Notas iniciais
Sim, eu estou aqui as sete da manhã. É, eu amo vocês. O capítulo não está tão grande, mais de tarde eu vou tentar postar o outro.
Espero que gostem!
Enjoy! ;)
XOXO

O pequeno barco virou em um túnel e a música parou, indicando que o passeio terminara. Os cintos se soltaram e Leo se levantou, ajudando Reyna a sair do brinquedo.

— Gostou? – ele perguntou.

— Isto foi uma pergunta retórica?

— Sim. Me diga que o passeio foi ótimo e eu te compro um urso de pelúcia.

— Proposta tentadora. – ela retrucou rindo. – E sim Leo, eu gostei do passeio.

— Que bom! – ele exclamou. – Chegou a minha parte do trato. – ele falou, caminhando até uma barraca onde um senhor de idade vendia bonecos.

— Posso ajudar o casal? – perguntou o senhor.

— Eu quero aquele ali! Aquele grande e rosa! – ela falou, apontando o dedo indicador para o animal escolhido.

— É uma boa escolha, mas este só pode ser ganho se você vencer o jogo. – o homem falou. – São três dólares por tentativa. Basta derrubar aqueles copos e você faz a garota feliz.

— Por favor Leo! – ela implorou.

— Tudo bem, — ele suspirou. – Eu quero duas tentativas. – ele pediu ao senhor.

O homem sorriu e lhe entregou duas bolas de ping pong, não muito maiores que uma moeda. Leo sorriu e acertou em cheio entre os copos, derrubando-os no chão com um sonoro ruído.

— Parabéns meu jovem! Nunca vi alguém completar tão rápido esta prova. – elogiou o senhor.

Leo sorriu encabulado e o homem lhe entregou o urso.

— Que vocês tenham sorte neste namoro. – ele disse, para depois se retirar.

Reyna e Leo caminhavam até o estacionamento, quando algo o parou.

— Leo Valdez? – falou uma voz conhecida.

— Peter? – perguntou Leo. O garoto assentiu. – Não acredito! O que faz por aqui?

— Vim ao parque tentar me distrair. Vejo que ganhou a aposta, certo?

Leo deu um sorriso preocupado e voltou os olhos para o chão.

— Quem é ele Leo? – Reyna perguntou entre dentes.

— Peter Maxweel, quarta coorte. Eu já o conhecia da Escola da Vida Selvagem. – ele retrucou.

— E por quê eu não o conheço? Afinal, sou a pretora.

— Desculpe-me. Deveria me apresentar melhor. Cheguei recentemente ao acampamento. Ainda não houve tempo para que me conhecesse. – falou o garoto. – Mas mesmo assim, meus parabéns Leo, você deve ter ganhado uma boa grana, por que a fama de difícil da Reyna já é conhecida por todo o acampamento.

Reyna corou, num misto de vergonha e curiosidade.

— Que aposta foi essa Leo? – ela grunhiu.

Leo hesitou.

— Não acredito que não contou a ela! – Peter falou, surpreso.

— Você pode me explicar que droga de aposta foi essa? – ela repetiu.

— Deixe que eu mesmo explico. – interveio Peter. – Assim que ele chegou ao acampamento, vimos que ele deu um show com as gatinhas. Ele dizia que estavam todas apaixonadas por ele. Então, eu o desafiei a ficar com você. Aliás, não só eu, praticamente toda a quarta coorte apostou que ele não conseguiria.

Reyna sentiu seu sangue ferver. De pura ira. Sua face se tornou rubra e seus músculos enrijeceram. Como ele pudera fazer aquilo?

— Peter, pode me dar licença? – pediu Leo.

— Com todo o prazer! – ele respondeu cínico, correndo o mais longe possível.

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— Eu não acredito que você foi capaz de fazer isso! – ela gritou, lágrimas quentes rolando em sua face avermelhada.

— Reyna, não foi bem assim. – ele tentou argumentar. – Eu não queria...

— Calado! Eu não quero saber de suas desculpas! Apenas me diga, o que foi que ganhou com isso?

— Reyna, por favor, acredite em mim, tudo não passou de uma brincadeira.

— Então quer dizer que eu sou uma brincadeira? Que tudo que você me disse não foi nada além de mentiras? – ela falou. – Apenas me esqueça e apague dessa maldita memória tudo que eu passei com você.

— Por favor Reyna, não me peça para fazer algo que não posso. – ele implorou. – Eu te amo.

— Não me faça acreditar em algo que nunca foi real. Eu fui o quê para você? Apenas mais uma distração? Faça-me um favor, suma daqui, e de preferência, suma também da minha vida.

— Mas Rey...

— Não me chame de Rey. E muito menos de Ice Queen. – ela exclamou com o dedo em riste, censurando-o. – Melhor, nunca mais ouse falar meu nome. Ou pensar em mim. Você é repugnante. E me enoja.

Leo baixou a cabeça. Lágrimas foram inevitáveis. Por quê fizera isso? Queria apenas uma oportunidade de voltar no tempo, e assim corrigir tudo. Mas não era possível reverter seus atos.

— Tudo bem Reyna. Grite comigo. Eu não ligo. Eu realmente mereço. Torture-me com sua espada, mas, por favor, qualquer coisa é menos torturante do que vê-la chorar. Você ainda é a minha vidaI.

E essa afirmação fez Reyna hesitar por alguns segundos. Mas não o suficiente para dissipar a raiva em seu corpo. E num ímpeto de raiva, atirou furiosamente o urso, deixando-o cair numa poça de lama. E esperando que essa ação levasse embora toda a amargura que espalhava-se em sua corrente sanguínea, tal como uma picada de cobra. Mas dessa vez, não havia forma alguma de voltar atrás.

Deixou-o ali, depressivo e amargurado, e correu, caminhando sem rumo, e esperando mesmo que inconscientemente, ele corresse até ela, implorando desculpas. Parou por um momento, sentindo-se ofegante. O vermelho do crepúsculo já indicava o fim da tarde. As lembranças lhe torturavam a sanidade, impedindo-a de ver por trás da névoa que recobria sua mente irada. Não podia suportar a ideia de que ele simplesmente a usara. Não podia nem ao menos cogitar que se apaixonada, e se deixara levar por uma mentira hostil.

Leo, por outro lado, perguntava-se como fora idiota à ponto de fazê-la chorar. E derramar de seus belos olhos castanhos lágrimas de sofrimento. A única pessoa que prometera não magoar.

Já estava farto de cometer erros, de acreditar em coisas erradas. A vida lhe dera uma chance de ser feliz, e imbecil como era, deixou-a ir embora à primeira oportunidade.

— Droga! Droga! Por quê seu tinha que ser tão estúpido? Por quê eu tenho que amá-la tanto? Por quê tudo isso é tão difícil? – ele insultava a si mesmo.

Mas então, um grito estrangulado o tirou de seus pensamentos. O grito que só conhecia de uma pessoa. Reyna. Um grito de puro pavor.

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Para a alegria geral da nação, eu fui má. E revravoltei tudo. É. Mas isso foi bom, por que eu estava com um super ideia na cabeça, e essa briga vai ajudar a ajeitar a trama. Agora eu só não sei se coloco essa história nesta fic, ou se crio outra fic, como se fosse a parte 2. Enfim, não vou me demorar muito. Estou indo respirar o maldito ar diferente.

XOXO

Notas finais
Reviews?