idiota, um inútil. Um perdedor que ninguém sente falta. Eu sou mesmo ridículo. Um estúpido e desprezível apenas pelo fato de acreditar que você tinha um coração. Bom, — ele falou, entrelaçando os dedos e abaixando a cabeça. – Eu sei quando não sou bem-vindo. Tenha um bom dia e passar bem pretora. – Ele disse, acenando com a cabeça e voltando a olhar para o chão. Caminhou até a porta, girou a maçaneta e saiu, deixando-a bater com o vento.

Reyna, que permaneceu o tempo todo muda, não teve tempo de esboçar reação. Ficou apenas parada, estática, perguntando-se o por quê de ter feito aquilo. Ela cuspiu com violência críticas e ofensas que ninguém merecia. Principalmente Leo. Ele já havia enfrentado mais do que Reyna podia pensar em aguentar. Pensou no que ele dissera, e realmente sentiu-se fria, sem coração. Não podia evitar o choro, que evidentemente denotava remorso. A filha de Belona esmurrava a parede com força, descontando no concreto toda a raiva que sentia de si mesma. Seu corpo corroía-se em arrependimento e sua visão estava turva e embaçada. A boca estava seca e a pele fria e úmida, devido às lágrimas que rolavam por seu rosto. Ela estava exausta e irritada. Quebrava tudo o que via pela frente, profanado ofensas à si própria. Ela gritava e destruía coisas. O som de batidas na porta foi insuficiente para tirá-la do transe. O barulho recomeçou e Reyna não tentou se mascarar. Murmurou um entre e deixou que a porta se abrisse.

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Pois é, eu ainda não fiz a minha fala. Então eu estou muito atrasada. o capítulo é curto, mas é por que eu estou enferma. Minha garganta está dodói. E eu estou meio de luto. O dono do Dolly (que eu descobri ser macho e se chamar Floquinho) apareceu. Chega de falar de mim.

Em suma, me digam de verdade: Os capítulos estão uma bosta? Por que eu não sei mas. As leitoras me abandonaram snif snif

Se alguém me der sugestões, eu faço.E outra coisa, quando eu acabar essa fic, eu estava pensando em fazer uma com vários capítulos, divididos em short-fics, song-fic e oneshots de casais que vocês escolherem. Menos de Yuri e Iaoi (é assim que escreve?). Por que quando acambar, não sei o que fazer.

XOXO

Notas finais
Reviews?